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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Fonte: http://www.viaseg.com.br/noticia/3965-saude_ocupacional.html –Texto adaptado especialmente para esta
prova.
I. “a seus funcionários” (l. 19) por à todos os seus trabalhadores. II. “são mais propensas à” (l. 22) por tendem à. III. “afasta do trabalho” (l. 29) por leva à faltar ao trabalho. IV. “em associação com a” (l. 33) por associado à.
Quais são possíveis e mantêm a correção gramatical do texto?
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( ) Na linha 03, pode-se trocar os dois-pontos após “alerta” por vírgula seguida de pois. ( ) Na linha 10, “já que” pode ser substituído por uma vez que ou por haja vista que. ( ) Na linha 15, o ponto após “desestimulante” pode ser substituído por dois-pontos e letra minúscula na palavra seguinte. ( ) Na linha 34, o “e” pode ser substituído por já.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

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Analise as seguintes assertivas sobre o texto:
I. É predominantemente informativo, ainda que se dirija ao leitor no primeiro parágrafo.
II. A fim de tornar mais consistente o tratamento dado ao assunto, apoia-se em comentários de um profissional.
III. Discorre sobre uma doença ocupacional que atinge especialmente os brasileiros, já que o País passa por uma crise financeira.
IV. Considera o trabalho – e especialmente algumas profissões – como um fator que pode gerar depressão.
Quais estão corretas?
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Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ. Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.) O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que
Fazer as contas e não assumir compromissos superiores à renda não é caretice, é uma necessidade
Os jovens estão se endividando. Segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, 67% dos inadimplentes têm menos de 35 anos e 24% têm entre 26 e 30 anos.
Mais do que um levantamento estatístico ou curiosidade, tais números expressam uma realidade preocupante: a falta de educação para o consumo. Sem isso, o jovem compra acima de suas possibilidades e talvez prossiga nesse desequilíbrio quando for mais velho.
Além disso, essas pessoas não estão se endividando para comprar bens tecnológicos como computadores ou aparelhos que aumentem o conforto e a segurança no lar. Nada disso. Torraram dinheiro com roupas e calçados. O terceiro item da lista também é uma advertência, por si só: empréstimo pessoal.
A agiotagem é um dos negócios que mais se desenvolvem nos municípios brasileiros, com a oferta de dinheiro fácil, a juros extorsivos, para ávidos consumidores, principalmente das classes C e D.
Dever desde os primeiros anos com carteira de trabalho assinada é uma péssima tendência para o futuro. Hábitos de poupança não são estimulados nem valorizados aqui.
É evidente que todos querem consumir. Não há crime algum nisso, até porque, sem compras, não há produção nem empregos.A economia fica estagnada e o país caminha para trás. Certamente não defendo tal comportamento.
Mas o consumismo desenfreado é péssimo para as pessoas e para o ambiente e indica um descontrole que pode, sem trocadilho, custar muito caro.
Há situações que precipitam a inclusão do consumidor em listas de devedores. Desemprego e despesas inesperadas, provocadas por doenças, são totalmente compreensíveis. Planejar as compras, contudo, poderia evitar a maioria dos casos de inadimplência.
Prestações que “caibam no bolso”, sem verificação do quanto se paga a mais por essa aparente facilidade; crédito rotativo dos cartões; e empréstimos em geral, inclusive os consignados, são alguns dos caminhos mais rápidos para estourar os orçamentos pessoais e familiares.
Falta, também, uma lei que proíba a concessão de crédito sem exigência de garantias. Porque não há milagre em finanças. Se uma empresa não exige comprovação de renda e bens que garantam o empréstimo, só há uma explicação plausível: ela compensa o risco de calote cobrando juros de agiota.
Agiotagem é crime e não deveria ser permitida.
Antes de chegar à faixa etária que tem mais devedores na pesquisa da ACSp, jovens frequentam escolas e universidades. São orientados sobre os riscos do consumo de drogas, do tabagismo e do alcoolismo e para a importância de preservar o ambiente. Muitas vezes, têm aulas sobre cidadania, política e grandes desafios mundiais, como a escassez de água e as guerras religiosas. Por que não recebem mais subsídios sobre consumo consciente, não somente com foco ambiental, mas também em relação à proteção de seus bolsos e à aplicação do Código de Defesa do Consumidor?
Também nessa área é tolice imaginar que as autoridades resolvam tudo. Não solucionam nem problemas gravíssimos como filas nos corredores dos hospitais públicos e transporte coletivo superlotado...
Os pais deveriam ajudar nesse processo educativo, mas, convenhamos, nem os adultos escapam do excesso de compras. Então, não é uma surpresa saber que os mais novos não conseguem pagar suas contas em dia.
Perder o crédito é um desastre para qualquer pessoa. Fecha as portas para a aquisição até de produtos fundamentais, totalmente necessários, como alimentos e medicamentos. Carimba os consumidores como devedores e isso tem repercussões em todos os segmentos da vida, inclusive o profissional.
Isso não pode, então, ser visto como mais uma tendência ou consequência da inclusão social. O papel aceita tudo. Fazer as contas e não assumir compromissos superiores à renda não é caretice. É uma das condições para um futuro melhor, sem sobressaltos, sem cobradores e sem insônia. Não desejamos novas gerações repletas de devedores.
Maria Inês Dolci. Folha de S.Paulo. São Paulo, 17 out. 2011. Folhainvest. © Folhapress.
Das afirmações seguintes:
I. No sétimo parágrafo, a autora introduz uma ideia oposta ao que ela disse sobre o consumo no parágrafo anterior.
II. De acordo com o texto, o consumo em excesso pode prejudicar as pessoas, mas eventualmente auxiliam o ambiente.
III. Os elementos coesivos “MAIS DO QUE” (2º parágrafo) e “ALÉM DISSO” (3º parágrafo) expressam uma mesma ideia, ou seja, de inclusão.
I. A anemia ferropriva é a causa mais comum de anemia microcítica e é caracterizada pela diminuição do volume corpuscular médio (VCM) e, frequentemente, é acompanhada pela diminuição da hemoglobina corpuscular média (HCM) e pela concentração da hemoglobina corpuscular média (CHCM).
II. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria quanto à suplementação de ferro para recém-nascido a termo, de peso adequado para idade gestacional em aleitamento materno é de 1 mg/kg peso/dia (miligrama por quilograma de peso corporal por dia) a partir do sexto mês ou a partir da introdução de outros alimentos até o 24º mês de vida.
III. São fatores dietéticos inibidores da absorção do ferro os polifenóis, fitatos, cálcio, caseína e proteínas de legumes.
IV. A ferritina sérica reflete o estoque de ferro no organismo e pode elevar-se falsamente na vigência de processo infeccioso.
Estão corretas as afirmativas: