Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q4281706 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Ainda em processo de popularização, o termo mãe solo busca produzir deslocamentos nos sentidos depreciativos do termo “mãe solteira” e denunciar a naturalização da relação entre a maternidade e o estado civil. A palavra denomina todas as mulheres responsáveis integralmente pela criação e educação de uma criança, tanto nas questões financeiras, quanto na dedicação do tempo.

Nesse sentido, mães solo seriam mulheres que exercem a parentalidade de maneira solitária, sem apoio na divisão de tarefas e nos cuidados com as crianças, o que não significa, no entanto, que essa característica de desamparo seja exclusiva das mães fora de um relacionamento: muitas mulheres que têm companheiros/companheiras também exercem a maternidade de maneira solitária, mesmo contando com a presença física de outra pessoa.

De acordo com o Instituto de Geografia e Estatística do Brasil (IBGE), em pesquisa publicada no começo de 2021, as mulheres gastam quase o dobro de tempo em tarefas domésticas e no cuidado com os filhos em relação aos homens.


RODRIGUES, Fernanda Castelano. Mãe solo. Enciclopédia discursiva da Covid-19: gênero e sexualidade. Disponível em: https://informasus.ufscar.br/mae-solo/. Acesso em: 5 maio 2026. [Adaptado].
Considerando os fatores de textualidade, a análise do uso dos termos "mãe solteira" e "mãe solo" no texto indica que
Alternativas
Q4281705 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os limites da ficção para se converter em um perigoso mito contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e adoece física e mentalmente as mulheres.

O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação masculina, explica esse fenômeno através do conceito de violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está, muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.

Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa romantização é o primeiro passo para reconhecer que o trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.


Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
No primeiro parágrafo, a expressão “cultura pop” é classificada morfologicamente como 
Alternativas
Q4281704 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os limites da ficção para se converter em um perigoso mito contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e adoece física e mentalmente as mulheres.

O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação masculina, explica esse fenômeno através do conceito de violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está, muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.

Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa romantização é o primeiro passo para reconhecer que o trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.


Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Na frase “Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de promover a igualdade de gênero.”, a locução prepositiva “Ao” funciona morfossintaticamente como uma conjunção subordinativa 
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Q4281703 Português
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Texto 2


A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os limites da ficção para se converter em um perigoso mito contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e adoece física e mentalmente as mulheres.

O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação masculina, explica esse fenômeno através do conceito de violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está, muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.

Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa romantização é o primeiro passo para reconhecer que o trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.


Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Em “...ela está, muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime”, a colocação do pronome oblíquo “a”, segundo a Gramática Normativa, é um caso de 
Alternativas
Q4281702 Português
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Texto 2


A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os limites da ficção para se converter em um perigoso mito contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e adoece física e mentalmente as mulheres.

O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação masculina, explica esse fenômeno através do conceito de violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está, muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.

Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa romantização é o primeiro passo para reconhecer que o trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.


Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Considerando seus elementos constitutivos, o objetivo do texto é
Alternativas
Q4281701 Português
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Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Segundo a ortografia oficial da Língua Portuguesa, a justificativa para o emprego do hífen na palavra “MulherMaravilha” é: 
Alternativas
Q4281700 Português
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Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
No segundo parágrafo, a expressão genérica “importantes mulheres” é um elemento de sequenciação textual com função referencial. Esse mecanismo de coesão é chamado de 
Alternativas
Q4281699 Português
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Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
No texto, o elemento linguístico responsável por introduzir uma informação nova relativa ao tema é
Alternativas
Q4281698 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Por suas funções comunicativas e características composicionais, predomina no fragmento textual o tipo 
Alternativas
Q4279945 Pedagogia
Uma rede de ensino pretende utilizar os resultados de uma avaliação em larga escala para redefinir estratégias pedagógicas e revisar seu planejamento institucional. A equipe técnica reconhece que as decisões decorrentes da avaliação somente serão consistentes se as conclusões extraídas dos resultados forem sustentadas por interpretações metodologicamente válidas.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que a validade das inferências realizadas a partir dos resultados educacionais depende de:
Alternativas
Q4279943 Pedagogia
Em um processo de validação de um teste educacional, a equipe técnica realizou a análise psicométrica dos itens após sua aplicação em uma amostra representativa. Constatou-se que determinado item foi corretamente respondido, em proporções muito semelhantes, tanto pelos estudantes pertencentes ao grupo de maior proficiência quanto pelos integrantes do grupo de menor proficiência, embora o índice de dificuldade estivesse dentro da faixa considerada aceitável.

