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Q3455332 Português
        Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?

        Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende:

        “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.

        Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”

(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
Segundo as informações do texto, a escola
Alternativas
Q3455328 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

No trecho do 2° parágrafo “… educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza…”, a vírgula foi empregada pela mesma razão que em: 
Alternativas
Q3455325 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

No trecho do último parágrafo “Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!”, com a expressão destacada, o autor faz referência
Alternativas
Q3455323 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

Para o autor, a afetividade 
Alternativas
Q3435730 Terapia Ocupacional
Paciente do sexo feminino, 39 anos de idade, proprietária de um ateliê de costura, é encaminhada ao serviço de reabilitação da mão no setor de Terapia Ocupacional com queixa de dor em região radial do punho, que se agrava com o movimento do polegar, com dificuldade para segurar um objeto e desconforto para realizar movimentos comuns, como abotoar uma camisa ou abrir uma lata. Esta condição dolorosa ocorre em decorrência da constrição dos tendões extensor curto do polegar (ECP) e abdutor longo do polegar (ALP), ao nível do primeiro túnel osteofibroso formado pelo retináculo dos extensores. Com base nas informações descritas, assinale a patologia correspondente.
Alternativas
Q3435729 Terapia Ocupacional
A articulação carpometacarpal do polegar desempenha um papel crucial para a funcionalidade da mão. Ela é particularmente importante na ação de oposição, permitindo que o polegar se mova em direção aos outros dedos. Mediante a importância dessa articulação, assinale as estruturas que a compõem.
Alternativas
Q3435728 Terapia Ocupacional
Mulher com 62 anos, biomédica aposentada, ativa, é encaminhada ao serviço de Terapia ocupacional para avaliação no Programa de Orientação e Mobilidade. Idosa, apresenta baixa visão oriunda de patologia ocular denominada glaucoma, o que atualmente lhe acarreta dificuldade de mobilidade. Após avaliação, foi constatado a necessidade do uso de tecnologia assistiva tipo - órtese, “bengala longa”, para o aprendizado de estratégias e técnicas de autoproteções e exploração dos ambientes. Desta forma, inicia-se o acompanhamento terapêutico ocupacional e medição para prescrição da bengala adequada. Mediante o exposto, assinale a coloração da bengala correspondente à deficiência visual apresentada pela idosa, que deve ser prescrita pelo terapeuta ocupacional. 
Alternativas
Q3435727 Terapia Ocupacional
De acordo com a Resolução n.º 458, de 20 de novembro de 2015, que dispõe sobre o uso da Tecnologia Assistiva pelo terapeuta ocupacional e dá outras providências, o art. 4º diz que o terapeuta ocupacional, no âmbito de sua atuação profissional, é competente para atuar nas práticas e serviços de Tecnologia Assistiva em suas diferentes áreas de aplicação, exceto:
Alternativas
Q3435726 Terapia Ocupacional
Em conformidade com a Resolução COFFITO n.º 425, de 08 de julho de 2013 – (D.O.U. n.º 147, Seção 1, de 01/08/2013), sobre o Código de Ética do Terapeuta Ocupacional, assinale V para verdadeiro ou F para falso, no que diz respeito ao Capítulo X - Da Divulgação Profissional.

( ) Art.48: Nos anúncios, placas e impressos, bem como divulgação em meio eletrônico, devem constar o nome do terapeuta ocupacional, da profissão e o número de inscrição do Conselho Regional.
( ) Art.49: É permitido ao terapeuta ocupacional que atua em serviço multiprofissional divulgar sua atividade profissional em anúncio privado, observando os preceitos deste código e a dignidade da profissão.
( ) Art.52: Em artigos, entrevistas e outros pronunciamentos públicos, em qualquer meio de comunicação, o terapeuta ocupacional responderá ao Conselho Regional e Federal de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional pela impropriedade técnica ou transgressão às leis e normas regulamentares do exercício profissional.
Alternativas
Q3435725 Terapia Ocupacional
Ao executarmos atividades dentro do espaço de alcance, precisamos integrar os objetos do ambiente com a extensão e o sentido do movimento. Esta capacidade de realizar os movimentos necessários para organizar unidades a fim de formar um todo bi ou tridimensional é denominado:
Alternativas
Q3435724 Terapia Ocupacional
O processo de avaliação está focado em Terapia Ocupacional, está centrado em que o cliente quer e precisa fazer, determinando o que o cliente pode fazer, tem feito e identificando facilitadores e barreiras para a saúde, bem-estar e a participação. Dentro do processo avaliativo, quando o Terapeuta inclui informações sobre as necessidades do cliente, problemas e preocupações relacionados ao desempenho ocupacional, fazendo um resumo da história ocupacional e experiências, dos padrões de vida diária, interesses, valores e necessidades de cada cliente, é denominado:
Alternativas
Q3435723 Terapia Ocupacional
A partir dos marcos históricos relacionados ao surgimento da Terapia Ocupacional complete a frase e marque a opção correta.

