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TEXTO II
LEITO DE FOLHAS VERDES
Por que tardas, Jatir, que tanto a custo
À voz do meu amor moves teus passos?
Da noite a viração, movendo as folhas,
Já nos cimos do bosque rumoreja.
Eu sob a copa da mangueira altiva
Nosso leito gentil cobri zelosa
Com mimoso tapiz de folhas brandas,
Onde o frouxo luar brinca entre flores.
Do tamarindo a flor abriu-se, há pouco,
Já solta o bogari mais doce aroma!
Como prece de amor, como estas preces,
No silêncio da noite o bosque exala.
Brilha a lua no céu, brilham estrelas,
Correm perfumes no correr da brisa,
A cujo influxo mágico respira-se
Um quebranto de amor, melhor que a vida!
A flor que desabrocha ao romper d'alva
Um só giro do sol, não mais, vegeta:
Eu sou aquela flor que espero ainda
Doce raio do sol que me dê vida.
Sejam vales ou montes, lago ou terra,
Onde quer que tu vás, ou dia ou noite,
Vai seguindo após ti meu pensamento;
Outro amor nunca tive: é meu, sou tua!
Meus olhos outros olhos nunca viram,
Não sentiram meus lábios outros lábios,
Nem outras mãos, Jatir, que não as tuas
A arazóia na cinta me apertaram.
Do tamarindo a flor jaz entreaberta,
Já solta o bogari mais doce aroma
Também meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exala!
Não me escutas, Jatir! Nem tardo acodes
À voz do meu amor, que em vão te chama!
Tupã! Lá rompe o sol! Do leito inútil
A brisa da manhã sacuda as folhas!
Gonçalves Dias
FONTE: Disponível em:http://edirliteratura.blogspot.com/2007/11/anlise-do-poema-leito-de-folhas-verdes.html
Em relação à colocação pronominal, pode-se afirmar que no verso:
I. “À voz do meu amor, que em vão te chama”, está incorreta, pois o correto seria “A voz do meu amor, que em vão lhe chama”;
II. “Doce raio do sol que me dê vida”, está incorreta, pois o correto seria “Doce raio do sol que dê-me vida”;
III. “A arazóia na cinta me apertaram”, está correta.
Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar que:
TEXTO II
LEITO DE FOLHAS VERDES
Por que tardas, Jatir, que tanto a custo
À voz do meu amor moves teus passos?
Da noite a viração, movendo as folhas,
Já nos cimos do bosque rumoreja.
Eu sob a copa da mangueira altiva
Nosso leito gentil cobri zelosa
Com mimoso tapiz de folhas brandas,
Onde o frouxo luar brinca entre flores.
Do tamarindo a flor abriu-se, há pouco,
Já solta o bogari mais doce aroma!
Como prece de amor, como estas preces,
No silêncio da noite o bosque exala.
Brilha a lua no céu, brilham estrelas,
Correm perfumes no correr da brisa,
A cujo influxo mágico respira-se
Um quebranto de amor, melhor que a vida!
A flor que desabrocha ao romper d'alva
Um só giro do sol, não mais, vegeta:
Eu sou aquela flor que espero ainda
Doce raio do sol que me dê vida.
Sejam vales ou montes, lago ou terra,
Onde quer que tu vás, ou dia ou noite,
Vai seguindo após ti meu pensamento;
Outro amor nunca tive: é meu, sou tua!
Meus olhos outros olhos nunca viram,
Não sentiram meus lábios outros lábios,
Nem outras mãos, Jatir, que não as tuas
A arazóia na cinta me apertaram.
Do tamarindo a flor jaz entreaberta,
Já solta o bogari mais doce aroma
Também meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exala!
Não me escutas, Jatir! Nem tardo acodes
À voz do meu amor, que em vão te chama!
Tupã! Lá rompe o sol! Do leito inútil
A brisa da manhã sacuda as folhas!
