Questões de Concurso Para analista de tecnologia da informação

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Q2780296 Sistemas Operacionais

Relacione os códigos maliciosos às respectivas características.


1. Adware.

2. Verme de computador.

3. Spyware.

4. Rootkit.

5. Botnets.

6. Trojan.


( ) Tipo especialmente furtivo de malware, geralmente altera utilitários do sistema ou do próprio sistema operacional para evitar detecção.

( ) Forma de software de invasão de privacidade que exibe anúncios na tela de um usuário sem seu consentimento.

( ) Programa malware que aparenta realizar alguma tarefa útil, mas que apresenta consequências negativas.

( ) Rede parasita controlada centralmente por um proprietário, o qual é conhecido como controlador de parasitas.

( ) Software de invasão de privacidade instalado no computador sem consentimento do usuário e que coleta informações sobre: o próprio usuário, o computador ou o uso do computador sem o seu consentimento.

( ) Programa malicioso que espalha cópias de si mesmo sem a necessidade de se injetar em outros programas e, geralmente, sem interação humana.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2780295 Arquitetura de Software

Vírus de computador, ou simplesmente vírus, é um código de computador que pode se replicar, pela modificação de outros arquivos e programas, para inserir um código capaz de replicação posterior. Os vírus seguem as seguintes fases de execução, EXCETO:

Alternativas
Q2780294 Noções de Informática

Relacione os componentes específicos da PKI às respectivas características.


1. Autoridade certificadora.

2. Serviço de diretório, como o LDAP (Lightweight Directory Access Protocol).

3. Certificate Holders.

4. Clientes.

5. Organizational Registration Authority (ORAs).


( ) Valida as assinaturas digitais e os caminhos de certificação a partir de uma chave pública conhecida como CA confiável.

( ) Cria certificados digitais, podendo ser interna a uma organização ou a um terceiro confiável.

( ) Entidade dedicada a realizar o registro dos usuários (processo de coleta de informações do usuário, verificação da identidade e aceitação das requisições de certificados).

( ) Pode assinar digitalmente e codificar documentos.

( ) Funciona como um repositório para chaves, certificados e Certificate Revocation Lists (CRLs), que são as listas com certificados digitais.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2780293 Arquitetura de Software

A PKI (Public-Key Infraestructure – Infraestrutura de Chave Pública) tem uma série de funções, as quais são executadas por componentes específicos da infraestrutura. São funções da PKI, EXCETO:

Alternativas
Q2780292 Noções de Informática

Criptoanálise é a ciência de recuperar uma informação cifrada sem o acesso direto à chave de criptografia, podendo recuperar a mensagem original ou, até mesmo, a chave de criptografia. Analise a seguinte situação: “O atacante escolhe diferentes textos cifrados para serem decifrados e tem acesso aos textos decifrados. Tal ataque é usado mais contra algoritmo de chave pública.” Trata-se do

Alternativas
Q2780291 Arquitetura de Software

O ipchains, programa Linux que atua como filtro de pacotes sem estado de uso geral, é parecido com o iptables, mas são diferentes na sintaxe aceita. O iptables agrupa regras de firewall em cadeias (chains), que são coleções de regras agrupadas. Há três cadeias de sistema: input, forward e output. Para verificar se há regras carregadas no sistema, basta digitar ipchains –L, mas para limpar as regras, caso existam no sistema, utiliza-se o comando

Alternativas
Q2780289 Noções de Informática

A criptografia simétrica é feita utilizando-se uma chave secreta para a codificação e decodificação dos dados. Assinale a alternativa que apresenta algoritmos simétricos.

Alternativas
Q2780288 Arquitetura de Software

Papéis e responsabilidades, devolução de ativos e retirada de direitos de acesso são objetivos da NBR ISO/IEC nº 27002, os quais se encontram dispostos na seção

Alternativas
Q2780286 Arquitetura de Software

A NBR ISO/IEC nº 27002 está estruturada em diversas seções, como, por exemplo, a gestão de incidentes de segurança da informação, que apresenta o seguinte objetivo:

Alternativas
Q2780285 Arquitetura de Software

“Método que visa governar os investimentos em gerenciamento de serviços através da empresa e gerenciá-los para que adicionem valor ao negócio.” A descrição refere-se ao processo denominado

Alternativas
Q2780283 Arquitetura de Software

São princípios da Transição do Serviço da ITIL, EXCETO:

Alternativas
Q2780279 Arquitetura de Software

O select do MySQL apresenta uma variedade de funções que facilitam o manuseio de alguns tipos de dados em determinadas situações. Relacione as funções aos respectivos dados. (Alguns números poderão ser usados mais de uma vez.)


