Questões de Concurso Para farmacêutico analista clínico (bioquímico)

Foram encontradas 2.843 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2888870 Farmácia

Na avaliação da função hepática, a enzima que possui maior especificidade como marcador de lesão canalicular é a

Alternativas
Q2888869 Farmácia

Os resultados da gasometria arterial de um paciente homem, 57 anos, revelaram os seguintes parâmetros:

RESULTADO

VALOR DE REFERÊNCIA

pH: 7,1

7,38 - 7,42

pO2: 80 mmHg

87 - 95 mmHg

pCO2;>: 82,3 mmHg

30 - 45 mmHg

Bicarbonato real: 24,7 mmHg

22 - 26 mEg/

Bicarbonato standard: 24,/mmhHg

22 - 26 mEg/

Índice BE (base-excess): -1

-2 até +2

Esses resultados são compatíveis com

Alternativas
Q2888865 Farmácia

Um paciente homem, 60 anos, portador de doença renal crônica, deu entrada na UTI de um hospital apresentando edema de membros inferiores, hipertensão arterial sistêmica (HAS), insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e relatando não ter urinado nas últimas 24 horas. Após a análise dos primeiros exames laboratoriais, foi cogitada a possibilidade da realização de transfusão sanguínea. Entretanto, o uso de diurético melhorou a ICC, reduziu a HAS e os resultados de exames realizados 24 após a entrada na UTI apresentaram significativa melhora no quadro hematológico e discreta melhora nos marcadores renais. A transfusão sanguínea foi descartada e o paciente evoluiu bem, com a normalização da produção de urina, tendo alta da UTI 72 horas após sua entrada. Os resultados dos exames laboratoriais realizados no momento da entrada na UTI (1º resultado) e 24 após (2º resultado) são os seguintes:

BIOQUÍMICA

1º RESULTADO

2º RESULTADO

VALORES DE REFERÊNCIA

Uréia:

90 mg/dL

80 mg/dL

10 -40 mg/dL

Creatinina:

8,0 mg/dL

7,0 mg/dL

0,5 - 1,5 mg/dL

Albumina:

3,4 g/L

3,6 g/dL

3,5- 5,5 mg/dL

Proteínas totais:

6,3 g/dL

6,5 g/dL

6,5-8,3 g/dL

HEMOGRAMA

Leucócitos:

7.200/mm3

7.800/mm3

5.000 - 8.000 mm3

Hemácias:

3.250.000/mm3

3.950.000/mm3

4.500.000 - 5.000.000 mm3

Hematócrito:

22 %

32 %

40 - 45%

Hemoglobina:

7,8g/dL

9,8 g/dL

13 - 16 g/dL

CHCM:

35,4 %

30,6 %

28 - 35%

HCM:

24 pg

24,8 pg

28-31 pg

VCM:

67,7 µ

81 µ

80 - 90 µ

Uma explicação plausível para esse caso clínico é que

Alternativas
Q2888862 Legislação Estadual

Acerca da remoção, da transferência e da redistribuição, considere:


I. A remoção é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, de outro órgão, mas no mesmo Poder.

Il. A transferência é o deslocamento do servidor, com o respectivo cargo ou função, para o quadro de outro órgão ou entidade do mesmo Poder.

III. A redistribuição é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, no mesmo Poder e no mesmo órgão em que é lotado.


Estão incorretos:

Alternativas
Q2888858 Legislação Federal

O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, de acordo com a Resolução nº 32, de 15 de outubro de 2008, divide o Brasil em

Alternativas
Q2888849 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

No que concerne às noções de sintaxe, é correto afirmar que a oração

Alternativas
Q2888848 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Quanto às relações coesivas, é incorreto afirmar que o(a)

Alternativas
Q2888847 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Julgue os itens abaixo:


I. A forma verbal “se fizeram” (linha 21) expressa ação contínua iniciada no passado.

II. A inversão da ordem dos termos em “nossa principal conexão” (linha 2) alteraria o sentido do enunciado.

III. A construção “chegaram mesmo a supor” (linha 24) alude ao extremismo das ideias de certos filósofos.

IV. Em “são o cimento que une os tijolos da comunicação” (linhas 10-11), ocorre uso figurado de palavras.

V. No trecho “Nem todas as palavras representam “coisas” do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios” (linhas 9-11), predomina a função metalinguística.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2888846 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

O autor do texto, Aldo Bizzocchi,

Alternativas
Q2887810 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05, LEIA O EXCERTO DO TEXTO “O LUGAR DE CADA PALAVRA”, DE ALDO BIZZOCCHI.