Gonçalves Dias
FONTE: Disponível em:http://edirliteratura.blogspot.com/2007/11/anlise-do-poema-leito-de-folhas-verdes.html
Há inversão da estrutura da oração, nos versos, EXCETO em:
TEXTO II
TRECHO DE “QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA”
Preparei a refeição matinal. Cada filho prefere uma coisa. A Vera, mingau de farinha de trigo torrada. O João José, café puro. O José Carlos, leite branco. E eu, mingau de aveia. Já que não posso dar aos meus filhos uma casa decente para residir, procuro lhe dar uma refeição condigna.
Terminaram a refeição. Lavei os utensílios. Depois fui lavar roupas. Eu não tenho homem em casa. É só eu e meus filhos. Mas eu não pretendo relaxar. O meu sonho era andar bem limpinha, usar roupas de alto preço, residir numa casa confortável, mas não é possível. Eu não estou descontente com a profissão que exerço. Já habituei-me andar suja. Já faz oito anos que cato papel.
O desgosto que tenho é residir em favela.
...
Fui no rio lavar as roupas e encontrei D. Mariana. Uma mulher agradável e decente. Tem 9 filhos e um lar modelo. Ela e o esposo tratam-se com educação. Visam apenas viver em paz. E criar filhos. Ela também ia lavar roupas. Ela disse-me que o Binidito da D. Geralda todos os dias ia prêso. Que a Rádio Patrulha cansou de vir buscá-lo. Arranjou serviço para ele na cadeia. Achei graça. Dei risada!... Estendi as roupas rapidamente e fui catar papel. Que suplício catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Ela está com dois anos, e não gosta de ficar em casa. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me. Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
Refleti: preciso ser tolerante com os meus filhos. Eles não tem ninguém no mundo a não ser eu. Como é pungente a condição de mulher sozinha sem um homem no lar.
FONTE: Disponível em: https:/Avww.revistapixe.com.br/carolina-maria-de-jesus
É possível encontrar um desvio de regência verbal em:
TEXTO II
TRECHO DE “QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA”
Preparei a refeição matinal. Cada filho prefere uma coisa. A Vera, mingau de farinha de trigo torrada. O João José, café puro. O José Carlos, leite branco. E eu, mingau de aveia. Já que não posso dar aos meus filhos uma casa decente para residir, procuro lhe dar uma refeição condigna.
Terminaram a refeição. Lavei os utensílios. Depois fui lavar roupas. Eu não tenho homem em casa. É só eu e meus filhos. Mas eu não pretendo relaxar. O meu sonho era andar bem limpinha, usar roupas de alto preço, residir numa casa confortável, mas não é possível. Eu não estou descontente com a profissão que exerço. Já habituei-me andar suja. Já faz oito anos que cato papel.
O desgosto que tenho é residir em favela.
...
Fui no rio lavar as roupas e encontrei D. Mariana. Uma mulher agradável e decente. Tem 9 filhos e um lar modelo. Ela e o esposo tratam-se com educação. Visam apenas viver em paz. E criar filhos. Ela também ia lavar roupas. Ela disse-me que o Binidito da D. Geralda todos os dias ia prêso. Que a Rádio Patrulha cansou de vir buscá-lo. Arranjou serviço para ele na cadeia. Achei graça. Dei risada!... Estendi as roupas rapidamente e fui catar papel. Que suplício catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Ela está com dois anos, e não gosta de ficar em casa. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me. Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
Refleti: preciso ser tolerante com os meus filhos. Eles não tem ninguém no mundo a não ser eu. Como é pungente a condição de mulher sozinha sem um homem no lar.
FONTE: Disponível em: https:/Avww.revistapixe.com.br/carolina-maria-de-jesus
De acordo com as regras da norma padrão da Língua Portuguesa, é possível identificar um desvio de colocação pronominal em “Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me.”. Tal desvio pode ser corrigido com a seguinte reescrita:
TEXTO II
TRECHO DE “QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA”
Preparei a refeição matinal. Cada filho prefere uma coisa. A Vera, mingau de farinha de trigo torrada. O João José, café puro. O José Carlos, leite branco. E eu, mingau de aveia. Já que não posso dar aos meus filhos uma casa decente para residir, procuro lhe dar uma refeição condigna.
