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Q2536495 Português

Leia o trecho abaixo:


(…) não custa lembrar que a crase (do grego “Krasis”, “fusão”) é um fenômeno fonético de fusão de sons vocálicos, que, no português atual, ocorre sobretudo quando a preposição “a” antecede um artigo “a” (ou “as”).


O acento grave serve para assinalar a ocorrência desse fenômeno, portanto, para empregá-lo corretamente, é necessário perceber a presença de dois “aa”.


Thais Nicoleti, Folha de S. Paulo, 13/09/2015, Crase em títulos jornalísticos suscita dúvida entre leitores.


Observe as seguintes manchetes de jornal:


Imagem associada para resolução da questão “Carta de renúncia deve ser encaminhada ........ Diretoria”


Imagem associada para resolução da questão “Verba direcionada ............ Educação”


Imagem associada para resolução da questão “Carta encaminhada para ......... Diretoria”


Imagem associada para resolução da questão “Verba direcionada ........... todos os artistas”


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto, seguindo a norma culta.

Alternativas
Q2536494 Português

Leia o texto a seguir:


Quando Millôr Fernandes morreu, em março de 2012, o jornalista Luiz Zanin Oricchio, colunista de cultura de O Estado de S. Paulo, publicou na internet o texto “Morreram Millôr Fernandes”. Na homenagem ao escritor, humorista e dramaturgo – para citar algumas funções desempenhadas por Millôr -, Zanin explicou que o mesmo tipo de concordância verbal havia sido estampado pelo jornal O Dia menos de uma semana antes. A capa anunciava “Morreram Chico Anysio”, destacando que o artista interpretou mais de 200 personagens ao longo de sua carreira.


LÍNGUA PORTUGUESA, Reviravoltas da Concordância, p., 26/27/28, por Camila Ploennes e Mariana Brasil


O texto acima destaca um tipo específico de concordância. Sobre isso, são feitas as seguintes afirmativas:


1. Esse caso de concordância é chamado de silepse.


2. A concordância a que se refere o texto é ideológica, ou seja, concorda com a ideia.


3. Essa concordância verbal não é admitida pelas gramáticas normativas e deve ser evitada, porque mostra desconhecimento dos mecanismos da língua.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2536493 Português

Em artigo no Jornal Folha de S. Paulo, em 27/04/2024, a professora Thaís Nicoleti informa sobre o lançamento da obra “Gramática do Português Brasileiro Escrito” (Parábola, 2023), de Carlos Alberto Faraco e Francisco Eduardo Vieira. Declara a professora:


A incorporação de regências populares no panteão normativo, sempre como opções, facilita muito a vida do leitor, que vê abonadas as construções do dia a dia (ir no cinema, assistir o filme etc.). Não ganharam acolhida, porém, construções como “agradecer fulano (em vez de “a fulano”) por alguma coisa” ou “isso a permitiu sair da depressão” (“a” no lugar de “lhe”), muito comuns na imprensa e no meio acadêmico. Os casos são omitidos, o que não deixa de ser uma forma de condená-los, ainda que implicitamente.


As regências assinaladas pela autora são naturalizadas no dia a dia do falante de língua portuguesa no Brasil.


Assinale a alternativa na qual as regras de regência, prescritas pela norma culta, foram mantidas.

Alternativas
Q2536492 Português

A intertextualidade é um fenômeno no qual determinado texto se refere a outro, numa verdadeira “conversa”. Ela ocorre com elementos semânticos ou formais implícitos ou explícitos.


Partindo do pressuposto de que o texto de Waldick Soriano antecede o de Belchior, analise os textos a seguir desses dois músicos:


Belchior


(…) Não querem perder tempo/ com essa porcaria que se chama gente. // “Eu não sou cachorro não, / para viver assim tão humilhado” (…)


Waldick Soriano


Eu não sou cachorro, não / Pra viver tão humilhado / Eu não sou cachorro, não / Para ser tão desprezado (…) eu não sou cachorro, não (…)


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2536491 Português

Paulo Reglus Neves Freire nasceu em Recife, tornou-se professor de Língua Portuguesa e notabilizou-se como grande educador com seu método de alfabetização.


Abaixo algumas frases dele:


1. “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.”


2. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”


3. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens educam-se entre si, mediatizados pelo mundo.”