1. Função para data e hora.

2. Função para expressão ou dado numérico.

3. Função para dado do tipo String.

4. Função de agrupamento.

( ) INSTR(S, substr)

( ) QUARTER(D)

( ) TAN(X)

( ) ROUND (N, (D))

( ) MAX(X)

( ) NOW( )

( ) SUM(X)

( ) UCASE(S)


A sequência está correta em

Alternativas
Q2780277 Arquitetura de Software

Em algumas tarefas de administração básicas no MyQL, pode-se utilizar a interface de linha de comando (Command Line Interface), com o utilitário mysqladmin, que fica no diretório bin do MySQL. O mysqladmin possui funções para essas tarefas. Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da função refresh.

Alternativas
Q2780275 Arquitetura de Software

O MySQL utiliza, como um dos métodos de armazenamento padrão na sua instalação, o

Alternativas
Q2780253 Arquitetura de Software

Na instalação inicial do MySQL, diversas configurações devem ser feitas para o início efetivo de trabalho com ele. Uma dessas configurações é a porta de acesso que o MySQL irá utilizar. Por padrão, ele utiliza uma porta predeterminada. Assinale a alternativa que apresenta a porta padrão de instalação do MySQL.

Alternativas
Q2780183 Arquitetura de Software

A linguagem SQL do programa PostgreSQL trabalha com vários tipos de dados, classificados de acordo com o conteúdo a ser utilizado em uma determinada coluna. Sobre os tipos de dados do PostgreSQL, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) BIGSERIAL: usado na representação de valores inteiros na faixa de –9.xxx... até 9.xxx...

( ) BIGINT: usado para gerar um valor único inteiro sequencial para um novo registro entre 1 e 9.xxx...

( ) INTEGER ou INT: usado na representação de valores inteiros na faixa de –2.xxx... até 2.xxx...

( ) DOUBLE: usado para determinar a precisão de até 10 casas decimais.

( ) SERIAL: usado para gerar um valor único inteiro sequencial para um novo registro entre 1 e 2.xxx...

( ) SMALLINT: usado na representação de valores inteiros na faixa de –32.768 a 32.767.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2741719 Direito Administrativo

A modalidade licitatória do pregão, criada pela Lei nº 10.520/2002:

Alternativas
Q2741713 Legislação Municipal

As Comissões Permanentes da Câmara de Vereadores do Município de Vitória, integrante do Estado do Espírito Santo:

Alternativas
Q2741687 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões que se seguem.


O que constrói o elo social, o que faz existirem tantos vínculos? Está ficando cada vez mais difícil viver em sociedade, bem sabemos. Nossos tempos privatizaram muito do que era público. “A praça é do povo, como o céu é do condor”: o verso de Castro Alves parece, hoje, estranho. Quem vai à praça? A praça, aliás, era já uma herdeira pobre da ágora, da praça ateniense, que não foi lugar do footing ou da conversa mole, mas da decisão política. A ágora era praça no sentido forte, onde as questões cruciais da coletividade eram debatidas e decididas.

Mas mesmo a praça, na acepção de espaço em que as pessoas se socializam, se enfraqueceu. É significativo que Roberto DaMatta, ao analisar a oposição entre o mundo doméstico e o público na sociedade brasileira, oponha à casa a rua, e não a praça. A praça favorece a circulação, no sentido quase etimológico, do círculo, da ida e vinda, do encontro e reencontro: quem se lembra do que se chamava footing nas cidades do interior (os rapazes e moças dando voltas na praça, uns no sentido do relógio e outros no contrário, de modo a se cruzarem seguidas vezes) sabe do que falo. Já a rua é caminho de ida sem volta. Fica-se na praça, anda-se na rua. Vai-se, sai-se.

Ou tomemos outro lado da mesma questão. Como puxamos assunto com um estranho? Alfred Jarry, o autor de Ubu rei, dizia que um dia encontrou uma moça linda, na sala de espera de um médico. Não sabia como abordá-la – como iniciar a conversa. Sacou então de um revólver, deu um tiro no espelho que havia ali, voltou-se para ela e disse: Mademoiselle, agora que quebramos la glace(palavra que quer dizer tanto o gelo quanto o espelho)... É óbvio que era uma brincadeira; a piada valia mais para ele do que a conquista amorosa; imagino a moça gritando, fugindo; mas a questão fica: como quebrar o gelo, como criar um elo?

Stendhal, no seu ensaio “A comédia é impossível em 1836”, diz que os cortesãos, reunidos em Versalhes por Luís XIV, obrigados a ficar lá o dia todo, ou achavam assunto – ou morreriam de tédio. Assim, diz ele, nasceu a arte da conversa. Temas pequenos, leves, mas sobretudo agradáveis começaram a constituir um ponto de encontro de seus desejos e interesses. É nesse mesmo século XVII, segundo Peter Burke [...], que franceses, ingleses e italianos reivindicam a invenção da conversa como arte. Regra suprema: não falar de negócios ou trabalho. Regra suplementar: agradar às mulheres. A arte da conversa é uma retórica do dia a dia. Ela se abre até mesmo para uma dimensão segunda, que é a arte da sedução. Casanova era grande conversador e sedutor renomado.

