Questões de Concurso Para fisioterapeuta

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Q3346547 Conhecimentos Gerais
O artista mineiro Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), ficou conhecido pela beleza de suas obras – esculturas em pedra sabão, sendo que a maior parte do seu acervo está na cidade histórica de:
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Q3346545 Direito Constitucional
No segundo trimestre de 2024, o bilionário norte-americano Elon Musk se envolveu em um embate envolvendo diretamente um dos ministros do supremo tribunal federal:
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Q3346543 Matemática
Uma sequência de quadrados é construída dentro de um quadrado inicial de área 64 cm². Cada novo quadrado é inscrito dentro do anterior de forma que os lados sejam paralelos aos do quadrado anterior. Além disso, cada novo quadrado tem sua área igual a 1/4 da área do quadrado imediatamente externo a ele. Se esse processo continuar por mais duas etapas, ou seja, se forem construídos três quadrados no total, qual será a soma das áreas de todos os quadrados?
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Q3346540 Matemática Financeira
Maria investiu R$ 5.000,00 em duas aplicações diferentes. A primeira aplicação oferece uma taxa de juros simples de 3% ao mês, e a segunda aplicação oferece uma taxa de juros simples de 5% ao mês. Maria colocou uma parte do dinheiro na primeira aplicação e o restante na segunda. Após 1 semestre, ela recebeu um total de R$ 1.080,00 em juros das duas aplicações combinadas. Quanto Maria investiu na segunda aplicação? 
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Q3346539 Matemática
Em uma pesquisa de mercado, três produtos (A, B e C) são vendidos em um supermercado. No mês de agosto, as vendas dos produtos estavam na proporção de 2:3:5, respectivamente. No mês seguinte, as vendas dos produtos A e B aumentaram em 25% e 40%, respectivamente, enquanto as vendas do produto C diminuíram em 20%. Se as vendas totais no mês de agosto foram 10.000 unidades, quantas unidades foram vendidas do produto A no mês de setembro?
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Q3346538 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.

Qual é o sentido veiculado pela expressão sublinhada no excerto abaixo?


“Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma.” (2º parágrafo)

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Q3346537 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
No trecho “[...] a caravana impoluta do povoado até a cidade [...]” (2º parágrafo), a palavra “impoluta” significa:
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Q3346536 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Observando-se seu contexto de uso, pode-se afirmar que o vocábulo grifado em “Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo” (2º parágrafo) é uma ocorrência de:
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Q3346535 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Qual é o sujeito do verbo destacado em “[...] porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino” (3º parágrafo)?
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Q3346534 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Nesse texto, o cheiro de que trata o cronista é sinônimo de:
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Q3345067 Fisioterapia
A fisioterapia respiratória baseia-se na fisiologia das vias aéreas e do parênquima pulmonar. É um processo dinâmico, com aplicação terapêutica de intervenções mecânicas, podendo ser empregada de modo isolado ou em associação a outras técnicas.

Adaptado de: MACHADO, Maria da Glória R. Bases da Fisioterapia Respiratória - Terapia Intensiva e Reabilitação. Grupo GEN, 2018.

Considerando o texto apresentado, avalie as afirmações a seguir:

I. Com o objetivo de aumentar os volumes/capacidades pulmonares e melhorar a estabilidade alveolar, recomenda-se que as inspirações sejam realizadas de maneira lenta (para garantir um fluxo laminar) e profunda (para aumentar a pressão transpulmonar e a expansão pulmonar).

II. A escolha do decúbito lateral para a realização da técnica de expiração lenta total com a glote aberta em decúbito infralateral (ELTGOL) tem como finalidade obter uma melhor desinsuflação no pulmão infralateral e, com isso, a mobilização contragravitacional de secreção de vias aéreas intermediárias e periféricas.

III. As técnicas de aumento do fluxo expiratório (AFE) e tosse assistida e provocada são técnicas de expiração forçada cujos objetivos são de mobilizar, carrear e eliminar as secreções traqueobrônquicas.

IV. Quando há fraqueza dos músculos expiratórios, a tosse manualmente assistida pode ser usada como recurso terapêutico, já que reproduz, pela compressão manual na fase expiratória, o aumento de pressão intratorácica da tosse normal e contribui para a produção de um fluxo de tosse eficaz.


É CORRETO o que se afirma em:
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Q3345066 Fisioterapia
Sobre os programas de exercícios físicos aplicados em indivíduos com insuficiência cardíaca (IC), analise as sentenças abaixo:

I. Como adaptação ao treinamento físico aeróbico, constata-se redução da atividade nervosa simpática muscular, o que proporciona melhoria do aporte de sangue à musculatura dos membros e diminuição do remodelamento cardíaco.

II. O treinamento aeróbico promove aumento do tônus parassimpático cardíaco, o que reduz a possibilidade de arritmias, devido à diminuição da frequência cardíaca de repouso e da frequência cardíaca intrínseca.

III. Devido à incapacidade de bombeamento do ventrículo esquerdo, o tipo de exercício físico predominante a ser aplicado é o exercício resistido, cujo objetivo é o de promover o ganho de força e do tônus muscular para melhorar o desempenho do paciente em suas atividades de vida diária.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3345065 Fisioterapia
Em relação ao comportamento das variáveis cardiovasculares durante a realização de exercícios físicos, é CORRETO afirmar:
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Q3345064 Fisioterapia
Homem, 67 anos, apresenta hemiparesia à direita devido a Acidente Vascular Cerebral (AVC) esquerdo ocorrido há 4 meses. Ao exame físico, observa-se fraqueza muscular moderada e diminuição de sensibilidade proprioceptiva em todo o hemicorpo direito, que levam a alteração no controle postural. Demonstra limitação para passar de sentado a de pé sem apoio e a marcha apresenta uma velocidade de 0,65 m/s. A sua expectativa é conseguir sair de casa sozinho, pois mora no segundo andar de um prédio sem elevador.
Considerando o caso clínico descrito acima, avalie as afirmações a respeito da conduta do fisioterapeuta:

I. O treino de estratégias de equilíbrio na postura ortostática deve ser encorajado, a fim de aumentar os limites de estabilidade e deixar o controle postural mais automático.

II. É indicado aplicar o Teste de Sentar e Levantar 5 vezes, para avaliar tanto a realização da atividade quanto para inferir sobre a força e resistência dos membros inferiores.

III. A classificação do paciente como um deambulador domiciliar justifica o treinamento de marcha na esteira sem suporte de peso.

IV. No treinamento de sentado para de pé (ST-DP), um aumento gradativo da altura do assento pode acompanhar o ganho progressivo de força muscular dos membros inferiores.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3345063 Fisioterapia
Os recursos terapêuticos físicos fazem parte do universo de procedimentos e técnicas fisioterapêuticas. Dentre os vários recursos terapêuticos físicos, a eletroterapia é um dos que têm grande aplicabilidade no tratamento das disfunções uroginecológicas. A estimulação elétrica neuromuscular (EENM) é utilizada visando aumentar a propriocepção muscular, a endurance ou a força de contração muscular do assoalho pélvico.
Considerando a aplicação da estimulação elétrica neuromuscular no assoalho pélvico feminino, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
10901: D
10902: A
10903: B
10904: C
10905: A
10906: C
10907: C
10908: B
10909: A
10910: D
10911: E
10912: A
10913: C
10914: D
10915: D
10916: D
10917: A
10918: D
10919: A
10920: D