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Business Week - December 5, 2007
by Jennifer Fishbein
It seems like everywhere you turn these days, a new
high-speed train is whisking more passengers across longer
distances faster than ever before. A [NOUN] to Paris from
London is quicker than flying; Japanese bullet trains traverse the
320 miles from Tokyo to Osaka in two and a half hours; and
magnetic levitating trains in Shanghai cut through the city at 268
miles per hour. But while high-speed trains may grab all the
glamour, the more mundane business of subway construction is
what's driving the biggest growth for transportation companies.
Indeed, the world is seeing an unprecedented boom in new
subways and expansion to existing systems. Thanks to surging
economic growth and urban populations, demand for subways is
soaring in China and India. Lots of other places around the
world also are building new lines, from Dubai to Santo Domingo,
capital of the Dominican Republic. And many European and
American cities ? including even such improbable locales as Los
Angeles and Phoenix ? have caught the transit bug.
Problem-Solving and Prestige
Some cities build out of necessity. Rising prosperity
prompted Dubai residents to buy so many cars that they realized
they could [ADVERB] longer drive these cars because they
were stuck in traffic. Others are keen on the environmental
benefits of metros, which produce far less pollution and
encourage drivers to leave cars at home. Some places, mainly
in the Middle East, are looking to diversify their oil-dependent
economies. And others, to be honest, are chasing an urban
status symbol. Building a metro won't turn any old town into
Paris or London, but it does tell the world that you've arrived.
"You have in some cases a prestige issue, which is more
the case in young cities in need of an image," says Jean-Noël
Debroise, vice-president for product and strategy at Alstom
(ALSO.PA), the French transport company that has built a
quarter of the world's metros.
Rennes is an example of the new trend. The city of about
212,000 people in northwestern France was looking to raise its profile when it installed a metro in 2002. It raised the bar by
opting for a driverless system made by Siemens ? just like the
shiny new No. 14 line in Paris ? protecting passengers from the
French penchant for transit strikes. Turin, Italy, did the same to
help win its bid for the 2006 Winter Olympics; its driverless
system opened just before the games. Even the Spanish island
of Mallorca inaugurated a short metro line in April in hopes of
luring even more tourists to its capital, Palma. Alas, it closed
indefinitely in September due to flooding, amid charges of
mismanagement.
A Boon for Transit Builders
The world's three largest metro manufacturers, Montrealbased
Bombardier (BBDB.TO), Alstom, and Munich-based
Siemens (SI) report high demand for mass transit, including
tramways and light-rail systems that run both under and
[PREPOSITION] ground. The global subway market was worth
9.3 billion dollars in 2005 and is projected to grow at a rate of
2.7% per year until 2015, according to a 2007 study by the
European Railway Industry Assn. Subway lines [TO BUILD] or
extended in 20 European cities and five Middle Eastern ones,
and dozens of towns are constructing light-rail systems, reports
the Brussels-based International Association of Public
Transport.
The size of a city determines its need for a metro system.
Cities of a few million people ? or those anticipating huge
population growth ? really can't do without a mass transit
system. But cities of one or two million inhabitants can choose
between a subway and a surface tramway, which costs far less
but also runs more slowly. [CONJUNCTION] funding is an issue,
cities usually will spring for a subway, says Debroise. "The
tramway has a very old image of the 19th century, with horses in
the streets," he says.
(Adapted from http://www.businessweek.com/globalbiz/
content/dec2007/gb2007125_600001.htm?chan=top+news_
top+news+index_global+business)

As atividades de um determinado projeto são apresentadas no diagrama PERT/CPM da figura acima. O tempo de cada atividade, definido em unidades de tempo (u.t.), encontra-se na tabela. O tempo mínimo necessário para execução desse projeto, em u.t., é
. A rede CPM elaborada a partir das atividades envolvidas no projeto, bem como seus respectivos custos são apresentados a seguir.
Considerando: que as atividades A1, A2 e A3 se iniciam no mesmo dia; que não existem atrasos nas execuções das atividades e que os pagamentos da obra são efetuados à medida que as atividades são realizadas, é INCORRETO afirmar que

Uma obra foi dividida em 5 itens e, a partir de seus custos, foi montada a curva ABC, apresentada no gráfico acima. Considerando que o custo total da obra é de R$ 25.000,00, afirma-se que

A figura acima mostra parte de uma planilha montada no programa Excel. O usuário insere, então, na célula B12, a seguinte fórmula: =soma(B4:B6)*(1+($B$2/100)). Em seguida, marca as células A12 e B12, aperta o botão de copiar (Ctrl C), clica na célula A13 e então aperta o botão de colar (Ctrl V). Qual é o valor que irá aparecer na célula B13?

Deseja-se empregar o software AutoCAD para confeccionar um projeto elétrico. Observando a figura acima e partindo da situação identificada como Inicial, o comando a ser utilizado para que as eletrocalhas passem a ter a configuração indicada na situação Final é

Um motor monofásico de 1.500W, 100V, opera na temperatura de 35 °C e é alimentado por condutores com isolamento em PVC. Esses condutores encontram-se instalados numa bandeja perfurada que contém mais 3 circuitos, os quais atendem outras cargas da instalação. Com base nessas informações e utilizando os fatores de correção adequados, fornecidos nas tabelas acima, o valor da corrente para o dimensionamento do condutor de alimentação do referido motor, em ampères, é, aproximadamente,

A planta baixa acima mostra o projeto elétrico no cômodo de uma casa. Em uma das luminárias, chega um circuito monofásico, composto de fase, neutro e terra, vindo de um outro ponto da casa. Para que as duas luminárias sejam comandadas simultaneamente por meio dos dois interruptores paralelos (Three-Way), conforme apresentados na planta, é necessário que nos trechos X, Y e Z da linha passem os seguintes condutores:
I - para o dimensionamento dos disjuntores sem compensação térmica, calibrados a uma temperatura de 25° C, a corrente máxima do disjuntor deve ser ajustada para 70% de sua corrente nominal;
II - um disjuntor tripolar poderá operar de maneira mono ou bipolar, em função de um determinado tipo de falta, após sua atuação;
III - o disparador termomagnético é responsável pela atuação do disjuntor para a proteção do sistema contra sobrecargas.
É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

O relé diferencial não percentual, mostrado na figura acima, está ajustado para atuar com
A. Sabendo-se que o valor de
é 85 A, o valor da corrente
, em ampères, que provocará a atuação do relé, éI - O relé diferencial utilizado em transformadores de potência elevada é capaz de eliminar curtos-circuitos internos.
II - Caso a proteção seja realizada com relés diferenciais, admitindo que o transformador não esteja sob defeito, podem surgir correntes diferenciais circulantes no ramo diferencial do relé, provocada, por exemplo, pela corrente de magnetização do transformador.
III - Os fusíveis podem ser aplicados na proteção de transformadores de baixa tensão, devendo possuir capacidade de ruptura inferior à corrente de curto-circuito subtransitória assimétrica no ponto de instalação.
A(s) proposição(ões) correta(s) é (são)