Eis a questão: uma sociedade que se civiliza precisa de assuntos que sirvam de ponto de encontro para as pessoas, e sobretudo para os estranhos que assim entram em contato. No campo, conheço quase todos os vizinhos; na cidade grande, porém, a maioria é de estranhos. Sai-se do mundo rural quando se começa a conhecer o diferente, o outro – e a aceitá-lo. Isso se dá mediante a oferta de assuntos que abram uma conversa.

Daí a importância de expressões que minimizam ou mesmo aparentemente humilham essa conversa mole, como o small talk, o papo furado ou a bela expressão “jogar conversa fora”, que é muitíssimo sutil, porque dilapidamos palavras justamente para construir amizades, isto é, dissipamos nosso tempo, como num potlatch indígena, precisamente para criar o que há de melhor na vida.

(RIBEIRO, Renato J. )

É correto, do ponto de vista da concordância, tal como descrita por nossas gramáticas normativas, substituir a forma verbal destacada em: “...o que faz EXISTIREM tantos vínculos.”? (§ 1) por:

Alternativas
Q2741685 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões que se seguem.


O que constrói o elo social, o que faz existirem tantos vínculos? Está ficando cada vez mais difícil viver em sociedade, bem sabemos. Nossos tempos privatizaram muito do que era público. “A praça é do povo, como o céu é do condor”: o verso de Castro Alves parece, hoje, estranho. Quem vai à praça? A praça, aliás, era já uma herdeira pobre da ágora, da praça ateniense, que não foi lugar do footing ou da conversa mole, mas da decisão política. A ágora era praça no sentido forte, onde as questões cruciais da coletividade eram debatidas e decididas.

Mas mesmo a praça, na acepção de espaço em que as pessoas se socializam, se enfraqueceu. É significativo que Roberto DaMatta, ao analisar a oposição entre o mundo doméstico e o público na sociedade brasileira, oponha à casa a rua, e não a praça. A praça favorece a circulação, no sentido quase etimológico, do círculo, da ida e vinda, do encontro e reencontro: quem se lembra do que se chamava footing nas cidades do interior (os rapazes e moças dando voltas na praça, uns no sentido do relógio e outros no contrário, de modo a se cruzarem seguidas vezes) sabe do que falo. Já a rua é caminho de ida sem volta. Fica-se na praça, anda-se na rua. Vai-se, sai-se.

Ou tomemos outro lado da mesma questão. Como puxamos assunto com um estranho? Alfred Jarry, o autor de Ubu rei, dizia que um dia encontrou uma moça linda, na sala de espera de um médico. Não sabia como abordá-la – como iniciar a conversa. Sacou então de um revólver, deu um tiro no espelho que havia ali, voltou-se para ela e disse: Mademoiselle, agora que quebramos la glace(palavra que quer dizer tanto o gelo quanto o espelho)... É óbvio que era uma brincadeira; a piada valia mais para ele do que a conquista amorosa; imagino a moça gritando, fugindo; mas a questão fica: como quebrar o gelo, como criar um elo?

Stendhal, no seu ensaio “A comédia é impossível em 1836”, diz que os cortesãos, reunidos em Versalhes por Luís XIV, obrigados a ficar lá o dia todo, ou achavam assunto – ou morreriam de tédio. Assim, diz ele, nasceu a arte da conversa. Temas pequenos, leves, mas sobretudo agradáveis começaram a constituir um ponto de encontro de seus desejos e interesses. É nesse mesmo século XVII, segundo Peter Burke [...], que franceses, ingleses e italianos reivindicam a invenção da conversa como arte. Regra suprema: não falar de negócios ou trabalho. Regra suplementar: agradar às mulheres. A arte da conversa é uma retórica do dia a dia. Ela se abre até mesmo para uma dimensão segunda, que é a arte da sedução. Casanova era grande conversador e sedutor renomado.

Eis a questão: uma sociedade que se civiliza precisa de assuntos que sirvam de ponto de encontro para as pessoas, e sobretudo para os estranhos que assim entram em contato. No campo, conheço quase todos os vizinhos; na cidade grande, porém, a maioria é de estranhos. Sai-se do mundo rural quando se começa a conhecer o diferente, o outro – e a aceitá-lo. Isso se dá mediante a oferta de assuntos que abram uma conversa.

Daí a importância de expressões que minimizam ou mesmo aparentemente humilham essa conversa mole, como o small talk, o papo furado ou a bela expressão “jogar conversa fora”, que é muitíssimo sutil, porque dilapidamos palavras justamente para construir amizades, isto é, dissipamos nosso tempo, como num potlatch indígena, precisamente para criar o que há de melhor na vida.

(RIBEIRO, Renato J. )

Preserva-se o esquema de oposições observado em: “...oponha à casa a rua, e não a praça.” (§ 2) com a seguinte distribuição de acentos graves:

Alternativas
Respostas
17161: B
17162: D
17163: B
17164: D
17165: D
17166: D
17167: D
17168: D
17169: A
17170: D
17171: A
17172: A
17173: E
17174: C
17175: C
17176: C
17177: A
17178: C
17179: A
17180: A