Questões de Concurso Para médico pediatra

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Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1199567 Enfermagem
É considerado pela Organização Mundial da Saúde o mais importante determinante isolado das chances de sobrevivência da criança.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1199565 Medicina
Sobre o Exantema Súbito assinale a incorreta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1199456 Medicina
Sobre a coqueluche é incorreto afirmar:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1198960 Enfermagem
Inclusão social de pessoas com transtornos mentais: a construção de redes sociais na vida cotidiana
O suporte oferecido pelas redes sociais é um aspecto fundamental para a inclusão social de pessoas com transtornos mentais. Em um contexto onde elas frequentemente encontram dificuldades para participar do mercado de trabalho, outros caminhos que promovam a inclusão social são ainda mais valorizados.
As redes sociais são de extrema importância para todos, elas proporcionam a organização da identidade por meio do olhar e das ações de outras pessoas. A rede de relações que oferece suporte a uma pessoa na sociedade não se restringe à família, mas inclui todos os vínculos interpessoais significativos do sujeito: as relações de trabalho, de amizade, de estudo e da comunidade.
O indivíduo não faz parte de apenas uma comunidade, mas de múltiplas; sua identidade se expressa neste conjunto de pertencimentos. É a partir das comunidades ás quais pertence que o indivíduo reconhece a si mesmo, toma conhecimento de seus interesses e canaliza seus afetos.
Apesar da importância das redes sociais na vida cotidiana das pessoas, nem sempre aquelas com transtornos mentais têm acesso a novos contatos, ou não conseguem manter e formar as redes, devido ao contexto social em que imperam a discriminação e o preconceito.
A forma como os usuários se relacionam com os outros reflete a maneira de a sociedade aceitar e incluir essa população, e tem efeitos em como as pessoas com transtornos mentais se percebem acolhidas e se sentem pertencentes à sociedade. Considerando a importância das redes sociais para a inclusão das pessoas com transtornos mentais, esta é uma questão que deve ser tratada pelos profissionais e pelos serviços de saúde mental.
A inclusão social significa, na prática, que a sociedade precisa acolher e incluir as pessoas com transtornos mentais. Esta não é uma tarefa apenas para os familiares e serviços de saúde mental; a comunidade como um todo precisa ter uma atitude de inclusão ativa. Isto significa que é preciso transformar a maneira de ver as pessoas com transtornos mentais como os “outros”.
SALLES, Mariana Moraes; BARROS, Sônia. In: Revista Ciência & Saúde Coletiva, vol.18, no 7, Rio de Janeiro, jul. 2013, com adaptações.
No último parágrafo do texto, o autor conclui sua tese afirmando que “[...] é preciso transformar a maneira de ver as pessoas com transtornos mentais como os ‘outros’” (linhas 37 e 38). A respeito desse período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1197591 Matemática
Se as raízes da equação 6x² - 7x + 2 = 0 são a b, então, quando calculamos o valor de 6×(a + b) - 3×(a × b) , obtemos um valor
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Rio Maria - PA
Q1196631 Biologia
Com base no que estabelece a Política Nacional de Meio Ambiente, analise as afirmativas abaixo.
I – Licenciamento ambiental; 
II – Penalidades disciplinares ou compensatórias; 
III – Educação ambiental em todos os níveis de ensino.
Assinale a alternativa que reúne instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Guaratuba - PR
Q1196348 Medicina
A determinação da pressão arterial sistólica pela ausculta do primeiro som durante a deflação do manguito corresponde a qual fase de Korotkoff?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFRN
Q1188692 Medicina
Um telejornal apresentou a seguinte notícia: “Médicos discutem novo limite para pressão de pacientes hipertensos. Estudo de Comitê Internacional dos EUA aponta 12 x 8 como pressão normal. Passam a ser toleráveis níveis de 14 x 9 para hipertensos e 15 x 9 para hipertensos com mais de 60 anos de idade”.
Verifica-se que houve variações em relação aos valores anteriores: uma variação de 8 para 9 no limite inferior admissível; duas variações no limite superior admissível (12 para 14 e 12 para 15), e outras duas no intervalo exigido entre o limite inferior e o superior (4 para 5 e 4 para 6). De acordo com essa notícia, e usando a terminologia dela, a maior variação percentual, em relação aos valores tradicionais vigentes, verificou-se no
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1186766 Medicina
No que se refere às queimaduras, existem crescentes progressos obtidos ultimamente no tratamento dos grandes queimados, mas ainda são consideráveis as taxas de mortalidade e morbidade. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1186449 Fisioterapia
Considere a Lei Municipal n° 2.410, de 30.11.2001, e suas alterações posteriores, que representa o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Tapejara.
Com base no artigo 109 do referido Regime, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as assertivas abaixo, relacionadas às ausências ao serviço que são consideradas de efetivo exercício, sem qualquer prejuízo ao servidor público.
(  ) Até cinco dias consecutivos, por motivo de casamento. (  ) Até dois dias consecutivos, em virtude de luto pelo falecimento de genro e de nora. (  ) Até sete dias úteis, em virtude de luto pelo falecimento de pais, madrasta ou padrasto. (  ) Até cinco dias consecutivos, em virtude de luto pelo falecimento de sogra ou sogro. (  ) Até cinco dias consecutivos, nos casos de adoção, para o pai adotante, a contar da data do evento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1185486 Arquitetura
Onde você mora?
