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Q1372123 Português

A língua como ela é

    Nos últimos dias tive uma experiência muito gratificante cumprindo o meu papel de professora de língua portuguesa – sim, gosto de enfatizar que dou aula de língua e não de gramática da língua. Pois é, nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta. São pessoas de todas as partes com um objetivo em comum: interagir, comunicar-se em português.

    Como práxis, nas aulas iniciais, ensinamos o verbo “ser” e “estar”; para nós brasileiros, o famoso e enfadonho verbo to be das aulinhas de inglês. Então, a lição inicial é fazer com que os iniciantes entendam a diferença entre ambos os verbos, já que na língua do Tio Sam tal diferença só é percebida no contexto comunicativo. As explicações acontecem com exemplos reais, a fim de mostrar-lhes a língua como ela é.

    Nas aulas para estrangeiros o “tu” e o “vós” são abolidos, completamente descartados, e isso é o sonho linguístico de toda e qualquer criança brasileira. Imaginem o tormento: conjugação do verbo “ir”, no presente do indicativo “tu vais”, “vós ides” e a criança inconformada e chorosa pergunta: “Mãe, alguém fala isso? Eu não falo”. Pois é, sábia conclusão! A criança, com seu conhecimento linguístico inato, não reconhece o idioma descrito na Gramática e intui que aquelas conjugações trarão uma imensa dor de cabeça e possíveis notas vermelhas.

    A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: “O vento fechou a porta que o vento abrira.” Abrira?

    Com o futuro também temos problemas. Não, não sou vidente, não me refiro ao amanhã, refiro-me ao tempo gramatical. Ele, como a GN sugere, não participa dos nossos planos, visto que um casal, ao sonhar com o ninho de amor, não enrola a língua para conjugar o verbo “querer” e, em vez de dizer “Nós quereremos um apartamento de frente para o mar”, usam a corriqueira forma composta “Vamos querer...”. A partir disso, façamos uma reflexão: por que não mostrar aos nossos pupilos os tempos verbais no contexto da nossa realidade linguística? O tempo futuro pode ser dito com a forma composta (verbo auxiliar no presente + verbo principal no infinito) acompanhada pelo advérbio de tempo que situa a ideia. Sendo assim, dizemos: “Vou viajar amanhã”. E falar assim é menos futuro? É tanto quanto em “Viajarei amanhã”, com o detalhe de que está caindo em desuso na fala do dia a dia.

    Ah! Como é gostoso ensinar a língua viva! Aquela que não está engessada nos compêndios gramaticais! Porém, os gramáticos que elaboram tais manuais afirmariam categoricamente: ensinar português para estrangeiros é diferente de ensinar português a uma criança nativa, afinal, ela já sabe português. Concordo! Claro que não precisamos ensinar as diferenças entre ser e estar, levar e trazer, conhecer e saber, confusões típicas de um aprendiz não nativo.

    Sugerir e advogar a favor do ensino real da língua significa retirar o que não é utilizado ou é raramente visto na escrita, é ignorar regras inúteis que não influenciam na compreensão da língua. Um exemplo clássico é o pronome oblíquo no começo da oração. Os puristas da língua consideram um erro crasso, mas que mal pode haver em dizer “Me empresta o seu livro do Veríssimo”? E por que não escrever assim também? É uma tendência nossa o uso da próclise, enquanto os portugueses preferem a ênclise. O nosso olhar para com os fenômenos linguísticos se compara ao estudo de um biólogo ou de um botânico, que não diz que aquela flor é mais ou menos bela por causa do formato das pétalas ou da coloração. Falar “empresta-me” não é mais ou menos bonito, é diferente, e em ambos os casos a comunicação acontece.

    Portanto, a minha singela conclusão é que precisamos de gramáticas que não tenham espaço para mesóclise, pronome possessivo “vosso”, lista de substantivos coletivos, tipos de sujeito e predicado, enfim, uma série de bobagens e gramatiquices que não ensinamos para os estrangeiros, porque não são relevantes para comunicação, também porque não fazem parte da língua como ela é.

