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Q4272795 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Considerando o processo de formação de palavras, classifique o termo “vestíveis”.
Alternativas
Q4272794 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O uso do pronome relativo “que” na frase “ou mesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético” se justifica pela retomada anafórica do termo:
Alternativas
Q4272793 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

Em relação à colocação dos pronomes átonos, no título “Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la”, háum caso de:
Alternativas
Q4272792 Não definido

Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la      


 Internet das coisas já é realidade, porém falta regulamentá-la A internet já conectou as pessoas. Agora, ela conecta objetos, máquinas, coisas...

        Ligar o mundo físico ao online traz profundas implicações para a sociedade e para a economia. É possível monitorar e gerenciar operações estando a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens que cruzam o oceano oumesmo detectar mudanças, que poderiam ser sinais de um ataque cardíaco, na pressão sanguínea de um diabético.

      Mais do que uma evolução da tecnologia da informação, a internet das coisas (conhecida pela sigla em inglês IoT) redefine a maneira como interagimos com o mundo físico e também viabiliza formas -até então impossíveis- de fazer negócios, de gerenciar a infraestrutura pública e de organizar a vida das pessoas.

    Com sensores ligados à rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com basenas informações recebidas, cada dia mais, máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências setornam “coisas”. Estima-se que existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindosmartphones e computadores. Prevê-se que esse valor aumentará radicalmente para 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou seja, cinco vezes mais que a população mundial.

     Calculamos ainda que a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1trilhões, por ano, em 2025. Isso devido a um aumento de produtividade, a uma maior economia de tempo e à melhor utilização de ativos. Na ponta superior, o valor desse impacto seria equivalente a 11% da economia mundial.

    [...] A internet das coisas cria valor por meio de duas alavancas econômicas principais: geração de receita adicional e aumento da eficiência operacional; redução de custos. Na primeira alavanca, novas formas de interação com os clientes podem ser criadas, como assistência em tempo real, além de novos produtos e serviços de melhor qualidade que podemser desenvolvidos a partir da coleta e da análise de informações de padrões de uso e da experiência do cliente.

    Para garantir o aumento da eficiência operacional e a redução de custos, os sensores podem ajudar as empresas a obterem muito mais valor de seus ativos físicos, melhorando a performance de máquinas, ampliando sua vida útil edescobrindo como seria possível redesenhá-las para um resultado ainda melhor. Produtos e serviços existentes podemser melhorados a partir da coleta de dados para a tomada de decisão.

    Com dispositivos vestíveis e monitores portáteis, a internet das coisas tem o potencial de melhorar radicalmenteresultados de saúde, sobretudo no tratamento de doenças crônicas, como o diabetes, que atualmente tem um alto custohumano e econômico. A internet das coisas, portanto, já é uma realidade, é o resultado de avanços tecnológicos e daredução de custos significativos em sensores, conectividade e processamento ocorridos nos últimos 10 anos.

    Agora, é preciso solucionar questões regulatórias. Determinar, por exemplo, como será feita a introdução deveículos autônomos nas ruas e como eles serão regulamentados e segurados. Além disso, incluir a responsabilidade por dados, segurança, privacidade, e hardware de melhor qualidade com baixo consumo de energia. Ou seja, baixo custo emelhor conectividade.



A internet das coisas já é uma realidade porem falta regulamenta-la. [Adaptado] Disponível em:

<https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/14/internet-das-coisas-ja-e-realidade-porem-falta-regulamenta-la.htm>. Acesso em 17dez 2019

O texto defende a tese de que a internet das coisas (IoT) é uma realidade do mundo contemporâneo, a qual reorganiza amaneira de lidarmos com o mundo. Assinale a alternativa que melhor expressa a problemática levantada pelo autor.
Alternativas
Q4270021 Não definido
No início deste ano, o secretário da cultura, Roberto Alvim, foi demitido, após uma polêmica envolvendo um discurso seu que foi exibido na mídia, onde o secretário parece ter copiado trechos de outro famoso discurso, mas a polêmica não foi, necessariamente, em razão do suposto plágio, e sim, por causa do conteúdo político e ideológico, que fazia referência direta:
Alternativas
Q4270020 Não definido
Qual era o contexto político brasileiro na época em que município de Santa Bárbara alcançou a sua emancipação?
Alternativas
Q4270019 Não definido
A decisão do príncipe Harry e Megan Markle de deixar a família real britânica, tem chamado atenção do mundo e da imprensa britânica, que ironicamente, tem apelidado o processo de “Megxit”. Este termo faz referência a qual acontecimento político e econômico que também tem sido discutido atualmente na Inglaterra?
Alternativas
Q4270018 Não definido
Ao pressionar CTRL + S no Microsoft Word 2007 o que ocorre: 
Alternativas
Q4270017 Não definido
Em relação ao recurso representado pelo ícone Imagem associada para resolução da questão do Microsoft Word 2010, responda qual é alternativa correta:
Alternativas
Q4270016 Não definido
No tocante ao que estabelece a Lei Orgânica acerca da saúde, somente é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q4270015 Não definido

De acordo com a Lei Orgânica, sempre que possível o Município promoverá



(I) serviços hospitalares e dispensários, cooperando prioritariamente com o Estado;


(II) combate a moléstia específicas contagiosas e infectocontagiosas;


(III) combate ao uso de tóxico;


(IV) serviço de assistência a maternidade e a infância.

Alternativas
Q4270014 Não definido
De acordo com a Lei orgânica Municipal o comando do SUS no âmbito do Município é exercido 
Alternativas
Q4270013 Não definido
Para fins da lei 8.080/1990, entende-se como Saúde do Trabalhador: 
Alternativas
Q4270012 Não definido
Considerando a Lei 8.080 que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4270011 Não definido
A leishmaniose é o nome dado a um conjunto de doenças infectocontagiosas, zoonóticas, que acometem homens e animais, cujo seu agente etiológico compreende ao grupo de:
Alternativas
Q4270010 Não definido
Considerando o disposto na Lei Federal 13.595/18, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4270009 Não definido
A esquistossomose é uma infecção causada por verme parasita da classe Trematoda. Ocorre em diversas partes do mundo de forma não controlada (endêmica). Nestes locais o número de pessoas com esta parasitose se mantém mais ou menos constante. Os parasitas desta classe são cinco, e variam como agente causador da infecção conforme a região do mundo. No nosso país a esquistossomose é causada pelo Schistossoma mansoni onde o principal hospedeiro e reservatório do parasita é:
Alternativas
Q4270008 Não definido
O perfil epidemiológico da população brasileira, no período anterior à promulgação do Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizava-se por elevada incidência e mortalidade por doenças transmissíveis (DT), inclusive com elevada carga das endemias rurais, à exemplo da:
Alternativas
Q4270007 Não definido
Em relação aos tipos de controle dos vetores da dengue, é correto afirmar:
Alternativas
Q4268521 Não definido
Em uma empresa de alimentos, a manutenção em máquinas do tipo A é feita a cada 10 dias, a manutenção em máquinas do tipo B é feita a cada 12 dias e a manutenção do tipo C de máquinas é feita a cada 18 dias. Se no dia 10 de outubro as máquinas receberam manutenção no mesmo dia, a próxima manutenção simultânea, ou seja, de todas as máquinas no mesmo dia, serão decorridos
Alternativas
Respostas
13501: D
13502: D
13503: A
13504: C
13505: A
13506: D
13507: B
13508: A
13509: B
13510: C
13511: D
13512: A
13513: A
13514: C
13515: C
13516: D
13517: D
13518: B
13519: D
13520: C