Questões de Concurso Para biomédico

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Q930878 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os intelectuais e a escrita


    Poderia uma função social para os intelectuais − quer dizer, poderiam os próprios intelectuais − ter existido antes da invenção da escrita? Dificilmente. Sempre houve uma função social para xamãs, sacerdotes, magos e outros servos e senhores de ritos, e é de supor que também para aqueles que hoje chamaríamos de artistas. Mas como existir intelectuais antes da invenção de um sistema de escrita e de números que precisava ser manipulado, compreendido, interpretado, aprendido e preservado? Entretanto, com o advento desses modernos instrumentos de comunicação, cálculo e, acima de tudo, memória, as exíguas minorias que dominavam essas habilidades provavelmente exerceram mais poder social durante uma época do que os intelectuais jamais voltaram a exercer.
    Os que dominavam a escrita, como nas primeiras cidades das primeiras economias agrárias da Mesopotâmia, puderam se tornar o primeiro “clero”, classe de governantes sacerdotais. Até os séculos XIX e XX, o monopólio da capacidade de ler e escrever no mundo alfabetizado e a instrução necessária para dominá-la também implicavam um monopólio de poder, protegido da competição pelo conhecimento de línguas escritas especializadas, ritual ou culturalmente prestigiosa.
    De outro lado, a pena jamais teve mais poder do que a espada. Os guerreiros sempre conquistaram os escritores, mas sem estes últimos não poderia ter havido nem Estados, nem grandes economias, nem, menos ainda, os grandes impérios históricos do mundo antigo.

(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 226-227)
Para o autor do texto, a existência mesma dos intelectuais está inextricavelmente ligada ao surgimento da escrita porque esta
Alternativas
Q930877 Português

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Um século de cinema*



    Os cem anos do cinema parecem ter a forma de um ciclo de vida: um nascimento inevitável, o contínuo acúmulo de glórias, na última década, o início de um declínio irreversível e degradante. Isso não significa que não haverá filmes novos dignos de se admirar. Mas tais filmes serão mais que exceções: eles terão de ser heroicas violações das normas e dos procedimentos que hoje regem a produção cinematográfica em toda parte no mundo capitalista e em vias de se tornar capitalista – vale dizer, em toda parte.
    Filmes comuns, feitos tão somente para fins de entretenimento (ou seja, comerciais), continuarão a ser espantosamente tolos; a vasta maioria já não consegue deixar de apelar de forma clamorosa para o seu público, cinicamente visado. Enquanto a finalidade de um grande filme é, hoje, mais que nunca, ser uma proeza única, o cinema comercial instituiu para si uma política de produção cinematográfica inchada, derivativa, uma descarada arte combinatória, na esperança de reproduzir sucessos do passado. Todo filme que espera alcançar o maior público possível é planejado como uma forma de reprodução. O cinema, outrora anunciado como a arte do século XX, parece hoje uma arte decadente.

*Excerto de ensaio escrito pela pensadora norte-americana em 1983.

(SONTAG, Susan. Questão de ênfase. Trad. de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 115 e p. 161)
A regência verbal e o emprego dos pronomes estão plenamente adequados na frase:
Alternativas
Q930876 Português

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Um século de cinema*



    Os cem anos do cinema parecem ter a forma de um ciclo de vida: um nascimento inevitável, o contínuo acúmulo de glórias, na última década, o início de um declínio irreversível e degradante. Isso não significa que não haverá filmes novos dignos de se admirar. Mas tais filmes serão mais que exceções: eles terão de ser heroicas violações das normas e dos procedimentos que hoje regem a produção cinematográfica em toda parte no mundo capitalista e em vias de se tornar capitalista – vale dizer, em toda parte.
    Filmes comuns, feitos tão somente para fins de entretenimento (ou seja, comerciais), continuarão a ser espantosamente tolos; a vasta maioria já não consegue deixar de apelar de forma clamorosa para o seu público, cinicamente visado. Enquanto a finalidade de um grande filme é, hoje, mais que nunca, ser uma proeza única, o cinema comercial instituiu para si uma política de produção cinematográfica inchada, derivativa, uma descarada arte combinatória, na esperança de reproduzir sucessos do passado. Todo filme que espera alcançar o maior público possível é planejado como uma forma de reprodução. O cinema, outrora anunciado como a arte do século XX, parece hoje uma arte decadente.

*Excerto de ensaio escrito pela pensadora norte-americana em 1983.

