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Q2372777 Português
Facebook, Meta, Instagram: é vício? Entenda os diferentes graus de dependência das redes sociais

Mau uso de plataformas tem diferentes fases e é preciso atenção para excessos, dizem especialistas.


    O uso excessivo de redes sociais, principalmente em jovens menores de 18 anos, preocupa médicos e entidades que combatem a chamada dependência tecnológica. Especialistas alertam, porém que não é apenas o uso das plataformas por longas horas que define o vício, mas a falta de controle e a dominância sobre outras ações.
    “Sou médico e uso o WhatsApp o dia inteiro para responder pacientes. Isso quer dizer que eu estou dependente porque eu estou usando demais? Não, porque é algo que faz parte da minha profissão”, afirma Rodrigo Menezes Machado, psiquiatra colaborador do Ambulatório de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). Machado admite que é impossível negar a tecnologia, porém a questão da dependência está relacionada à perda de controle. “É aquela sensação da ‘nossa, peguei meu celular e só ia olhar algo muito específico no Instagram. Passei mais de três horas’.” 
     Aliada à falta de controle estão os prejuízos em outras esferas da vida, como a acadêmica, a social e a familiar. Por exemplo, a pessoa que prefere ficar nas redes sociais a sair com os amigos diminui os vínculos sociais, o desempenho acadêmico cai, o trabalho deixa de ter o rendimento que tinha antes e afeta o sono. Katia Ethiénne dos Santos, professora da PUC Paraná, tem pós-doutorado na área de educação digital e afirma que existe desde 2015 o conceito chamado de “onlife”. Ele consiste na fronteira entre os universos físico e virtual, de maneira que já não temos mais percepção do que é um e do que é outro. “Dentro desse contexto hiperconectado, é difícil ficarmos longe, manter o equilíbrio. É fundamental que o mesmo cuidado que temos com as outras tecnologias, como foi com a televisão, também exista para as redes sociais, especialmente quando somos pais ou responsáveis de crianças e jovens”, afirma.
    Pensando na dependência, o Geat (Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas) criou um repositório de dados onde são compilados os resultados da pesquisa sobre vício em tecnologia. A ideia é que a plataforma seja utilizada por pais, responsáveis, educadores e profissionais da saúde para orientar os jovens sobre segurança digital, como identificar padrões de comportamento de vício, quais os tipos de acessos que apresentam maior risco e o que fazer.
    A OMS (Organização Mundial da Saúde) já classifica a “gaming disorder” (distúrbio de jogos eletrônicos) como uma condição mental com classificação específica na lista de enfermidades de importância médica (chamada CID). O Instituto Delete, grupo de pesquisa ligas à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), disponibiliza tratamento para consumo exagerado de tecnologia. Todas as sextas-feiras, o Delete oferece atendimento gratuito aberto ao público no Instituto de Psiquiatria e possui um teste relacionado a vício de telas no site. O instituto divide os usos de redes sociais em três níveis: 

     a. Usuário consciente: é quando o virtual não atrapalha o real.

     b. Usuário abusivo: o virtual atrapalha a realidade do usuário, mas existe um nível de controle.

     c. Usuário dependente: o virtual atrapalha o real e existe um nível de perda de controle.     

     Como evitar que uso de redes sociais se torne um vício?        

      Controlar o conteúdo acessado, principalmente por jovens na faixa de 7 a 12 anos.

      Passar mais tempos juntos, praticando atividades que estimulem o físico e também a criatividade das             crianças, como jogos e brincadeiras.

      Ter uma rede de apoio que ajuda a ouvir e a conversar com a criança sobre valores.

      Ao menor sinal de mudança de comportamento, como falta de sono e apetite, conversar para entender           se ela está sofrendo com vício nas redes sociais.

      Conversar, principalmente com os mais jovens, sobre o que deve ou não ser compartilhado nas redes.



(Folha de S. Paulo. Ana Botallo, Isabella Menon. Em: 27 de maio de 2023.)

