Questões de Concurso Para professor - inglês

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Q3315663 Matemática
Carlos possui uma empresa de tecnologia e costuma vender computadores a um preço inicial de R$ 1.500,00. A cada mês, a empresa ele oferece um desconto de R$ 100,00 no preço do computador. Se x representa o número de meses e P o preço do computador após x meses, qual das seguintes equações representa corretamente essa situação? 
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Q3315662 Matemática
Em uma festa de formatura três alunos ficaram responsáveis por vender ingressos: Antônio, Pedro e Luana. Considere que Antônio ficou responsável por vender 1/4 do total de ingressos, enquanto do restante Pedro ficou com a terça parte e Luana ficou com as demais. Assim, é certo concluir que a fração dos ingressos que coube a Luana vender foi igual a:
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Q3315661 Português
No trecho “A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica” do texto “Os impactos da inteligência artificial na educação”, o uso de travessão justifica-se para sinalizar
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Q3315660 Português
Analise a música de aniversário a seguir.

“Parabéns para você
Nessa data querida
Muitas felicidades, muitos anos de vida.”

De acordo com as regras da gramática normativa, os ERROS são:

I. “Parabéns para você” está incorreto, pois deveria ser “Parabéns a você”
II. Muitas felicidades, muitos anos de vida – muitas felicidades e muitos anos de vida.
III. O correto seria apenas utilizar “muitos anos de vida”
IV. “Nessa data querida” está incorreto, pois deveria ser “Nesta data querida”.
V. Não há inadequação apenas na frase “muitas felicidades, muitos anos de vida”.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3315659 Português
Assinale a alternativa em que retira a ambiguidade presente na frase “Mariana pegou o ônibus correndo.” 
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Q3315658 Português
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras são consideradas como polissêmicas. 
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Q3315657 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


O humor da tirinha ocorre:

Alternativas
Q3315656 Português
Na frase “Ainda estamos muito distantes dessa realidade no país.” (João Marcelo Borges, Gerente de Pesquisa e Inovação do Instituto Unibanco), a palavra destacada pode ser classificada morfologicamente como
Alternativas
Q3315655 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
Uma das estratégias mais utilizadas ao longo do texto para trazer credibilidade às informações é
Alternativas
Q3315654 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
Todas as alternativas apresentam inferências que podem ser feitas a partir da leitura do texto EXCETO em:
Alternativas
Q3315653 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
Na frase “. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar.”, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3315652 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
Na frase “É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe.”, as palavras destacadas, no contexto, significam:
Alternativas
Q3315651 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
Em “Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.” A palavra destacada no trecho se refere a:
Alternativas
Q3315650 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
O gênero textual predominante em “Os impactos da inteligência artificial na educação” é:
Alternativas
Q3315649 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
A ideia central do texto é:
Alternativas
Q3312207 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Considering the text, analyze the sentences below and the underlined words.

“Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.”

Choose the alternative that has the correct meaning of “Internship”.
Alternativas
Q3312206 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Study these sentences and decide if they are true ( T ) or false ( F ), according to structure and grammar use.

( ) The negative form of the following sentence “Second, he arranges internships for undergraduates.” is “Second, he doesn’t arranges internships for undergraduates.”
( ) The words “first” and “second” (2nd paragraph of the text) are linking words.
( ) The phrasal verb “to help out” (5th paragraph of the text) means “to give one’s services to make it easier for someone to do something.”
( ) The wordextremely” in: “…as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures…” can be replaced by “very” without changing its meaning.
( ) The word “should” (4th paragraph of the text) is an example of a modal verb.

Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
Alternativas
Q3312205 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Choose the alternative that contains the correct indirect form (indirect speech) of the sentence “I enjoyed some subjects more than others. I’ve preferred science subjects.”.
Alternativas
Q3312204 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
The word purpose in the sentence “Such responsibilities serve two greater purposes.”, is closest in meaning to:
Alternativas
Q3312203 Inglês
Google News, Thursday, June 16, 2021


Teaching methods keep changing with the times,................... the blackboard of the old days ........... electronic teaching today. Mr. Kam, physics instructor the Chinese University of Hong Kong, is one of those who has changed ......... the times.


Mr. Kam employs a two-pronged approach. First, he uses multimedia teaching materials during lectures. Second, he arranges internships for undergraduates. These can take the form of learning assistantships at the university or teaching assistantships at secondary schools, and also there’s always the odd science project at the Space Museum.

The initiatives have earned him the Faculty Exemplary Teaching Award 2020. A CUHK alumnus, he is grateful for the chance to teach at the university after earning his doctoral degree there. His teaching position actually represents the fulfillment of a dream, for the status of professors during his days as a university student was extremely high and he could meet them only during lectures.

After being a teacher for 10 years, Mr. Kam has found no apparent regression in the learning abilities of students, but he believes teachers should not just force knowledge on students - they have to pay careful attention to their needs too. 

The multimedia materials that Mr. Kam uses to illustrate his area of interest includes animation and video clips. He encourages students to read popular astronomy magazines and share any note-worthy content they find. Mr. Kam also gets his undergraduates to help prepare students sitting for physics papers in public exams or to help out on research projects undertaken by meteorological officers at the observatory.

He also arranges for his undergraduates to teach students from other faculties during physics liberal studies classes through talks and star-gazing expeditions. Such responsibilities serve two greater purposes.

First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.

I asked Mr. Kam what he found most satisfying in teaching.

And the answer is obvious. It is the deep friendship he forms with students. Mr. Kam says many former students still come back to see him occasionally despite being busy parents. He draws considerable satisfaction from seeing his students grow into mature adults.

For Mr. Kam, the best teachers will never find extracurricular activity a burden because the good work that is done today plants the seed for future generations. 
Study the underlined words in the following paragraph from the text:

“First, undergraduates become even more motivated to learn when they find out they have to guide other students. Second, physics students are, unlike arts students, not at their best when called upon to express themselves. Acting as assistants allows them to practice their skills and build up their self- confidence.“

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