Questões de Concurso Para médico pediatra

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Q4048901 Medicina
Sobre as condutas na terapêutica da rinite, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Pode ser necessário o uso de corticoide sistêmico em casos de obstrução nasal intensa associada à dor facial.
( ) A vacinação da gripe anual antes do início do outono e inverno é recomendada.
( ) O tratamento da rinossinusite viral deve priorizar o corticoide oral.
( ) Um ambiente familiar harmonioso, uma casa saudável e os cuidados ambientais são importantes para todos os pacientes com rinite crônica, inclusive crianças alérgicas.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q4048900 Medicina
Criança, 10 anos, sexo masculino, com eritema vesicular na zona supraciliar esquerda e posterior extensão às regiões frontal, periorbitária e nasal esquerda com evolução de cinco dias. Vacinação em dia. Nega queixas pregressas. Nunca esteve internado. Encontra-se apirético com erupção vesicular de base eritematosa, no quadrante superior esquerdo da face (região frontal, periorbitária e nariz, hiperemia conjuntival com sinal de Hutchinson). Considerando a situação hipotética, qual a suspeita diagnóstica e seu respectivo tratamento?
Alternativas
Q4048899 Medicina
Sobre a icterícia do leite materno, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4048898 Medicina
Qual o principal agente etiológico da bacteremia oculta em crianças de 3 meses a 3 anos com febre sem sinais de localização?
Alternativas
Q4048897 Medicina
Criança, 5 anos, sexo masculino, com história de ferimento no pé há 20 dias que evoluiu com edema local e febre. Há 15 dias apresentou urina escura (cor de coca-cola) acompanhada de diminuição do volume urinário e edema de membros inferiores (MMII), face e abdômen. Foi internado em um hospital secundário onde fez uso de furosemida, melhorando do edema. Pela descrição, há forte suspeita de glomerulonefrite difusa aguda. Além de edema, fazem parte da tríade clássica da GNDA:
Alternativas
Q4048896 Medicina
Na unidade intermediária há um bebê com 60 dias de vida, nascido, prematuramente, com 26 semanas de idade gestacional, por motivo de DHEG descontrolada, de parto cesáreo. Permaneceu na UTI Neonatal até 45 dias de idade cronológica. Hoje pesou 1,95 Kg; está em ar ambiente, sugando seio materno e complemento, exame físico sem anormalidades. Para a alta hospitalar desse bebê são necessários alguns critérios. NÃO corresponde a um critério de alta: 
Alternativas
Q4048895 Medicina
Criança, 1 ano e 3 meses, previamente hígida, apresenta diarreia aguda persistente, com queixa de dermatite perianal e flatulência excessiva. No início do quadro, apresentou febre e diarreia mais frequente. Assinale, a seguir, a hipótese diagnóstica mais provável. 
Alternativas
Q4048894 Medicina
Em relação à síndrome do bebê sacudido, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4048893 Medicina
Em relação ao acompanhamento do crescimento/desenvolvimento da criança, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4048892 Medicina
Menino, 7 anos, peso 21 kg, foi levado ao hospital para atendimento de urgência por otalgia à direita com persistência após uso de analgésico no domicílio. Apresenta febre há 3 dias de até 39,2 °C e história anterior de otite média aguda há 3 semanas, tendo feito uso de amoxicilina para tratamento, suspensão oral de 400 mg/5 ml na dose de 7 ml de 12/12 h por 10 dias. Para tratamento do quadro atual de OMA, é recomendado empregar, preferencialmente, os seguintes antimicrobianos, EXCETO:
Alternativas
Q4048891 Radiologia
Considerando os exames de imagem para o diagnóstico de pneumonias, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4048890 Medicina
Com uma hora de vida, a glicemia capilar de um RN a termo, GIG, filho de diabética, é de 20 mg/dL. A mãe não conseguiu amamentar ainda, pois acabou de chegar no quarto. O bebê está ativo, chorando. Assinale a melhor conduta neste momento.
Alternativas
Q4048889 Medicina
RN nascido de parto vaginal, a termo, mãe GIPIA0, 23 anos, realizou pré-natal, apresentou VDRL 1:64 do primeiro trimestre, recebeu tratamento; na admissão, seu VDRL era de 1:2. O RN nasceu ativo, chorando, bom tônus, Apgar 9/9, PN 3.200g, comp 49 cm, PC 34 cm. Ao exame físico, sem anormalidades. VDRL do RN 1:2. Neste caso, qual a conduta a ser tomada em relação ao bebê?
Alternativas
Q4048843 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS) conta em cada esfera de governo com a Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde, ambas as instâncias colegiadas. Sobre tais instâncias colegiadas, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q4048842 Saúde Pública
O acesso universal, igualitário e ordenado às ações e serviços de saúde se inicia pelas portas de entrada do SUS e se completa na rede regionalizada e hierarquizada, de acordo com a complexidade do serviço.
(Art. 8º. Decreto nº 7.508/2011.)
Sobre as portas de entrada do SUS, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4048841 Saúde Pública
Garantir o acesso resolutivo da população, em tempo oportuno e com qualidade, a ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde, organizados em redes de atenção à saúde, assegurando-se um padrão de integralidade é um dos objetivos para organização das Regiões de Saúde. Sobre as Regiões de Saúde, analise as afirmativas a seguir.
I. São instituídas pela Comissão de Intergestores Tripartite – CIT.
II. São referência para as transferências de recursos entre os entes federativos.
III. Para ser instituída deve contar, dentre outros, com serviço de vigilância em saúde.
IV. Podem ter abrangência interestadual e podem ser formadas por municípios não limítrofes.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4048840 Saúde Pública
A Atenção Básica é o conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, realizada com equipe multiprofissional e dirigida à população em território definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária.
(Art. 2º. Portaria nº 2.436/2017.)
Para responder de forma equitativa e eficiente às necessidades de saúde dos cidadãos, os governos têm as suas responsabilidades e obrigações. As afirmativas descrevem corretamente a responsabilidade dos entes federados indicados, EXCETO:
Alternativas
Q4048839 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica tem como estratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica: 
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Q4048838 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
“[...] quando vê idosos [...]” “Gosto da elegância, [...]”
Os trechos destacados anteriormente apresentam, quanto à regência verbal:
Alternativas
Q4048837 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
De acordo com as regras de concordância verbal que imprimem adequação à norma padrão da língua, pode-se observar que em “Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).” (4º§)
Alternativas
Respostas
7121: C
7122: A
7123: C
7124: D
7125: D
7126: B
7127: D
7128: C
7129: B
7130: C
7131: C
7132: B
7133: A
7134: D
7135: B
7136: B
7137: A
7138: D
7139: C
7140: B