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Q3858814 Pedagogia
A perspectiva de Ferreiro (1985) caracteriza-se por entender a aprendizagem da escrita como equivalente
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Q3858813 Pedagogia
Leia o excerto a seguir:

         “O fato de nunca ter posto os pés numa escola, não significa que ‘seu’ João não tenha idéias bem precisas a respeito da escola. Para ele, assim como para a imensa maioria dos adultos analfabetos, a escola é o lugar onde os que não sabem vão aprender com quem sabe (o professor) [...].

        Sabendo por que busca a escola, o adulto elege também seu conteúdo. Espera encontrar, lá, aulas de ler, escrever e falar bem. Além, é claro, das operações e técnicas aritméticas. Espera obter informações de um mundo distante do seu, marcado por nomenclaturas que ele considera próprias de quem sabe das coisas.

        Mas não é só em relação ao que a escola ensina que ‘seu’ João e seus companheiros trazem muitas informações. Eles têm também muitas idéias a respeito de como a escola ensina.

        A aprendizagem, na visão popular, está centrada na ação do professor. É ele que coloca o conhecimento dentro dos alunos. Para isso, o professor usa alguns recursos como: explicações, correções, cópias, repetições…Para essas idéias contribui, também, a distribuição das carteiras, todas voltadas para o professor. Afinal, todo o conhecimento virá dessa figura central.”
(Barreto; Carlos, 2005).
Esta passagem ilustra como seus autores retratam a visão que o público da educação de jovens e adultos (EJA) geralmente tem acerca da educação escolar. Ao discutir a ação do professor da EJA diante desse contexto, Barreto e Carlos (2005) afirmam que os professores que têm obtido maior sucesso em trabalhar essa situação costumam, logo nas primeiras semanas de aula,
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Q3858812 Pedagogia
Segundo Bettio, Miranda e Schmidt (2021), um conceito central que caracteriza a proposta do desenho universal para a aprendizagem (DUA) é
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Q3858811 Pedagogia
Luckesi (2011) distingue as condutas de examinar, verificar e avaliar a aprendizagem escolar, advogando em favor desta última. De acordo com ele, o ato de avaliar se caracteriza
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Q3858810 Pedagogia
De acordo com Castellar (2016), é correto afirmar que a chamada metodologia de projetos interdisciplinares, por suas especificidades, demanda que a avaliação da aprendizagem seja
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Q3858809 Pedagogia
Em sua conceituação da aprendizagem baseada em projetos (ABP), Bender (2014) afirma que há variações práticas e terminológicas na aplicação desse formato de ensino. Apesar das variações, segundo o autor, uma característica comum a praticamente todas as experiências de ABP é o fato de
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Q3858808 Pedagogia
Considerando que a neurociência atual já dispõe de um conjunto de evidências científicas úteis ao campo da educação, Amaral e Guerra (2022) apresentam princípios neurocientíficos que, segundo elas, podem contribuir para fundamentar um ensino que potencialize a aprendizagem. Nessa perspectiva, assinale a alternativa que expõe, corretamente, uma asserção defendida pelas autoras.
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Q3858807 Pedagogia
Leia o excerto a seguir, adaptado de Libâneo (2013):
        “Para serem enfrentados os desafios do avanço acelerado da ciência e da tecnologia, da mundialização da economia, da transformação dos processos de produção, do consumismo, é preciso um maciço investimento na educação escolar. É preciso reconhecer a urgência da elevação do nível científico e técnico da população, para o que se torna inadiável a universalização da escolarização básica de qualidade.”
Diante das exigências educacionais que se apresentam nesse cenário, o autor propõe uma série de novas atitudes docentes, entre as quais está a tarefa de 
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Q3858806 Pedagogia
Veiga (2013) afirma que o projeto político-pedagógico (PPP) busca a organização do trabalho pedagógico da escola, em sua globalidade. Para tanto, de acordo com a abordagem da autora, são atributos essenciais ao PPP:
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Q3858805 Pedagogia
Com vistas à construção de um paradigma contemporâneo de educação integral, Moll (2009) redigiu um documento destinado a orientar o debate nacional sobre o tema. Segundo as proposições da autora no referido texto, é correto afirmar que a educação integral deve 
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Q3858804 Pedagogia
Paulo Freire (1970) defende uma perspectiva de educação fundamentalmente comprometida em
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Q3858778 Matemática
Em uma caixa de formato cúbico, cujas medidas internas das arestas são 40 cm, foram colocados 4 vasilhames cilíndricos retos idênticos. Cada vasilhame tangencia duas faces da caixa, e, também, outros dois desses vasilhames, conforme a vista superior da caixa a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Qual é o volume, em litros, de um desses vasilhames?
Utilize: π = 3 e 1 L = 1 dm3 = 1000 cm3
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Q3858777 Matemática
Uma escola que tem 7 classes de Educação Infantil convocou os familiares dos alunos para uma reunião de apresentação do projeto pedagógico anual. A tabela a seguir mostra o número de familiares que compareceram à reunião por classe.

Imagem associada para resolução da questão

Sabendo que a média aritmética simples do número de familiares por classe é 15, então o número total de familiares das classes B e F é igual a 
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Q3858776 Matemática
O sábado de eventos em uma escola terá início às 8 horas e término às 12 horas, com um intervalo de 30 minutos. Serão 5 atividades, sendo que as 3 primeiras, contínuas, ocorrerão antes do intervalo, e as outras 2 atividades, também contínuas, ocorrerão após o intervalo. As 3 primeiras atividades deverão ter a mesma duração entre si e 10 minutos a mais do que cada uma das 2 atividades que ocorrerão após o intervalo.
Se essas condições forem exatamente cumpridas quanto aos horários e às durações, é correto afirmar que o intervalo deverá ser iniciado às
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Q3858774 Matemática
Na sala de aula A, com 36 alunos, a razão entre a quantidade de meninos e a quantidade de meninas é 4/5. Na sala de aula B, com 44 alunos, a razão entre a quantidade de meninos e a de meninas é 5/6. Se todos esses alunos estivessem em uma mesma sala, essa razão entre a quantidade de meninos e a quantidade de meninas passaria a ser
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Q3858773 Matemática
O salário bruto de um funcionário era R$ 6.500,00, e lhe foi prometido um aumento de 12% desse valor. Ao receber seu salário reajustado, o funcionário verificou que o valor bruto foi de R$ 7.085,00.
Quanto ficou faltando para que o aumento fosse, de fato, de 12%?
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Q3858767 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de regência.
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Q3858766 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3858764 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a neurologista entrevistada e as pesquisas científicas citadas
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Q3858763 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Segundo o texto, a relação entre surdez e Alzheimer pode ser estabelecida porque
Alternativas
Respostas
581: E
582: D
583: A
584: A
585: D
586: B
587: E
588: C
589: A
590: E
591: A
592: A
593: B
594: B
595: E
596: A
597: C
598: D
599: C
600: D