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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1233112 Português
“‘O micro RNA é o biomarcador do futuro. O primeiro foi descoberto há 20 anos e o seguinte demorou muito tempo para ser encontrado. Até 2005 não se estabeleceu a relação entre este biomarcador e determinadas doenças e até 2008 não sabíamos que podíamos encontrá-lo no sangue humano’, resumiu a médica.”
Os verbos em destaque no excerto acima encontram-se, respectivamente, no
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1225637 Odontologia
A notação dentária do primeiro molar superior direito decíduo é
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1223878 Odontologia
O controle mecânico da placa é feito por meio de técnicas que consideram as necessidades e as características de cada pessoa. Cabe à equipe de saúde bucal orientar a escolha dos produtos a serem usados, um dos quais é
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1223851 Odontologia
A doença periodontal é um episódio infeccioso e específico dos tecidos de suporte dos dentes. Um exemplo dessa doença é a periodontite.
O método de escovação indicado para prevenção da doença periodontal é
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1208863 Geografia
O Brasil possui três regiões geoeconômicas que têm por base as características históricoeconômicas do Brasil, ou seja, os aspectos da economia e da formação histórica e regional. 
São elas:
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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1206510 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com o Art. 15 da Lei Orgânica do Município de Vacaria, a Câmara Municipal reunir-se-á extraordinariamente, por convocação:
I. Do seu Presidente.
II. Do seu Vice-Prefeito.
III. Da Comissão Representativa.
Quais estão corretas?
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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1200983 Direito Administrativo
Segundo a Lei Complementar nº 8/2011, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
(   ) Cargo público é o criado em lei, em número certo, com denominação própria, remunerado pelos cofres municipais, ao qual corresponde a um conjunto de atribuições e responsabilidades cometida a servidor público.
(   ) A investidura em cargo público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração.
(   ) Somente poderão ser criados cargos de provimento em comissão para atender encargos de direção, chefia ou assessoramento, nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1196683 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes

O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.

Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.

Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.

Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.

Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]

No texto, o propósito comunicativo dominante é
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1195191 Português
Em “Em entrevista à Agência Efe, Soto sustenta entre suas mãos uma máquina...”, as expressões em destaque exercem as respectivas funções sintáticas de

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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1194373 Odontologia
Em relação à posição de trabalho, em odontologia, quando se trabalha no arco superior, a cabeça do paciente deve ficar inclinada para cima o suficiente para que o operador visualize as superfícies oclusais dos dentes. Considerando-se o sistema de quadrante de relógio, a opção correta em relação à posição ideal do cirurgião-dentista e à do auxiliar, respectivamente, é:
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1193408 Português
Em “Em entrevista à Agência Efe, Soto sustenta entre suas mãos uma máquina que tem o tamanho e a forma de um garrafão de água de cinco litros...”, o termo em destaque
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1182230 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes
O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.
Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
“Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais [...].”
A exemplo do que ocorre nesse trecho, o uso do acento grave (indicativo da crase) também está correto em:
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700292 Odontologia
Após a revelação, as radiografias periapicais devem ser montadas nas cartelas e armazenadas adequadamente. Para ter certeza que a película está montada na posição correta, o auxiliar deve observar que
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700291 Odontologia
Assinale a opção que indica o método auxiliar mais indicado para a limpeza dos espaços interproximais em pacientes sem diastemas.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700290 Odontologia
O cimento odontológico que requer uma técnica de espatulação na qual o cimento é dividido em 6 porções fracionadas (1/4, 1/4, 1/4, 1/8, 1/16 e 1/16) que são incorporadas gradualmente ao líquido devendo ser espatuladas com movimentos circulares em uma grande área da placa de vidro, é o
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700289 Odontologia
Assinale a opção que indica o método mais indicado para a esterilização dos instrumentais odontológicos.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700288 Odontologia
As posições ergonômicas ideais que o auxiliar deve adotar quando estiver realizando a instrumentação para um cirurgião dentista destro, que trabalha sentado, são
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700287 Odontologia
As roupas utilizadas pelo auxiliar de saúde bucal e pelo cirurgião dentista devem apresentar características específicas para permitir a adequada proteção durante sua atividade. Com relação às roupas de proteção, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. ( ) O jaleco deve ser de gola alta e possuir mangas longas que possam ser recobertas pela luva. ( ) No caso de procedimentos de alto risco, as roupas de proteção devem ser longas o bastante para proteger, pelo menos até a altura dos joelhos, se o auxiliar de saúde bucal estiver sentado. ( ) As roupas de proteção devem ser lavadas idealmente pelo ASB, em sua residência, juntamente com suas demais roupas de uso profissional. As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700286 Odontologia
A área onde deve estar situado tudo que se transfere à boca do paciente, tal como a bandeja com os instrumentos, permitindo que eles sejam alcançados apenas com o movimento do antebraço, é chamada de
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Auxiliar de Saúde Bucal |
Q700285 Odontologia
Com relação às atribuições dos Auxiliares de Saúde Bucal, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a afirmativa falsa. ( ) É vedado ao auxiliar de saúde bucal exercer sua atividade de forma autônoma. ( ) É vedado ao auxiliar de saúde bucal realizar, em equipe, levantamento de necessidades de saúde bucal. ( ) É de competência do auxiliar de saúde bucal adotar medidas de biossegurança visando ao controle de infecção. As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Respostas
8181: A
8182: B
8183: D
8184: A
8185: A
8186: C
8187: A
8188: D
8189: B
8190: A
8191: D
8192: D
8193: B
8194: C
8195: A
8196: C
8197: A
8198: B
8199: D
8200: A