Foram encontradas 21.952 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Santos (2018), ao analisar a atitude de estudar como prática social, identificou algumas características de o aluno estar na graduação e ser graduando em risco acadêmico.
Assinale a alternativa que NÃO constitui uma dessas características
As diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana têm por objetivo
I. se fazerem observadas pelas instituições de ensino de Educação Superior, exclusivamente nos cursos de graduação que se destinam à formação inicial de professores.
II. determinarem que as instituições de Educação Superior, que ofertam cursos de graduação, que se destinam à formação inicial de professores incluam o componente curricular obrigatório “Educação das Relações Étnico-raciais” em seus currículos.
III. estabelecerem que o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, meio privilegiado para a educação das relações étnico-raciais, tenham por objetivo o reconhecimento e a valorização da identidade, da história e da cultura dos afro-brasileiros, a garantia de seus direitos de cidadãos, o reconhecimento e igual valorização das raízes africanas da nação brasileira ao lado das indígenas, das europeias, das asiáticas.
IV. terem por meta a educação de cidadãos atuantes no seio da sociedade brasileira, multicultural e pluriétnica, capazes de, por meio de relações étnico-sociais positivas, construírem uma nação democrática.
Assinale a alternativa que apresenta o(s) objetivo(s) das diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
Segundo Libâneo (1994), no processo pedagógico, os objetivos são o ponto de partida e as premissas são gerais, pois representam as exigências da sociedade em relação à escola, ao ensino, aos alunos e, ao mesmo tempo, refletem as opções políticas e pedagógicas dos agentes educativos em face das contradições socais existentes na sociedade
Analise as afirmativas abaixo.
I. Estabelecem princípios e diretrizes de orientação do trabalho escolar com base num plano pedagógicodidático que represente o consenso do corpo docente em relação à filosofia da educação e à prática docente.
II. Têm sempre caráter pedagógico, porque explicitam o rumo a ser imprimido ao trabalho escolar, em torno de um programa de formação.
III. Expressam as expectativas do professor sobre o que deseja obter dos alunos no decorrer do processo de ensino.
IV. Determinam exigências e resultados esperados das atividades dos alunos, referentes a conhecimentos, a habilidades, a atitudes e a convicções cujas aquisições e desenvolvimento ocorrem no processo de transmissão e de assimilação ativa das matérias.
V. Expressam propósitos mais amplos acerca do papel da escola e do ensino diante das exigências postas pela realidade social e diante do desenvolvimento da personalidade dos alunos.
Considerando-se as ideias desenvolvidas por Libâneo, assinale a alternativa que apresenta os propósitos dos objetivos específicos.
Em seus estudos, Zabalza (2004) analisa questões relacionadas à docência no ensino e na aprendizagem, sendo que na docência, orientada para a aprendizagem, prevalece
Segundo Demo (2003), cada professor precisa saber propor seu próprio modo de teorizar e praticar a pesquisa, renovando-a constantemente e mantendo-a como fonte principal de sua capacidade inventiva. Vale notar que a persistência de modismos, como o construtivismo ou a qualidade total, apenas confirmam a precariedade de competência, já que o indivíduo competente se nega, terminantemente, a substituir a própria proposta por outras vindas de fora ou impostas. Se, um dia, educar pela pesquisa virar modismo, será porque nada foi entendido.
Segundo esse autor, para que esse estímulo de pesquisa se concretize, é necessário
“Tipo de Liderança que focaliza as intenções das pessoas e os estilos de relacionamento mantidos por elas, como forma de promover a unidade da organização e melhores condições de realização de seus objetivos, procurando influir no conjunto das relações entre todas as pessoas participantes da comunidade escolar, mobilizando-as para trocar experiências e ideias, aprender em conjunto e articularem na proposição e na realização de linhas comuns de ação”, segundo Luck (2008:46)
Considerando-se a citação acima, assinale a alternativa que apresenta o tipo de liderança a que a autora se refere.
Romanowski e Wachowicz (2006), analisando modelos de avaliação, asseveram que esses se baseiam na verificação do desempenho dos alunos perante os objetivos de ensino estabelecidos no planejamento. Para examinar os resultados obtidos, são utilizados geralmente testes e provas a fim de verificar quais objetivos foram atingidos, com base no padrão de aprendizagem desejável e, principalmente, fazendo o registro quantitativo de seu percentual. Os critérios que norteiam a tomada de decisão do professor são estabelecidos antes do processo de aprendizagem.
