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Q3829464 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

"E se for, faz parte também.". Analisa corretamente a intenção do autor:  
Alternativas
Q3829461 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

"Você também erra, também se atrasa, (...) também tem vontade de mandar tudo praquele lugar". Falhou a análise do excerto em: 
Alternativas
Q3829460 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

Entre as características da pessoa que recebe a mensagem não consta: 
Alternativas
Q3829459 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

O pronome está substituindo de maneira inadequada o objeto em: 
Alternativas
Q3829458 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

O uso das aspas em: "irrecusável" deu-se para indicar:
Alternativas
Q3829457 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

Há presença de locução prepositiva na estrutura em:
Alternativas
Q3829456 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

Sobre o uso de frases interrogativas, no texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q3829455 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

A substituição do termo destacado não foi adequada em: 
Alternativas
Q3829453 Português
"Promulgar uma emenda constitucional é aperfeiçoar a Constituição, torná-la mais clara, funcional e próxima da vida real das pessoas."
Fonte: Agência Senado

Segundo a norma-padrão, a colocação pronominal, como o emprego do 'la' na forma 'torná-la', obedece a critérios específicos.
Com base nas regras de uso dos pronomes e em suas respectivas justificativas, julgue as afirmativas a seguir.
I.Quando o verbo está no futuro do presente ou no futuro do pretérito, dá-se tão somente a próclise ou a mesóclise do pronome: "Eu me calarei" e "Calar-me-ia se não houvesse necessidade de esclarecer os fatos".
II.Com os infinitivos, mesmo quando modificado por negação, é lícita a próclise ou a ênclise, embora haja acentuada tendência para esta última colocação pronominal. "Senti um súbito desejo de a tomar nos braços" e "Para não assustá-los, falou em tom baixo".
III.Em locuções verbais, se não houver justificativa para a próclise, o pronome pode ser colocado depois do verbo auxiliar ou enclítico ao auxiliar. Assim, estão adequadas à norma-padrão as construções: "Devo-lhe mandar o carro para revisão hoje" e "Eu quero lhe apresentar uma proposta".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829452 Pedagogia
A urgência de estabelecer Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica decorre da necessidade de atualizar as políticas educacionais, de modo a assegurar o direito de todo brasileiro à formação humana e cidadã, bem como à formação profissional, vivenciadas em um ambiente educativo de convivência e aprendizagem.
Diante desse contexto, a definição das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica visa:

I.Sistematizar os princípios e diretrizes gerais da Educação Básica contidos na Constituição, na LDB e demais dispositivos legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.
II.Estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, execução e avaliação do projeto político-pedagógico da escola de Educação Básica.
III.Orientar os cursos de formação inicial e continuada de profissionais − docentes, técnicos, funcionários -da Educação Básica, os sistemas educativos dos diferentes entes federados e as escolas que os integram, indistintamente da rede a que pertençam.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829451 Português
A relevância e a produtividade pragmática da língua oral no mundo contemporâneo pode ser facilmente percebida nas mídias, nas demandas postas por uma vasta gama de profissões, no uso político da fala e até mesmo nos jogos, brincadeiras e interações cotidianas (piadas, jogos de palavras, chistes), nas quais os desejos de jovens e de adultos tecem e entretecem suas subjetividades e, por meio delas, fortalecem ou enfraquecem suas possibilidades de participação social. Sua importância é tão evidente que constitui um desafio enumerar ou mesmo classificar a infinidade de gêneros dos quais o trabalho, as diversões e as artes contemporâneas lançam mão.
(https://www.scielo.br/j/ep/a/YcPJBXDcwDDhb9hQDJdL6 CN/?lang=pt)

Diante desse contexto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, ou F, para as falsas.
(__)As interações orais espontâneas, por si só, não são suficientes para atender às exigências dos diversos usos sociais da oralidade
(__) A oralidade artística deve ser dissociada da tradição oral, a fim de privilegiar apenas as manifestações contemporâneas.
(__)Para o ensino da oralidade é importante separar a cultura popular da cultura erudita, uma vez que apenas a cultura erudita é adequada ao contexto escolar.
(__)As práticas pedagógicas de escuta e de produção oral devem possibilitar ao aluno o contato e a assimilação de diferentes gêneros orais, ampliando sua competência para atuar em diversas situações sociais de uso da língua.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo,         
Alternativas
Q3829450 Português
"Valorizar o magistério é investir no futuro do país. Esta emenda amplia direitos, corrige uma distorção jurídica e fortalece a educação brasileira ."
(Fonte: Agência Senado)
Considerando as regras de acentuação referentes aos vocábulos presentes no trecho, bem como a outros vocábulos fora desse contexto, analise as proposições a seguir.

