Questões de Concurso
Para analista de tecnologia da informação
Foram encontradas 20.508 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Relacione os códigos maliciosos às respectivas características.
1. Adware.
2. Verme de computador.
3. Spyware.
4. Rootkit.
5. Botnets.
6. Trojan.
( ) Tipo especialmente furtivo de malware, geralmente altera utilitários do sistema ou do próprio sistema operacional para evitar detecção.
( ) Forma de software de invasão de privacidade que exibe anúncios na tela de um usuário sem seu consentimento.
( ) Programa malware que aparenta realizar alguma tarefa útil, mas que apresenta consequências negativas.
( ) Rede parasita controlada centralmente por um proprietário, o qual é conhecido como controlador de parasitas.
( ) Software de invasão de privacidade instalado no computador sem consentimento do usuário e que coleta informações sobre: o próprio usuário, o computador ou o uso do computador sem o seu consentimento.
( ) Programa malicioso que espalha cópias de si mesmo sem a necessidade de se injetar em outros programas e, geralmente, sem interação humana.
A sequência está correta em
Vírus de computador, ou simplesmente vírus, é um código de computador que pode se replicar, pela modificação de outros arquivos e programas, para inserir um código capaz de replicação posterior. Os vírus seguem as seguintes fases de execução, EXCETO:
Relacione os componentes específicos da PKI às respectivas características.
1. Autoridade certificadora.
2. Serviço de diretório, como o LDAP (Lightweight Directory Access Protocol).
3. Certificate Holders.
4. Clientes.
5. Organizational Registration Authority (ORAs).
( ) Valida as assinaturas digitais e os caminhos de certificação a partir de uma chave pública conhecida como CA confiável.
( ) Cria certificados digitais, podendo ser interna a uma organização ou a um terceiro confiável.
( ) Entidade dedicada a realizar o registro dos usuários (processo de coleta de informações do usuário, verificação da identidade e aceitação das requisições de certificados).
( ) Pode assinar digitalmente e codificar documentos.
( ) Funciona como um repositório para chaves, certificados e Certificate Revocation Lists (CRLs), que são as listas com certificados digitais.
A sequência está correta em
A PKI (Public-Key Infraestructure – Infraestrutura de Chave Pública) tem uma série de funções, as quais são executadas por componentes específicos da infraestrutura. São funções da PKI, EXCETO:
Criptoanálise é a ciência de recuperar uma informação cifrada sem o acesso direto à chave de criptografia, podendo recuperar a mensagem original ou, até mesmo, a chave de criptografia. Analise a seguinte situação: “O atacante escolhe diferentes textos cifrados para serem decifrados e tem acesso aos textos decifrados. Tal ataque é usado mais contra algoritmo de chave pública.” Trata-se do
O ipchains, programa Linux que atua como filtro de pacotes sem estado de uso geral, é parecido com o iptables, mas são diferentes na sintaxe aceita. O iptables agrupa regras de firewall em cadeias (chains), que são coleções de regras agrupadas. Há três cadeias de sistema: input, forward e output. Para verificar se há regras carregadas no sistema, basta digitar ipchains –L, mas para limpar as regras, caso existam no sistema, utiliza-se o comando
A criptografia simétrica é feita utilizando-se uma chave secreta para a codificação e decodificação dos dados. Assinale a alternativa que apresenta algoritmos simétricos.
Papéis e responsabilidades, devolução de ativos e retirada de direitos de acesso são objetivos da NBR ISO/IEC nº 27002, os quais se encontram dispostos na seção
A NBR ISO/IEC nº 27002 está estruturada em diversas seções, como, por exemplo, a gestão de incidentes de segurança da informação, que apresenta o seguinte objetivo:
“Método que visa governar os investimentos em gerenciamento de serviços através da empresa e gerenciá-los para que adicionem valor ao negócio.” A descrição refere-se ao processo denominado
São princípios da Transição do Serviço da ITIL, EXCETO:
O select do MySQL apresenta uma variedade de funções que facilitam o manuseio de alguns tipos de dados em determinadas situações. Relacione as funções aos respectivos dados. (Alguns números poderão ser usados mais de uma vez.)
1. Função para data e hora.
2. Função para expressão ou dado numérico.
3. Função para dado do tipo String.
4. Função de agrupamento.
( ) INSTR(S, substr)
( ) QUARTER(D)
( ) TAN(X)
( ) ROUND (N, (D))
( ) MAX(X)
( ) NOW( )
( ) SUM(X)
( ) UCASE(S)
A sequência está correta em
Em algumas tarefas de administração básicas no MyQL, pode-se utilizar a interface de linha de comando (Command Line Interface), com o utilitário mysqladmin, que fica no diretório bin do MySQL. O mysqladmin possui funções para essas tarefas. Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da função refresh.