Releia:
1. “Sou médico e uso o WhatsApp o dia inteiro para responder pacientes. Isso quer dizer que eu estou dependente porque eu estou usando demais? Não, porque é algo que faz parte da minha profissão [...]” (2º§). 
2. “É aquela sensação da ‘nossa, peguei meu celular e só ia olhar algo muito específico no Instagram. Passei mais de três horas’.” (2º§).
3. “onlife” (3º§).
4. “Dentro desse contexto hiperconectado, é difícil ficarmos longe, manter o equilíbrio. É fundamental que o mesmo cuidado que temos com as outras tecnologias, como foi com a televisão, também exista para as redes sociais, especialmente quando somos pais ou responsáveis de crianças e jovens [...]” (3º§).
5. “gaming disorder” (5º§).

Considerando os destaques textuais, analise as afirmativas a seguir. 
I. As aspas em 1, 2 e 3 são usadas para dar sentido particular, representando a escrita.
II. As aspas em 5 são usadas para uma expressão.
III. As aspas em 2, 4 e 5 são empregadas para marcar conotações.
IV. As aspas em 1 e 4 são empregadas para marcar falas.
V. As aspas em todas as assertivas possuem a mesma função: marcar uma fala ou expressão.

Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q2372776 Português
Facebook, Meta, Instagram: é vício? Entenda os diferentes graus de dependência das redes sociais

Mau uso de plataformas tem diferentes fases e é preciso atenção para excessos, dizem especialistas.


    O uso excessivo de redes sociais, principalmente em jovens menores de 18 anos, preocupa médicos e entidades que combatem a chamada dependência tecnológica. Especialistas alertam, porém que não é apenas o uso das plataformas por longas horas que define o vício, mas a falta de controle e a dominância sobre outras ações.
    “Sou médico e uso o WhatsApp o dia inteiro para responder pacientes. Isso quer dizer que eu estou dependente porque eu estou usando demais? Não, porque é algo que faz parte da minha profissão”, afirma Rodrigo Menezes Machado, psiquiatra colaborador do Ambulatório de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). Machado admite que é impossível negar a tecnologia, porém a questão da dependência está relacionada à perda de controle. “É aquela sensação da ‘nossa, peguei meu celular e só ia olhar algo muito específico no Instagram. Passei mais de três horas’.” 
     Aliada à falta de controle estão os prejuízos em outras esferas da vida, como a acadêmica, a social e a familiar. Por exemplo, a pessoa que prefere ficar nas redes sociais a sair com os amigos diminui os vínculos sociais, o desempenho acadêmico cai, o trabalho deixa de ter o rendimento que tinha antes e afeta o sono. Katia Ethiénne dos Santos, professora da PUC Paraná, tem pós-doutorado na área de educação digital e afirma que existe desde 2015 o conceito chamado de “onlife”. Ele consiste na fronteira entre os universos físico e virtual, de maneira que já não temos mais percepção do que é um e do que é outro. “Dentro desse contexto hiperconectado, é difícil ficarmos longe, manter o equilíbrio. É fundamental que o mesmo cuidado que temos com as outras tecnologias, como foi com a televisão, também exista para as redes sociais, especialmente quando somos pais ou responsáveis de crianças e jovens”, afirma.
    Pensando na dependência, o Geat (Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas) criou um repositório de dados onde são compilados os resultados da pesquisa sobre vício em tecnologia. A ideia é que a plataforma seja utilizada por pais, responsáveis, educadores e profissionais da saúde para orientar os jovens sobre segurança digital, como identificar padrões de comportamento de vício, quais os tipos de acessos que apresentam maior risco e o que fazer.
    A OMS (Organização Mundial da Saúde) já classifica a “gaming disorder” (distúrbio de jogos eletrônicos) como uma condição mental com classificação específica na lista de enfermidades de importância médica (chamada CID). O Instituto Delete, grupo de pesquisa ligas à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), disponibiliza tratamento para consumo exagerado de tecnologia. Todas as sextas-feiras, o Delete oferece atendimento gratuito aberto ao público no Instituto de Psiquiatria e possui um teste relacionado a vício de telas no site. O instituto divide os usos de redes sociais em três níveis: 

     a. Usuário consciente: é quando o virtual não atrapalha o real.

     b. Usuário abusivo: o virtual atrapalha a realidade do usuário, mas existe um nível de controle.

     c. Usuário dependente: o virtual atrapalha o real e existe um nível de perda de controle.     

     Como evitar que uso de redes sociais se torne um vício?        

