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Q831394 Português

      Claudio Pérez, enviado especial de El País a Nova York, para informar sobre a crise financeira, escreve em sua crônica da sexta feira, 19 de setembro de 2008: “Os tabloides de Nova York estão como loucos em busca de um corretor da Bolsa que se atire no vazio do alto de algum dos imponentes arranha-céus que abrigam os grandes bancos de investimento, ídolos caídos que o furacão financeiro está transformando em cinzas.” Vamos reter por um momento esta imagem na memória: uma multidão de fotógrafos, de paparazzi, espreitando as alturas com as câmaras prontas, para captar o primeiro suicida que encarne de maneira gráfica, dramática e espetacular a hecatombe financeira que fez evaporar bilhões de dólares e mergulhou na ruína grandes empresas e inúmeros cidadãos. Não creio que haja imagem que resuma melhor a civilização de que fazemos parte.

      Parece-me ser essa a melhor maneira de definirmos a civilização de nosso tempo, compartilhada pelos países ocidentais, pelos que atingiram altos níveis de desenvolvimento na Ásia e por muitos do chamado Terceiro Mundo.

      O que quer dizer civilização do espetáculo? É a civilização de um mundo onde o primeiro lugar na tabela de valores vigente é ocupado pelo entretenimento, onde divertir-se, escapar do tédio, é a paixão universal. Esse ideal de vida é perfeitamente legítimo, sem dúvida. Só um puritano fanático poderia reprovar os membros de uma sociedade que quisessem dar descontração, relaxamento, humor e diversão a vidas geralmente enquadradas em rotinas deprimentes e às vezes imbecilizantes. Mas transformar em valor supremo essa propensão natural a divertir-se tem consequências inesperadas: banalização da cultura, generalização da frivolidade e, no campo da informação, a proliferação do jornalismo irresponsável da bisbilhotice e do escândalo.

(LLOSA, Mario Vargas. A civilização do espetáculo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. Adaptado).

O fragmento que apresenta uma alteração correta no uso da vírgula, removendo-a ou inserindo-a, encontra-se em
Alternativas
Q831267 Libras
O Decreto 5.626/2005, em seu Capítulo V, discorre sobre a formação do tradutor-intérprete de LIBRAS – Língua Portuguesa. Segundo este texto legal, esta formação deve acontecer por meio de:
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Q831266 Pedagogia
A atuação em sala de aula dos intérpretes educacionais exige dos profissionais alguns saberes. Albres (2015) destaca alguns saberes pertinentes à atuação. São eles:
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Q831265 Libras
Oustnoff (2011), no capítulo Diversidade das línguas, Universalidade da Tradução, explana sobre três funções da tradução. São elas:
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Q831264 Libras
Silva (2014) apresenta, no artigo intitulado Indicadores de formalidade em vídeo de editais traduzidos para a Libras, os recursos de (in)formalidade das línguas de sinais. Tratam-se desses recursos:
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Q831263 Libras

Rigo (2014) versa sobre o processo de tradução de canção para a língua de sinais, a saber: "Entende-se que o texto original nas traduções de canções é compreendido de signos verbais e não verbais. Os signos verbais referem-se à língua na qual a letra da canção é escrita, ou seja, a língua fonte. Já os signos não verbais referem-se aos elementos semióticos da música: ritmo, melodia, harmonia, timbre etc. e nas substâncias acústicas [...]".


Com base no trecho acima, pode-se dizer que o processo de tradução de canções para a língua de sinais dialoga com três tipos de tradução: 

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Q831262 Pedagogia

Leia as definições abaixo:


I. [...] tempo para ler, para refletir sobre as palavras utilizadas e os sentidos pretendidos, consultar dicionário, livros, pessoas na busca de trazer os sentidos pretendidos do modo mais adequado.

II. [...] tarefa de versar de uma língua para outra nas relações interpessoais, trabalhando na simultaneidade, no curto espaço de tempo entre o ato de enunciar e o ato de dar acesso ao outro àquilo que foi enunciado.