(SONTAG, Susan. Questão de ênfase. Trad. de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 115 e p. 161)
Há forma verbal na voz passiva e pleno atendimento às regras de concordância na frase:
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Q930875 Português

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Um século de cinema*



    Os cem anos do cinema parecem ter a forma de um ciclo de vida: um nascimento inevitável, o contínuo acúmulo de glórias, na última década, o início de um declínio irreversível e degradante. Isso não significa que não haverá filmes novos dignos de se admirar. Mas tais filmes serão mais que exceções: eles terão de ser heroicas violações das normas e dos procedimentos que hoje regem a produção cinematográfica em toda parte no mundo capitalista e em vias de se tornar capitalista – vale dizer, em toda parte.
    Filmes comuns, feitos tão somente para fins de entretenimento (ou seja, comerciais), continuarão a ser espantosamente tolos; a vasta maioria já não consegue deixar de apelar de forma clamorosa para o seu público, cinicamente visado. Enquanto a finalidade de um grande filme é, hoje, mais que nunca, ser uma proeza única, o cinema comercial instituiu para si uma política de produção cinematográfica inchada, derivativa, uma descarada arte combinatória, na esperança de reproduzir sucessos do passado. Todo filme que espera alcançar o maior público possível é planejado como uma forma de reprodução. O cinema, outrora anunciado como a arte do século XX, parece hoje uma arte decadente.

*Excerto de ensaio escrito pela pensadora norte-americana em 1983.

(SONTAG, Susan. Questão de ênfase. Trad. de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 115 e p. 161)
É clara, coesa e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q930874 Português

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Um século de cinema*



    Os cem anos do cinema parecem ter a forma de um ciclo de vida: um nascimento inevitável, o contínuo acúmulo de glórias, na última década, o início de um declínio irreversível e degradante. Isso não significa que não haverá filmes novos dignos de se admirar. Mas tais filmes serão mais que exceções: eles terão de ser heroicas violações das normas e dos procedimentos que hoje regem a produção cinematográfica em toda parte no mundo capitalista e em vias de se tornar capitalista – vale dizer, em toda parte.
    Filmes comuns, feitos tão somente para fins de entretenimento (ou seja, comerciais), continuarão a ser espantosamente tolos; a vasta maioria já não consegue deixar de apelar de forma clamorosa para o seu público, cinicamente visado. Enquanto a finalidade de um grande filme é, hoje, mais que nunca, ser uma proeza única, o cinema comercial instituiu para si uma política de produção cinematográfica inchada, derivativa, uma descarada arte combinatória, na esperança de reproduzir sucessos do passado. Todo filme que espera alcançar o maior público possível é planejado como uma forma de reprodução. O cinema, outrora anunciado como a arte do século XX, parece hoje uma arte decadente.

*Excerto de ensaio escrito pela pensadora norte-americana em 1983.

(SONTAG, Susan. Questão de ênfase. Trad. de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 115 e p. 161)
São termos que se reforçam reciprocamente numa mesma linha argumentativa da análise feita ao longo do texto:
Alternativas
Q930872 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Um século de cinema*



    Os cem anos do cinema parecem ter a forma de um ciclo de vida: um nascimento inevitável, o contínuo acúmulo de glórias, na última década, o início de um declínio irreversível e degradante. Isso não significa que não haverá filmes novos dignos de se admirar. Mas tais filmes serão mais que exceções: eles terão de ser heroicas violações das normas e dos procedimentos que hoje regem a produção cinematográfica em toda parte no mundo capitalista e em vias de se tornar capitalista – vale dizer, em toda parte.
    Filmes comuns, feitos tão somente para fins de entretenimento (ou seja, comerciais), continuarão a ser espantosamente tolos; a vasta maioria já não consegue deixar de apelar de forma clamorosa para o seu público, cinicamente visado. Enquanto a finalidade de um grande filme é, hoje, mais que nunca, ser uma proeza única, o cinema comercial instituiu para si uma política de produção cinematográfica inchada, derivativa, uma descarada arte combinatória, na esperança de reproduzir sucessos do passado. Todo filme que espera alcançar o maior público possível é planejado como uma forma de reprodução. O cinema, outrora anunciado como a arte do século XX, parece hoje uma arte decadente.

*Excerto de ensaio escrito pela pensadora norte-americana em 1983.