No texto acima, as autoras estão se referindo a qual modelo de avaliação?
A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. De acordo com essa Lei, é correto afirmar que
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 06.
O futuro é uma ideia nova na humanidade. Nós nunca tivemos futuro.[...]
O tempo é um conceito que se declina de várias formas. Física, biológica — envelhecimento celular —,
cosmológica, histórica, mitológica, estética, a duração da autopercepção subjetiva — o tempo existencial —,
social, enfim, muitas formas
Aqui me interessa apenas uma dessas formas: o tempo sociológico, aquele que nasce das interações
sociais e materiais que vão submetendo o cotidiano a esse processo.[...]
Durante milênios, “nada” aconteceu em termos de tempo sociológico porque o tempo social era parado.
Nenhuma grande mudança tirava o homo sapiens da sua condição prioritariamente natural.
Para o tempo social acontecer, se fazem necessárias transformações relevantes nos âmbitos da técnica
e da gestão da vida, da sobrevivência e da reprodução. E isso demorou muito a ocorrer em nossa pré-história
e história. Sem o fogo de Prometeu, não teríamos o tempo social de fato. [...]
Mas, mesmo nossa experiência concreta da natureza hoje é mediada pelo tempo social. O debate sobre
sustentabilidade e sofrimento do planeta é um debate sobre nossa natureza social e técnica em interação com
a natureza do planeta. Aquilo que os estoicos chamavam de logos.
Nunca tivemos futuro. Caçávamos, plantávamos, nos reproduzíamos, adorávamos divindades, mas
nada disso implica um futuro concreto como pensamos hoje. [...]
O tempo social só passa quando se impõe como cotidiano. Na modernidade, esse processo se acelerou. Nos últimos anos, mais ainda.
Isso nos causa vertigem e abre o mercado para todo tipo de picaretagem: inovação, quebra de
paradigmas, dirupção, como se tudo isso ocorresse no plano de um encontro corporativo num resort.
Não. A aceleração social da vida, fruto da agressividade crescente da técnica, nos faz sangrar.
Dito de forma metafórica, o futuro é o resultado da técnica socialmente engajada, como um avião, um celular, uma vacina, um projeto de democracia.
A clássica divisão de história e pré-história, marcada pelo surgimento da escrita e da possibilidade de ler o que nossos antepassados escreviam, e, portanto, saber como viviam no sentido mais largo da expressão anuncia o nascimento do tempo histórico — porque nos apropriamos do que já foi vivido, ou seja, do passado —, mas isso, por si só, não é suficiente para entendermos de modo mais claro o nascimento do futuro.
O futuro só nasce quando a ideia de progresso se impõe como mais significativa do que a de passado. E isso é moderno, não é bíblico ou milenarista.
Não evoluímos num ambiente em que existisse futuro à vista. Quem fazia guerra faria guerra sempre, quem dava à luz daria à luz sempre, quem caçava caçaria sempre. Nesse ambiente, não existe futuro.
O futuro é uma ideia nova na experiência do sapiens. Tão nova que não temos clareza de que ela só existe quando existe a possibilidade mesma do progresso técnico.
Ainda que esse progresso não seja o controle absoluto do nosso destino, tampouco da natureza, da contingência, nem do Sistema Solar, nosso tempo contemporâneo é devorado pela crença de que o futuro nos espera no horizonte como um dado da própria natureza das coisas.
O ser do universo é indiferente ao nosso tempo e para ele não existe o nosso futuro. O futuro da natureza das coisas não é o mesmo que o nosso futuro. O nosso é efêmero como tudo o que criamos ao longo de um tempo maior que, de certa forma, nunca passa porque nos ultrapassa.
PONDÉ, Luiz Felipe. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2021/02/o-futuro-e-uma-ideia-nova-e-a-eternidade-e-indiferente-ao-sofrimento-humano.shtml Acesso em: 17 maio 2021. (Fragmento)
De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
As redes sociais são espaços virtuais por meio dos quais grupos de pessoas ou empresas se relacionam através do envio de mensagens, da partilha de conteúdo, entre outros. Atualmente existem diferentes redes sociais, cada uma com um propósito e um público-alvo específico. Sobre essas novas tecnologias de comunicação, pode-se afirmar que:
Com base na significação das palavras, entende-se por “transacionado” algo que:
,
ou seja, aproximadamente,