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Q1219402 Agropecuária
Máquinas agrícolas, implemento ou sistema mecânico, com movimento próprio ou induzido, em sua forma mais simples, cujos órgãos componentes não apresentam movimentos relativos, é a definição de:
Alternativas
Q1219401 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A alternativa relacionada a um sistema de atividades interdependentes, de inter-relacionamento entre as atividades de valor de uma empresa que permite a obtenção de vantagem competitiva com otimização e coordenação é:
Alternativas
Q1219400 Agropecuária
São premissas dos sistemas sustentáveis de produção vegetal:
Alternativas
Q1219399 Agropecuária
O grau de mobilidade dos elementos no transporte via floema, está correto na alternativa:
Alternativas
Q1219398 Direito Agrário
Segundo a Lei nº 8.629/93, o grau de utilização da terra – GUT deve ser igual ou superior a:
Alternativas
Q1219397 Direito Ambiental
Quanto às Áreas de Preservação Permanente, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1219396 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A alternativa que contém características predominantes na Fase Pioneira da empresa rural é: 
Alternativas
Q1219395 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Possui capital social, facilitando, portanto, financiamentos junto às instituições financeiras. O capital social é formado por quotas-partes ou pode ser substituído por doações, empréstimos e processos de capitalização. A alternativa que corresponde ao texto acima é:
Alternativas
Q1219394 Agropecuária
A percepção da qualidade de um produto alimentício é o resultado da interpretação de suas características. Nos produtos alimentícios, essas características podem ser:
Alternativas
Q1219393 Agropecuária
Qual é o elemento de custo de produção do gado leiteiro que considera os gastos com aplicador, bainhas, luvas, nitrogênio líquido e pipetas?
Alternativas
Q1219392 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os dirigentes têm ou não, conforme estatuto, remuneração pelo exercício de suas funções. Recebem apenas o reembolso das despesas realizadas para o desempenho de seus cargos. Trata-se do trabalho em:
Alternativas
Q1219391 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Refere-se às ações que os produtores adotam nas suas organizações (associações, cooperativas, grupos de produção, etc.) para atingir os objetivos que desejam:
Alternativas
Q1219390 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Consiste na solidariedade entre gerações no sentido de preservar o meio ambiente, atuando de forma sustentável a fim de que as próximas gerações possam continuar usufruindo de nossos recursos naturais existentes hoje:
Alternativas
Q1219389 Engenharia Agronômica (Agronomia)
É calculado para cada imóvel rural em separado, e sua área reflete o tipo de exploração predominante no imóvel rural segundo sua região de localização:
Alternativas
Q1219388 Agropecuária
Um saco de 20 kg de sementes de milho apresenta as seguintes informações do boletim de análises: 52% de impurezas e porcentagem de germinação de 80%. De acordo com os dados apresentados, quantos quilos de sementes irão efetivamente germinar no campo?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SUGEP - UFRPE Órgão: UFRPE
Q1211998 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Dentre as culturas listadas abaixo, assinale aquela que é propagada comercialmente através de propagação sexuada.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SUGEP - UFRPE Órgão: UFRPE
Q1211961 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A propagação de plantas pode ser realizada da forma sexuada ou assexuada. Em relação a essas duas formas, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SUGEP - UFRPE Órgão: UFRPE
Q1211621 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Com relação à propagação assexuada, qual é uma desvantagem dessa técnica?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SUGEP - UFRPE Órgão: UFRPE
Q1202358 Português
A importância de conhecer a nossa história