A Terapia Ocupacional surgiu na ___________________, a partir de dois marcos históricos, a ______________________, em __________________________ e a _______________________, em _____________________. 
Alternativas
Q3435722 Terapia Ocupacional
BENETTON, (1991), utiliza-se de duas modalidades para definir dois tipos de dinâmicas, que estão ligadas à realização de atividade e que são amplamente utilizadas pelo Terapeuta Ocupacional, principalmente, para acompanhar as mudanças na evolução dos grupos. Marque a opção correta quanto às modalidadesb (nomenclatura) utilizadas por Benetton.
Alternativas
Q3435721 Terapia Ocupacional
Indique a opção correta quanto ao instrumento utilizado para teste de sensibilidade.
Alternativas
Q3435720 Terapia Ocupacional
Pedro, com 39 anos, trabalhava como segurança, no período noturno, sofreu um AVC isquêmico, que teve como sequela hemiplegia esquerda, sendo encaminhado para o serviço de Terapia Ocupacional. Durante avaliação o paciente apresenta cognitivo e sensibilidade preservados, tendo somente sua função motora prejudicada, porém, como ele é destro realiza suas atividades cotidianas com membro dominante, contralateral, negligenciando o lado afetado, sendo semidependente em suas Atividades de Vida Diária. Levando-se em consideração as informações, qual a abordagem utilizada pelo Terapeuta Ocupacional diante deste caso?
Alternativas
Q3435719 Terapia Ocupacional
Segundo Medeiros, (2017), o brincar é uma atividade que ocorre em estado total da presença, a criança tem total liberdade para escolher seus parceiros, elas recriam regras, conseguem transformar espaços e exercem a sua liberdade, a partir do momento que decidem entrar e sair da brincadeira, usar das suas próprias regras, auxiliando no desenvolvimento global da criança. Levando-se em consideração o brincar como proposta terapêutica, como esta abordagem pode ser utilizada como ferramenta terapêutica na Terapia Ocupacional?
Alternativas
Q3435718 Terapia Ocupacional
Sobre as abordagens de Integração Sensorial e ABA utilizadas com crianças com TEA (Transtorno do Aspecto Autista), analise as afirmativas e marque a alternativa correspondente.

I- Atualmente, a Integração Sensorial é um método muito utilizado pelos Terapeutas Ocupacionais no tratamento da disfunção da integração sensorial que está presente em mais de 90% das pessoas com TEA. Outra abordagem utilizada é a Ciência Análise do Comportamento Aplicada (ABA), que oferece um programa de ensino de acordo com o comportamento e o desempenho Ocupacional da pessoa com TEA.
II- O desenvolvimento da práxis é um dos objetivos da integração sensorial, destinado ao estudo da associação entre o ambiente, o comportamento humano e a aprendizagem.
III- O Terapeuta Ocupacional na abordagem de integração sensorial deve identificar os transtornos de processamento sensorial, por meio de testes específicos para identificar as disfunções sensoriais com base na classificação internacional de funcionalidade (CIF).
IV- O objetivo da Terapia ABA é promover o ensino de novas habilidades e ajudar a lidar com comportamentos desafiadores.
Alternativas
Q3435717 Terapia Ocupacional
Para Crepeu, a análise de atividade ocorre em três níveis, sendo estas, análise focada na tarefa, análise focada na teoria e análise focada no cliente. Assinale a alternativa incorreta quanto aos níveis da atividade proposto por Crepeau.
Alternativas
Q3435716 Terapia Ocupacional
A Paralisia Cerebral é classificada como um grupo não progressivo, mas frequentemente mutável, de distúrbios motores (tônus e postura) secundários à lesão do cérebro em desenvolvimento. Marque a opção correta quanto a sua forma de manifestação clínica.
Alternativas
Q3435595 Terapia Ocupacional

O treinamento ocupacional representa um conjunto de atividades que o terapeuta ocupacional pode realizar no campo da saúde do trabalhador. Considerando essas atividades, analise as assertivas abaixo.



I- São atividades de recrutamento e seleção de colaboradores para o desenvolvimento de atividades laborais específicas.


II- São atividades que abrangem os aspectos de ordem psicomotora, cognitiva e sociocultural.


III- São atividades que visam à prevenção de lesões decorrentes da realização de trabalho repetitivo.


IV- São atividades que promovem ações no sentido de possibilitar a criação de estilos de vida mais saudáveis.



São atividades de treinamento realizadas pelo terapeuta ocupacional o descrito em: 

Alternativas
Respostas
3941: B
3942: C
3943: A
3944: C
3945: C
3946: A
3947: D
3948: B
3949: A
3950: B
3951: A
3952: B
3953: D
3954: B
3955: B
3956: D
3957: D
3958: C
3959: D
3960: D