Questões de Concurso
Para médico veterinário
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Leia o trecho a seguir.
Em 2023, 8,7% das pessoas de 10 anos ou mais de idade no estado [de Goiás] referiram ter utilizado internet através do acesso gratuito em escola/universidade pública ou biblioteca pública, contra 7,5% referido em 2022. O mesmo percentual (8,7%) disse utilizar a internet através do acesso gratuito em posto de saúde, hospital público ou outra unidade de saúde pública; [...] em 2022, apenas 4,3% relataram esse acesso.
Disponível em:
<https://www.dmanapolis.com.br/noticia/61885/pesquisa-aponta-goias-como-o-estado-com-o-maior-percentual-de-pessoas-com-10-anos-ou-mais-que-utilizam-internet>.Acesso em: 13 set. 2024.
Nesse contexto, o avanço mais significativo, que passou de 3,6%, em 2022, para 8,6%, em 2023, foi no acesso gratuito à internet em
Leia o texto a seguir.
A produção de ouro em Goiás foi subindo de modo gradativo desde o descobrimento das primeiras minas até o ano de 1753, ano mais elevado, com uma produção estimada de 3.000 kg. Após esse período começou a decair lentamente até 1778, resultando num total de 1.000 kg, em decorrência das formas de extração existentes na época. Depois de 1750, muito embora os preços já começassem a diminuir, o rendimento do escravo tinha decaído e a mineração podia ser já um empreendimento bastante arriscado.
Disponível em:
<https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIII_2/agb_xxiii_2_web/>.Acesso em: 8 set. 2024.
A maior concentração aurífera goiana esteve localizada, nesse período, em torno dos Pireneus e
Considere o sistema linear a seguir.

O valor de t para que o sistema linear homogêneo apresentado, com 3 equações e três variáveis, x, y e z, tenha uma solução não trivial, é igual a
, em que E é a energia liberada pelo terremoto, E0 é a energia liberada de um pequeno terremoto usado como referência, ou ainda por R (I) =
em que I denota a intesidade do terremoto. Um aumento de 2 unidades no valor de R resulta em um aumento de
Na imagem acima, temos uma parte dos gráficos das funções f(x) e g(x) em um mesmo sistema de coordenadas. As expressões para as funções são
em
que
denota a unidade imaginária, é igual a Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios
Por Luna D’Alama
Início
Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.
Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.
Inspiração
Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.
Investimentos
A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.
Otimismo
Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.
Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios
Por Luna D’Alama
Início
Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.
Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.
Inspiração
Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.
Investimentos
A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.
Otimismo
Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.
Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios
Por Luna D’Alama
Início
Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.
Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.
Inspiração
Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.
Investimentos
A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.
Otimismo
Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.
Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Ao longo do texto, há o uso do sinal gráfico denominado de colchete. Nesse texto relativo ao depoimento de Rebeca Andrade, a utilização dos colchetes indica
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios
Por Luna D’Alama
Início
Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.
Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.
Inspiração
Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.
Investimentos
A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.
Otimismo
Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.
Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