(Disponível em http://conhecimentopratico.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/53/artigo344826-1.asp Acesso em: 08 set 2016.)

Observe a passagem a seguir: “... nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta (1º§). A figura de linguagem presente na passagem é a mesma que se encontra em:
Alternativas
Q1372121 Português

A língua como ela é

    Nos últimos dias tive uma experiência muito gratificante cumprindo o meu papel de professora de língua portuguesa – sim, gosto de enfatizar que dou aula de língua e não de gramática da língua. Pois é, nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta. São pessoas de todas as partes com um objetivo em comum: interagir, comunicar-se em português.

    Como práxis, nas aulas iniciais, ensinamos o verbo “ser” e “estar”; para nós brasileiros, o famoso e enfadonho verbo to be das aulinhas de inglês. Então, a lição inicial é fazer com que os iniciantes entendam a diferença entre ambos os verbos, já que na língua do Tio Sam tal diferença só é percebida no contexto comunicativo. As explicações acontecem com exemplos reais, a fim de mostrar-lhes a língua como ela é.

    Nas aulas para estrangeiros o “tu” e o “vós” são abolidos, completamente descartados, e isso é o sonho linguístico de toda e qualquer criança brasileira. Imaginem o tormento: conjugação do verbo “ir”, no presente do indicativo “tu vais”, “vós ides” e a criança inconformada e chorosa pergunta: “Mãe, alguém fala isso? Eu não falo”. Pois é, sábia conclusão! A criança, com seu conhecimento linguístico inato, não reconhece o idioma descrito na Gramática e intui que aquelas conjugações trarão uma imensa dor de cabeça e possíveis notas vermelhas.

    A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: “O vento fechou a porta que o vento abrira.” Abrira?

    Com o futuro também temos problemas. Não, não sou vidente, não me refiro ao amanhã, refiro-me ao tempo gramatical. Ele, como a GN sugere, não participa dos nossos planos, visto que um casal, ao sonhar com o ninho de amor, não enrola a língua para conjugar o verbo “querer” e, em vez de dizer “Nós quereremos um apartamento de frente para o mar”, usam a corriqueira forma composta “Vamos querer...”. A partir disso, façamos uma reflexão: por que não mostrar aos nossos pupilos os tempos verbais no contexto da nossa realidade linguística? O tempo futuro pode ser dito com a forma composta (verbo auxiliar no presente + verbo principal no infinito) acompanhada pelo advérbio de tempo que situa a ideia. Sendo assim, dizemos: “Vou viajar amanhã”. E falar assim é menos futuro? É tanto quanto em “Viajarei amanhã”, com o detalhe de que está caindo em desuso na fala do dia a dia.

    Ah! Como é gostoso ensinar a língua viva! Aquela que não está engessada nos compêndios gramaticais! Porém, os gramáticos que elaboram tais manuais afirmariam categoricamente: ensinar português para estrangeiros é diferente de ensinar português a uma criança nativa, afinal, ela já sabe português. Concordo! Claro que não precisamos ensinar as diferenças entre ser e estar, levar e trazer, conhecer e saber, confusões típicas de um aprendiz não nativo.

    Sugerir e advogar a favor do ensino real da língua significa retirar o que não é utilizado ou é raramente visto na escrita, é ignorar regras inúteis que não influenciam na compreensão da língua. Um exemplo clássico é o pronome oblíquo no começo da oração. Os puristas da língua consideram um erro crasso, mas que mal pode haver em dizer “Me empresta o seu livro do Veríssimo”? E por que não escrever assim também? É uma tendência nossa o uso da próclise, enquanto os portugueses preferem a ênclise. O nosso olhar para com os fenômenos linguísticos se compara ao estudo de um biólogo ou de um botânico, que não diz que aquela flor é mais ou menos bela por causa do formato das pétalas ou da coloração. Falar “empresta-me” não é mais ou menos bonito, é diferente, e em ambos os casos a comunicação acontece.

    Portanto, a minha singela conclusão é que precisamos de gramáticas que não tenham espaço para mesóclise, pronome possessivo “vosso”, lista de substantivos coletivos, tipos de sujeito e predicado, enfim, uma série de bobagens e gramatiquices que não ensinamos para os estrangeiros, porque não são relevantes para comunicação, também porque não fazem parte da língua como ela é.

