Questões de Concurso Para enfermeiro obstetra

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Q3418148 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Ao considerar a oração “o medo se instaurou” (1º§), nota-se que o vocábulo “se” confere à ação verbal um sentido: 
Alternativas
Q3418147 Português

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



    O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. 

    Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

    Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

    “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

    Desaprendendo a ter medo 

    Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

    Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

    A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado) 

Embora trate do resultado de um trabalho técnico, o texto busca estratégias de aproximação com o público leitor em geral. Uma dessas estratégias é:
Alternativas
Q3140420 Enfermagem
O puerpério é o período que sucede o parto e, do ponto de vista fisiológico, é caracterizado por uma série de processos involutivos e de recuperação do organismo materno. Sobre as alterações anatômicas e fisiológicas do sistema reprodutor feminino durante o puerpério, assinale a resposta correta.
Alternativas
Q3140419 Enfermagem
O aleitamento materno deve ser suspenso em situações que podem causar danos à saúde materna e/ou neonatal. É considerada contraindicação temporária para amamentação: 
Alternativas
Q3140418 Enfermagem
São considerados fatores de risco para gravidez ectópica, exceto: 
Alternativas
Q3140417 Enfermagem
São cuidados específicos durante o parto vaginal em gestantes vivendo com HIV/AIDS, exceto:
Alternativas
Q3140416 Enfermagem
De acordo com a Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal, publicada em 2022 são abordagens preconizadas com relação ao manejo da dor no trabalho de parto, exceto:
Alternativas
Q3140415 Enfermagem
Diversas modificações anatomofuncionais ocorrem no organismo materno durante a gestação em resposta à presença do feto e da placenta. Com relação às alterações anatomofuncionais do organismo materno durante a gestação, assinale a resposta incorreta: 
Alternativas
Q3140414 Enfermagem
Durante consulta de pré-natal, realizada pelo enfermeiro da UBSF, no dia 15/03/2024, a gestante deseja saber sobre a idade gestacional (IG) e sobre a data provável do parto (DPP). A mesma, o informa sobre a data da última menstruação (DUM), ocorrida dia 25/01/2024. Diante desta informação, assinale a resposta que indique a IG e DPP corretas:
Alternativas
Q3140413 Enfermagem
Analise as afirmações abaixo e assinale a que indicar sinais de probabilidade de gravidez.
Alternativas
Q3140412 Enfermagem
O acompanhamento da gestação na atenção primária à saúde (APS) deve seguir princípios básicos do cuidado ao pré-natal e ao puerpério. Enquanto enfermeiro obstetra, analise as afirmativas abaixo e assinale a que não compreende a estes princípios.
Alternativas
Q3140411 Enfermagem
O pré-natal é a assistência à saúde da gestante para a prevenção e/ou detecção precoce de agravos tanto maternos como fetais, permitindo um desenvolvimento saudável do bebê e reduzindo os riscos da gestante. Sobre o pré-natal, assinale a resposta incorreta.
Alternativas
Q3140410 Enfermagem
São atribuições do enfermeiro obstetra durante o 1º período do trabalho de parto, exceto: 
Alternativas
Q3140409 Legislação Federal
A Resolução do COFEN nº 516/2016, alterada pelas Resoluções COFEN nº 524/2016 e 672/2021, normatiza a atuação e a responsabilidade do Enfermeiro, Enfermeiro Obstetra e Obstetriz na assistência às gestantes, parturientes, puérperas e recém-nascidos nos Serviços de Obstetrícia. Segundo esta resolução, são atribuições do enfermeiro obstetra, exceto:
Alternativas
Q3140408 Enfermagem
As consultas pré-concepcionais podem ser a oportunidade para atualização da caderneta de vacinação da pessoa que deseja gestar e do parceiro(a). Enquanto enfermeiro obstetra, a respeito da imunização prévia à pessoa que deseja gestar e ao parceiro(a), você faria as seguintes recomendações, assinale V para as respostas Verdadeiras e F, para as Falsas.

(  ) As vacinas Tríplice Viral, Varicela, Febre Amarela e HPV são contraindicadas na gestação.
(  ) É recomendado adiar a gestação por um período de 30 dias, no caso de administração de vacina de vírus vivos atenuados.
(  ) Atualizar as vacinas conforme o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante.
(  ) A vacina Febre Amarela (VFA – atenuada) deverá ser administrada em dose única, caso não tenha recebido nenhuma dose até os 5 anos e terá reforço a cada 10 anos.

Assinale a resposta correta:
Alternativas
Q3140407 Direito Sanitário
No Brasil, as ações do planejamento familiar são definidas e amparadas pela Lei nº 9.263/1996, que foi atualizada pela Lei nº 14.443/2022. Essa lei dispõe sobre as práticas do planejamento familiar e permite a esterilização voluntária nas seguintes situações, exceto: 
Alternativas
Q3140406 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) foi elaborada pela Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde em 2004, a partir da necessidade deste Ministério de contar com diretrizes técnico-políticas para a atenção à saúde das mulheres no país. Com relação a PNAISM assinale a resposta correta:
Alternativas
Q3102648 Enfermagem
Em acompanhamento de primípara no puerpério imediato, a enfermeira avalia o processo de consecução do papel maternal segundo Mercer. Durante observação da amamentação, a puérpera demonstra insegurança no posicionamento do RN, verbaliza dúvidas sobre a pega correta e relata: "não sei se estou fazendo direito, minha mãe disse que o bebê está chorando porque meu leite é fraco". Considerando os microssistemas que influenciam a consecução do papel maternal, esta situação indica:
Alternativas
Q3102647 Enfermagem
Em sala de parto, RN a termo apresenta ao nascimento: frequência cardíaca de 92 bpm, respiração irregular com fraca amplitude, alguma flexão de extremidades, resposta discreta ao cateter nasal e acrocianose. Após 5 minutos, apresenta: frequência cardíaca de 136 bpm, choro forte, movimentação ativa, reação vigorosa à aspiração e corpo rosado com extremidades cianóticas. Os valores do Índice de Apgar no 1º e 5º minuto são, respectivamente:
Alternativas
Q3102646 Enfermagem
Durante consulta de planejamento reprodutivo, mulher de 35 anos, G2P2, solicita inserção de DIU hormonal (levonorgestrel 52mg). A ultrassonografia transvaginal evidencia útero em retroversão, com 84mm de comprimento. Na avaliação do colo uterino, observase que: 
Alternativas
Respostas
121: C
122: B
123: B
124: B
125: E
126: A
127: A
128: A
129: B
130: B
131: B
132: C
133: C
134: A
135: A
136: B
137: E
138: E
139: D
140: E