Questões de Concurso Para professor

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Q3929017 Pedagogia

No âmbito da Educação Infantil, conforme orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o brincar, as brincadeiras, os brinquedos e as rotinas constituem eixos estruturantes da organização do trabalho pedagógico, articulando-se às interações e aos direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças. À luz desse referencial, analise as afirmativas a seguir e assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso).



(  ) O brincar é compreendido como uma atividade espontânea e secundária no cotidiano da Educação Infantil, devendo ocorrer preferencialmente em momentos livres, sem intencionalidade pedagógica explícita por parte do professor.



(  ) As brincadeiras e os brinquedos, ao integrarem a organização do trabalho pedagógico, favorecem a construção de aprendizagens relacionadas às dimensões corporal, cognitiva, social e emocional, desde que articulados aos campos de experiências e aos direitos de aprendizagem.



(  ) As rotinas na Educação Infantil devem ser rígidas e previamente estabelecidas, com o objetivo de garantir disciplina e controle do tempo escolar, ainda que isso limite a exploração lúdica e as iniciativas das crianças.



(  )  O brincar, enquanto eixo estruturante da Educação Infantil, possibilita às crianças explorar o mundo físico, social e cultural, expressar sentimentos, elaborar hipóteses e construir sentidos sobre suas experiências, mediado pelas interações com pares e adultos.



(  ) A organização do trabalho pedagógico que valoriza o brincar pressupõe planejamento intencional do professor, seleção de tempos, espaços e materiais adequados, bem como observação e escuta sensível das crianças no cotidiano educativo.

Alternativas
Q3929016 Pedagogia

A proposta pedagógica de Maria Montessori atribui centralidade à criança e à organização do ambiente educativo como elementos essenciais para o desenvolvimento infantil. No que se refere à prática pedagógica na creche e na pré-escola, à luz do pensamento montessoriano, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929015 Pedagogia

A concepção pedagógica de John Dewey fundamenta-se na noção de que a educação é um processo contínuo de reconstrução da experiência, no qual a criança aprende a partir de situações significativas vivenciadas em interação com o meio social. Considerando essa perspectiva e sua aplicação à creche e à pré-escola, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929014 Pedagogia

No campo das Teorias, Práticas e Organização Curricular da Educação Infantil, as concepções de criança e de infância passaram por importantes transformações históricas, refletindo mudanças sociais, culturais e pedagógicas. As abordagens contemporâneas, presentes nos documentos normativos da Educação Infantil, reconhecem a criança como sujeito de direitos, ativa no processo educativo e inserida em contextos sociais diversos. Considerando essas concepções históricas e atuais sobre criança e infância, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3929013 Pedagogia

No âmbito do Plano Estadual de Educação do Ceará (2016–2024), a Educação Infantil é tratada como etapa fundamental da Educação Básica, sendo contemplada por metas e estratégias que articulam expansão da oferta, garantia de qualidade e promoção da equidade social. Considerando o que dispõe a Meta 1 do PEE e suas estratégias, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929012 Pedagogia

O Plano Nacional de Educação (PNE), instituído pela Lei nº 13.005/2014, estabelece metas e estratégias para a garantia do direito à educação em todas as etapas da educação básica, conferindo especial centralidade à Educação Infantil enquanto primeira etapa desse percurso formativo. A Meta 1 do PNE articula universalização do atendimento, redução de desigualdades sociais, planejamento da oferta e garantia de padrões nacionais de qualidade, atribuindo responsabilidades compartilhadas entre os entes federados. Considerando as disposições legais do PNE acerca da Educação Infantil, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929011 Pedagogia
À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) e do papel do professor da Educação Infantil na garantia dos direitos da criança de 0 a 5 anos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3929010 Pedagogia

A Educação Infantil, reconhecida pela Lei nº 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB) como a primeira etapa da Educação Básica, constitui um direito da criança e um dever do Estado, devendo ser ofertada em creches e pré-escolas, com organização própria, finalidades específicas e princípios pedagógicos distintos das demais etapas da educação básica. Nesse contexto, a legislação estabelece critérios claros quanto à finalidade educativa, à organização do atendimento, à carga horária, à jornada diária, à avaliação e ao controle de frequência das crianças, afastando práticas classificatórias e seletivas incompatíveis com essa etapa do desenvolvimento humano.


Considerando exclusivamente o que dispõem os Arts. 29, 30 e 31 da LDB, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3929009 Pedagogia

Na BNCC, a Educação Infantil é concebida a partir de uma proposta curricular que valoriza as experiências vividas pelas crianças em contextos de interação, brincadeira, exploração e expressão. Os seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento e os cinco campos de experiência constituem o núcleo estruturante dessa etapa, orientando as práticas pedagógicas e assegurando condições para que bebês e crianças pequenas aprendam e se desenvolvam. À luz desse entendimento, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929008 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece a Educação Infantil como a primeira etapa da Educação Básica e propõe uma organização curricular centrada na criança, considerando suas experiências, interações e brincadeiras como fundamentos do processo educativo. Nessa perspectiva, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento e os campos de experiência orientam o trabalho pedagógico nas instituições de Educação Infantil. Com base nessas diretrizes, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3929007 Pedagogia

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, 2009), os direcionamentos a serem observados na organização de propostas pedagógicas consideram o currículo desta etapa da Educação Básica como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. Assim, na DCNEI, em seu Art. 9º, são definidos eixos que sustentam as propostas pedagógicas na Educação Infantil, que são:

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Q3929006 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No texto, o termo "arcabouço" (2º parágrafo) é utilizado com o sentido de:
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Q3929005 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Assinale a alternativa que apresenta a colocação do pronome oblíquo átono em total conformidade com a norma-padrão:
Alternativas
Q3929004 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Identifique a alternativa que apresenta uma METÁFORA:
Alternativas
Q3929003 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No texto, a palavra "estático" é acentuada. Assinale a alternativa em que a palavra apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo gramatical: 
Alternativas
Q3929002 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Assinale a alternativa em que a pontuação foi utilizada para isolar um termo com a mesma função sintática que no trecho: "O texto, esse organismo vivo, pede para ser respirado..."
Alternativas
Q3929001 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
O autor afirma que a variedade de prestígio é uma "ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder". Essa afirmação revela que o texto:
Alternativas
Q3929000 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
De acordo com a visão de "texto" apresentada no final do segundo parágrafo, o professor deve: 
Alternativas
Q3928999 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Ao caracterizar a rigidez descritiva como um "anacronismo pedagógico" (2º parágrafo), o autor critica:
Alternativas
Q3928998 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No que diz respeito à neutralidade da gramática, a tese defendida no texto sustenta que:
Alternativas
Respostas
9261: D
9262: A
9263: E
9264: D
9265: B
9266: C
9267: A
9268: C
9269: B
9270: E
9271: B
9272: A
9273: B
9274: C
9275: A
9276: D
9277: B
9278: C
9279: A
9280: D