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Q4214966 Matemática
Em um registro técnico, foram utilizados os seguintes valores numéricos para representar diferentes medições e cálculos: −3, 5/2 , √7 , 4 e 2+i. A classificação correta desses valores, na ordem apresentada, quanto aos conjuntos numéricos a que pertencem, é
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Q4214965 Matemática
No setor de atendimento, uma caixa de apoio contém 5 frascos de álcool em gel e 3 frascos de sabonete líquido, todos lacrados e com embalagens idênticas. Ao retirar um frasco ao acaso para uso imediato, a probabilidade de o frasco escolhido ser álcool em gel corresponde a: 
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Q4214964 Matemática
O controle de custos de uma atividade educativa pode ser modelado por uma função do 1º grau, composta por uma taxa fixa e um valor proporcional ao número de participantes. Considere que o custo total C (X), em reais, seja dado por C(x)=12x+180, em que x representa o número de participantes atendidos. O custo total quando são atendidos 15 participantes corresponde a: 
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Q4214963 Matemática
Em uma atividade coletiva, a utilização de 15 frascos de solução é suficiente para atender 25 pessoas, seguindo o mesmo padrão de uso para todos. Mantida essa proporção, a quantidade de frascos necessária para atender 40 pessoas corresponde a:
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Q4214962 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a estrutura fonética da palavra “comportamento”, quanto ao número de fonemas e de dígrafos, pode-se afirmar que há, respectivamente:
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Q4214961 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
 A forma verbal presente no segmento “Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo”, identifica-se o tempo e o modo verbal empregados, podendo-se afirmar que se trata de:
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Q4214960 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a palavra “prática”, empregada no texto, identifica-se que o acento gráfico ocorre em razão de se tratar de palavra:
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Q4214959 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando o emprego das palavras sublinhadas no segmento “o aumento da atividade física leva a essa melhoria”, quanto às respectivas classes gramaticais, pode-se afirmar que “aumento” é classificado como ________, e “essa” é classificada como ________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q4214958 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Ainda considerando a organização sintática da oração “Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse”, pode-se afirmar que as vírgulas são empregadas para:
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Q4214957 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a estrutura sintática da oração “Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse”, o tipo de sujeito presente é classificado como:
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Q4214956 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando as informações apresentadas no texto sobre a intervenção e seus desdobramentos científicos, analise as assertivas:
I. O estudo foi conduzido por pesquisadores vinculados ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. II. O artigo que descreve a intervenção foi divulgado em periódico científico da área de alergia e imunologia clínica. III. O reconhecimento internacional ocorreu em decorrência da publicação prévia do estudo em congresso científico europeu.
Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4214955 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando as informações apresentadas sobre a amostra e os resultados do estudo, identifica-se que a pesquisa incluiu:
Alternativas
Q4214954 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando os procedimentos adotados pelos pesquisadores durante a realização da intervenção, verifica-se que os participantes receberam:
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Q4214953 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
 Considerando a descrição da intervenção realizada com pessoas com asma moderada e grave, identifica-se, segundo o texto, que a meta diária estabelecida no programa correspondia a:
Alternativas
Q4212321 Inglês

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

Read the excerpt below:


"Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or 'proto-Japanese' relate to the Ainu [...]?"


According to the excerpt and the organization of the first paragraph, it is CORRECT to state that the text: 

Alternativas
Q4212320 Pedagogia

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

A teacher designs a unit based on the text "Japan in the Ancient World." In the first class, students identify the main topic and key vocabulary. In the second class, they analyze chronological markers, connectors and cautious language. In the third class, they compare Paleolithic and Jomon Japan. In the final class, they produce a short illustrated explanatory text for a classroom exhibition. The organization of the unit shows:
Alternativas
Q4212319 Pedagogia

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

Although the text focuses on ancient Japan, it is written in English and discusses migration, cultural groups, archaeological interpretation, environmental change and historical identity. In an English class, the teacher uses it to discuss how English circulates knowledge about societies that are not necessarily English-speaking. This use of the text is consistent with English as a Lingua Franca because it:
Alternativas
Q4212318 Inglês

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

Regarding pronunciation and stress patterns in words related to the text "Japan in the Ancient World," judge the statements below.


I. In "archaeological," the spelling "ch" represents the sound /k/.

II. In "ceramic," the primary stress falls on the second syllable.

III. In "probably," the primary stress falls on the second syllable.


Which proposition(s) is/are CORRECT?

Alternativas
Q4212317 Inglês

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

Read the excerpt below:


"Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period."


According to the text, the function of this sentence is to:

Alternativas
Q4212316 Inglês

Japan in the Ancient World 


Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 


Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)


The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.


Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)


Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.


Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)


About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.


However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.


https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

In the text, expressions such as "probably," "most likely," "it appears that," and "suggesting" contribute to the construction of meaning by: 
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: B
1403: C
1404: D
1405: D
1406: B
1407: E
1408: A
1409: D
1410: B
1411: C
1412: C
1413: A
1414: D
1415: B
1416: C
1417: C
1418: B
1419: A
1420: D