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Q3029447 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Considerando as alternativa a seguir, assinale aquela que contenha as formas verbais que estejam no futuro do pretérito, preenchendo corretamente as lacunas;        · Se ela trouxesse as chaves, nós ___________ entrar no salão. (poder)    · Se eles deixassem, vocês __________ as cartas. (escrever)    · Eu ___________ o convite, se pudesse. (aceitar)    · Se nós disséssemos isso, certamente eles se ___________. (ofender) 
Alternativas
Q3029446 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Qual das alternativas abaixo apresenta um exemplo de discurso direto? 
Alternativas
Q3029445 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Assinale a alternativa que contenha as formas verbais sublinhadas na anedota: 
Alternativas
Q3029444 Português
Analise as palavras paixão, gargalhadas, depósito, trêmulo, e assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, a classificação dessas palavras quanto a posição das sílabas tônicas: 
Alternativas
Q3029443 Português
Na oração “Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse” podemos identificar um (a): 
Alternativas
Q3029442 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
No período composto “Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas” encontramos quatros orações coordenadas. As referidas orações podem ser classificadas, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3029441 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
É possível observar que os dois textos abordam o mesmo tema , mesmo sendo bastante diferentes, o que ocorre devido ao fato de pertencerem a gêneros distintos, cuja finalidade varia de acordo com o público para o qual se destina. Qual seria, então, a finalidade, respectivamente, dos textos I e II?
Alternativas
Q3029440 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
Tomando por base os fragmentos destacados no texto, assinale a alternativa que evidencie como o homem encarava a característica da mulher de não sentir medo: 
Alternativas
Q3029439 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
O texto II apresenta alguns componentes pertencentes aos gêneros narrativos, como fatos, personagens, tempo, espaço e narrador, além de certa preocupação quanto ao modo como os fatos são narrados. Partindo desta perspectiva, o que a narrativa revela , ao longo da história, acerca das características psicológicas do marido? 
Alternativas
Q3029438 Português
Leia os textos e responda a questão.


TEXTO I

Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)


TEXTO II

A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR

       Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
       Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
       Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
       Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado. Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
       Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
       Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor.
       Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
       Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
       Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora. 
Depois de concluída a leitura podemos afirmar que os textos I e II pertencem, respectivamente, aos gêneros: 
Alternativas
Q3014157 Medicina
O conhecimento da clínica e da fisiopatologia da desnutrição proteico-energética é fundamental para a redução da mortalidade e o êxito da terapia nutricional. A desnutrição grave deve ser diferenciada em duas formas clínicas de apresentação com parâmetros bem descritos. Sendo assim, no que se refere à forma de desnutrição grave caracterizada, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Marasmo. (2) Kwashiorkor.

( ) O abdome pode ser globoso e raramente com hepatomegalia.
( ) Hepatomegalia (esteatose).
( ) Acometimento de cabelos (textura, coloração, facilidade de soltar do couro cabeludo).
( ) Irritabilidade. 
Alternativas
Q3014156 Psicologia
Considerando-se a questão etiológica, há grandes dificuldades relativas ao estabelecimento de um modelo causal do autismo, uma vez que, mesmo com acurada pesquisa diagnóstica, a inespecificidade dos dados obtidos é marcante, embora a sua associação com fatores biológicos seja indiscutível. De acordo com os níveis de gravidade dos transtornos do espectro autístico, o nível 3 apresenta a seguinte característica: 
Alternativas
Q3014155 Enfermagem
Sobre o Herpes Simples (HSV), analisar os itens.

I. As infecções clínicas pelo HSV, no recém-nascido, são quase sempre sintomáticas; entretanto, o momento da apresentação dos sintomas é variável.
II. O aciclovir subcutâneo é o tratamento recomendado para a doença neonatal pelo HSV.
III. Todos os recém-nascidos devem ser monitorados em relação a sinais de infecção. Os pais devem ser aconselhados a respeito dos sinais clínicos que devem acionar uma investigação.
IV. O recém-nascido pode ser infectado pela via transplacentária ou por meio da disseminação retrógrada pelas membranas com rupturas ou aparentemente intactas.



Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3014154 Medicina
Sobre as condições dermatológicas na infância, analisar os itens.

I. As dermatopatias que se apresentam com vesículas e pústulas representam desde condições transitórias e benignas até doenças que ameaçam a vida, como o herpes neonatal.
II. Candidíase neonatal é a infecção fúngica causada pela levedura Candida sp., e a principal espécie isolada de neonatos com essa infecção é a Candida tropicalis.
III. O eritema tóxico neonatal é uma dermatopatia transitória que dura poucos dias, enquanto os cistos de mília, normalmente, duram poucas semanas.
IV. A exposição intrauterina, ou no período neonatal, ao vírus varicela zoster pode determinar no recém-nascido a síndrome da varicela fetal, a varicela neonatal ou o herpes zoster infantil.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3014153 Medicina
O método canguru, assim como o NIDCAP (The Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program), tem como premissa a participação dos pais no cuidado individualizado da criança, centrado no papel da família como “nutridores” naturais do seu filho. Sobre esse método na neonatologia, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3014152 Medicina
Em relação à icterícia neonatal, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3014151 Medicina
As vias autônomas de inervação simpática e parassimpática do coração se estabelecem precocemente no feto. Nesse sentido, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A influência simpática aumenta progressivamente com o evoluir da gestação, provocando uma gradual diminuição dos níveis da frequência cardio-fetal (FCF).
( ) Os quimiorreceptores e barorreceptores estão presentes na vida fetal e são mediados pelo sistema nervoso autônomo.
( ) No feto, a FCF pode sofrer influências da homeostase materna, da concentração de O2 e dos movimentos respiratórios fetais (MR), que provocam aumento da pressão intratorácica, diminuição do retorno venoso e diminuindo da FCF. 
Alternativas
Q3014150 Medicina
Considerando-se a insuficiência respiratória aguda (IRespA), avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As principais causas de IRespA tipo 1 incluem asma, DPOC, medicações depressoras do SNC e doenças neuromusculares.
( ) Edema agudo de pulmão, infecções, embolia pulmonar e atelectasia são causas frequentes de IRespA tipo 2.
( ) CPAP é recomendado para pacientes com DPOC exacerbada, enquanto BiPAP é recomendado para pacientes com edema agudo de pulmão.
( ) Hipercapnia de instalação rápida pode manifestar-se clinicamente com delirium, paranoia, rebaixamento do nível de consciência, confusão ou coma. 
Alternativas
Q3014149 Medicina
Sobre alterações gastrointestinais e dor torácica, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3014137 Saúde Pública
Acerca do subsistema de acompanhamento à mulher nos serviços de saúde, conforme previsto na Lei nº 8.080/1990 — Lei Orgânica da Saúde, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
3661: A
3662: D
3663: C
3664: B
3665: A
3666: A
3667: A
3668: B
3669: D
3670: C
3671: B
3672: D
3673: C
3674: C
3675: B
3676: A
3677: A
3678: D
3679: D
3680: C