Sobre essas definições, propostas por Lacerda (2013), pode-se afirmar que os itens I e II definem, respectivamente, as atividades de:

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Q831261 Libras
Segala (2010) considera que, no processo de tradução entre línguas de modalidades diferentes, como as línguas de sinais e as línguas orais, a mediação caracteriza-se também por uma tradução intermodal. São exemplos de tradução intermodal:
Alternativas
Q831260 Libras
Jakobson (2010) apresenta três maneiras de interpretar um signo verbal: ele pode ser traduzido em outros signos da mesma língua, em outra língua ou em outro sistema de símbolos não-verbais. Essas três formas de tradução são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q831259 Libras
Durante o exercício da profissão, o intérprete deve ter em mente os seguintes preceitos éticos:
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Q831258 Libras
Quanto à atuação de intérpretes em provas e concursos, sugere-se que se faça:
Alternativas
Q831257 Libras
Considerando o excerto "O intérprete deve esclarecer o público no que diz respeito ao surdo sempre que possível, reconhecendo que muitos equívocos (má informação) tem surgido devido à falta de conhecimento do público sobre a surdez e a comunicação com o surdo", pode-se afirmar que:
Alternativas
Q831256 Libras

Leia atentamente o excerto abaixo:


[...] o trabalho de interpretação não pode ser visto, apenas, como um trabalho linguístico. É necessário que se considere a esfera cultural e social na qual o discurso está sendo enunciado, sendo, portanto, fundamental, mais do que conhecer a gramática da língua, conhecer o funcionamento da mesma, dos diferentes usos da linguagem nas diferentes esferas de atividade humana. Interpretar envolve conhecimento de mundo, que mobilizado pela cadeia enunciativa, contribui para a compreensão do que foi dito e em como dizer na língua alvo; saber e perceber os sentidos múltiplos expressos nos discursos [...] (LACERDA, 2009, p. 21).

Considerando a proposição da autora sobre o trabalho do intérprete, nota-se que, no excerto acima, Lacerda (2009) versa, ainda que não indicando nominalmente, sobre as seis categorias de análise do processo de interpretação apresentadas pela publicação do Ministério da Educação e Cultura (BRASIL, 2004), intitulada O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Sendo assim, selecione a opção em que estão representadas corretamente tais categorias:

Alternativas
Q831255 Libras
Segundo Albres (2015), o serviço realizado pelos profissionais tradutores-intérpretes de LIBRAS nas diferentes instituições de ensino atende
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Q831254 Libras
O profissional tradutor-intérprete de LIBRAS - Língua Portuguesa foi inserido nas instituições de ensino da Educação Básica e Superior, em todos os níveis, etapas e modalidades, para viabilizar o acesso à comunicação, à informação e à educação por alunos surdos, a partir da publicação do(a):
Alternativas
Q831253 Libras
Quanto à formação do profissional tradutor-intérprete de LIBRAS, dois documentos legais tratam do reconhecimento da profissão, são eles: o Decreto 5.626/2005 e a Lei 12.319/2010. É preciso ressaltar, no entanto, que há algumas proposições apresentadas nestes documentos que se distanciam significativamente no que se refere à
Alternativas
Q831252 Libras
Entende-se por variação linguística a modificação ocorrida nas línguas em decorrência de fatores históricos, sociais, regionais, etc. Isto posto, observe os sinais abaixo:
Imagem associada para resolução da questão
Quanto ao tipo de variação apresentada acima, a opção que apresenta a classificação CORRETA é:
Alternativas
Q831251 Libras
A constatação da ocorrência de pares mínimos nas línguas de sinais resultou na inclusão do parâmetro orientação da mão na Fonologia destas. A inclusão deste parâmetro foi resultado, principalmente, dos estudos de:
Alternativas
Q831250 Libras
Sobre a datilologia, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q831249 Libras

Sobre as atribuições do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), conforme a Lei 12.319, de 1º de setembro de 2010, analise as formulações abaixo:


I. efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio do par linguístico LIBRAS para a língua oral e vice-versa;

II. interpretar, em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares;

III. possibilitar que o máximo de oportunidades sejam criadas e aproveitadas para que as pessoas surdas aprendam, não apenas os conteúdos pedagógicos, mas também outras habilidades;

IV. atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas;

V. buscar, no caso dos intérpretes educacionais, recursos pedagógicos diferenciados e alternativos que motivem os surdos a apreenderem de uma forma mais eficaz.


Com base no exposto, é CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
3841: B
3842: C
3843: E
3844: C
3845: A
3846: D
3847: C
3848: E
3849: A
3850: C
3851: B
3852: C
3853: C
3854: B
3855: B
3856: A
3857: B
3858: A
3859: C
3860: D