(SONTAG, Susan. Questão de ênfase. Trad. de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 115 e p. 161)
Ao avaliar a situação do cinema um século depois de seu nascimento, a autora julga que a arte cinematográfica
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Q916694 Engenharia Biomédica
A cultura de segurança do paciente (CSP) é considerada um importante componente estrutural dos serviços, favorecendo a diminuição de incidentes de segurança. No âmbito da saúde, a CSP foi definida pela Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) como o produto de valores, atitudes, percepções, competências e padrões de comportament o de grupos e de indivíduos. Isso determina o compromisso, o estilo e a proficiência no manejo de segurança em saúde de uma organização. Levando-se em conta esses aspectos, analise as afirmativas abaixo.
I Um dos pilares do processo de gestão de riscos é procurar desencorajar o relato e a investigação de eventos como ferramenta de qualidade na assistência. II A gestão de risco, quando implementada de forma eficaz, apresenta-se como uma estratégia capaz de diminuir o risco de dano desnecessário ao paciente e aumentando sua segurança. III A gestão de risco não está atrelada à identificação de não conformidades n o âmbito dos processos de segurança. IV Avaliar a cultura de segurança é importante para medir as condições organizacionais que levam a possíveis danos ao paciente nos serviços de saúde.
As estratégias corretas relacionadas à cultura de segurança do paciente estão presentes nos itens
Alternativas
Q916693 Engenharia Biomédica
Durante um treinamento operacional de bombas de infusão, ministrado pelo engenheiro biomédico a uma equipe assistencial da UTI, um técnico de enfermagem questiona: qual é a ação que provoca o movimento mecânico responsável pelo deslocamento do líquido no interior do tubo? Em resposta, o engenheiro dirá que a ação é
Alternativas
Q916692 Engenharia Biomédica
Uma forma de entender o conceito e a importância dos sistemas de qualidade e de viabilizar a aplicação da padronização e da melhoria desses sistemas é a aplicação do ciclo PDCA. As fases do ciclo PDCA são:
Alternativas
Q916691 Engenharia Biomédica
A equipe da engenharia biomédica recebeu um chamado técnico, vindo do pronto socorro, para verificar o mau funcionamento do monitor multiparâmetros que apresentava interferências na leitura do SpO2 (saturação do oxigênio no sangue). Chegando ao local, a equipe verificou que a paciente recém admitida ainda estava usando brincos, colar, esmaltes nas unhas, pulseiras e sapatos. Após avaliar o equipamento, o técnico da engenharia clinica (EC) informou à enfermeira de plantão que o equipamento estava em ordem, e a interferência na leitura do SpO2 certamente se devia a
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Q916690 Engenharia Biomédica
Os bisturis elétricos são equipamentos portáteis que geram e aplicam tensões elétricas de alta frequência e alta potência. Produzem aquecimento local instantâneo e controlado para realizar cortes e estancar sangramentos (hemostasia). São usados como complemento ou alternativa aos bisturis convencionais durante procedimentos cirúrgicos. Sobre as características dos bisturis elétricos, analise as afirmativas abaixo.
I Não permitem fazer o corte e a coagulação (hemostasia) simultaneamente . II Permitem acesso mais fácil a determinados locais cirúrgicos (nos casos de endocirurgias e laparoscopias). III Minimizam o risco de disseminação de células doentes porque as destroem através do calor. IV São ineficientes em estancar hemorragias (efeito hemostático), não sendo indicados em intervenções em órgãos muito vascularizados.
As afirmativas que dizem respeito efetivamente a características dos bisturis elétricos são
Alternativas
Q916689 Engenharia Biomédica
Em um estabelecimento assistencial de saúde – EAS, ocorreu um problema no circuito de um equipamento médico e foi solicitada a avaliação de um engenheiro biomédico. Para medir a tensão (ddp) no componente, o instrumento a ser utilizado pelo engenheiro será o
Alternativas
Q916688 Engenharia Biomédica
Plano de Gerenciamento de Equipamentos de Saúde é um conjunto de ações relacionadas ao planejamento, seleção, aquisição, inventário, registro histórico, instalação, recebimento, armazenamento, conservação, distribuição, utilização, intervenção técnica, queixas técnicas e descarte dos equipamentos de saúde submetidos ao plano de gerenciamento, de modo a garantir sua rastreabilidade, qualidade, eficácia, segurança e desempenho. A respeito da gestão de equipamentos médico-hospitalares, em especial, do plano de reposição desses equipamentos, analise as afirmativas abaixo.