O MySQL utiliza, como um dos métodos de armazenamento padrão na sua instalação, o
Na instalação inicial do MySQL, diversas configurações devem ser feitas para o início efetivo de trabalho com ele. Uma dessas configurações é a porta de acesso que o MySQL irá utilizar. Por padrão, ele utiliza uma porta predeterminada. Assinale a alternativa que apresenta a porta padrão de instalação do MySQL.
A linguagem SQL do programa PostgreSQL trabalha com vários tipos de dados, classificados de acordo com o conteúdo a ser utilizado em uma determinada coluna. Sobre os tipos de dados do PostgreSQL, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) BIGSERIAL: usado na representação de valores inteiros na faixa de –9.xxx... até 9.xxx...
( ) BIGINT: usado para gerar um valor único inteiro sequencial para um novo registro entre 1 e 9.xxx...
( ) INTEGER ou INT: usado na representação de valores inteiros na faixa de –2.xxx... até 2.xxx...
( ) DOUBLE: usado para determinar a precisão de até 10 casas decimais.
( ) SERIAL: usado para gerar um valor único inteiro sequencial para um novo registro entre 1 e 2.xxx...
( ) SMALLINT: usado na representação de valores inteiros na faixa de –32.768 a 32.767.
A sequência está correta em
A modalidade licitatória do pregão, criada pela Lei nº 10.520/2002:
As Comissões Permanentes da Câmara de Vereadores do Município de Vitória, integrante do Estado do Espírito Santo:
Leia o texto abaixo e responda às questões que se seguem.
O que constrói o elo social, o que faz existirem tantos vínculos? Está ficando cada vez mais difícil viver em sociedade, bem sabemos. Nossos tempos privatizaram muito do que era público. “A praça é do povo, como o céu é do condor”: o verso de Castro Alves parece, hoje, estranho. Quem vai à praça? A praça, aliás, era já uma herdeira pobre da ágora, da praça ateniense, que não foi lugar do footing ou da conversa mole, mas da decisão política. A ágora era praça no sentido forte, onde as questões cruciais da coletividade eram debatidas e decididas.
Mas mesmo a praça, na acepção de espaço em que as pessoas se socializam, se enfraqueceu. É significativo que Roberto DaMatta, ao analisar a oposição entre o mundo doméstico e o público na sociedade brasileira, oponha à casa a rua, e não a praça. A praça favorece a circulação, no sentido quase etimológico, do círculo, da ida e vinda, do encontro e reencontro: quem se lembra do que se chamava footing nas cidades do interior (os rapazes e moças dando voltas na praça, uns no sentido do relógio e outros no contrário, de modo a se cruzarem seguidas vezes) sabe do que falo. Já a rua é caminho de ida sem volta. Fica-se na praça, anda-se na rua. Vai-se, sai-se.
Ou tomemos outro lado da mesma questão. Como puxamos assunto com um estranho? Alfred Jarry, o autor de Ubu rei, dizia que um dia encontrou uma moça linda, na sala de espera de um médico. Não sabia como abordá-la – como iniciar a conversa. Sacou então de um revólver, deu um tiro no espelho que havia ali, voltou-se para ela e disse: Mademoiselle, agora que quebramos la glace(palavra que quer dizer tanto o gelo quanto o espelho)... É óbvio que era uma brincadeira; a piada valia mais para ele do que a conquista amorosa; imagino a moça gritando, fugindo; mas a questão fica: como quebrar o gelo, como criar um elo?
Stendhal, no seu ensaio “A comédia é impossível em 1836”, diz que os cortesãos, reunidos em Versalhes por Luís XIV, obrigados a ficar lá o dia todo, ou achavam assunto – ou morreriam de tédio. Assim, diz ele, nasceu a arte da conversa. Temas pequenos, leves, mas sobretudo agradáveis começaram a constituir um ponto de encontro de seus desejos e interesses. É nesse mesmo século XVII, segundo Peter Burke [...], que franceses, ingleses e italianos reivindicam a invenção da conversa como arte. Regra suprema: não falar de negócios ou trabalho. Regra suplementar: agradar às mulheres. A arte da conversa é uma retórica do dia a dia. Ela se abre até mesmo para uma dimensão segunda, que é a arte da sedução. Casanova era grande conversador e sedutor renomado.