      Controlar o conteúdo acessado, principalmente por jovens na faixa de 7 a 12 anos.

      Passar mais tempos juntos, praticando atividades que estimulem o físico e também a criatividade das             crianças, como jogos e brincadeiras.

      Ter uma rede de apoio que ajuda a ouvir e a conversar com a criança sobre valores.

      Ao menor sinal de mudança de comportamento, como falta de sono e apetite, conversar para entender           se ela está sofrendo com vício nas redes sociais.

      Conversar, principalmente com os mais jovens, sobre o que deve ou não ser compartilhado nas redes.



(Folha de S. Paulo. Ana Botallo, Isabella Menon. Em: 27 de maio de 2023.)

Releia: “É aquela sensação da ‘nossa, peguei meu celular e só ia olhar algo muito específico no Instagram. Passei mais de três horas’.” (2º§) Considerando a perspectiva sintática da estrutura, analise as afirmativas a seguir. 


I. A segunda oração possui um sujeito desinencial.
II. “Algo” é objeto direto.
III. “Olhar” é verbo intransitivo.
IV. “No Instagram” é adjunto adverbial.


Está INCORRETO o que se afirma em 

Alternativas
Q2364890 Inglês
No contexto do ensino e da aprendizagem da língua inglesa na educação básica, a avaliação deve ser
Alternativas
Q2364889 Inglês
No âmbito da avaliação no ensino e na aprendizagem de língua inglesa na educação básica, a avaliação formativa

I tem como principal função auxiliar o desenvolvimento contínuo dos alunos.
II é projetada para fornecer reconhecimento aos melhores alunos de cada turma, permitindo-lhes comprovarem suas áreas de destaque por meio de um certificado.
III destina-se a classificar os alunos em níveis de proficiência, fornecer notas finais e comparar seu desempenho com o de outros alunos.
IV é uma ferramenta valiosa para orientar o processo de aprendizado, identificar áreas que precisam de melhoria e promover o crescimento contínuo dos estudantes.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2364888 Pedagogia

Ao se compreender a produção escrita como um processo,

Alternativas
Q2364887 Pedagogia
      A BNCC de língua inglesa para o ensino fundamental — anos finais está organizada por eixos, unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades. As unidades temáticas, em sua grande maioria, repetem-se e são ampliadas as habilidades a elas correspondentes. Para cada unidade temática, foram selecionados objetos de conhecimento e habilidades a serem enfatizados em cada ano de escolaridade (6.º, 7.º, 8.º e 9.º anos), servindo de referência para a construção dos currículos e planejamentos de ensino, que devem ser complementados e(ou) redimensionados conforme as especificidades dos contextos locais. Tal opção de apresentação da BNCC permite, por exemplo, que determinadas habilidades possam ser trabalhadas em outros anos, se assim for conveniente e significativo para os estudantes, o que também atende a uma perspectiva de currículo espiralado.


Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular:
A educação é a base. p. 249 (com adaptações)
De acordo com a BNCC, é uma habilidade relacionada ao eixo dimensão intercultural para o 7.º ano

I mobilizar conhecimentos prévios para compreender texto oral.
II explorar modos de falar em língua inglesa, refutando preconceitos e reconhecendo a variação linguística como fenômeno natural das línguas.
III participar de troca de opiniões e informações sobre textos, lidos na sala de aula ou em outros ambientes.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2364886 Pedagogia
      A BNCC de língua inglesa para o ensino fundamental — anos finais está organizada por eixos, unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades. As unidades temáticas, em sua grande maioria, repetem-se e são ampliadas as habilidades a elas correspondentes. Para cada unidade temática, foram selecionados objetos de conhecimento e habilidades a serem enfatizados em cada ano de escolaridade (6.º, 7.º, 8.º e 9.º anos), servindo de referência para a construção dos currículos e planejamentos de ensino, que devem ser complementados e(ou) redimensionados conforme as especificidades dos contextos locais. Tal opção de apresentação da BNCC permite, por exemplo, que determinadas habilidades possam ser trabalhadas em outros anos, se assim for conveniente e significativo para os estudantes, o que também atende a uma perspectiva de currículo espiralado.


Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular:
A educação é a base. p. 249 (com adaptações)
Considerando o disposto na BNCC de língua inglesa para o ensino fundamental, assinale a opção que apresenta corretamente um exemplo de habilidade relacionada ao eixo oralidade para o 6.º ano.
Alternativas
Q2364885 Pedagogia
De acordo com o disposto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as competências específicas para o ensino de língua inglesa no ensino fundamental incluem

I identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural.
II comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento.
III identificar similaridades e diferenças entre a língua inglesa dos países hegemônicos e a dos não hegemônicos, articulando-as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2364884 Pedagogia
É correto afirmar que a língua
Alternativas
Q2364883 Inglês
      Cada cultura é dotada de um “estilo” particular que se exprime através da língua, das crenças, dos costumes, da arte — mas não apenas desta maneira. Esse estilo, esse “espírito” próprio a cada cultura influi sobre o comportamento dos indivíduos.

Denys Cuche. A noção de cultura nas ciências sociais. 2.ª ed. Bauru: EUDSC, 2002 (com adaptações).

Considerando as ideias do fragmento de texto precedente e o impacto das relações entre língua, cultura e sociedade sobre o ensino do inglês, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2364882 Pedagogia
Texto 41A2-I


      De acordo com Rajagopalan, a língua inglesa se tornou uma espécie de “língua mundi” ou “world english”. É uma “novi-língua” em plena acepção desse termo popularizado por George Orwell. Ela já escapou das mãos dos ingleses, dos norte-americanos, dos australianos, dos neozelandeses, enfim, de todos aqueles que, até bem pouco tempo atrás, eram tidos como proprietários do idioma.

      Para Siqueira, ensinar essa língua híbrida e franca que é o inglês demanda uma visita diária a novas fronteiras, que, por sua vez, geram novas prioridades, entre as quais se destacam as pedagogias mais adequadas para tal realidade. Portanto, estabelece-se como desafio a implementação de práticas pedagógicas que ressignifiquem o ensino de língua inglesa, tendo como enfoque, por conseguinte, o seu caráter híbrido e multifacetado.

      É importante também salientar que o ensino de língua inglesa à luz das premissas do inglês como língua franca (ILF) não objetiva rechaçar a importância do inglês comumente tido como hegemônico nem, muito menos, estabelecer ou enfatizar a dicotomia entre língua padrão e não padrão. Na verdade, essa dicotomia corroboraria ainda mais a hegemonia da língua padrão.

      No que tange ao ensino de língua inglesa, de acordo com Milroy, o que de fato precisa prevalecer no contexto escolar brasileiro é a busca pela maior viabilização de práticas pedagógicas que também promovam o caráter heterogêneo da língua, visto que um efeito importante da padronização para o senso comum é o desenvolvimento da crença em uma única forma de língua correta. Tal ideologia gera juízos carregados de preconceitos e de discriminação em termos de raça e classe social.

      Nessa direção, Gimenez, Calvo e El Kadri destacam que a comunicação com outros falantes não nativos de inglês ao redor do mundo é um motivo relevante para se aprender inglês. Além disso, outras variedades da língua inglesa que não apenas as norte-americanas ou a britânica precisam ser apresentadas aos alunos no desenvolvimento das habilidades receptivas e das de compreensão, assim como os temas trazidos para a sala de aula — os quais abrangem questões sociais de alcance global — precisam ser ampliados. Além disso, faz-se necessária uma maior conscientização sobre o papel das línguas nas sociedades e, especialmente, do inglês como língua de comunicação internacional, bem como sobre sua expansão no mundo e sua vinculação com a atual globalização econômica.

      Como bem sublinha Siqueira, ensinar e aprender inglês como língua franca implica colorir as salas de aula com diversos sotaques oriundos de lugares distantes, trazendo as vozes dos guetos, das minorias, dos imigrantes com suas tradições culturais de diferentes continentes, como a África, a Ásia e a América, e até do interior das grandes metrópoles dos países hegemônicos de língua inglesa.