O lugar de cada palavra


Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo


Aldo Bizzocchi


1 ____ Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se

2 pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o

3 mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras

4 são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente

5 que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem

6 nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória,

7 estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem

8 ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

9 ____ Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem:

10 palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento

11 que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios.

12 Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos

13 remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na

14 mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias

15 ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria

16 língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

17 ____ A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que

18 podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta

19 de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

20 ____ Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein

21 se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante

22 questão da filosofia da linguagem.

23 ____ Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos

24 sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria

25 realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é

26 simplesmente impossível.

27 ____ Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da

28 experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem

29 formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos

30 lidar com a realidade sem a linguagem.


[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Pode-se afirmar que o texto acima é um(a)

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1233654 Português
Texto 1
Quanto mais caro, melhor
O cigarro, que já foi acessório de sedução nos filmes de Hollywood, é hoje malvisto pela maioria das pessoas. Mesmo assim, um contingente de 1,3 bilhão de pessoas  insiste em continuar fumando. Há um consenso entre praticamente todos os governos de que é preciso baixar esse número até que o hábito de fumar seja extinto no planeta. Os fumantes custam fortunas aos sistemas de saúde pública e colaboram decisivamente para os índices de morte prematura em todos os países. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou um aumento nos impostos federais que incidem sobre os cigarros no Brasil.A medida elevará o preço dos maços de cigarros entre 20% – no caso das marcas mais populares – e 25%. O governo espera que o aumento do imposto sobre o cigarro compense a perda de receita com os benefícios fiscais concedidos ao setor de automóveis e de material de construção como recurso para enfrentar a crise econômica. Seu efeito paralelo, com certeza, será uma melhoria na saúde do brasileiro. Estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que um aumento de 10% nos impostos sobre o fumo geralmente acarreta uma queda de 4% no consumo de cigarros, no caso dos países desenvolvidos, e de 8% nos países em desenvolvimento. 
O aumento de impostos, as restrições aos locais onde se pode fumar e a proibição da publicidade de cigarros são hoje as três ferramentas mais eficazes no combate ao  tabagismo. Na semana passada, o Congresso americano praticamente triplicou os impostos que incidem sobre os cigarros. Antes o preço de cada maço embutia 39 centavos de dólar de imposto – agora, esse valor é de 1,01 dólar. Segundo as estatísticas, todo ano o cigarro mata 440 000 americanos – mais do que em toda a II Guerra. No Brasil, são 200 000 mortes anuais ligadas aos males decorrentes do consumo de tabaco. A União Europeia determina que os impostos sobre cigarros devem representar pelo menos 57% do preço de cada maço. Até 2014, a UE pretende elevar esse percentual para 63%. O país que mais combate o fumo na Europa é a Inglaterra. O aumento de impostos aplicado no ano passado quadruplicou o preço dos maços de cigarros. A proibição de fumar em locais públicos fechados, como restaurantes e universidades, é hoje uma tendência mundial. Cerca de 50% dos americanos e 90% dos canadenses moram em cidades onde essa norma já foi implantada. Em Paris, é proibido fumar nos cafés. Nos famosos pubs londrinos, já não é permitido acompanhar com baforadas as canecas de cerveja quente. 
No Brasil, a campanha antifumo começou para valer em 1996, quando o governo restringiu ao horário noturno a propaganda de cigarros no rádio e na televisão. Em 1998, o  fumo foi proibido nos aviões. Inicialmente, quando a aeromoça anunciava a proibição pelo microfone, muitos passageiros comemoravam com palmas. Em 2000, a propaganda tabagista foi proibida em todos os meios de comunicação. No ano seguinte, vetou-se o patrocínio dos eventos culturais e esportivos por parte dos fabricantes de cigarros, que foram obrigados a estampar fotos chocantes nos maços. A eficácia dessas medidas foi enorme. Em 1989, 35% da população brasileira era fumante – em 2006, esse índice baixou para 17%. Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo está prevista para esta semana a votação de uma lei que não só proíbe o fumo em lugares públicos fechados como extingue a peculiar instituição dos fumódromos – locais em prédios de escritórios onde se refugiam os fumantes. No Rio de Janeiro, no ano passado, um decreto da prefeitura extinguiu os fumódromos e instituiu multa para os infratores de até 75 000 reais. No Recife, há um ano não se pode fumar em locais fechados – e até mesmo em locais ao ar livre, caso se comprove que a fumaça não se dispersa com facilidade