Eis a questão: uma sociedade que se civiliza precisa de assuntos que sirvam de ponto de encontro para as pessoas, e sobretudo para os estranhos que assim entram em contato. No campo, conheço quase todos os vizinhos; na cidade grande, porém, a maioria é de estranhos. Sai-se do mundo rural quando se começa a conhecer o diferente, o outro – e a aceitá-lo. Isso se dá mediante a oferta de assuntos que abram uma conversa.
Daí a importância de expressões que minimizam ou mesmo aparentemente humilham essa conversa mole, como o small talk, o papo furado ou a bela expressão “jogar conversa fora”, que é muitíssimo sutil, porque dilapidamos palavras justamente para construir amizades, isto é, dissipamos nosso tempo, como num potlatch indígena, precisamente para criar o que há de melhor na vida.
(RIBEIRO, Renato J. )
É correto, do ponto de vista da concordância, tal como descrita por nossas gramáticas normativas, substituir a forma verbal destacada em: “...o que faz EXISTIREM tantos vínculos.”? (§ 1) por:
Leia o texto abaixo e responda às questões que se seguem.
O que constrói o elo social, o que faz existirem tantos vínculos? Está ficando cada vez mais difícil viver em sociedade, bem sabemos. Nossos tempos privatizaram muito do que era público. “A praça é do povo, como o céu é do condor”: o verso de Castro Alves parece, hoje, estranho. Quem vai à praça? A praça, aliás, era já uma herdeira pobre da ágora, da praça ateniense, que não foi lugar do footing ou da conversa mole, mas da decisão política. A ágora era praça no sentido forte, onde as questões cruciais da coletividade eram debatidas e decididas.
Mas mesmo a praça, na acepção de espaço em que as pessoas se socializam, se enfraqueceu. É significativo que Roberto DaMatta, ao analisar a oposição entre o mundo doméstico e o público na sociedade brasileira, oponha à casa a rua, e não a praça. A praça favorece a circulação, no sentido quase etimológico, do círculo, da ida e vinda, do encontro e reencontro: quem se lembra do que se chamava footing nas cidades do interior (os rapazes e moças dando voltas na praça, uns no sentido do relógio e outros no contrário, de modo a se cruzarem seguidas vezes) sabe do que falo. Já a rua é caminho de ida sem volta. Fica-se na praça, anda-se na rua. Vai-se, sai-se.
Ou tomemos outro lado da mesma questão. Como puxamos assunto com um estranho? Alfred Jarry, o autor de Ubu rei, dizia que um dia encontrou uma moça linda, na sala de espera de um médico. Não sabia como abordá-la – como iniciar a conversa. Sacou então de um revólver, deu um tiro no espelho que havia ali, voltou-se para ela e disse: Mademoiselle, agora que quebramos la glace(palavra que quer dizer tanto o gelo quanto o espelho)... É óbvio que era uma brincadeira; a piada valia mais para ele do que a conquista amorosa; imagino a moça gritando, fugindo; mas a questão fica: como quebrar o gelo, como criar um elo?
Stendhal, no seu ensaio “A comédia é impossível em 1836”, diz que os cortesãos, reunidos em Versalhes por Luís XIV, obrigados a ficar lá o dia todo, ou achavam assunto – ou morreriam de tédio. Assim, diz ele, nasceu a arte da conversa. Temas pequenos, leves, mas sobretudo agradáveis começaram a constituir um ponto de encontro de seus desejos e interesses. É nesse mesmo século XVII, segundo Peter Burke [...], que franceses, ingleses e italianos reivindicam a invenção da conversa como arte. Regra suprema: não falar de negócios ou trabalho. Regra suplementar: agradar às mulheres. A arte da conversa é uma retórica do dia a dia. Ela se abre até mesmo para uma dimensão segunda, que é a arte da sedução. Casanova era grande conversador e sedutor renomado.
Eis a questão: uma sociedade que se civiliza precisa de assuntos que sirvam de ponto de encontro para as pessoas, e sobretudo para os estranhos que assim entram em contato. No campo, conheço quase todos os vizinhos; na cidade grande, porém, a maioria é de estranhos. Sai-se do mundo rural quando se começa a conhecer o diferente, o outro – e a aceitá-lo. Isso se dá mediante a oferta de assuntos que abram uma conversa.
Daí a importância de expressões que minimizam ou mesmo aparentemente humilham essa conversa mole, como o small talk, o papo furado ou a bela expressão “jogar conversa fora”, que é muitíssimo sutil, porque dilapidamos palavras justamente para construir amizades, isto é, dissipamos nosso tempo, como num potlatch indígena, precisamente para criar o que há de melhor na vida.
(RIBEIRO, Renato J. )
Preserva-se o esquema de oposições observado em: “...oponha à casa a rua, e não a praça.” (§ 2) com a seguinte distribuição de acentos graves: