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O comprometimento articular é mais frequente em crianças, ao contrário da crise aplástica.
A crise aplástica nos infectados pelo parvovírus B19, embora ocorra em crianças, é mais comum nos adultos.
O uso de transfusões de concentrados de hemáceas nesse paciente é frequentemente, necessário.
A anemia se deve à infecção das células precursoras das hemáceas na medula óssea.
A presença do fator reumatoide pode falsear a IgM reativa dessa paciente.
Mesmo sem sintomas, a toxoplasmose nessa paciente poderá ser tratada para suprimir a ação do toxoplasma sobre o feto.
Caso necessário, a sulfadiazina e pirimetamina poderão ser utilizadas no terceiro trimestre da gravidez.
Caso haja a transmissão da infecção, nesse momento, é baixa a chance de morte fetal.
A chance de haver a transmissão da doença para o feto nesse período da gravidez é em torno de 59%.
Testes de susceptibilidade às drogas devem ser realizados, por existirem parasitas resistentes às drogas utilizadas na terapia da giardíase, antes do início do tratamento dessa protozoose.
O sexo que homens fazem com homens pode ser um fator de transmissão da giardíase.
A imunidade humoral e celular desempenham papel fundamental na proteção contra esse parasita.
Algumas deficiências de dissacaridases observadas nos pacientes que têm giardíase podem ser explicadas pela ruptura da borda em escova da mucosa intestinal pelo parasita.
A amamentação pode ser um fator de proteção contra a giardíase, por ser o leite um fator citotóxico para o parasita.
A imunodepressão e os procedimentos neurocirúrgicos podem ser fatores de risco para as meningites por bacilos GRAM negativos.
Nos casos de meningites bacterianas recidivantes, deve-se pensar em deficiências imunes, defeitos anatômicos congênitos, defeitos anatômicos traumáticos e focos contíguos como fatores relacionados às recidivas.
Existe evidência científica que justifica o uso de corticosteroides em todos os casos de menigites agudas purulentas.
O exudato purulento comprimindo a emergência dos nervos raquidianos explicam a presença dos sinais meníngeos.
A presença de taquicardia, palidez, hipertensão arterial, pulso fino e rápido, além da sudorese, podem ser indicativos de hipertensão intracraniana.
As fases evolutivas da Hepatite crônica do tipo B podem ser classificadas em: fase de imunotolerância, imunoeliminação, fase de baixa replicação ou portador inativo e fase de reativação.