Questões de Concurso
Para professor - língua portuguesa
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Leia o texto a seguir:
Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias
Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.
A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.
As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.
“Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.
A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.
No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024
“Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil” (3º parágrafo). Se a palavra destacada estivesse no plural, à luz da norma-padrão, a frase seria reescrita da seguinte forma:
Leia o texto a seguir:
Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias
Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.
A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.
As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.
“Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.
A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.
No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024
Em “Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria voltado a extrair minério” (2º parágrafo, o trecho indicado estabelece uma relação de sentido com a informação seguinte. Essa relação é de:
Leia o texto a seguir:
Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias
Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.
A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.
As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.
“Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.
A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.
No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024
O texto indica que a extração de minério de ferro:
Conforme Cegalla, os dois-pontos são empregados:
I. Para anunciar a fala dos personagens nas histórias de ficção.
II. Antes de uma citação.
III. Antes de orações subordinadas adjetivas explicativas.
IV. Para indicar a ocorrência de uma oração subordinada adverbial.
Quais completam corretamente o enunciado, considerando os ensinamentos do referido autor?
Sobre verbos, conforme preconiza Bechara, avalie as afirmações que seguem:
I. Infinitivo, gerúndio e particípio são formas nominais do verbo, porque, ao lado de seu valor verbal, podem desempenhar função de nomes.
II. Conjugar um verbo é dizê-lo, de acordo com um sistema determinado, um paradigma, em todas as suas formas nas diversas pessoas, números, tempos, modos e vozes.
III. Diz-se que um verbo é regular quando se apresenta de acordo com o modelo de sua conjugação: cantar, vender, partir. No verbo regular também o radical não varia. Tem-se o radical de um verbo privando-o, no infinitivo sem flexão, das terminações -ar, -er, -ir.
Quais estão corretas?
Conforme ensinam Cunha e Cintra, avalie as afirmações abaixo sobre estrutura e formação de palavras:
I. Chama-se formação de palavras o conjunto de processos morfossintáticos que permitem a criação de unidades novas com base em morfemas lexicais. Utilizam-se assim, para formar as palavras, os afixos de derivação ou os procedimentos de composição.
II. Pela derivação sufixal formaram-se, e ainda se formam, novos substantivos, adjetivos, verbos e, até advérbios. Dai classificar-se o sufixo em nominal, verbal e adverbial.
III. Ao processo de enriquecimento vocabular pela mudança de classe das palavras dá-se o nome de derivação regressiva.
Quais estão corretas?
Sobre os períodos compostos, analise as afirmações seguintes, conforme preconiza Cegalla:
I. No período composto, podem ocorrer orações subordinadas justapostas, isto é, com a ocorrência de mais de um conectivo.
II. Orações cujo verbo está elíptico, isto é, subentendido, podem ocorrer no periodo composto.
III. As orações coordenadas podem ser assindéticas ou sindéticas; no período composto por coordenação, as coordenadas são independentes, ou seja, não funcionam como termos de outras.
Quais estão corretas?
Sobre classes de palavras, avalie as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, conforme Cegalla.
( ) Na frase “Encontrei teu cachorro, e logo o coloquei no pátio fechado”, as palavras em negrito são pronomes.
( ) Em “Ninguém sabe o que foi resolvido”, o primeiro vocábulo em negrito é um artigo; o segundo, uma conjunção.
( ) Consoante, segundo, durante, mediante, etc. podem ser classificadas como preposições acidentais, dependendo do contexto de ocorrência.
( ) O numeral pode ser cardinal, ordinal, multiplicativo e fracionário. Os vocábulos “zero” e “ambos” se incluem entre os numerais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Considerando o disposto no ECA, são princípios que as entidades que desenvolvem programas de acolhimento familiar ou institucional devem adotar:
I. Preservação dos vínculos familiares e promoção da reintegração familiar.
II. Integragdo em familia substituta, quando esgotados os recursos de manutengdo na familia de origem.
III. Desenvolvimento de atividades em regime de coeducação.
IV. Desmembramento de grupos de irmãos.
V. Sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados.
Quais estão corretos?
Identifique a função sintática do termo sublinhado na seguinte frase: “Barbara comprou presentes para a irmã mais velha”.
1. A multidão cercou o palácio, e logo começaram a gritar palavras de ordem.
2. Sua santidade é fofo.
3. Os milhões de brasileiros esperamos por vida melhor.
Sobre eles, são feitas as seguintes afirmações. Assinale a correta.
1. A palavra representação (grifada no texto 4) sofreu processo de derivação sufixal.
2. A palavra processo (grifada no texto 4) sofreu processo de derivação parassintética.
3. A palavra recriar (grifada no texto 4) sofreu processo de derivação prefixal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. O texto é meramente informativo: atualiza o leitor sobre um evento.
2. Por ser texto argumentativo, percebe-se o autor conduzindo a reflexão.
3. Prevalece no texto a argumentação: o autor busca conduzir o leitor a uma reflexão sobre o fato.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. “O governo aspira por uma economia estável.”
2. “Os cientistas assistiram o show pacientemente.”
3. “O novo projeto implica em mudanças na educação.”
Assinale a alternativa correta.
1. Eu vi ela ontem.
2. Eu a vi ontem.
3. Falta 5 minutos pra acabar a aula.
4. O diretor pediu pra mim vir aqui.
Sobre elas são feitas as seguintes afirmações. Assinale a correta.
Definição
As variantes linguísticas são as duas ou mais formas que veiculam um mesmo sentido e compõem o conjunto de uma mesma variável linguística. A variação pode ocorrer no léxico (como no exemplo entre aipim e macaxeira…), na fonética (as pronúncias), na morfologia (como o apagamento ou não do morfema indicando o infinitivo) e na sintaxe (estrutura das frases).
REVISTA LÍNGUA PORTUGUESA, A LÍNGUA QUE APRENDEMOS, A LÍNGUA QUE FALAMOS, artigo de Edmilson José de Sá, edição número 20, p. 31.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.
1. O exemplo entre aipim e macaxeira é variação social, logo denota determinados grupos ou escolaridade, entre outros.
2. O Dicionário da Ilha, de Fernando Alexandre e de Andrea Ramos (edições Cobra Coralina), registra a palavra diarada, muitos dias. Eis um exemplo de variação regional, marcada por distinções no vocabulário e na pronúncia.
3. Os textos 2 e 3, de Euclides da Cunha, são classificados predominantemente de variação de registro, nos quais prepondera o emprego mais coloquial de linguagem. Um bom exemplo disso é a utilização do pronome oblíquo lhe.
4. As variações linguísticas devem ser sempre evitadas pelo falante por se constituírem erro.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
“O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.”
São propostas três reescrituras.
1. O sertanejo é antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo, exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.
2. O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem, o raquitismo, exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.
3. O sertanejo é um forte antes de tudo. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.
Assinale a alternativa que indica todas as reescrituras corretas, de acordo com a norma culta.