Questões de Concurso Para fiscal de transporte

Foram encontradas 538 questões

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Q3434150 Noções de Informática
A revisão ortográfica e gramatical, está disponível no Microsoft Windows 7 em qual das guias relacionadas a seguir:
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Q3434149 Noções de Informática
No Microsoft Word 2016, as palavras Arial, Verdana e Tahoma estão associadas a qual dos elementos do programa:
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Q3434148 Noções de Informática
Utilizando o Windows 7, o comando de teclado Ctrl + Shift + Esc é utilizado parada:
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Q3434147 Raciocínio Lógico
Considere VERDADEIRA a seguinte proposição lógica: “Sociologia ou Filosofia são ciências humanas”
Indique a proposição que necessariamente é FALSA: 
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Q3434146 Matemática

Observe o octaedro abaixo:



Imagem associada para resolução da questão


Indique o seu número de arestas:

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Q3434145 Raciocínio Lógico

Observe a seguinte sequência lógica numérica:

0, 1, -2, 3, -4, 6, -6, 10, -8, 15, …

A diferença entre o 13° e o 12° termo dessa sequência é:

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Q3434144 Matemática
Numa prova, um candidato acertou 70% da prova de português, 80% da prova de matemática e 90% da prova de inglês. Sabendo-se que havia o mesmo número de questões de cada uma das três disciplinas nesta prova, quantos por cento do total da prova este candidato acertou?
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Q3434143 Matemática
Uma loja online mede o número de visualizações que eles tiveram em um determinado produto, e também o número de vendas efetivadas desse mesmo produto. Eles calculam a razão entre o número de vendas e o número de visualizações. No mês de janeiro, essa razão foi de 2%. No mês seguinte, o número de visualizações aumentou em 20%, e a razão mencionada se manteve constante. Portanto, pode-se afirmar que o número de vendas sofreu um aumento de:
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Q3434142 Português
Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora. Assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
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Q3434141 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é paroxítona é:
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Q3434140 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio gramatical na(s) forma(s) verbal(is) empregada(s). 
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Q3434139 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que deveria haver o emprego do acento indicativo de crase.
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Q3434138 Português

Considere as sentenças a seguir:

I. A menina, filha única do casal, tem parecido muito deprimida e solitária.

II. Desde o desaparecimento do cãozinho, a família tenta ser mais unida.

III. A escola não será mais a mesma sem você, meu amigo.

Nas sentenças dadas, o emprego da vírgula introduz um aposto apenas em: 

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Q3434137 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão.” No contexto apresentado, o advérbio “felizmente” modifica:
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Q3434136 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No excerto “(...) passinhos curtos mas resolutos (...)”, a palavra “resoluto” poderia ser substituída, sem modificação de significado, por: 
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Q3434135 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as expressões indicadas a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa em que todas elas são empregadas para se referir a Albert Einstein. 
Alternativas
Q3434133 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A leitura da narrativa permite concluir que:
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Q3192974 Legislação de Trânsito
A autoridade de trânsito ou seus agentes, na esfera das competências estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro e dentro de sua circunscrição, deverá adotar as seguintes medidas administrativas:
I. Retenção do veículo.
II. Remoção do veículo.
III. Recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
IV. Recolhimento da Permissão para Dirigir.
V. Recolhimento do Certificado de Registro;

Analise cada uma das afirmativas e assinale a alternativa que faz uma afirmação correta. 
Alternativas
Q3192973 Legislação de Trânsito
A cada infração cometida são computados pontos na CNH de acordo com a classificação penalidade. Nesse contexto, analise os itens a seguir:
I - gravíssima. II - leve. III - média. IV - grave.
Assinale a alternativa que represente, respectivamente, o quantitativo de pontos atribuídos à cada tipo de penalidade. 
Alternativas
Q3192972 Legislação de Trânsito
A infração de dirigir veículo com Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 (trinta) dias: 
Alternativas
Respostas
81: D
82: A
83: D
84: A
85: B
86: E
87: A
88: B
89: A
90: B
91: D
92: D
93: A
94: D
95: C
96: D
97: B
98: E
99: C
100: A