Questões de Concurso Para médico veterinário

Foram encontradas 27.264 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3803686 Matemática
Seja uma matriz formada por três linhas e três colunas, ou seja, nove elementos. Os termos dessa matriz formam, em determinada ordem, uma progressão aritmética. Os elementos da primeira linha são chamados de 1°, 2° e 3°, da esquerda para a direita; os da segunda linha, de 4°, 5° e 6°, da esquerda para a direita; e os da terceira linha, de 7°, 8° e 9°, da esquerda para a direita. Se a progressão, de primeiro elemento - o 5° elemento da matriz - igual a 7 e razão igual a 2, se dá na ordem dos elementos abaixo destacados, qual das alternativas apresenta o determinante dessa matriz?
5°; 7°; 1°; 4°; 9°; 2°; 3°; 6°; 8°
Alternativas
Q3803685 Matemática
Considere que existe um bloco de argila em formato de paralelepípedo, com comprimento igual a 1,8 metros, largura igual a 1,6 metros e altura igual a 1,4 metros. Foi necessário retirar, de metade das faces do bloco, exatamente o volume de uma pirâmide de base quadrada com lado da base e altura medindo 60 centímetros. Nesse sentido, após a remoção dos volumes de pirâmides, qual das alternativas apresenta o que resta do volume do bloco de argila. 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3803416 Saúde Pública
Em um Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) durante surto suspeito de zoonose, o médico-veterinário precisa isolar novos ingressos, definir critérios de quarentena, decidir sobre eutanásia humanitária por bem-estar e risco biológico e enviar amostras ao laboratório mantendo a cadeia fria e a embalagem adequada. Considerando princípios de manejo sanitário e biossegurança, marque V, para verdadeiro, e F, para falso:

(__) Protocolos de quarentena incluem isolamento, monitoramento clínico e critérios de liberação; contato entre lotes deve ser evitado.
(__) O acondicionamento de material biológico suspeito deve seguir tripla embalagem (recipiente primário estanque, secundário estanque, externo resistente), com identificação adequada.
(__) A escolha de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é indiferente ao risco do agente; luvas são suficientes para qualquer procedimento com suspeita de zoonose.
(__) A eutanásia em suspeita de zoonose considera bem-estar e biossegurança; métodos devem ser humanitários e validados, e a decisão não substitui avaliação de quarentena.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3803415 Veterinária
Em surtos de piodermite recidivante em canil com histórico de múltiplas falhas terapêuticas, o médico-veterinário deve padronizar cultura e antibiograma, além de selecionar antimicrobianos conforme a Concentração Inibitória Mínima (MIC) e os parâmetros farmacocinéticos/farmacodinâmicos (PK/PD). Em paralelo, deve planejar a contenção química à distância de um cão agressivo, ajustando o fármaco, a viscosidade e o volume ao calibre da agulha e à pressão do equipamento, a fim de garantir a entrega segura da dose.
Avalie as afirmativas a seguir:

I. Em infecção bacteriana recidivante, recomenda-se coletar cultura e antibiograma antes da antibioticoterapia sempre que possível; quando o tratamento empírico precisar ser iniciado por gravidade, deve-se ajustá-lo com base na MIC e no antibiograma assim que disponível.
II. Beta-lactâmicos (fármacos tempo-dependentes) e fluoroquinolonas (fármacos concentração-dependentes) exigem estratégias distintas de dosagem para atingir alvos PK/PD (por exemplo, fT>MIC, Cmax/MIC ou AUC/MIC).
III. Em aplicação à distância por meio de dardos, é possível administrar qualquer fármaco sem considerar viscosidade, volume, calibre da agulha ou pressão do equipamento, desde que a distância seja curta.

Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3803414 Saúde Pública
Após aumento de queixas sobre pombos sinantrópicos em praças e prédios públicos, a vigilância precisa padronizar medidas que reduzam riscos sanitários (aerossóis de fezes secas, ninhos em forros) e controlem a população sem gerar danos colaterais (outras espécies, trabalhadores, transeuntes). O plano deve integrar higienização segura, barreiras físicas e eliminação de fontes de alimento. Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3803413 Veterinária
Num atendimento de emergência respiratória em cão com dispneia acentuada, o médico-veterinário precisa estabilizar primeiro (oxigenioterapia, mínimo manuseio), decidir quando realizar radiografias torácicas, empregar ultrassonografia point-of-care (TFAST/AFAST) para triagem rápida e escolher a via de administração mais apropriada para fluidos/medicações em caso de choque. Julgue as afirmativas a seguir e registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Em pacientes dispneicos, a estabilização com O2 e o manuseio mínimo precedem exames demorados; radiografias torácicas devem ser obtidas em duas projeções ortogonais quando o estado clínico permitir.
(__) A ultrassonografia é útil para detectar efusões e avaliar o abdome sem radiação; no tórax, tem limitações para avaliar o parênquima pulmonar aerado devido à interposição de ar.
(__) Em choque hipovolêmico sem acesso venoso, a via intraóssea (IO) é alternativa eficaz e superior à via intramuscular (IM) para ressuscitação com fluidos.
(__) Diante de dispneia grave, a tomografia computadorizada é o exame inicial de escolha, devendo ser priorizada antes de qualquer estabilização.

