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Q3435937 Terapia Ocupacional
Para atuar na Saúde Mental é imprescindível que o Terapeuta Ocupacional ter domínio de algumas habilidades, tais como (RESOLUÇÃO n°. 408/2011):
I.O emprego de animais na assistência à saúde mental.
II.O planejamento das Atividades de Vida Assistida e Atividades Instrumental de Vida Diária.
III.Realização de consulta exclusivamente ambulatorial.
Alternativas
Q3435936 Terapia Ocupacional
É indispensável ter as seguintes competências para atuar na Terapia Ocupacional em Gerontologia:
I.Realizar atividades educativas destinadas exclusivamente aos cuidadores da pessoa idosa.
II.Realizar consulta, avaliação, solicitar pareceres, exames complementares e inter consulta.
III. Elaborar estratégias para promover, prevenir, manter e/ou reabilitar funções motoras, cognitivas e sensoriais.
É correto o que se afirmar em: 
Alternativas
Q3435935 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
A violência contra a população idosa é problema universal, frequentemente, uma pessoa de idade sofre, ao mesmo tempo, vários tipos de maustratos. O (A) se manifesta pela ausência ou deserção dos responsáveis de prestarem socorro a uma pessoa idosa que necessite de proteção (DECRETO n.º 5.130/ 2004).
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 
Alternativas
Q3435934 Direito Previdenciário
Para os fins do reconhecimento do direito ao benefício de prestação continuada da assistência social à pessoa com deficiência e ao idoso, considera-se (DECRETO n.º 6.214/2007):
I.Idoso aquele com mais de setenta e cinco anos.
II.Pessoa com deficiência aquela tem limitações que o incapacita para a vida independente e o trabalho.
III.A condição de estar internado em um hospital ou abrigo pode afetar negativamente o direito da pessoa com deficiência, ou do idoso em receber o Benefício de Prestação Continuada.
É correto o que se afirmar em:
Alternativas
Q3435933 Terapia Ocupacional

O gráfico a seguir apresenta a estimativa de idosos no Brasil em 2022.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, 2022.


Após análise da tabela, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3435932 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Constituem uma diretriz da política nacional do idoso a priorização do atendimento ao idoso em órgãos públicos e privados prestadores de serviços, quando _________ e sem família (LEI n.º 8.842/1994):
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
Alternativas
Q3435931 Terapia Ocupacional
A política nacional do idoso visa (LEI n.º 8.842/1994):
I. Garantir os direitos sociais do idoso. II. Criar condições para restringir a sua autonomia e integração. III. Estimular a participação efetiva do idoso na sociedade.
É correto o que se afirmar em:
Alternativas
Q3435340 Português

Leia o texto para responder à questão.


Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais


Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.


Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.


O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.


“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.


O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma. 


Resultados promissores


Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.


Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.


Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.


Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-a-taxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml

Considere o seguinte excerto: “Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos (...)”. Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto apresentado, atua como advérbio apenas: 

Alternativas
Q3435338 Português

Leia o texto para responder à questão.


Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais


Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.


Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.


O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.


“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.


O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma. 


Resultados promissores


Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.


Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.


Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.


Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-a-taxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml

No quinto parágrafo do texto, em “(...) eles crescem, metastatizam e mutam (...)”, o pronome pessoal é utilizado para se referir aos:
Alternativas
Q3435337 Português

Leia o texto para responder à questão.


Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais


Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.


Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.


O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.


“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.


O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma. 


Resultados promissores


Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.


Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.


Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.


Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-a-taxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml

Analise os excertos a seguir quanto à forma de discurso empregado:
I. O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás.
II. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma.
III. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.
Nos excertos apresentados, verifica-se o emprego de discurso indireto apenas em: 
Alternativas
Q3431180 Português

Texto: 


As crianças, as frustrações e o suicídio



        Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo.



        Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida.



        Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos.



        Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos.



        Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa!



        Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida.



        Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso.



        Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos.



        Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio.



        E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta.


SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado. 

Em qual dos trechos abaixo o vocábulo sublinhado “NÃO” se classifica como substantivo? 
Alternativas
Q3431178 Terapia Ocupacional
Assinale a alternativa que apresenta transtornos neuróticos.  
Alternativas
Q3431177 Terapia Ocupacional
 Sobre a história da Terapia Ocupacional, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3431176 Terapia Ocupacional
Para o exercício da Especialidade Profissional em Saúde Mental é necessário o domínio da seguinte grandes áreas de competência: 
Alternativas
Q3431175 Terapia Ocupacional

A terapia ocupacional atua com adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa. O terapeuta ocupacional pode se inserir nos Serviços de Medida Socioeducativa de diversas formas, entre elas:



I. Coordenação do serviço realizando gestão, previsão orçamentária, formação e organização da equipe, supervisão de estágios, articulação interna e externa, reuniões e discussão em planejamento de propostas para acompanhamentos, mediação de conflitos com a rede, suporte e cuidado para a equipe.


II. Trabalha com recursos terapêutico-ocupacionais com objetivo de, além de gerar aproximação e vínculo com os jovens.


III. Traça o perfil socioprofissional e gerencia campanhas assistenciais e de imunização.


IV. Proporciona a ampliação das possibilidades de trajetórias de vida para essa população. 



As afirmativas corretas estão representas em:

Alternativas
Q3431174 Terapia Ocupacional
No atendimento à criança com paralisia cerebral o terapeuta ocupacional pode utilizar vários métodos terapêuticos para suprir as necessidades específicas de cada uma. Dessa forma: 
Alternativas
Q3431173 Terapia Ocupacional

A dor é considerada uma experiência individual desagradável, multidimensional, subjetiva, de alta complexidade e a resposta a esta varia de sujeito para sujeito. Uma das atuações da Terapia Ocupacional na área neuromusculoesquelético é o manejo da dor.


Analise as afirmativas abaixo e assinale a correta.

Alternativas
Q3431172 Terapia Ocupacional
A Síndrome de Down (SD) é a síndrome genética mais frequente associada ao déficit intelectual, a hipotonia interfere diretamente na aquisição de habilidades do desenvolvimento motor da criança com SD. Isso limita as habilidades de coordenação motora, tanto grossa como fina. O terapeuta ocupacional pode avaliar e medir de forma simples a destreza manual de crianças com SD através do (a): 
Alternativas
Q3431171 Terapia Ocupacional
Assinale a alternativa correta sobre a atuação do terapeuta ocupacional em contextos hospitalares. 
Alternativas
Respostas
5181: A
5182: D
5183: D
5184: B
5185: A
5186: A
5187: C
5188: X
5189: B
5190: B
5191: A
5192: X
5193: B
5194: C
5195: A
5196: B
5197: C
5198: D
5199: B
5200: B