Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q835921 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria Nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, a Atenção Básica deve cumprir algumas funções para contribuir com o funcionamento das Redes de Atenção à Saúde, EXCETO:
Alternativas
Q835920 Direito Sanitário
Em relação à legislação estruturante do Sistema Único de Saúde do Brasil, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q835919 Português

TEXTO II


     

Sobre a estrutura sintática dos recursos verbais presentes na charge O SENHOR TEM PLANO DE SAÚDE ... e ISSO É GRAVE? É correto afirmar que PLANO DE SAÚDE e GRAVE constituem, respectivamente, 
Alternativas
Q835918 Português

TEXTO II


     

O texto acima, por ser uma charge, tem como um dos seus propósitos comunicativos apresentar uma crítica a fatos sociais do cotidiano. Assim sendo, a crítica, nesse texto, estabelece-se a partir do efeito de humor provocado
Alternativas
Q835917 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Sobre a estrutura morfossintática do trecho ... come-se muito mal e desde cedo ... está incorreto apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q835916 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá.


Assinalar a opção que contém uma informação CORRETA sobre o período acima.

Alternativas
Q835915 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes.


O sentido da palavra Se, contextualmente, confere ao contexto uma relação de

Alternativas
Q835914 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes.


Nas línguas, em geral, contamos com recursos que garantem retomadas de palavras, expressões e similares, com objetivo de manter a coesão dos textos que produzimos. No trecho acima, essa pessoa retoma, no texto, o que se negritou em

Alternativas
Q835913 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

Dentre as palavras negritadas, nas opções abaixo, aquela que apresenta função morfológica diferente das demais é
Alternativas
Q835912 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

A opção na qual palavra(s)/expressão(ões) destacada(s) são empregada(s) em sentido conotativo é:
Alternativas
Q835910 Português

TEXTO 01

                                   A CULPA É DOS PAIS?

            Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma

                    das causas de um mal crescente: a obesidade infantil.

         (...)

      A probabilidade de uma criança gorda ser um adulto igualmente roliço é altíssima. Um dos motivos: o número de células adiposas, que retêm gordura, conhecidas como adipócitos, é geralmente definido até os 20 anos. Depois dessa idade, nada é capaz de diminuir a quantidade de adipócitos, nem a mais radical das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem volume, mas continuam lá. A quantidade dessas células adiposas acumulada nas primeiras duas décadas de vida é determinada por dois fatores: genética e hábitos alimentares. A influência da dieta é enorme. Imaginemos alguém programado geneticamente para ter 70 bilhões de células adiposas. Se, na infância e na adolescência, essa pessoa foi acostumada a comer de forma saudável, ela pode driblar a genética e nunca atingir a quantidade de adipócitos determinada pelos genes. “Mas, em geral, ocorre o contrário – come-se muito mal e desde cedo”, diz Claudia Cozer Kalil, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

(...)

(Revista Veja - Editora ABRIL – edição 2509 – ano 49 – nº 51 – 21.12.2016 – pag.117-118. Por Carolina Melo e Thais Botelho)

A frase-subtítulo do texto: Novos estudos mostram que o desleixo da família à mesa é uma das causas de um mal crescente: a obesidade infantil, nos informa e nos permite compreender que a “obesidade infantil”
Alternativas
Q820219 Terapia Ocupacional
São ações desenvolvidas pelo terapeuta ocupacional de um CAPS tipo II, EXCETO:
Alternativas
Q820218 Terapia Ocupacional
Norteados pelos referenciais da Reforma psiquiátrica brasileira e pelo paradigma da reabilitação psicossocial, terapeutas ocupacionais que trabalham em CAPSad buscam desenvolver ações territoriais visando:
Alternativas
Q820217 Terapia Ocupacional
A desinstitucionalização é uma importante estratégia no campo da saúde mental que visa romper com os processos de institucionalização psiquiátrica que foram submetidas às pessoas com longos anos de internação em hospitais psiquiátricos. No Brasil, tal movimento foi impulsionado primordialmente pela experiência:
Alternativas
Q820216 Terapia Ocupacional
Na abordagem terapêutica ocupacional em pacientes hemiplégicos por seqüela de AVC são objetivos do tratamento, EXCETO:
Alternativas
Q820215 Terapia Ocupacional

Analise se as órteses que têm por objetivo principal a imobilização são utilizadas para:

I. Bloquear os movimentos.

II. Proporcionar proteção, repouso ou prevenção de movimentos indesejados.

III. Reduzir a inflamação e a dor.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q820214 Terapia Ocupacional

Avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F) em relação ao processo de reabilitação física, segundo as autoras Gollegã, Luzo e De Carlo (2001):

Imagem associada para resolução da questão Os procedimentos terapêuticos destinados à prevenção de deformidades são tão fundamentais e necessários para evitar sequelas de imobilismo quanto o processo de restauração funcional.

Imagem associada para resolução da questão O tratamento de reabilitação em terapia ocupacional utiliza instrumentos de avaliação como goniômetros e dinamômetros

Imagem associada para resolução da questão A terapia de mão utiliza frequentemente os instrumentos de avaliação como os estesiômetros e os manômetros.

As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Q820213 Terapia Ocupacional

Com referência ao trabalho do terapeuta ocupacional na reabilitação física, verifique se a avaliação deve:

I. Ser inicialmente subjetiva e superficial para favorecer a relação terapeuta-paciente.

II. Utilizar equipamentos e técnicas de observação e de mensuração.

III. Se basear nos conhecimentos anatômicos e fisiológicos para utilização de técnicas e equipamentos de mensuração.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q820212 Terapia Ocupacional
O trabalho dos terapeutas ocupacionais no contexto hospitalar é composto por uma diversidade de objetivos. Um deles visa proporcionar vivências para os pacientes e seus familiares por meio de atividades que:
Alternativas
Q820211 Terapia Ocupacional

Avalie se os itens a seguir definem os sistemas de Comunicação Alternativa e Suplementar criados ou adaptados.

I. Língua de sinais.

II. Pranchas de alfabeto ou símbolos pictográficos.

III. Comunicadores.

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Respostas
17001: E
17002: E
17003: A
17004: C
17005: E
17006: A
17007: B
17008: D
17009: E
17010: A
17011: D
17012: B
17013: E
17014: D
17015: B
17016: E
17017: C
17018: D
17019: A
17020: E