Flávia Matias da Silva. O ensino de língua inglesa sob uma perspectiva intercultural:
caminhos e desafios. Internet: <scielo.br/> (com adaptações).
Com relação ao texto 41A2-I e às tendências pedagógicas do ensino de língua inglesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2364881 Pedagogia
Texto 41A2-I


      De acordo com Rajagopalan, a língua inglesa se tornou uma espécie de “língua mundi” ou “world english”. É uma “novi-língua” em plena acepção desse termo popularizado por George Orwell. Ela já escapou das mãos dos ingleses, dos norte-americanos, dos australianos, dos neozelandeses, enfim, de todos aqueles que, até bem pouco tempo atrás, eram tidos como proprietários do idioma.

      Para Siqueira, ensinar essa língua híbrida e franca que é o inglês demanda uma visita diária a novas fronteiras, que, por sua vez, geram novas prioridades, entre as quais se destacam as pedagogias mais adequadas para tal realidade. Portanto, estabelece-se como desafio a implementação de práticas pedagógicas que ressignifiquem o ensino de língua inglesa, tendo como enfoque, por conseguinte, o seu caráter híbrido e multifacetado.

      É importante também salientar que o ensino de língua inglesa à luz das premissas do inglês como língua franca (ILF) não objetiva rechaçar a importância do inglês comumente tido como hegemônico nem, muito menos, estabelecer ou enfatizar a dicotomia entre língua padrão e não padrão. Na verdade, essa dicotomia corroboraria ainda mais a hegemonia da língua padrão.

      No que tange ao ensino de língua inglesa, de acordo com Milroy, o que de fato precisa prevalecer no contexto escolar brasileiro é a busca pela maior viabilização de práticas pedagógicas que também promovam o caráter heterogêneo da língua, visto que um efeito importante da padronização para o senso comum é o desenvolvimento da crença em uma única forma de língua correta. Tal ideologia gera juízos carregados de preconceitos e de discriminação em termos de raça e classe social.

      Nessa direção, Gimenez, Calvo e El Kadri destacam que a comunicação com outros falantes não nativos de inglês ao redor do mundo é um motivo relevante para se aprender inglês. Além disso, outras variedades da língua inglesa que não apenas as norte-americanas ou a britânica precisam ser apresentadas aos alunos no desenvolvimento das habilidades receptivas e das de compreensão, assim como os temas trazidos para a sala de aula — os quais abrangem questões sociais de alcance global — precisam ser ampliados. Além disso, faz-se necessária uma maior conscientização sobre o papel das línguas nas sociedades e, especialmente, do inglês como língua de comunicação internacional, bem como sobre sua expansão no mundo e sua vinculação com a atual globalização econômica.

      Como bem sublinha Siqueira, ensinar e aprender inglês como língua franca implica colorir as salas de aula com diversos sotaques oriundos de lugares distantes, trazendo as vozes dos guetos, das minorias, dos imigrantes com suas tradições culturais de diferentes continentes, como a África, a Ásia e a América, e até do interior das grandes metrópoles dos países hegemônicos de língua inglesa.


Flávia Matias da Silva. O ensino de língua inglesa sob uma perspectiva intercultural:
caminhos e desafios. Internet: <scielo.br/> (com adaptações).
De acordo com o texto 41A2-I e com as tendências pedagógicas contemporâneas, o ensino da língua inglesa
Alternativas
Q2364880 Inglês
Text 41A1-II





Internet: <gocomics.com> (adapted)
The determiner “its”, in the phrase “to reach its destination” (second box of text 41A1-II), refers back to
Alternativas
Q2364879 Inglês
Text 41A1-II





Internet: <gocomics.com> (adapted)
In the phrase “a long line of responsible people” (second box of text 41A1-II), the word “line” is being used with the same meaning as
Alternativas
Q2364878 Inglês
Text 41A1-II





Internet: <gocomics.com> (adapted)
According to text 41A1-II, choose the option that correctly presents the boy’s conclusion at the last box.
Alternativas
Q2364877 Inglês
Text 41A1-II





Internet: <gocomics.com> (adapted)
In the interaction depicted in text 41A1-II, the girl asks the boy to
Alternativas
Q2364876 Inglês
Text 41A1-I


      Tapioca is the starch extracted from the cassava root. Cassava is a native vegetable of South America that grows in tropical and subtropical regions. In addition to providing daily nutrition for millions of people around the globe, tapioca has become a popular substitute for wheat flour in gluten-free baking. It is also very easy to digest, so it’s a good choice for people with irritable bowel syndrome and other digestive issues.

