Questões de Concurso Para professor - inglês

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Q3234856 Português

O artigo a seguir serve de base para a questão:



Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?



O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais



Por Bruno Vaiano



Atualizado em25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45



Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.


Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suasrédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).



Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.




Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/>. Acesso em: 03 mai. 2024.

Leia o período composto a seguir e sobre ele assinale a alternativa CORRETA:
“Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
Alternativas
Q3234851 Português

USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos


Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.



Reinaldo José Lopes



SÃO CARLOS (SP)


    Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.


    Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.


    Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.


    No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.


    "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.


    O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.


    "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.


    Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas. [...]


    "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."


O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.


    "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.


    Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."


    De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.


    Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.


    "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.


    Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).


Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>. Acesso em: 03 mai. 2024.

No tocante à maneira como o processo de formação das palavras funciona no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3229990 Inglês
The past participle of “to awake” is: 
Alternativas
Q3229989 Inglês
The comparative form of the adjetives “close”,”bad” and “good” are respectively: 
Alternativas
Q3229988 Inglês
The superlative form of the adjetive “far” is: 
Alternativas
Q3229987 Inglês
Read the next conversation.

Could you tell me ________ the station is?
It is next to the drugstore. _______ did you have lunch with?
I had lunch with my boss.

Choose the option that lists two interrogative pronouns that complete the dialogue correctly.  
Alternativas
Q3229986 Inglês
The sentence “The town is very different now. It _____ changed a lot.” can be correctly completed with the auxiliary verb: 
Alternativas
Q3229985 Inglês
The correct auxiliary verb that completes the sentence “Don’t worry about the letter. I am sure you ______ find it.” is:
Alternativas
Q3229984 Inglês
The sentence “Daniella had arranged to do something else.” is in the: 
Alternativas
Q3229983 Inglês
The sentence “Have you heard from Richard recently?” is in the:
Alternativas
Q3229982 Inglês
Complete the sentences.

Mark introduced ____________ to the others guests at the party.
It isn’t Marcie´s fault. She really shouldn’t blame _____________.
Please try and understand how I fell. Put ___________ in my position.

Choose the option that completes the text correctly. 
Alternativas
Q3229981 Inglês
Complete the sentences. Use WAS or WERE.

Where ______ you living in 2005? In Hong Kong. _____ it raining when you got up? No, it was sunny.
Why _____ Helen driving so fast? Because she was late.

Choose the correct alternative:
Alternativas
Q3229980 Inglês
Complete the sentences.

How is Carla these days? I don’t know. I haven’t ______ her recently.
Are you hungry? Yes. I haven’t ________ much today.
Can you play Chess? Yes, but I haven’t ________ it for ages.

Choose the correct alternative:  
Alternativas
Q3229979 Pedagogia
Para a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), ________________ é a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver questões do cotidiano, do mundo do trabalho e para exercer a cidadania.  
Alternativas
Q3229978 Pedagogia
É o documento que determina as competências (gerais e específicas), as habilidades e as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver durante cada etapa da educação básica – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio:
Alternativas
Q3229977 Inglês
Active learning methodologies concern the development of narratives to make content more interesting:  
Alternativas
Q3229976 Inglês
This is one of the active methodologies put into practice outside the classroom. The student researches a subject in the place where the situation normally occurs:  
Alternativas
Q3229975 Inglês
Which alternative IS NOT an active learning methodology? 
Alternativas
Q3229974 Inglês
Read the sentences below and choose the option which is grammatically correct: 
Alternativas
Q3229973 Inglês
Complete the sentences. Use NO or ANY.
She doesn’t have _________ children.
The weather was cold, but there was ________ wind.
Everything was correct. There were ________ mistakes.
Choose the correct alternative:  
Alternativas
Respostas
9341: B
9342: C
9343: A
9344: D
9345: C
9346: A
9347: C
9348: C
9349: B
9350: B
9351: A
9352: E
9353: E
9354: B
9355: E
9356: A
9357: D
9358: B
9359: C
9360: B