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MATIAS-PEREIRA, José. Manual de gestão pública contemporânea. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2016
O planejamento estratégico, no setor público, contribui diretamente para essa função ao
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de gestão pública contemporânea. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Com base no texto, é correto afirmar que o planejamento, no contexto da administração pública, está diretamente relacionado à(ao)
Texto para responder à questão.
Uma investigação feita na Dinamarca encontrou evidências de que a vacina contra a gripe pode diminuir de forma relevante o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) após a infecção por influenza. A pesquisa foi realizada com pacientes internados por infarto do miocárdio ou AVC cerca de um ano após terem testado positivo para a gripe. O ponto central do trabalho é que essa elevação de risco foi menor entre os vacinados na mesma temporada. Conforme o resumo divulgado pelos pesquisadores, a proteção observada entre quem recebeu o imunizante reduziu em cerca de metade o excesso de risco cardiovascular associado à gripe, mesmo quando houve infecção após a vacinação. Os autores afirmam que, se confirmado em outros cenários, o achado reforça a prioridade da vacinação entre pessoas com maior risco de doença cardíaca ou AVC.
Disponível em: <https://www.crfgo.org.br/>. Acesso em: 16 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
Uma investigação feita na Dinamarca encontrou evidências de que a vacina contra a gripe pode diminuir de forma relevante o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) após a infecção por influenza. A pesquisa foi realizada com pacientes internados por infarto do miocárdio ou AVC cerca de um ano após terem testado positivo para a gripe. O ponto central do trabalho é que essa elevação de risco foi menor entre os vacinados na mesma temporada. Conforme o resumo divulgado pelos pesquisadores, a proteção observada entre quem recebeu o imunizante reduziu em cerca de metade o excesso de risco cardiovascular associado à gripe, mesmo quando houve infecção após a vacinação. Os autores afirmam que, se confirmado em outros cenários, o achado reforça a prioridade da vacinação entre pessoas com maior risco de doença cardíaca ou AVC.
Disponível em: <https://www.crfgo.org.br/>. Acesso em: 16 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
As desigualdades socioeconômicas e estruturais constituem determinantes relevantes na análise da violência sexual. A articulação entre raça e gênero revela-se um eixo analítico indispensável na saúde coletiva e na saúde global, uma vez que mulheres não brancas vivenciam processos específicos de vulnerabilização quando essas dimensões se interseccionam.
A violência sexual é reconhecida internacionalmente como grave problema de saúde pública. Situá-la em perspectiva histórica amplia a compreensão de suas raízes estruturais e permite examinar como marcadores sociais de diferença — como raça e gênero — operam conjuntamente na produção de desigualdades. Essa abordagem possibilita compreender que a distribuição da violência não é aleatória, mas atravessada por processos históricos e sociais que estruturam oportunidades, exposições e riscos diferenciados.
Disponível em: <https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/%20article/view/1024/613>. Acesso em: 18 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
As desigualdades socioeconômicas e estruturais constituem determinantes relevantes na análise da violência sexual. A articulação entre raça e gênero revela-se um eixo analítico indispensável na saúde coletiva e na saúde global, uma vez que mulheres não brancas vivenciam processos específicos de vulnerabilização quando essas dimensões se interseccionam.
A violência sexual é reconhecida internacionalmente como grave problema de saúde pública. Situá-la em perspectiva histórica amplia a compreensão de suas raízes estruturais e permite examinar como marcadores sociais de diferença — como raça e gênero — operam conjuntamente na produção de desigualdades. Essa abordagem possibilita compreender que a distribuição da violência não é aleatória, mas atravessada por processos históricos e sociais que estruturam oportunidades, exposições e riscos diferenciados.
Disponível em: <https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/%20article/view/1024/613>. Acesso em: 18 abr. 2026, com adaptações.

Disponível em: <https://opopular.com.br/opiniao/charges/mariosan-1.3391954>. Acesso em: 17 abr. 2026.
Na charge apresentada, o cartunista utiliza o humor como forma de
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.