À luz dos princípios da análise de itens, essa evidência permite concluir que:
Alternativas
Q4279942 Pedagogia
Ao longo de um semestre letivo, um professor passou a utilizar registros sistemáticos das produções dos estudantes, devolutivas individualizadas e replanejamento das atividades sempre que identificava dificuldades recorrentes na aprendizagem.

A prática descrita caracteriza-se por uma avaliação que:
Alternativas
Q4279941 Pedagogia
Uma secretaria de educação analisou os resultados obtidos por diferentes escolas em avaliações externas, juntamente com indicadores de contexto e informações institucionais, para definir prioridades de intervenção e políticas públicas.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4279940 Pedagogia
Após a consolidação dos resultados de uma avaliação, uma equipe pedagógica observou diferenças expressivas de desempenho entre grupos de estudantes. Antes de propor intervenções, decidiu confrontar os resultados com informações sobre os objetivos de aprendizagem, os instrumentos utilizados, as estratégias de ensino, a participação dos estudantes e as condições em que o processo educativo foi desenvolvido.

Considerando os princípios da avaliação da aprendizagem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4279939 Pedagogia
Ao analisar o desempenho de uma turma, o professor verificou que parte significativa dos estudantes apresentou dificuldades em determinado conteúdo, decidindo revisar as estratégias de ensino antes de prosseguir com novos tópicos.

Essa decisão evidencia que a avaliação da aprendizagem: 
Alternativas
Q4279938 Pedagogia
Após a aplicação de um instrumento avaliativo, verificou-se que determinado item apresentou elevado índice de acertos por estudantes com diferentes níveis de desempenho, não contribuindo para distinguir adequadamente aqueles que dominavam o conteúdo dos que apresentavam dificuldades.

Sob a perspectiva da análise dos resultados avaliativos, essa informação indica que:
Alternativas
Q4279937 Pedagogia
Uma secretaria de educação pretende utilizar os resultados de avaliações externas para subsidiar decisões relacionadas ao planejamento da rede de ensino. Para evitar interpretações inadequadas, a equipe técnica decidiu analisar esses resultados em conjunto com informações sobre contexto socioeducacional, indicadores de permanência, fluxo escolar, recursos disponíveis e características das unidades de ensino.

Considerando os princípios da avaliação institucional e da avaliação de sistemas educacionais, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4279936 Pedagogia
Durante o desenvolvimento de uma avaliação educacional, a equipe técnica elaborou previamente uma matriz de referência, definindo as competências, habilidades e objetos de conhecimento que deveriam ser representados pelos itens do instrumento, de modo a assegurar correspondência entre o que se pretendia avaliar e as evidências produzidas.

Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4279935 Pedagogia
Durante uma atividade investigativa, um grupo de estudantes formula explicações incompatíveis com os conceitos científicos em estudo. Em vez de apresentar imediatamente a resposta correta, o professor decide aprofundar a discussão por meio de perguntas e novas situações-problema. Essa atuação caracteriza uma mediação pedagógica que:
Alternativas
Q4279934 Pedagogia
Em uma sequência didática, o professor propõe atividades que exigem análise, comparação, elaboração de hipóteses e argumentação, utilizando diferentes instrumentos para acompanhar a evolução da aprendizagem dos estudantes. Sob a perspectiva da didática contemporânea, essa organização do trabalho pedagógico evidencia que:
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: A
244: A
245: C
246: D
247: A
248: B
249: B
250: C
251: B
252: E
253: E
254: D
255: B
256: B
257: D
258: A
259: C
260: C