(Disponível em http://conhecimentopratico.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/53/artigo344826-1.asp Acesso em: 08 set 2016.)

Um texto predominantemente argumentativo pode, eventualmente, apresentar passagens narrativas com a finalidade de ilustrar a tese defendida ou mesmo narrar um acontecimento para problematizar o tema que se pretende discutir. Das passagens a seguir, qual apresenta sequência tipológica eminentemente narrativa?
Alternativas
Q1371914 Português

A língua como ela é

    Nos últimos dias tive uma experiência muito gratificante cumprindo o meu papel de professora de língua portuguesa – sim, gosto de enfatizar que dou aula de língua e não de gramática da língua. Pois é, nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta. São pessoas de todas as partes com um objetivo em comum: interagir, comunicar-se em português.

    Como práxis, nas aulas iniciais, ensinamos o verbo “ser” e “estar”; para nós brasileiros, o famoso e enfadonho verbo to be das aulinhas de inglês. Então, a lição inicial é fazer com que os iniciantes entendam a diferença entre ambos os verbos, já que na língua do Tio Sam tal diferença só é percebida no contexto comunicativo. As explicações acontecem com exemplos reais, a fim de mostrar-lhes a língua como ela é.

    Nas aulas para estrangeiros o “tu” e o “vós” são abolidos, completamente descartados, e isso é o sonho linguístico de toda e qualquer criança brasileira. Imaginem o tormento: conjugação do verbo “ir”, no presente do indicativo “tu vais”, “vós ides” e a criança inconformada e chorosa pergunta: “Mãe, alguém fala isso? Eu não falo”. Pois é, sábia conclusão! A criança, com seu conhecimento linguístico inato, não reconhece o idioma descrito na Gramática e intui que aquelas conjugações trarão uma imensa dor de cabeça e possíveis notas vermelhas.

    A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: “O vento fechou a porta que o vento abrira.” Abrira?

    Com o futuro também temos problemas. Não, não sou vidente, não me refiro ao amanhã, refiro-me ao tempo gramatical. Ele, como a GN sugere, não participa dos nossos planos, visto que um casal, ao sonhar com o ninho de amor, não enrola a língua para conjugar o verbo “querer” e, em vez de dizer “Nós quereremos um apartamento de frente para o mar”, usam a corriqueira forma composta “Vamos querer...”. A partir disso, façamos uma reflexão: por que não mostrar aos nossos pupilos os tempos verbais no contexto da nossa realidade linguística? O tempo futuro pode ser dito com a forma composta (verbo auxiliar no presente + verbo principal no infinito) acompanhada pelo advérbio de tempo que situa a ideia. Sendo assim, dizemos: “Vou viajar amanhã”. E falar assim é menos futuro? É tanto quanto em “Viajarei amanhã”, com o detalhe de que está caindo em desuso na fala do dia a dia.

    Ah! Como é gostoso ensinar a língua viva! Aquela que não está engessada nos compêndios gramaticais! Porém, os gramáticos que elaboram tais manuais afirmariam categoricamente: ensinar português para estrangeiros é diferente de ensinar português a uma criança nativa, afinal, ela já sabe português. Concordo! Claro que não precisamos ensinar as diferenças entre ser e estar, levar e trazer, conhecer e saber, confusões típicas de um aprendiz não nativo.

    Sugerir e advogar a favor do ensino real da língua significa retirar o que não é utilizado ou é raramente visto na escrita, é ignorar regras inúteis que não influenciam na compreensão da língua. Um exemplo clássico é o pronome oblíquo no começo da oração. Os puristas da língua consideram um erro crasso, mas que mal pode haver em dizer “Me empresta o seu livro do Veríssimo”? E por que não escrever assim também? É uma tendência nossa o uso da próclise, enquanto os portugueses preferem a ênclise. O nosso olhar para com os fenômenos linguísticos se compara ao estudo de um biólogo ou de um botânico, que não diz que aquela flor é mais ou menos bela por causa do formato das pétalas ou da coloração. Falar “empresta-me” não é mais ou menos bonito, é diferente, e em ambos os casos a comunicação acontece. Portanto, a minha singela conclusão é que precisamos de gramáticas que não tenham espaço para mesóclise, pronome possessivo “vosso”, lista de substantivos coletivos, tipos de sujeito e predicado, enfim, uma série de bobagens e gramatiquices que não ensinamos para os estrangeiros, porque não são relevantes para comunicação, também porque não fazem parte da língua como ela é.