Para um país como o Brasil, em que a diversidade cultural é imensa, pode parecer estranho quando se fala na história dos nossos antepassados. Ainda mais se pensarmos na forma como ocorreu a formação da nossa sociedade, a partir das influências recebidas dos diferentes ciclos migratórios. Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Trata-se de uma oportunidade única para compreender, inclusive, a nossa própria identidade. A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada com base em outros relatos e visões de mundo. Nesse sentido, existe uma legislação federal que torna obrigatório o ensino nas escolas da cultura afro-brasileira e indígena. Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida. Compete a nós, militantes e especialistas da área de educação, colocarmos isso em prática. Como exemplo, podemos citar o que ocorre em Santo André, na região do ABC paulista. No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino. O objetivo é fazer com que o docente passe a utilizar em suas aulas as danças, os jogos cooperativos e as brincadeiras oriundas dessa tradição. Trazer essa visão de mundo para os alunos é importante para se perceber como a influência desse povo se faz muito presente no nosso dia a dia. Para ficar em um só aspecto, vale mencionar o hábito do banho diário. Sem falar nas centenas de palavras e termos de origem indígena que usamos para nos expressar. Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura e da tradição dos primeiros habitantes do nosso país. Ao oferecer essa possibilidade aos alunos, estamos contribuindo para resgatar o papel dos índios na formação do Brasil. Serve, ainda, para evitar possíveis percepções preconceituosas em relação a esse povo, que deve ser reverenciado pelas inúmeras contribuições que, hoje, encontram-se naturalmente incorporadas ao nosso cotidiano. Significa também dar à cultura indígena o devido protagonismo que ela tanto merece. Gilmar Silvério. Disponível em: http://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/a-importancia-de-conhecer-a-nossa-historia/419455. Acesso em 07/04/2019. Adaptado.
Na abordagem que faz do tema selecionado, o autor do Texto defende principalmente que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SUGEP - UFRPE Órgão: UFRPE
Q1202355 Português
A importância de conhecer a nossa história Para um país como o Brasil, em que a diversidade cultural é imensa, pode parecer estranho quando se fala na história dos nossos antepassados. Ainda mais se pensarmos na forma como ocorreu a formação da nossa sociedade, a partir das influências recebidas dos diferentes ciclos migratórios. Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Trata-se de uma oportunidade única para compreender, inclusive, a nossa própria identidade. A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada com base em outros relatos e visões de mundo. Nesse sentido, existe uma legislação federal que torna obrigatório o ensino nas escolas da cultura afro-brasileira e indígena. Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida. Compete a nós, militantes e especialistas da área de educação, colocarmos isso em prática. Como exemplo, podemos citar o que ocorre em Santo André, na região do ABC paulista. No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino. O objetivo é fazer com que o docente passe a utilizar em suas aulas as danças, os jogos cooperativos e as brincadeiras oriundas dessa tradição. Trazer essa visão de mundo para os alunos é importante para se perceber como a influência desse povo se faz muito presente no nosso dia a dia. Para ficar em um só aspecto, vale mencionar o hábito do banho diário. Sem falar nas centenas de palavras e termos de origem indígena que usamos para nos expressar. Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura e da tradição dos primeiros habitantes do nosso país. Ao oferecer essa possibilidade aos alunos, estamos contribuindo para resgatar o papel dos índios na formação do Brasil. Serve, ainda, para evitar possíveis percepções preconceituosas em relação a esse povo, que deve ser reverenciado pelas inúmeras contribuições que, hoje, encontram-se naturalmente incorporadas ao nosso cotidiano. Significa também dar à cultura indígena o devido protagonismo que ela tanto merece. Gilmar Silvério. Disponível em: http://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/a-importancia-de-conhecer-a-nossa-historia/419455. Acesso em 07/04/2019. Adaptado.
Analise as informações que se apresentam a seguir.
1) Em seu processo de formação, nossa sociedade sofreu influências de culturas diversas. 2) Conhecer bem a nossa história é uma das formas de compreender a nossa identidade. 3) Sempre que a história da humanidade é contada com base em outros relatos e visões de mundo, ela é falseada. 4) Ainda é pouco conhecida a lei que torna obrigatório, nas escolas, o ensino da cultura afro-brasileira e indígena.
Estão de acordo com o Texto: 
Alternativas
Respostas
4381: B
4382: D
4383: C
4384: B
4385: C
4386: A
4387: E
4388: D
4389: A
4390: E
4391: C
4392: A
4393: E
4394: B
4395: D
4396: E
4397: B
4398: C
4399: B
4400: D