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2536490 Português

Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles 


Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).


A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.


Assinale a alternativa correta sobre a coesão textual.
Alternativas
Q2536489 Português

Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles 


Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).


A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.


Observe o trecho abaixo extraído do texto 1:


“…para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade.”


Assinale a alternativa que indica corretamente a passagem para a voz passiva desse trecho, respeitando a norma culta:

Alternativas
Q2536488 Português

Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles 


Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).


A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.


Em relação ao tipo e gênero do texto 1, é correto afirmar que é um(a):
Alternativas
Q2536487 Português

Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles 


Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).


A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.


Roman Jakobson estabeleceu seis funções da linguagem. Elas revelam, em síntese, o foco do texto, ou seja, toda a comunicação está a serviço de uma finalidade.


Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.

Alternativas
Q2536486 Português

Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles 


Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).


A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.


Assinale a alternativa correta a respeito das ideias do texto 1.
Alternativas
Q2526595 Nutrição
A Atenção Básica tem o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades. Ela deve ser capaz de resolver a grande maioria dos problemas da população, coordenando o cuidado do usuário entre outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Essa descrição se refere à diretriz, instituída pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) de 2017, denominada de
Alternativas
Q2526594 Nutrição
A Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), criada em 2010, por meio do Decreto nº 7272, tem como objetivo geral a garantia da Segurança Alimentar e Nutricional. Sua implementação é direcionada por várias diretrizes, entre as quais se encontra
Alternativas
Q2526593 Nutrição
A Resolução CD/Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) nº 06, de 08 de maio de 2020, dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). No tocante à aplicação dos recursos financeiros, determina que devem ser destinados à aquisição de alimentos processados e ultraprocessados em percentual (%) de no máximo
Alternativas
Q2526592 Nutrição
Cada etapa e modalidade de ensino tem um valor per capita, por dia letivo, para compra de gêneros alimentícios da alimentação escolar, repassado pelo governo federal a estados e municípios. No caso de estudantes matriculados em escolas de educação básica localizadas em áreas indígenas e remanescentes de quilombolas, em período parcial, é transferido o valor, em reais (R$), de
Alternativas
Q2526591 Nutrição
O Código de Ética e Conduta do Nutricionista é instrumento orientador da atuação profissional e principal balizador dos deveres, direitos e limites do exercício profissional. Nesse sentido, é dever do nutricionista
Alternativas
Q2526590 Nutrição
O controle da temperatura nas diferentes etapas de preparo e conservação de alimentos é fundamental para o controle de qualidade em Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN). A conservação aquecida de alimentos prontos acontece em uma temperatura a partir de
Alternativas
Q2526589 Nutrição
No âmbito do PNAE, deve-se incluir a educação alimentar e nutricional (EAN) no currículo escolar, de modo transversal, abordando o tema alimentação e nutrição. Com esse objetivo, o nutricionista deve seguir os princípios do Marco de Referência de EAN para as políticas públicas (2012). Assinale a opção que descreve o princípio da intersetorialidade.
Alternativas
Q2526588 Nutrição
Os valores de referência para a ingestão de nutrientes para indivíduos e grupos são provenientes das ingestões dietéticas de referência, ou, em inglês, Dietary Reference Intakes (DRI). Sobre essas referências, é correto afirmar que
Alternativas
Q2526587 Nutrição
  Imagem associada para resolução da questão
A licitação é uma das principais modalidades de compras pelos entes da Administração Pública e, no Brasil, o processo licitatório é regulado atualmente pela Lei nº 14.133/21. Sobre a alteração de contratos de compras de gêneros alimentícios no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), unilateralmente pela Administração, devidamente justificada, o contratado será obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, acréscimos ou supressões do valor inicial atualizado do contrato de até
Alternativas
Q2526586 Nutrição
O Conselho de Alimentação Escolar (CAE) é um componente fundamental do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) visando ao controle social de sua execução. Quando o CAE verifica se os recursos destinados à alimentação escolar estão sendo empregados corretamente, ele está exercendo sua função
Alternativas
Respostas
10301: E
10302: D
10303: C
10304: B
10305: A
10306: D
10307: C
10308: E
10309: A
10310: B
10311: C
10312: B
10313: D
10314: A
10315: D
10316: D
10317: C
10318: A
10319: A
10320: D