Questões de Concurso Para fiscal de tributos - médio

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Q4067617 Matemática
Analise as assertivas que seguem acerca da função g(i) = h² +2i - 3.

I. Trata-se de uma função que possui duas raízes reais e diferentes, sendo elas, -3 e 1.
II. Mesmo que não se saiba o valor do termo elevado ao quadrado, é possível estabelecer que se trata de uma função crescente.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4067616 Matemática
 Uma senha é trocada a cada segundo que passa, sendo que a forma de sua geração é que, de fato, é o segredo a ser descoberto. A senha gerada segundo a segundo obedece ao horário completo daquele segundo, considerando hora, minuto e segundo, sendo as horas em sistema de 24 horas. A senha se dá pela soma dos algarismos que formam o número que resulta da seguinte soma: os algarismos do número resultante do dobro das horas, com os algarismos do número resultante do triplo dos minutos, com os algarismos do número resultante do quíntuplo dos segundos. Sendo assim, qual das alternativas traz a senha a ser gerada às 15h25min39s? 
Alternativas
Q4067615 Matemática
Um sólido geométrico não-maciço, em formato cilíndrico, tem raio de base interno igual a 2,4 metros, e altura interna igual a 6,2 metros. Importa citar que é um sólido sem volume interno, inclusive sem base e sem topo, semelhante a um tubo em sistemas de abastecimento de água, sendo desprezível a espessa do corpo que o define. Caso esse sólido receba como base um cone maciço de volume igual a 11,52 m³, cuja base encaixa perfeitamente com a base hipotética do cilindro, qual das alternativas traz o volume interno aproximado restante do sólido cilíndrico? (Considere π = 3).
Alternativas
Q4067614 Matemática
A tabela a seguir apresenta nove dados numéricos, distribuídos em três linhas e três colunas, conforme a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão


Considerando que as linhas e as colunas são representadas pelo número que acompanha cada indicação de linha e de coluna, assinale a alternativa que apresenta a soma dos números que identificam linhas e colunas cujos dados numéricos possuem como média aritmética entre si, um número inteiro. 
Alternativas
Q4067613 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira possui características únicas frente à maioria das demais aplicações operantes: durante os seis primeiros meses de aplicação, opera-se em juros simples, e nos dois seguintes, em juros compostos; em seguida, mais seis meses em juros simples (considerando como base para cálculo dos juros, o último montante), e mais dois em juros compostos, seguindo dessa forma. Assim, se a taxa de juros, seja simples ou compostos, é igual a 1% mensal, e o capital é igual a 100 mil reais, qual das alternativas traz os juros obtidos nessa aplicação financeira após 12 meses? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento a cada aplicação mensal, quando necessário). 
Alternativas
Q4067612 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No trecho “É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras”, a palavra destacada foi empregada com o sentido de:
Alternativas
Q4067611 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Na primeira oração do texto, Apanhei de novo da tecnologia, o sujeito é classificado como: 
Alternativas
Q4067610 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Em trechos do texto, a escolha das palavras e a organização sintática contribuem para expressar a relação conflituosa do narrador com a tecnologia. Considerando essas relações morfossintáticas, avalie as assertivas:

I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067609 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No último parágrafo, ao afirmar que viver entre o analógico e o virtual é “mais um fardo” do que uma vantagem, o autor relativiza a ideia de adaptação geracional porque:
Alternativas
Q4067608 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Ao narrar a perda de conversas, contatos e arquivos acumulados ao longo do tempo, o autor não constrói uma crítica dirigida à tecnologia em si, mas a uma forma específica de relação com ela. Essa crítica se concentra principalmente na:
Alternativas
Q4030905 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para responder a questão, considere as disposições da Lei Municipal nº 2.423 de 23 de outubro de 2006, Código de Posturas do Município de Bom Jesus.
Nos termos do artigo 178 do Código, “Todas as licenças previstas neste Código para as quais não tenha sido estipulado o prazo serão regulamentadas por _________ do Prefeito Municipal”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q4030904 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para responder a questão, considere as disposições da Lei Municipal nº 2.423 de 23 de outubro de 2006, Código de Posturas do Município de Bom Jesus.
Assinale a alternativa correta quanto à exploração dos meios de publicidade nas vias e logradouros públicos, bem como nos lugares de acesso comum do Município. 
Alternativas
Q4030903 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para responder a questão, considere as disposições da Lei Municipal nº 2.423 de 23 de outubro de 2006, Código de Posturas do Município de Bom Jesus.
A respeito do tratamento legal concedido à higiene pública, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4030902 Direito Tributário
Para responder a questão, considere as disposições do Código Tributário do Município de Bom Jesus. 
Nos termos do artigo 110 do Código Tributário Municipal de Bom Jesus, “O parcelamento do crédito tributário (Dívida Ativa) será disciplinado por Decreto do Executivo, mas não excederá a _______ parcelas mensais, iguais e sucessivas”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q4030901 Legislação Municipal
Para responder a questão, considere as disposições do Código Tributário do Município de Bom Jesus. 
Nos termos do artigo 99 do Código Tributário Municipal de Bom Jesus, quando houver a prática de atos que evidenciem falsidade e manifesta intensão dolosa ou de má-fé, o infrator sujeita-se a multa, apurada em relação ao montante do tributo devido, no percentual de:
Alternativas
Q4030900 Direito Tributário
Para responder a questão, considere as disposições do Código Tributário do Município de Bom Jesus. 
Analise as assertivas a seguir quanto à disciplina legal da Contribuição de Melhoria no Código Tributário Municipal de Bom Jesus:

I. É devida pelo proprietário, o detentor de domínio útil ou possuidor a quaisquer tipos de imóvel situado nas áreas direta ou indiretamente valorizadas por obra pública realizada pelo Município, e terá como limite total o seu custo e limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.
II. É lançada no nome de quem estiver escrito o imóvel no Cadastro Fiscal.
III. Do lançamento dar-se-á conhecimento ao contribuinte, diretamente ou por edital.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4030899 Direito Tributário
Para responder a questão, considere as disposições do Código Tributário do Município de Bom Jesus. 
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao tratamento legal da Taxa de Expediente.
Alternativas
Q4030898 Direito Tributário
Para responder a questão, considere as disposições do Código Tributário do Município de Bom Jesus. 
Considerando o regime jurídico do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), especialmente quanto ao seu fato gerador, base de cálculo e sujeição passiva, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4030897 Auditoria
Em se tratando de Amostragem em Auditoria, a Norma de Contabilidade NBC TA 530/2009 estabelece que, “quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população, _______ deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q4030896 Contabilidade Pública
A Prefeitura Municipal de Viva Feliz realizou a inscrição em dívida ativa de créditos tributários definitivamente constituídos e não pagos pelos contribuintes. Considerando as normas do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) e do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
61: C
62: B
63: D
64: A
65: C
66: A
67: B
68: D
69: B
70: C
71: B
72: D
73: A
74: B
75: C
76: D
77: A
78: C
79: A
80: C