Terminaram a refeição. Lavei os utensílios. Depois fui lavar roupas. Eu não tenho homem em casa. É só eu e meus filhos. Mas eu não pretendo relaxar. O meu sonho era andar bem limpinha, usar roupas de alto preço, residir numa casa confortável, mas não é possível. Eu não estou descontente com a profissão que exerço. Já habituei-me andar suja. Já faz oito anos que cato papel.
O desgosto que tenho é residir em favela.
...
Fui no rio lavar as roupas e encontrei D. Mariana. Uma mulher agradável e decente. Tem 9 filhos e um lar modelo. Ela e o esposo tratam-se com educação. Visam apenas viver em paz. E criar filhos. Ela também ia lavar roupas. Ela disse-me que o Binidito da D. Geralda todos os dias ia prêso. Que a Rádio Patrulha cansou de vir buscá-lo. Arranjou serviço para ele na cadeia. Achei graça. Dei risada!... Estendi as roupas rapidamente e fui catar papel. Que suplício catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Ela está com dois anos, e não gosta de ficar em casa. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me. Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
Refleti: preciso ser tolerante com os meus filhos. Eles não tem ninguém no mundo a não ser eu. Como é pungente a condição de mulher sozinha sem um homem no lar.
FONTE: Disponível em: https:/Avww.revistapixe.com.br/carolina-maria-de-jesus
Assinale a alternativa CORRETA para a classificação do gênero e do nível de formalidade do trecho acima da obra de Carolina de Jesus.
TEXTO II
TRECHO DE “QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA”
Preparei a refeição matinal. Cada filho prefere uma coisa. A Vera, mingau de farinha de trigo torrada. O João José, café puro. O José Carlos, leite branco. E eu, mingau de aveia. Já que não posso dar aos meus filhos uma casa decente para residir, procuro lhe dar uma refeição condigna.
Terminaram a refeição. Lavei os utensílios. Depois fui lavar roupas. Eu não tenho homem em casa. É só eu e meus filhos. Mas eu não pretendo relaxar. O meu sonho era andar bem limpinha, usar roupas de alto preço, residir numa casa confortável, mas não é possível. Eu não estou descontente com a profissão que exerço. Já habituei-me andar suja. Já faz oito anos que cato papel.
O desgosto que tenho é residir em favela.
...
Fui no rio lavar as roupas e encontrei D. Mariana. Uma mulher agradável e decente. Tem 9 filhos e um lar modelo. Ela e o esposo tratam-se com educação. Visam apenas viver em paz. E criar filhos. Ela também ia lavar roupas. Ela disse-me que o Binidito da D. Geralda todos os dias ia prêso. Que a Rádio Patrulha cansou de vir buscá-lo. Arranjou serviço para ele na cadeia. Achei graça. Dei risada!... Estendi as roupas rapidamente e fui catar papel. Que suplício catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Ela está com dois anos, e não gosta de ficar em casa. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me. Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.
Refleti: preciso ser tolerante com os meus filhos. Eles não tem ninguém no mundo a não ser eu. Como é pungente a condição de mulher sozinha sem um homem no lar.
FONTE: Disponível em: https:/Avww.revistapixe.com.br/carolina-maria-de-jesus
O trecho acima foi retirado da obra literária Quarto de Despejo, de Carolina de Jesus. Observe atentamente o seguinte excerto: "Durante o dia, os jovens de 15 e 18 anos sentam na grama e falam de roubo. E já tentaram assaltar o empório do senhor Raymundo Guello. E um ficou carimbado com uma bala. O assalto teve início às 4 horas. Quando o dia clareou as crianças catava dinheiro na rua e no capinzal. Teve criança que catou vinte cruzeiros em moeda. E sorria exibindo o dinheiro. Mas o juiz foi severo. Castigou impiedosamente.” É possível afirmar que há desvio da norma padrão da Língua Portuguesa em:
TEXTO I
O QUE É QUE A CAIXA TEM? NOVA CAMPANHA DA CAIXA CRADA PELA HEADS
Portal Propaganda //Postado por Portal Propaganda em 05 de julho de 2017.