I A reposição de um equipamento médico-hospitalar é determinada pela quantidade de manutenções que esse equipamento recebe durante sua vida operacional: quando é atingida uma quantidade pré-definida, o equipamento deve ser substituído. II A implementação de ferramentas de gestão de equipamentos médicos nos hospitais promove a segurança, a qualidade e a eficácia dos procedimentos médicos. A ausência de um planejamento correto, comum em inúmeros EAS, pode implicar em sobrevida de equipamentos antieconômicos, obsoletos e prejudiciais à saúde. III A concepção de um plano de reposição de equipamentos terá mérito quando não houver a participação de profissionais com formação técnica e de gestão, de modo que o plano pode ser elaborado tanto por engenheiros biomédicos como por médicos. Contudo, na prática, o fator econômico poderá ser o predominante ou o único. IV A engenharia clínica tem a competência de criar um programa de gerenciamento e supervisão para o serviço de manutenção, estabelecendo normas e padrões na instituição que preservem o uso seguro e eficiente do equipamento médico-hospitalar e de infra-estrutura, por parte de profissionais e usuários.
Em relação ao plano de gerenciamento de equipamentos que deverá ser levado em consideração pelo engenheiro biomédico, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q916687 Engenharia Biomédica
Na medicina moderna, as formas de obtenção de imagens sofreram muitos avanços. Atualmente, a habilidade de obter imagens sobre diversas partes do corpo humano possui muitas aplicações clínicas. Ao longo dos anos, diferentes métodos de obtenção de imagens foram desenvolvidos, cada um com suas vantagens e desvantagens. Os equipamentos que usam raios-x como método para aquisição de imagem são:
Alternativas
Q916686 Engenharia Biomédica
Um hospital de grande porte irá inaugurar uma UTI geral de 10 leitos e necessita adquirir os equipamentos médico-hospitalares. Para tanto, contará com a contribuição da equipe de engenharia biomédica para definir quais serão os equipamentos a serem adquiridos e suas respectivas quantidades. Sabendo-se que a equipe da engenharia biomédica obedecerá ao que determina a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, para definir a aquisição dos equipamentos, os engenheiros biomédicos deverão sugerir, minimamente, a aquisição de:
Alternativas
Q916685 Engenharia Biomédica
O equipamento de eletrocardiografia é responsável por registrar as variações na atividade elétrica do coração. Nesse equipamento, dependendo do número de eletrodos, é possível observar diferentes derivações que auxiliam no diagnóstico de problemas cardíacos. Muitas vezes, no eletrocardiógrafo, surgem interferências de sinal, causando artefatos no traço produzido. Cada uma dessas interferências possui um traço característico diretamente relacionado a sua causa. Nesse contexto, observe a imagem abaixo obtida em um eletrocardiograma. A causa da interferência evidenciada na imagem é
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q916684 Engenharia Biomédica
A RDC nº 02, de 25 de janeiro de 2010, da ANVISA, dispõe sobre o gerenciamento de tecnologias de saúde em estabelecimentos de saúde. Tem como objetivo estabelecer os critérios mínimos para garantir que as tecnologias possuam rastreabilidade, qualidade, eficácia, efetividade e segurança. O plano de gerenciamento faz parte da RDC, sendo um dos documentos obrigatórios para todo estabelecimento assistencial de saúde – EAS. No que se refere ao plano de gerenciamento, analise os itens a seguir
I Produtos para saúde, incluindo equipamentos de saúde II Produtos de higiene e cosméticos diversos III Medicamentos, exceto equipos de bombas de infusão IV Saneantes, exceto ácido para séptico e glutaraldeído
Fazem parte do plano de gerenciamento das EASs as tecnologias presentes nos itens
Alternativas
Q916683 Engenharia Biomédica
A Resolução de Diretoria Colegiada - RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, é responsável por estabelecer diretrizes para a construção de obras infra-estruturais em ambiente hospitalar. Nela constam características mínimas para a construção de determinados setores hospitalares, entre eles, a unidade de terapia intensiva - UTI, que se apresentam em três modalidades: adulto, pediátrica e neonatal. De acordo com a RDC para Estabelecimento Assistencial de Saúde - EAS com no mínimo 100 leitos, a quantidade mínima de leitos na UTI e o parâmetro utilizado para determinar essa quantidade são, respectivamente,
Alternativas
Q916682 Engenharia Biomédica
Uma perfeita adaptação entre o implante dental e o pilar protético é um requisito básico para o sucesso, a longo prazo, das reabilitações orais. Existe consenso sobre o fato de que deva ocorrer um perfeito vedamento entre o implante e o pilar, a fim de evitar saucerização, afrouxamento de parafuso e gap, assegurando que os tecidos periimplantares possam desempenhar normalmente suas funções. Essas características se referem às conexões do tipo
Alternativas
Q916681 Engenharia Biomédica
Os materiais que participam ativamente do processo de recuperação tecidual, atuando no tecido de forma específica, imitando o meio no qual encontram-se inseridos, com estimulação em nível celular, são considerados
Alternativas
Respostas
6281: A
6282: B
6283: D
6284: B
6285: C
6286: C
6287: D
6288: D
6289: C
6290: B
6291: A
6292: C
6293: C
6294: A
6295: C
6296: C
6297: B
6298: A
6299: D
6300: C