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Considere o art. 7º da Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010: O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do surdo.
Segundo essa lei, o intérprete deve zelar, ainda,
De acordo com o § 2º do art. 22 do Capítulo VI do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que trata da garantia do direito à educação das pessoas surdas ou com deficiência auditiva, os alunos têm o direito ao atendimento educacional especializado (AEE) para o desenvolvimento de complementação curricular, com utilização de equipamentos e tecnologias de informação.
Nesse caso, é assegurado a esses alunos
De acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, para a inclusão dos alunos surdos, nas escolas comuns, a educação bilíngue – Língua Portuguesa/LIBRAS, desenvolve o ensino escolar na Língua Portuguesa e na língua de sinais e os serviços de tradutor/intérprete de Libras e Língua Portuguesa e o ensino da Libras para os demais alunos da escola.
O atendimento educacional especializado é ofertado
No Brasil, o atendimento às pessoas com deficiência teve início na época do Império.
Assinale a alternativa que aponta para a primeira instituição com atendimento para os surdos no Brasil.
Um agente social escolar deseja apresentar o calendário de atividades do semestre, para incentivar uma maior participação dos responsáveis nas atividades da escola. Para isso, preparou uma apresentação por meio do MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, contendo 5 slides, sem nenhum slide oculto, nem efeitos de animação ou transição.
Ao iniciar a apresentação por meio do atalho F5, o usuário apertou Enter, depois Seta para direita, depois Espaço, depois Seta para baixo e, por fim, Seta para esquerda. Nesse momento, o slide sendo visualizado é o de número
A imagem a seguir mostra uma planilha elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, em que um agente social escolar quer controlar o número de alunos que faltaram em cada dia de uma semana específica.

Após digitar todos os valores das linhas de 1 a 6, o agente inseriu na célula B8 a fórmula __________ para calcular a média de faltas da semana(5 dias lançados na planilha). Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado, de acordo com os valores exibidos na planilha.
Em seguida, apertou Enter e clicou com o botão principal do mouse em negrito e itálico e digitou a palavra Peruíbe.
Assinale a alternativa que apresenta o resultado final das ações descritas.
Observe a imagem a seguir, contendo um atalho para a pasta Downloads de um computador com MS-Windows 10, em sua configuração padrão.

Ao acionar o atalho, o programa acessório que será aberto é
Ao longo da realização de uma reforma em sua escola, Mauro fez duas compras em uma loja de materiais de construção. Na primeira, comprou 3 sacos de cimento e 4 sacos de areia, pagando o valor total de R$ 121,10, e, na segunda, comprou 2 sacos de cimento e 1 saco de areia, pagando o valor total de R$ 70,90, sendo que os preços unitários do saco de cimento e do saco de areia não mudaram da primeira para a segunda compra.
Com base nessas informações, é correto afirmar que, nessa loja, o saco de cimento foi vendido ao preço unitário de
Ao final de 2021, a família do aluno recebeu a visita de um Agente Social Escolar, no sentido de aumentar a frequência escolar do aluno. Como resultado da visita, a média aritmética simples das faltas por quadrimestre, referentes ao ano de 2022, sofreu uma redução de 50%, quando comparada com a média aritmética simples das faltas por quadrimestre, referentes ao ano de 2021.
Com base nessas informações, é correto afirmar que o número x de faltas de Pedro Henrique no 2º quadrimestre de 2022 foi
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir.
Para uma psicoterapia _________ distância, é preciso que o paciente e o terapeuta possam se conectar ______ internet e que haja um espaço silencioso e privado ________ possam recorrer.
Leia o texto para responder à questão.
Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.
Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.
A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.
Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.
Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.
(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)
Leia o texto para responder à questão.
Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.
Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.
A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.
Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.
Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.
(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)