Campanha apresenta um banco completo e moderno.
A nova campanha da Caixa ganha a TV, o rádio, a internet, além dos jornais no país inteiro a partir desta semana. A ação posiciona a Caixa como um banco que tem um produto ou serviço de acordo com o momento de vida, necessidade ou aspiração do cliente: de crédito a investimento, de poupança a cartão de crédito, de aplicativo a agência.
A música que embala essa comunicação é uma versão repaginada da canção "O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi. O filme traz uma nova letra mostrando “O que é que a Caixa tem?” para o dia-a-dia de seus clientes, para facilitar suas vidas, realizar seus sonhos e cuidar do seu patrimônio. O novo arranjo mostra uma Caixa que também se reinventa e está aberta ao novo, buscando sempre evoluir.
"Lançar uma campanha que coloca um banco inteiro à disposição dos brasileiros é um privilégio. Poder usar uma música do Caymmi tão presente na cabeça das pessoas e na nossa cultura traz uma verdade que combina muito com um banco tão presente na vida dos brasileiros”, comemora Saulo Angelo, diretor de Criação da Heads.
FONTE: Disponível em: https://www.portaldapropaganda.com.br/noticias/12967/0-que-e-que-a-caixa-tem-nova-cam panha-da-caixa-criada-pela-heads/
Observe a concordância nominal do enunciado “o novo arranjo mostra uma Caixa que também se reinventa e está aberta ao novo, buscando sempre evoluir”. Qual alternativa abaixo apresenta afirmativa e justificativa CORRETAS para o uso da concordância nominal?
TEXTO I
O QUE É QUE A CAIXA TEM? NOVA CAMPANHA DA CAIXA CRADA PELA HEADS
Portal Propaganda //Postado por Portal Propaganda em 05 de julho de 2017.
Campanha apresenta um banco completo e moderno.
A nova campanha da Caixa ganha a TV, o rádio, a internet, além dos jornais no país inteiro a partir desta semana. A ação posiciona a Caixa como um banco que tem um produto ou serviço de acordo com o momento de vida, necessidade ou aspiração do cliente: de crédito a investimento, de poupança a cartão de crédito, de aplicativo a agência.
A música que embala essa comunicação é uma versão repaginada da canção "O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi. O filme traz uma nova letra mostrando “O que é que a Caixa tem?” para o dia-a-dia de seus clientes, para facilitar suas vidas, realizar seus sonhos e cuidar do seu patrimônio. O novo arranjo mostra uma Caixa que também se reinventa e está aberta ao novo, buscando sempre evoluir.
"Lançar uma campanha que coloca um banco inteiro à disposição dos brasileiros é um privilégio. Poder usar uma música do Caymmi tão presente na cabeça das pessoas e na nossa cultura traz uma verdade que combina muito com um banco tão presente na vida dos brasileiros”, comemora Saulo Angelo, diretor de Criação da Heads.
FONTE: Disponível em: https://www.portaldapropaganda.com.br/noticias/12967/0-que-e-que-a-caixa-tem-nova-cam panha-da-caixa-criada-pela-heads/
Observe a correta acentuação da crase em "lançar uma campanha que coloca um banco inteiro à disposição dos brasileiros é um privilégio”. De maneira similar, o uso da crase está CORRETO em:
TEXTO I
O QUE É QUE A CAIXA TEM? NOVA CAMPANHA DA CAIXA CRADA PELA HEADS
Portal Propaganda //Postado por Portal Propaganda em 05 de julho de 2017.
Campanha apresenta um banco completo e moderno.
A nova campanha da Caixa ganha a TV, o rádio, a internet, além dos jornais no país inteiro a partir desta semana. A ação posiciona a Caixa como um banco que tem um produto ou serviço de acordo com o momento de vida, necessidade ou aspiração do cliente: de crédito a investimento, de poupança a cartão de crédito, de aplicativo a agência.