Com base nas afirmativas, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3803412 Veterinária
Em um zoológico integrante de um programa cooperativo de manejo, a equipe precisa conter o crescimento populacional de carnívoros sociais, sem perder comportamentos naturais importantes para educação e conservação. Discute-se entre contracepção não cirúrgica (p. ex., implantes de agonistas de GnRH) e procedimentos cirúrgicos (ovario-histerectomia/vasectomia), ponderando reversibilidade, impacto hormonal, cuidados parentais e metas genéticas do studbook. Neste contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. Implantes de agonistas de GnRH (ex.: deslorelina) são amplamente utilizados como método não cirúrgico em diversas espécies; exigem monitoramento por supressão reprodutiva prolongada e considerações sobre reversibilidade.
II. O controle reprodutivo em zoológicos deve estar alinhado a planos demográfico-genéticos (studbooks/EEP/SSP), visando manter diversidade e minimizar endogamia, além de resguardar bem-estar e comportamentos parentais.
III. O controle não invasivo sempre dispensa avaliação de riscos à saúde e não impacta comportamentos sociais, sendo preferível em qualquer contexto.

Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3803411 Veterinária
Em clínica de pequenos animais, é comum observar a associação entre dieta inadequada, obesidade e doença periodontal. Para reduzir o risco de formação de placa e tártaro, o médico-veterinário deve avaliar a dieta, considerando histórico alimentar e necessidades individuais. Também deve ajustar o escore de condição corporal (BCS) e o escore de massa muscular (MCS), quando necessário. Além disso, a profilaxia odontológica envolve cuidados domiciliares e procedimentos profissionais, conforme a indicação clínica. Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3803410 Saúde Pública
Em inspeção urbana, o médico veterinário planeja ações para reduzir riscos à saúde pública associados a mosquitos vetores, roedores e quirópteros. Analise as afirmações:

I. O controle de Aedes aegypti exige eliminação de criadouros e participação comunitária contínua.
II. Diversas espécies de morcegos são sinantrópicas e podem estar envolvidas na transmissão de raiva; o manejo deve evitar contato direto e acionar a vigilância.
III. Em roedores urbanos, o uso de rodenticidas deve ser sempre a primeira medida, dispensando vedação de abrigos e manejo ambiental.

Com base no manejo e no impacto na saúde pública, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3803409 Saúde Pública
Em ação de saúde pública, o médico veterinário coordena campanha para reduzir a transmissão da raiva entre animais e humanos, combinando vacinação de cães e gatos e educação sanitária da comunidade. Considerando os princípios de epidemiologia e prevenção de zoonoses, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3803408 Veterinária
Durante uma investigação epidemiológica em área urbana com alta densidade populacional, uma equipe de vigilância identifica aumento de atendimentos veterinários relacionados a mordeduras por cães errantes, além de relatos de circulação de morcegos frugívoros em edificações abandonadas. Considerando o risco de zoonoses associadas a estas espécies e a necessidade de intervenção imediata, avalie o cenário descrito e indique a única alternativa correta dentre as opções abaixo, aquela que representa a medida prioritária de controle a ser adotada pela equipe. 
Alternativas
Q3803407 Veterinária
Num atendimento de emergência, um cão chega com dispneia intensa e perfusão periférica reduzida. O médico-veterinário deve estabilizar o paciente, decidir quando e como realizar radiografias torácicas, ponderar o uso de ultrassonografia point-of-care (PoCUS/FAST) para triagem rápida e escolher a via de administração mais apropriada para fluidos/medicações. Considerando princípios de exame clínico, terapêutica e exames complementares, analise as proposições a seguir:

I. Em pacientes dispneicos, deve-se priorizar estabilização (ex.: oxigenioterapia) e minimizar contenções; as radiografias torácicas devem ser feitas em projeções ortogonais, quando a condição clínica permitir.
II. A ultrassonografia é método de eleição para avaliar vísceras abdominais e efusões sem radiação ionizante; no tórax, tem limitações para avaliar parênquima pulmonar aerado.
III. Em choque hipovolêmico sem acesso venoso imediato, a via intramuscular é a preferida para fluidoterapia de reposição.

Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3803406 Veterinária
Em rotina de clínica de pequenos animais, o médico-veterinário precisa garantir qualidade pré-analítica das amostras e interpretação adequada dos exames. Considerando boas práticas de coleta, conservação e envio e noções-chave de hematologia, sorologia e parasitologia, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3803405 Veterinária
Após mordedura por cão não vacinado em área com baixa cobertura antirrábica, o médico-veterinário coordena a profilaxia pós-exposição (PEP) humana. Também conduz a vigilância do animal agressor, realizando observação ou encaminhamento conforme o caso. Além disso, organiza o bloqueio vacinal canino com vacinação seletiva ou em área ampliada. Complementarmente, realiza educação sanitária para a comunidade. Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3803404 Nutrição
Em consultas de rotina, o médico-veterinário deve integrar a avaliação nutricional ao exame clínico, incluindo histórico dietético, BCS e MCS. Nesses atendimentos, a orientação sobre profilaxia odontológica deve considerar a necessidade individual e a saúde oral do paciente. Em felinos com Doença Renal Crônica (DRC), a terapia nutricional adequada é fundamental para retardar a progressão da enfermidade. A seguir, considere as afirmativas I, II, III e IV:

I. A avaliação nutricional mínima inclui anamnese dietética estruturada, BCS e MCS, repetidas periodicamente.
II. Dietas caseiras sem formulação por profissional qualificado costumam ser desbalanceadas, com risco de deficiências ou excessos.
III. A profilaxia odontológica em cães e gatos tem como padrão-ouro a escovação diária; a raspagem e o polimento com anestesia geral são indicados quando há cálculo ou periodontite.
IV. Em estágios iniciais da DRC felina, dietas com restrição de fósforo e sódio e proteína de alta qualidade são contraindicadas.

Com base nas afirmativas I, II, III e IV, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
3141: C
3142: D
3143: A
3144: B
3145: B
3146: D
3147: A
3148: A
3149: C
3150: B
3151: D
3152: D
3153: C
3154: D
3155: A
3156: B
3157: D
3158: D
3159: D
3160: A