A má fama do cigarro nas sociedades atuais pode prejudicar os fumantes em situações diversas. Uma pesquisa sobre ambientes corporativos encomendada pela indústria farmacêutica Pfizer mostrou que, nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários e 80% dos patrões acham que os não fumantes são mais produtivos. “De cada dez currículos que recebemos para uma vaga, pelo menos um traz no final 'não fumante', e, isso pesa na decisão do empregador”, diz Augusto Costa, diretor-geral da consultoria de recursos humanos Manpower, de São Paulo. Nos Estados Unidos, os fumantes pagam entre 15% e 20% mais por um seguro de vida. Caso o prêmio da apólice seja superior a 100 000 dólares, as seguradoras obrigam o cliente a fazer um checkup médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. No Brasil, duas grandes seguradoras já cobram preços mais altos de clientes que fumam. Parece claro que, um dia, o cigarro será lembrado como uma esquisitice do passado da humanidade. 
(Duda Teixeira e Carolina Romanini, in Revista Veja,08/04/2009)
De acordo com o texto,NÃO se pode afirmar que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1231633 Português
TEXTO: O parto do livro digital
“A canibalização do livro em papel dá calafrios nas editoras, embora as gravadoras tenham sido salvas pela venda digital.”
“Não há razão alguma para uma pessoa possuir um computador em sua casa.” Isso foi dito, em 1977, por K. Olsen, fundador da Digital. De fato, os computadores eram apenas máquinas de fazer contas, pesadas e caras. Mas, com os avanços, passaram também a guardar palavras. Aparece então a era dos bancos de dados. Tal como a enciclopédia de Diderot – que se propunha a armazenar todos os conhecimentos da humanidade –, tudo iria para as suas memórias. Mas não deu certo, pois a ambição era incompatível com a tecnologia da época.
Os primeiros processadores de texto foram recebidos com nariz torcido pelos programadores. Um engenho tão nobre e poderoso, fingindo ser uma reles máquina de escrever? Não obstante, afora os usos comerciais e científicos, o PC virou máquina de guardar, arrumar e recuperar textos, pois lidamos mais com palavras do que com números. Como a tecnologia não parou de avançar, acelerou a migração de dados para as suas entranhas. Por que não os livros? O cerco foi se apertando, pois quase tudo já é digital.
Para os livreiros, cruz-credo!, uma assombração. Guardaram na gaveta os projetos de livros digitais. Mesmo perdendo rios de dinheiro em fotocópias não autorizadas, a retranca persistiu. Havia lógica. Quem tinha dinheiro para ter computador preferia comprar o livro. Quem não tinha dinheiro para livro tampouco o tinha para computador. Mas o mundo não parou. Hoje os computadores são mais baratos é há mais universitários de poucas rendas. O enredo se parece com o das gravadoras de música, invadidas pela pirataria, mas salvas pelos 10 bilhões de músicas vendidas pela Apple Store. Nos livros, a pirataria também é fácil. Por 10 dólares se escaneia um livro na China, e é incontrolável a venda de cópias digitais piratas, já instalada confortavelmente na Rússia.
Nesse panorama lúgubre para os donos de editora, entram em cena dois gigantes com vasta experiência em vender pela internet. A Amazon lança o Kindle (que permite ler no claro, mas não no escuro), oferecendo por 10 dólares qualquer um dos seus 500.000 títulos digitais e mais 1,8 milhão de graça (de domínio público). Metade das suas vendas já é na versão digital. A Apple lançou o iPad (que faz mais gracinhas e permite ler no escuro, mas não no claro), vendendo 1 milhão de unidades no primeiro mês do lançamento. Outros leitores já estão no mercado. É questão de tempo para pipocarem nos camelôs as cópias chinesas. E, já sabemos, os modelos caboclos estão por aparecer. Quem já está usando – com o aval dos oftalmologistas – garante que não é sacrifício ler um livro nessas engenhocas. As tripas do Kindle engolem mais de 1.000, substituindo vários caixotes de livros.
Nesse cenário ainda indefinido, desponta uma circunstância imprevista. Com a crise, os estados americanos estão mal de finanças e a Califórnia quebrada, levando a tenebrosos cortes orçamentários. Para quem gasta 600 dólares anuais (por aluno) em livros didáticos, migrar para o livro digital é uma decisão fácil. Basta tomar os livros existentes e colocar na web. Custo zero? Quase. Um Kindle para cada aluno sai pela metade do custo. O governador da Califórnia é o exterminador do livro em papel. Texas, Flórida e Maine embarcam na mesma empreitada, economizando papel, permitindo atualizações frequentes e tornando o livro uma porta de entrada para todas as diabruras informáticas. E nós, cá embaixo nos trópicos? Na teoria, a solução pública é fácil, encaixa-se como uma luva nos livros didáticos, pode reduzir a cartelização e democratizar o acesso. Basta o governo comprar os direitos autorais e publicar o livro na web. Com os clássicos é ainda mais fácil, pois não há direitos autorais.
No setor privado, as perplexidades abundam. Alugar o livro, como já está sendo feito? Não deu certo vender caro a versão digital. Vender baratinho? A canibalização do livro em papel dá calafrios nas editoras, embora as gravadoras tenham sido salvas pela venda digital. Muda a lógica da distribuição. Tiragens ínfimas passam a ser viáveis. O contraponto é o temível risco de pirataria. Não há trava que não seja divertimento para um bom hacker. Na contramão desses temores, Paulo Coelho se deu bem, lançando seu último livro gratuitamente na internet, junto com o lançamento em papel. Cava-se um túmulo para as editoras e livrarias? Vão-se os anéis e ficam os dedos? Ou abre-se uma caixa de Pandora fascinante? Só uma coisa é certa: o consumidor ganha.
(Cláudio de Moura Castro. Revista Veja. Ed. 2165, de 19 de maio de 2010)