A música que embala essa comunicação é uma versão repaginada da canção "O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi. O filme traz uma nova letra mostrando “O que é que a Caixa tem?” para o dia-a-dia de seus clientes, para facilitar suas vidas, realizar seus sonhos e cuidar do seu patrimônio. O novo arranjo mostra uma Caixa que também se reinventa e está aberta ao novo, buscando sempre evoluir.
"Lançar uma campanha que coloca um banco inteiro à disposição dos brasileiros é um privilégio. Poder usar uma música do Caymmi tão presente na cabeça das pessoas e na nossa cultura traz uma verdade que combina muito com um banco tão presente na vida dos brasileiros”, comemora Saulo Angelo, diretor de Criação da Heads.
FONTE: Disponível em: https://www.portaldapropaganda.com.br/noticias/12967/0-que-e-que-a-caixa-tem-nova-cam panha-da-caixa-criada-pela-heads/
No enunciado da propaganda da Caixa "VEM PRA CAIXA VOCÊ TAMBÉM" há um erro de concordância verbal, conforme a norma padrão da Língua Portuguesa. Esse erro pode ser corrigido nas seguintes opções:
l Venha para a Caixa você também;
Il. Venha para Caixa tu também;
III. Vem para Caixa tu também;
IV. Vou para Caixa você também.
As opções CORRETAS são:

Assinale a alternativa correta.
( ) O sinal PCM tem uma tecnologia de comunicação que trata de 8000 amostras de 16 bits cada.
( ) O protocolo SIP (Session Initiation Protocol) é utilizado em sistema VoIP.
( ) O VoIP funciona bem, pois todos os pacotes de dados são tratados com um controle de recuperação de perda / erro de comunicação (Aplicação CRC -32), o que garante robustez com baixa latência, independentemente do circuito de dados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) A transitividade determina se uma confiança pode ser estendida além dos dois domínios entre os quais foi formada. Uma confiança transitiva estende as relações de confiança a outros domínios; uma confiança não transitiva não estende relacionamentos de confiança a outros domínios.
( ) O processo de autenticação e o serviço Net Logon fornecem validação de passagem de credenciais para usuários ou aplicativos distribuídos localizados em outros domínios e contam com o protocolo de autenticação RADIUS ou TACACS+ para transportar todo o tráfego relacionado à confiança.
( ) Quando um novo domínio filho é adicionado a uma árvore de domínio existente, uma nova relação de confiança entre pai e filho é estabelecida. As solicitações de autenticação feitas de domínios subordinados fluem para cima, através de seu pai, até o domínio confiável.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Assinale a alternativa correta.
( ) O protocolo UDP não é confiável como o TCP é, mas também é orientado a conexão.
( ) O parâmetro time-to-live serve para limitar a duração do segmento TCP, quando este circula na rede.
( ) A classe C do endereço IP tem sua máscara padrão identificada por 24 bits um e 8 bits zero, sendo estes bits finais na parte final da notação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
( ) A cada 4,0 m que se aumenta nos cabos flexíveis da Área de Trabalho (patchcords), se tem que diminuir 5,0 m dos cabos do Link Permanente.
( ) Quanto mais trançado o cabo de rede UTP, mais imunidade aos efeitos de EMI (Interferência Eletro Magnética) externa.
( ) Os cabos Categoria 6 suportam largura de banda de até 250 MHz.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Num projeto de um banco de dados bem estruturado a normalização dos dados nas tabelas é fundamental. Dentro dos níveis de normalização a que contempla a ausência de dependências de junção é a forma normal de número:
( ) A ferramenta Balanced Scorecard contribui para o estabelecimento de uma cultura de aprendizado, em que todos sempre fiquem interessados em melhorar, expandir seu campo de conhecimento e escalar novos níveis de conhecimento aprofundado.
( ) Os quatro componentes estratégicos do Balance Scorecard são: Os objetivos; Os indicadores; As metas, As iniciativas ou os Projetos estratégicos.
( ) O Balanced Scorecard faz com que todo mundo dentro de uma empresa fale a mesma língua. Além disso, ele estimula a comunicação síncrona, que ocorre com uma cadência de respostas estruturadas, sequenciais e dependentes para resolver um determinado problema.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.