Não tente achar um endereço no Japão. Os endereços por lá são quase tão indecifráveis quanto os ideogramas. Os bairros são subdivididos em pequenas regiões numeradas. Dentro de uma região, cada quarteirão tem um número, mas também dentro de cada quarteirão, cada casa ou edifício tem o seu número. Por exemplo: o endereço Shibuya 10-3-20 significa que o que você procura está na vigésima casa da terceira quadra da décima microrregião do distrito de Shibuya. Detalhe: nenhum desses números está visível nos nossos algarismos.
Pense duas vezes antes de reclamar. Talvez o fato de os japoneses adorarem viajar em grupo se deva a uma total incapacidade de entender o sistema ocidental de endereçamento. Como assim, Faria Lima com Rebouças? Qual é a lógica de essas duas avenidas fazerem esquina?
Na Inglaterra, um mesmo nome pode ser atribuído a uma street¹, a uma road² e a uma lane³, todas pertinho umas das outras – mas, até você descobrir qual é qual, lá se vão 15 minutos debaixo de chuva. O sistema perfeito seria o americano, com ruas e avenidas dispostas em grades numeradas em sequência perfeita e organizadas por ponto cardeal. O problema é que nós, brasileiros, temos problemas com norte, sul, leste e oeste. Nossos pontos cardeais são seis: à esquerda, à direita, na frente, atrás, em cima e embaixo. Quer uma prova? Nossa cidade com o sistema de endereçamento mais perfeito, Brasília, tem o mapa mais errado do planeta: a Asa Sul aparece no oeste, e a Asa Norte, no leste. Ano passado passei uma semana em Palmas, que teoricamente seguiu o sistema de Brasília. Quanto mais eu me deslocava, menos entendia a lógica da coisa. Acredito que se orientar na cidade requer o mesmo tipo de talento necessário para decifrar um manual de TV a cabo.
Mas o troféu de cidade brasileira onde é mais difícil achar um endereço vai para a bela, próspera e animadíssima Goiânia. Suas ruas são numeradas, mas não obedecem a nenhuma grade ou lógica. No fim das contas nem é preciso: basta decorar que a rua 146 do Setor Marista passa a se chamar Dom Emanuel Gomes e tudo o que você precisava saber sobre a noite da cidade está resolvido.
FREIRE, Ricardo. Revista GOL. n.136, Jul.2013, p.140. Disponível em: <http://www.voegol.com.br/pt-br/servicos/entretenimento-a-bordo/paginas/default.aspx> Acesso em: 10 ago. 2013.
De acordo com o texto, infere-se que,
I. nos Estados Unidos, se adotam seis pontos cardeais para o endereçamento.
II. em Brasília, a Asa Sul deveria aparecer no sul e a Asa Norte, no norte.
III. em Palmas, o sistema de endereçamento obedece a mesma lógica que o de Goiânia.
IV. em Goiânia, uma mesma rua pode mudar de nome.
Estão CORRETAS as assertivas
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1184607 Medicina
Em quadros insidiosos de pneumonia em crianças na faixa etária de 5 a 15 anos, deve-se pensar em infecção por mycoplasma pneumoniae.      A droga indicada nesses casos é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1183842 Medicina
De acordo com a Portaria n° 373 de 27 de Fevereiro de 2002, DA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO,para se qualificarem aos requisitos da NOAS-SUS 01/02 os estados e o Distrito Federal deverão submeter à CIT os produtos, bem como os meios de verificação correspondentes, definidos no Anexo 6 desta norma, contendo no mínimo:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1183730 Turismo
Foz do Iguaçu, localizada no Estado do Paraná, sediou um evento em Maio de 2013 que reuniu atletas de diferentes partes do Mundo. A corrida, que integra a Liga de Ouro de corridas de rua do Brasil, ocorreu em um percurso esculpido pela natureza, as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza. Qual é o nome desse evento?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1181423 Português
Degraus da ilusão
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes. 
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A expressão que NÃO foi empregada em sentido figurado é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1181418 Português
Degraus da ilusão
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes. 
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A sequência verbal que NÃO constitui um exemplo de locução verbal é
Alternativas
Q1237822 Medicina
Em relação às doenças exantemáticas da infância, assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1235483 Medicina
Associe a Coluna 1 à Coluna 2, relacionando os termos às suas descrições.
Coluna 1 1. Custo de oportunidade ou custo social. 2. Economia da saúde. 3. Transição da saúde.
Coluna 2 (   ) Reflete a escassez ou a limitação dos recursos e está na essência de técnicas de avaliação econômica, como as análises de custo-benefício e custo efetividade. (   ) Ramo do conhecimento que tem por objetivo a otimização das ações de saúde. (   ) Associa-se, nos últimos anos, a uma marcada recessão econômica e pelo crescimento das desigualdades entre populações e classes sociais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1230853 Legislação de Trânsito
O acidente automobilístico é a 1a causa de morte por trauma em crianças. O transporte de crianças em automóveis deve ser feito de forma segura, evitando-se maior morbidade e mortalidade no trauma.
Crianças menores de 1 ano devem ser transportadas:
Alternativas
Q1230756 Medicina
Conforme o Datasus, os acidentes por submersão são a 3ª causa de morte em todas as idades.
Sobre essa forma de trauma, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
11981: D
11982: A
11983: C
11984: D
11985: B
11986: A
11987: A
11988: E
11989: A
11990: A
11991: C
11992: B
11993: B
11994: D
11995: C
11996: D
11997: B
11998: B
11999: C
12000: B