(Disponível em http://conhecimentopratico.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/53/artigo344826-1.asp Acesso em: 08 set 2016.)

No texto, a autora defende a ideia de que
Alternativas
Q1360165 Noções de Informática
Observe o resultado de uma busca efetuada no Google e assinale a alternativa com o comando de pesquisa utilizado.
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Alternativas
Q1360164 Noções de Informática
Considere a apresentação feita no MS-PowerPoint 2010, na sua configuração padrão, apresentada parcialmente na figura. Imagem associada para resolução da questão

O usuário executou a apresentação da seguinte forma: I. Slide 1; II. Slide 2, clicou no botão de ação Imagem associada para resolução da questão , cujo hiperlink o levou para o slide 11; III. Slide 11, clicou no botão de ação Imagem associada para resolução da questão (sabendo-se que foi preservado seu hiperlink padrão); IV. Slide “?”, clicou no botão de ação Imagem associada para resolução da questão (sabendo-se que foi preservado seu hiperlink padrão).
Assinale a alternativa que contém o número do slide “?” e daquele que foi exibido após o passo IV, respectivamente.
Alternativas
Q1360163 Noções de Informática
Observe a planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original, apresentada parcialmente na figura.
Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que contém o valor do desconto para o sofá, sabendo-se que sua fórmula de cálculo inserida na célula E2 é: =SE(CONT.SE($C$2:$C$7;">6,5")<>5;20/2+10%*D2;D2*10%+35/5)
Alternativas
Q1360162 Noções de Informática
Considerando as opções de impressão do MS-Word 2010, apresentadas parcialmente na figura, assinale a alternativa que contém a opção que permite marcar para imprimir a tabela de propriedades e valores, lista de marcação e de estilos usados e páginas ímpares ou pares do documento.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1360161 Noções de Informática
Considere a área de trabalho e a barra de tarefas do MS-Windows 7, apresentados parcialmente na figura, e assinale a alternativa correta.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1360160 Atualidades
Após meses de disputa, os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro fecharam na tarde desta quinta-feira (10/12) um acordo que foi assinado no Supremo Tribunal Federal (STF), e homologado pelo ministro Luiz Fux. (G1. http://glo.bo/1QysziF. Publicado em 10.12.15. Adaptado)
O acordo refere-se à
Alternativas
Q1360159 Atualidades
A agência de classificação de risco Fitch retirou nesta quarta-feira (16/12) o selo de bom pagador do Brasil. Agora, o país é considerado grau especulativo por duas agências – além da Fitch, a Standard & Poor’s já tinha cortado a nota brasileira em setembro.
(Folha de S.Paulo. http://folha.com/no1719698. Publicado em 16.12.15)
O rebaixamento por duas agências de classificação de risco pode significar
Alternativas
Q1360158 Atualidades
Considere os textos a seguir retirados da mídia no segundo semestre de 2015.
I. A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (24/11) mais uma fase da Operação “X”, que investiga a manipulação de julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Ministério da Fazenda. (EBC. http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2015-11/ policia-federal-deflagra-nova-fase-da-operacao. Publicado em 24.11.15. Adaptado)
II. A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (11/12) o presidente de uma construtora, na Operação “Y”, que investiga esquema de superfaturamento nas obras de transposição do rio São Francisco. (Terra. http://economia.terra.com.br/pf-prende-presidente-na- -operacao,ebc97bc8d67624199e4314cd56567be713kpwx2x.html. Publicado em 11.12.15. Adaptado)
As Operações da Polícia Federal indicadas com as letras X e Y são, respectivamente,
Alternativas
Q1360156 Atualidades

Pela primeira vez, as mulheres participam como candidatas em uma campanha eleitoral em um dos países mais ultraconservadores do Oriente Médio, onde elas seguem submetidas a inúmeras restrições civis e políticas.