I.O vocábulo 'país' recebe acento gráfico pela regra que determina a acentuação das vogais 'i' e 'u' quando são tônicas em hiato, desde que não formem sílaba com 'r', 'l', 'm', 'n' ou 'z' nem estejam seguidas de 'nh', como ocorre também nos vocábulos 'raízes' e 'feiíssimo'.
II.O vocábulo 'magistério' é uma palavra proparoxítona, acentuada corretamente.
III.O vocábulo 'jurídica' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona. Pela mesma razão, os vocábulos 'cátedra' e 'tépido', também recebem acento, estando, corretamente acentuados .
IV.Não levam acento gráfico as palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tônica aberta ou fechada, são homógrafas de artigos, contrações, preposições e conjunções átonas. Assim, não se acentuam 'pelo' (é) flexão de 'pelar' e 'pelo'(ê) substantivo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829449 Português
A língua transforma-se ao longo dos diferentes momentos históricos e, sob essa perspectiva, compreende-se como um sistema de signos de natureza histórica e social, por meio do qual o ser humano constrói sentidos e interpreta o mundo e a realidade. Nesse contexto, o ensino da aprendizagem pode ser concebido a partir da articulação de três variáveis fundamentais: a língua, o ensino e o aluno.
Com base nisso, complete as lacunas a seguir:

____ é o sujeito da ação, isto é, aquele que atua sobre o conhecimento. ____ constitui o objeto do conhecimento, compreendida como a Língua Portuguesa tal como é falada e escrita fora do contexto escolar. Por fim,____ corresponde à prática educacional responsável por organizar a mediação entre o sujeito e o objeto do conhecimento.

A sequência que preenche corretamente as lacunas acima         
Alternativas
Q3829448 Português
Vícios de linguagem configuram desvios em relação à norma-padrão que o falante comete de forma não intencional. Tais desvios decorrem, em geral, da falta de conhecimento linguístico ou de atenção e podem comprometer a clareza e a eficácia da comunicação. Podem estar relacionados ao significado ou ao aspecto sonoro das palavras, bem como à organização estrutural do enunciado. Com base nisso, analise o enunciado seguir:
"Sua amiga, se você a vir agora, não a reconhecerá mais."

O vício de linguagem observado é denominado:        
Alternativas
Q3829447 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/consciencia-negra-ent enda-papel-escola-luta-antirracista/33431.html
"Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos."

Os verbos 'romper' e 'combater' encontram-se empregados em conformidade com a regência exigida por sua transitividade no contexto apresentado. Analise, a seguir, as afirmativas conforme a regência verbal e identifique a alternativa que se mostra INCORRETA
Alternativas
Q3829446 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


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"A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira."

O hífen em palavras compostas, como no vocábulo "afro-brasileira", corresponde a uma das mudanças promovidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando as alterações ortográficas, assinale a alternativa FALSA:
Alternativas
Q3829445 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


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"Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema."
A oração iniciada pelo 'que' é classificada como:
Alternativas
Q3829444 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


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"Segundo o MEC, cerca de 33% das docências da educação básica não têm professores com a formação adequada à área em que lecionam." Analise as regras de concordância do trecho e de outros enunciados apresentados a seguir e marque V, para as afirmativas verdadeiras, ou F, para as falsas. 

I.Com expressões de porcentagem, há duas possibilidades de concordância. Assim, o verbo 'ter' está corretamente flexionado no plural, mas também pode permanecer no singular, na forma 'tem'.
II.Na frase "A equipe realizou uma análise detalhada dos dados, identificando padrões e tendências relevantes para a tomada de decisão", a forma verbal 'realizou' concorda com o sujeito coletivo 'equipe' e, permanece no singular, podendo ser flexionada para o plural apenas se o coletivo estiver determinadamente acompanhado de um substantivo no plural.
III.A frase "É proibido a caça de animais silvestres na reserva" está em conformidade com a norma culta.
IV.A frase "O presidente, com toda a sua comitiva, estava presente", admite também a concordância no plural, 'estavam'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829443 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


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"Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar." Com base na fonologia relacionada aos elementos linguísticos empregados no trecho, bem como àqueles que estão fora do contexto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e com F, para as falsas.

(__)O vocábulo 'importância' apresenta tanto encontro consonantal separável, quanto dígrafo vocálico, além de encontro vocálico.
(__)No vocábulo 'Thalita' observa-se que há identificação perfeita entre os fonemas e a maneira de representá-los na escrita, o que leva a percepção da possibilidade de uma ortografia ideal, entendida como a representação gráfica de um fonema por uma e única letra.
(__)O vocábulo 'conscientização' apresenta um encontro consonantal que pode ser separado e também contém mais de um dígrafo vocálico.
(__)O vocábulo 'forma' não apresenta nenhum encontro vocálico ou consonantal, apenas fonemas isolados que representam todas as letras.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829442 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


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"Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil."
Entende-se por verbo a unidade que indica ação ou processo, organizada para expressar modo, tempo, pessoa e número, como nos exemplos dos vocábulos 'trabalhar' e 'promover', empregados no trecho.
Sobre essa unidade, analise as afirmativas a seguir:

I.Os modos verbais indicam a perspectiva do falante em relação à ação e ao seu agente. Assim, o modo indicativo refere-se a fatos verossímeis ou considerados como tais.
II.Na frase 'Os guardas interviram na discussão', o verbo 'intervir' está adequadamente empregado no pretérito perfeito do indicativo.
III.O verbo auxiliar é aquele que, desprovido total ou parcialmente de significado próprio, se combina com formas nominais de um verbo principal, formando locuções que conferem matizes significativos parciais à ação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
13201: D
13202: D
13203: A
13204: A
13205: D
13206: D
13207: D
13208: C
13209: C
13210: B
13211: E
13212: E
13213: C
13214: B
13215: E
13216: C
13217: B
13218: C
13219: A
13220: E