      The minerals in tapioca can provide important health benefits. For example, calcium is important for keeping your bones strong and preventing the development of osteoporosis. Tapioca also contains iron, an essential mineral we need to help transport oxygen throughout the body. In addition, tapioca contains no saturated fat. Reducing saturated fat has been found to lower the risk of heart disease. Tapioca starch contains no fat or cholesterol, which makes it a healthy choice for those watching their dietary cholesterol and saturated fat intake.

      Tapioca is also very low in sodium.


Internet: <webmd.com> (adapted).
A suitable synonym for the word “intake” (last sentence of the second paragraph of text 41A1-I) is
Alternativas
Q2364875 Inglês
Text 41A1-I


      Tapioca is the starch extracted from the cassava root. Cassava is a native vegetable of South America that grows in tropical and subtropical regions. In addition to providing daily nutrition for millions of people around the globe, tapioca has become a popular substitute for wheat flour in gluten-free baking. It is also very easy to digest, so it’s a good choice for people with irritable bowel syndrome and other digestive issues.

      The minerals in tapioca can provide important health benefits. For example, calcium is important for keeping your bones strong and preventing the development of osteoporosis. Tapioca also contains iron, an essential mineral we need to help transport oxygen throughout the body. In addition, tapioca contains no saturated fat. Reducing saturated fat has been found to lower the risk of heart disease. Tapioca starch contains no fat or cholesterol, which makes it a healthy choice for those watching their dietary cholesterol and saturated fat intake.

      Tapioca is also very low in sodium.


Internet: <webmd.com> (adapted).
In the sentence “Tapioca starch contains no fat or cholesterol, which makes it a healthy choice for those watching their dietary cholesterol and saturated fat intake” (in the second paragraph of text 41A1-I), “it” refers to
Alternativas
Q2364874 Inglês
Text 41A1-I


      Tapioca is the starch extracted from the cassava root. Cassava is a native vegetable of South America that grows in tropical and subtropical regions. In addition to providing daily nutrition for millions of people around the globe, tapioca has become a popular substitute for wheat flour in gluten-free baking. It is also very easy to digest, so it’s a good choice for people with irritable bowel syndrome and other digestive issues.

      The minerals in tapioca can provide important health benefits. For example, calcium is important for keeping your bones strong and preventing the development of osteoporosis. Tapioca also contains iron, an essential mineral we need to help transport oxygen throughout the body. In addition, tapioca contains no saturated fat. Reducing saturated fat has been found to lower the risk of heart disease. Tapioca starch contains no fat or cholesterol, which makes it a healthy choice for those watching their dietary cholesterol and saturated fat intake.

      Tapioca is also very low in sodium.


Internet: <webmd.com> (adapted).
Choose the option in which the group of words presented, extracted from text 41A1-I, are all cognates in Portuguese. 
Alternativas
Q2364873 Inglês
Text 41A1-I


      Tapioca is the starch extracted from the cassava root. Cassava is a native vegetable of South America that grows in tropical and subtropical regions. In addition to providing daily nutrition for millions of people around the globe, tapioca has become a popular substitute for wheat flour in gluten-free baking. It is also very easy to digest, so it’s a good choice for people with irritable bowel syndrome and other digestive issues.

      The minerals in tapioca can provide important health benefits. For example, calcium is important for keeping your bones strong and preventing the development of osteoporosis. Tapioca also contains iron, an essential mineral we need to help transport oxygen throughout the body. In addition, tapioca contains no saturated fat. Reducing saturated fat has been found to lower the risk of heart disease. Tapioca starch contains no fat or cholesterol, which makes it a healthy choice for those watching their dietary cholesterol and saturated fat intake.

      Tapioca is also very low in sodium.


Internet: <webmd.com> (adapted).
The expression “In addition” (fourth sentence of the second paragraph), could be correctly replaced, without changing the meaning of text 41A1-I, by
Alternativas
Respostas
12221: C
12222: C
12223: C
12224: D
12225: D
12226: B
12227: A
12228: C
12229: C
12230: D
12231: B
12232: D
12233: C
12234: D
12235: A
12236: C
12237: E
12238: E
12239: A
12240: A