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Q3536669 Português
Dopamina: por que busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida


Shin Suzuki


    [...] Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, seja em redes sociais, seja em jogos ou em compras online, por exemplo – instantes usando o celular vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensação de insatisfação, em que picos de empolgação ficam cada vez mais raros. [...]

    A dopamina, mensageiro químico do cérebro, é conhecido erroneamente como “hormônio do prazer”. Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral. A sensação de prazer tem outros componentes químicos envolvidos. A dopamina, no entanto, é uma molécula fundamental em um processo maturado durante milhões de anos de evolução: o corpo instintivamente evita a dor. Procura o oposto. “Quando a dopamina é liberada e seus níveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, então, claro, nós sempre estamos buscando recriar essa sensação”, diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.

    [...] Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equilíbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança. “É aquela ‘descida’ após qualquer experiência prazerosa. Às vezes essa descida ocorre de forma óbvia, como a ressaca depois de uma bebedeira, mas outras vezes é muito mais sutil”, diz a psiquiatra. “Essencialmente, é a dopamina em queda livre, que não volta apenas a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depressão e fissura pela droga de preferência”.

    [...] Lembke trata na clínica em Stanford casos graves de abusos de substâncias ou de dependência em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão. Ela acredita que todos nós podemos aprender com casos graves de dependência, “versões extremas do que todos nós somos capazes”. “A riqueza, a abundância e a tecnologia da nossa época fazem com que quase toda experiência humana tenha o potencial de vício, de uma droga. As mídias sociais são conexão humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de forma rápida”, diz ela. “E nós temos acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condições”.

    [...] A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade. Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor – algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas últimas décadas.

    “Evitar a dor nos priva de experiências que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento físico e psicológico”.

    Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão).

    [...] Mas uma pergunta paira: não será justamente a vida moderna, com toda a sua pressão e desafios, que impõe peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores? 

    Ela responde: “Eu concordo que nós vivemos em um mundo muito estranho e em uma época muito estranha, e que a vida em tempos modernos é difícil por razões paradoxais”.

    “Acho que medicamentos psicotrópicos têm representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou. Mas, em geral, eu acho que esses remédios são prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emoções que nos tornam humanos." "A sugestão é que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo, tentemos mudar as nossas experiências nele”.


Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional61303597. Acesso em: 17 fev. 2025.
Assinale a alternativa que apresenta um termo com sentido equivalente ao do destacado em “Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão)”.
Alternativas
Q3536668 Português
Dopamina: por que busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida


Shin Suzuki


    [...] Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, seja em redes sociais, seja em jogos ou em compras online, por exemplo – instantes usando o celular vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensação de insatisfação, em que picos de empolgação ficam cada vez mais raros. [...]

    A dopamina, mensageiro químico do cérebro, é conhecido erroneamente como “hormônio do prazer”. Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral. A sensação de prazer tem outros componentes químicos envolvidos. A dopamina, no entanto, é uma molécula fundamental em um processo maturado durante milhões de anos de evolução: o corpo instintivamente evita a dor. Procura o oposto. “Quando a dopamina é liberada e seus níveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, então, claro, nós sempre estamos buscando recriar essa sensação”, diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.

    [...] Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equilíbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança. “É aquela ‘descida’ após qualquer experiência prazerosa. Às vezes essa descida ocorre de forma óbvia, como a ressaca depois de uma bebedeira, mas outras vezes é muito mais sutil”, diz a psiquiatra. “Essencialmente, é a dopamina em queda livre, que não volta apenas a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depressão e fissura pela droga de preferência”.

    [...] Lembke trata na clínica em Stanford casos graves de abusos de substâncias ou de dependência em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão. Ela acredita que todos nós podemos aprender com casos graves de dependência, “versões extremas do que todos nós somos capazes”. “A riqueza, a abundância e a tecnologia da nossa época fazem com que quase toda experiência humana tenha o potencial de vício, de uma droga. As mídias sociais são conexão humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de forma rápida”, diz ela. “E nós temos acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condições”.

    [...] A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade. Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor – algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas últimas décadas.

    “Evitar a dor nos priva de experiências que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento físico e psicológico”.

    Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão).

    [...] Mas uma pergunta paira: não será justamente a vida moderna, com toda a sua pressão e desafios, que impõe peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores? 

    Ela responde: “Eu concordo que nós vivemos em um mundo muito estranho e em uma época muito estranha, e que a vida em tempos modernos é difícil por razões paradoxais”.

    “Acho que medicamentos psicotrópicos têm representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou. Mas, em geral, eu acho que esses remédios são prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emoções que nos tornam humanos." "A sugestão é que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo, tentemos mudar as nossas experiências nele”.


Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional61303597. Acesso em: 17 fev. 2025.
A partir da compreensão do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3536667 Português
Dopamina: por que busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida


Shin Suzuki


    [...] Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, seja em redes sociais, seja em jogos ou em compras online, por exemplo – instantes usando o celular vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensação de insatisfação, em que picos de empolgação ficam cada vez mais raros. [...]

    A dopamina, mensageiro químico do cérebro, é conhecido erroneamente como “hormônio do prazer”. Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral. A sensação de prazer tem outros componentes químicos envolvidos. A dopamina, no entanto, é uma molécula fundamental em um processo maturado durante milhões de anos de evolução: o corpo instintivamente evita a dor. Procura o oposto. “Quando a dopamina é liberada e seus níveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, então, claro, nós sempre estamos buscando recriar essa sensação”, diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.

    [...] Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equilíbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança. “É aquela ‘descida’ após qualquer experiência prazerosa. Às vezes essa descida ocorre de forma óbvia, como a ressaca depois de uma bebedeira, mas outras vezes é muito mais sutil”, diz a psiquiatra. “Essencialmente, é a dopamina em queda livre, que não volta apenas a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depressão e fissura pela droga de preferência”.

    [...] Lembke trata na clínica em Stanford casos graves de abusos de substâncias ou de dependência em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão. Ela acredita que todos nós podemos aprender com casos graves de dependência, “versões extremas do que todos nós somos capazes”. “A riqueza, a abundância e a tecnologia da nossa época fazem com que quase toda experiência humana tenha o potencial de vício, de uma droga. As mídias sociais são conexão humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de forma rápida”, diz ela. “E nós temos acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condições”.

    [...] A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade. Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor – algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas últimas décadas.

    “Evitar a dor nos priva de experiências que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento físico e psicológico”.

    Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão).

    [...] Mas uma pergunta paira: não será justamente a vida moderna, com toda a sua pressão e desafios, que impõe peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores? 

    Ela responde: “Eu concordo que nós vivemos em um mundo muito estranho e em uma época muito estranha, e que a vida em tempos modernos é difícil por razões paradoxais”.

    “Acho que medicamentos psicotrópicos têm representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou. Mas, em geral, eu acho que esses remédios são prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emoções que nos tornam humanos." "A sugestão é que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo, tentemos mudar as nossas experiências nele”.


Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional61303597. Acesso em: 17 fev. 2025.
De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3522191 Redes de Computadores

Dentro do contexto do Cisco IOS, o que faz o comando ilustrado na imagem abaixo?


Q25.png (278×36)

Alternativas
Q3522190 Redes de Computadores
Sobre o Cisco IOS, analisa as afirmativas a seguir.

I. Dentro do modo de configuração, o comando hostname altera o nome do equipamento.
II. O comando enable habilita o protocolo de roteamento previamente configurado.
III. О comando ilustrado pela imagem abaixo resulta em uma mensagem de erro de sintaxe.
Q24_1.png (284×24)
IV. O comando ilustrado pela imagem abaixo mostra as informações do dispositivo.
Q24_2.png (184×21)


Está(ão) correta(s)
Alternativas
Q3522189 Redes de Computadores
Sobre a configuração de protocolos com OSPF, observa a imagem abaixo e analisa as afirmativas seguir. 

Q23.png (538×66)

I. No comando da imagem, o número 70 representa o número da sub-rede, que deve ser igual em todos os roteadores que se pretende interligar.
II. No comando ilustrado pela imagem, o argumento 0.0.0.63 é a máscara coringa (ou wildcark mask no original em inglês). Com base nela, podemos afirmar que a máscara de rede na qual essa interface está inserida é 255.255.255.0.
III. O protocolo OSPF não pode ser ativado simultaneamente com o protocolo RIP em um roteador.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q3522188 Redes de Computadores
Conforme o livro "Redes de Computadores III: níveis de enlace e físico", de Loureiro et al. (2014), no que diz respeito às VLANs, completa as lacunas na afirmativa abaixo.

"O quadro Ethernet foi acrescido de ______________. Esse espaço armazena o VLAN ID, cujo valor pode variar entre os valores 1 e _________"
Alternativas
Q3522187 Administração Pública
Considerando a Instrução Normativa SGD/ME nº 94, de 23 de dezembro de 2022, a descrição "documento constitutivo da primeira etapa do planejamento de uma contratação que caracteriza o interesse público envolvido e a sua melhor solução e dá base ao Termo de Referência" refere-se ao:
Alternativas
Q3522186 Redes de Computadores
O protocolo BGP é uma implementação de qual tipo de algoritmo?
Alternativas
Q3522185 Arquitetura de Computadores
Considere as seguintes afirmativas a respeito de sistemas de climatização de um datacenter.

