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Q3623311 Fisioterapia
Na fisioterapia, diferentes recursos terapêuticos são utilizados para promover reabilitação, analgesia e melhora da função.

Sobre esses recursos, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3623310 Fisioterapia
Em reabilitação fisioterapêutica, os exercícios podem ser classificados de acordo com a participação do paciente.

Sobre esses exercícios, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3623309 Fisioterapia
A cinesiologia estuda os movimentos humanos e suas relações com as estruturas anatômicas e biomecânicas.

Considerando seus princípios básicos, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3623308 Fisioterapia
Um indivíduo sofreu trauma raquimedular na região torácica, apresentando perda da sensibilidade tátil e térmica abaixo do nível da lesão, além de preservação parcial da função motora em membros inferiores.

Com base na organização neuroanatômica da medula espinhal, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3623307 Fisioterapia
Um paciente de 42 anos sofreu queimadura de 2º grau em parte do tronco, apresentando destruição parcial da epiderme e comprometimento das glândulas sudoríparas. 

Considerando os diferentes tipos de tecidos e sua capacidade de regeneração, assinale a alternativa que melhor explica as características do tecido epitelial envolvido nesse processo de reparo:
Alternativas
Q3622571 Saúde Pública
A vigilância das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) inclui o monitoramento das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas. Estas doenças são responsáveis por mais de 70% das mortes em todo mundo. São doenças multifatoriais que se desenvolvem no curso da vida e que possuem longa duração. Estão relacionadas a diversos fatores, condicionantes e determinantes sociais, entretanto a maioria é ocasionada por fatores de risco modificáveis dentre os quais destacam-se:
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/vigilancia-dedoencas-cronicas-nao-transmissiveis/vigilancia-das-dant

I. O tabagismo.
II. Consumo excessivo de álcool.
III. Alimentação não saudável.
IV. Pressão emocional.
V. Inatividade física.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3622570 Economia
A respeito do índice de Desenvolvimento Humano (IDH), analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3622569 Saúde Pública
A respeito da Vigilância em Saúde Ambiental, analise os itens a seguir:

I. A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações que proporciona o conhecimento e detecção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e controle dos fatores de risco ambientais relacionados às doenças ou outros agravos à saúde.
II. A Vigilância em Saúde Ambiental acompanha a interação do indivíduo com o meio ambiente, enfocando o espaço urbano e coletivo e as diversas formas de intervenção sobre este meio entendendo que essa relação possa se dar de maneira harmônica e resultados positivos ou de maneira nociva, resultando em doenças e agravos à saúde.
III. A Vigilância em Saúde Ambiental trata de temas, como: a qualidade da água para consumo humano, contaminantes ambientais, qualidade do ar, qualidade do solo, notadamente em relação ao manejo dos resíduos tóxicos e perigosos, os desastres naturais e acidentes com produtos perigosos.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3622568 Direito Constitucional
Em conformidade com o Art. 198 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes, EXCETO:
Alternativas
Q3622567 Saúde Pública
No município de Santa Cecília, em 2023, a taxa de mortalidade infantil média na cidade é de:
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/santa-cecilia/panorama
Alternativas
Q3622562 Geografia
De acordo com o CENSO 2022 – IBGE, a população do Município de Santa Cecília era de: 
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/santa-cecilia/panorama
Alternativas
Q3622560 Matemática
Em determinada prova com 50 questões, o candidato ganha 2 pontos por cada questão certa e perde 1 ponto por cada questão errada. Se um candidato obteve pontuação final de 76 pontos nessa prova, então o produto entre seus acertos e erros é igual a:
Alternativas
Q3622559 Matemática
Dona Ana toma um remédio A a cada 3 horas, um remédio B a cada 5 horas, um remédio C a cada 8 horas e um remédio D a cada 12 horas. Nessas condições, tomando incialmente todos os remédios, após quanto tempo ela irá tomá-los juntos novamente?
Alternativas
Q3622556 Segurança da Informação
Considerando os tipos de criptografia, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3622555 Noções de Informática
Em um computador, diferentes tipos de softwares são instalados para garantir funcionamento e atender às necessidades do usuário. 

Considerando as funções de um computador, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3622554 Segurança da Informação
Um usuário acessa um computador público para realizar operações bancárias. Ele decide utilizar o modo de navegação anônima, verifica se o site utiliza HTTPS e bloqueia cookies de terceiros durante a sessão. 

Considerando as funcionalidades e configurações de segurança de navegadores, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3622551 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO III


A última crônica


A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.


A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.


São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.


Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fernando Sabino

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13529/aultima-cronica
Releia:

“A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali.”

No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:
Alternativas
Q3622547 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO III


A última crônica


A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.


A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.


São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.


Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fernando Sabino

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13529/aultima-cronica
No trecho: “Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa” (5º parágrafo), as palavras destacadas pertencem, RESPECTIVAMENTE, às classes de:
Alternativas
Q3622543 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO II

Q7_10.png (334×342)

Disponível em: https://www.vestibulandoweb.com.br/enem/simulado-enemtirinhas-charges/
No segundo balão da fala de Mafalda, a personagem afirma: “Chht! Não se fala palavrão na mesa!”. Considerando as palavras destacadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente suas classes gramaticais.
Alternativas
Respostas
7021: D
7022: B
7023: C
7024: B
7025: C
7026: D
7027: D
7028: A
7029: C
7030: B
7031: A
7032: D
7033: D
7034: B
7035: A
7036: C
7037: B
7038: A
7039: B
7040: B