Precedidas de uma campanha de 12 dias, as eleições municipais de 12 de dezembro são as primeiras da história do país abertas às mulheres como eleitoras e candidatas.


(Folha de S.Paulo. http://folha.com/no1712394. Publicado em 28.11.15. Adaptado)



O país onde ocorreu a eleição é

Alternativas
Q1360155 Matemática
O número inteiro A, dividido por 6, resulta no quociente inteiro B e resto 5. O número B dividido por 7 resulta no quociente inteiro C e resto 6. A diferença entre A e B, nessa ordem, é 140. Dessa maneira, é possível calcular que B dividido por C é igual a
Alternativas
Q1360154 Matemática
Um terreno tem o formato de um triângulo isósceles, cujas medidas estão expressas na figura que está desenhada
Imagem associada para resolução da questão

Nesse terreno será construído um pequeno aposento de 12 m², que ocupará, do terreno, uma área correspondente a
Alternativas
Q1360153 Matemática
Um circuito de corrida de pedestres foi construído sobre lados de dois retângulos e de um quadrado, cujas medidas e disposição estão expressas na figura. O circuito é composto apenas pelos segmentos externos à figura e que estão grafados de forma mais acentuada.
Imagem associada para resolução da questão

Um atleta que correu 3/4 do comprimento de uma volta desse circuito percorreu uma distância, em metros, igual a
Alternativas
Q1360152 Matemática
Dona Juliana produz docinhos para festas de aniversário. Uma cliente precisava de pelo menos 520 docinhos e queria que os docinhos fossem dispostos em um igual número de bandejas completas que coubessem, respectivamente, 12, 25 e 35 docinhos em cada uma. Dona Juliana preparou a menor quantidade de docinhos necessários para atender a cliente. Dessa maneira, a quantidade total de docinhos que estarão nas bandejas menores é igual a
Alternativas
Q1360151 Matemática
São três os retângulos considerados nesta questão. O comprimento do menor deles é 4 m, e sua largura é 3 m. As medidas dos lados do segundo retângulo são exatamente o dobro das respectivas medidas do retângulo menor. As medidas dos lados do terceiro retângulo são exatamente o triplo das medidas do retângulo menor. A soma das medidas de uma diagonal de cada retângulo é, em metros, igual a
Alternativas
Q1360150 Matemática
Três amigos trabalham em uma mesma empresa, em funções diferentes e com salários diferentes. O amigo C ganha, por mês 3/5, do que ganha, por mês, o amigo B. Por sua vez, o amigo B ganha, por mês 4/5, do que ganha, por mês, o amigo A. Sabe-se que o amigo C ganha, por mês, a quantia de R$ 1.560,00. A diferença entre o que ganha por mês o amigo A e o que ganha por mês o amigo B é, em reais, igual a
Alternativas
Q1360149 Matemática
Para cobrir 420 m² de um telhado T, 7 operários, que apresentam a mesma produtividade, gastam 3 horas e 30 minutos. Para cobrir outros 1680 m² do telhado T, foram contratados outros 12 operários, que também possuem a mesma produtividade individual dos operários anteriores. A previsão de tempo que esses 12 operários gastariam para realizar esse trabalho é de
Alternativas
Q1360148 Matemática
Juliana pediu emprestada uma determinada quantia, a juros simples de 3% ao mês. Ela ficou com o dinheiro emprestado por 2 meses. Após esse tempo, pagou o principal e também os juros com um total de R$ 1.741,05. A quantia que Juliana pediu emprestada foi
Alternativas
Respostas
16141: A
16142: B
16143: C
16144: A
16145: C
16146: D
16147: B
16148: E
16149: B
16150: A
16151: D
16152: C
16153: D
16154: D
16155: A
16156: C
16157: E
16158: A
16159: E
16160: B