I. Uma técnica comum em datacenters maiores é dividir o ambiente em corredores quentes e frios alternadamente entre as fileiras de racks dos equipamentos.
II. Em sistemas de insuflamento simples, o ar frio será insuflado por meio de orifícios nas placas que compõе o piso.
III. As traseiras dos equipamentos devem ser voltadas para os corredores frios.
IV. A principal característica de um ar-condicionado de precisão é a possibilidade de controlar a temperatura utilizando duas casas decimais pelo menos.

Estão corretas:
Alternativas
Q3522184 Redes de Computadores
Sobre os tipos de transmissão de dados em redes de computadores, analisa as afirmações abaixo assinala a alternativa correta.
Alternativas
Q3522183 Sistemas Operacionais

Assinala a alternativa que explica corretamente o funcionamento do shell script a seguir.


Q17.png (352×77)

Alternativas
Q3522182 Redes de Computadores
Um administrador capturou pacotes usando o comando tcpdump -i eth0 port 80 e obteve seguinte saída:

Q16.png (577×84)

Com base na saída e nas perguntas a seguir, assinala a alternativa correta:

Pergunta 1: Qual é o tipo de conexão capturada?
Pergunta 2: O queo campo win representa?
Pergunta 3: Que tipo de pacote é identificado pela flag [S]?
Alternativas
Q3522181 Redes de Computadores
Sobre o Network Address Translation (NAT), é correto afirmar que:
Alternativas
Q3522180 Redes de Computadores
A seguir são apresentados comandos executados e os respectivos resultados parciais das execuções.

Q14.png (554×268)

Em relação ao exposto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3522179 Programação

Assinala a alternativa que explica corretamente o funcionamento do shell script a seguir.


Q13.png (260×120)

Alternativas
Q3522178 Redes de Computadores
Assinala a afirmativa abaixo que expressa corretamente o que ocorre em uma rede quando um endereço IPv4 com máscara /24 é dividido em sub-redes menores com máscara /26.
Alternativas
Q3522177 Redes de Computadores
Considerando o protocolo SSH, analisa as afirmativas abaixo.

I. Uma das formas para proteger a comunicação entre o cliente e servidor no SSH é com o uso de criptografia assimétrica (RSA, ECDSA, Ed25519).
II. O SSH serve para transferir arquivos rapidamente sem conexão segura.
III. O comando ssh -R 9000:localhost:3306 user@server redireciona conexões da porta 3306 no servidor remoto para a porta 9000 no cliente SSH.
IV. Para proteger o servidor SSH contra ataques de força bruta, seria recomendável configurar o arquivo /etc/ssh/sshd config com PasswordAuthentication yes.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q3522176 Redes de Computadores
Datagramas IPv4 são compostos por uma parte de cabeçalho e uma parte de dados. Considerando os cabeçalhos IPv4, analisa as afirmativas abaixo.

I. Os campos definidos no cabeçalho são estáticos e de tamanho fixo, totalizando 20 bytes.
II. O campo Time to Live (TTL) descreve o tempo de vida útil do pacote. e representa um contador de hops com valor máximo 255. Quando esse contador chega a zero, o pacote é descartado e um pacote de advertência é enviado ao host de origem.
III. O campo Identificação permite ao host destinatário identificar a qual datagrama pertence um segmento recém-chegado. Com isso, todos os fragmentos de um mesmo datagrama contêm o mesmo valor de identificação.
IV. Datagramas IPv4 não contêm um campo de checksum, sendo essa uma responsabilidade apenas da camada física.

Estão corretas:
Alternativas
Q3522175 Redes de Computadores
Além de regular o cabeamento estruturado no Brasil, a Norma NBR 14565 aborda diversos tópicos importantes para a instalação e manutenção de redes. Considerando isso, analisa as afirmativas abaixo e assinala V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) A norma estabelece diretrizes para a organização física de racks, painéis de distribuição e identificação de cabos no cabeamento estruturado.
( ) A NBR 14565 especifica, exclusivamente, as normas para cabeamento horizontal, sem tratar de cabeamento backbone ou de outros tipos de topologias.
( ) A norma define critérios de desempenho e categorização de cabos, assegurando a interoperabilidade entre diferentes tipos de mídia, como cabos de cobre e de fibra óptica.
( ) A NBR 14565 abrange requisitos para a instalação de sistemas de cabeamento, visando ao suporte a serviços de voz, dados e vídeo em edifícios comerciais e residenciais.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
2421: A
2422: C
2423: A
2424: B
2425: C
2426: D
2427: A
2428: E
2429: C
2430: B
2431: D
2432: A
2433: E
2434: C
2435: A
2436: A
2437: E
2438: C
2439: A
2440: D