Tendo como base as estruturas e os sentidos do texto, analise: 
I. Em “Os primeiros processadores de texto foram recebidos com o nariz torcido”, a expressão destacada tem sentido conotativo. 
II. Em “Mesmo perdendo rios de dinheiro” o termo destacado pode ser substituído por ainda que
III. Em “e mais universitários de poucas rendas”, o termo destacado, no pretérito imperfeito, preservando-se a concordância, seria “haviam”. 
IV. Em “Paulo Coelho se deu bem, lançando seu último livro gratuitamente na internet”, o pronome lhe substitui corretamente a expressão destacada. 
V. O termo “Isso” (1º§) é um elemento coesivo por retomar o período antecedente. 
Estão corretas apenas as afirmativas: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1222060 Farmácia
O uso da heparina NÃO é indicado para realizar o hemograma, pois:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1221891 Farmácia
As tetraciclinas podem ser classificadas quanto ao seu mecanismo de ação, como:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1221746 Medicina
NÃO é uma DST:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1220922 Farmácia
Qual dessas características de um medicamento NÃO é estudada na farmacocinética?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1220818 Farmácia
Um determinado fármaco apresenta um pKa = 4,4. Ao ser ingerido, ele chega ao estômago, cujo pH = 1,4. Nesse local, esse fármaco dissociar-se-á.” 
Qual é a relação matemática entre a quantidade de fármaco dissociado e a quantidade de fármaco que não se dissociou?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guaxupé - MG
Q1220793 Farmácia
São características que determinam a taxa de liberação e a quantidade potencial de fármacos distribuídos aos tecidos, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sertaneja - PR
Q1201896 Português
A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular. Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos. 
(Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
O sentido da palavra destacada está devidamente traduzido em:
Alternativas
Respostas
2661: A
2662: C
2663: A
2664: D
2665: B
2666: D
2667: A
2668: B
2669: C
2670: D
2671: C
2672: C
2673: C
2674: B
2675: E
2676: D
2677: E
2678: D
2679: C
2680: D