Foram encontradas 30.707 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3691713 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

           — Você vai criar um cajueiro aí?

           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 

         — Eu comprei um vaso.
       
         — Ahn...
         
          Depois de um silêncio, eu disse:
 
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.

          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!

          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:

          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
Os vocábulos “sem” e “sequer”, que ocorrem no trecho “[...] sem sequer me dar conta do que fazia.”, pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Alternativas
Q3691712 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

           — Você vai criar um cajueiro aí?

           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 

         — Eu comprei um vaso.
       
         — Ahn...
         
          Depois de um silêncio, eu disse:
 
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.

          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!

          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:

          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
Identifique o único excerto a seguir em que o vocábulo “o” é empregado como pronome demonstrativo.
Alternativas
Q3691711 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

           — Você vai criar um cajueiro aí?

           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 

         — Eu comprei um vaso.
       
         — Ahn...
         
          Depois de um silêncio, eu disse:
 
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.

          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!

          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:

          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
A figura de linguagem presente no trecho “— Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...” é a de:
Alternativas
Q3691710 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

           — Você vai criar um cajueiro aí?

           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 

         — Eu comprei um vaso.
       
         — Ahn...
         
          Depois de um silêncio, eu disse:
 
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.

          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!

          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:

          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
Pela última fala da empregada, conclui-se que, para ela:
Alternativas
Q3689719 Pedagogia

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o tema Legislação e diretrizes curriculares: BNCC - Língua Inglesa, normativas específicas.



( ) A BNCC é um documento que atua com normas que estabelecem as aprendizagens necessárias para que todos os alunos desenvolvam ao longo da Educação Básica, incluindo o ensino de Língua Inglesa.


( ) Cabe a BNCC definir apenas as competências a serem desenvolvidas nos currículos escolares.


( ) A BNCC possui o potencial para estimular a reflexão crítica sobre a língua e a cultura inglesa, promovendo a interculturalidade e a cidadania ativa.


( ) O falante nativo de inglês é o único modelo a ser seguido, de acordo com o documento da BNCC, na comunicação.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3689718 Pedagogia

Analise as afirmativas a seguir sobre o tema Inclusão no Ensino de Inglês: práticas acessíveis e diferenciadas.



1. No Brasil, a inclusão é um princípio presente nos métodos pedagógicos e tem por objetivo proporcionar a igualdade de oportunidades educacionais para todos os alunos.


2. O ensino inclusivo de inglês deve atentar para o contexto cultural dos estudantes, promovendo o diálogo e a troca entre as culturas representadas em sala de aula.


3. A prática inclusiva deve se comprometer com a adaptação curricular, de forma que as abordagens e recursos de ensino sejam acessíveis e relevantes para todos os alunos.


4. O professor precisa de formação específica para que possa atuar como mediador, promovendo o respeito e a valorização das identidades dos alunos, e que o capacite a lidar com a diversidade e a implementar práticas inclusivas e interculturais em sala de aula.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3689717 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente normativas específicas para o ensino da língua estrangeira moderna, o inglês, no Brasil.
Alternativas
Q3689716 Inglês

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o tema Cultura e Interculturalidade no Ensino de Inglês: contextos globais e locais.



( ) A globalização deu início a uma perspectiva intercultural no ensino de inglês, presente nos negócios, na tecnologia e na comunicação internacional.


( ) No contexto local, o ensino de inglês leva em consideração a realidade local, incluindo a diversidade cultural brasileira e as experiências dos alunos.


( ) A abordagem intercultural no ensino de inglês destaca a importância de integrar apenas a cultura local na aprendizagem do idioma.


( ) O papel do professor de inglês, como mediador intercultural, é muito importante pois auxilia os alunos a compreenderem as diferenças culturais e a desenvolverem habilidades de comunicação intercultural.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3689715 Inglês

Analise o texto abaixo sobre o tema Cultura e Interculturalidade no Ensino de Inglês: contextos globais e locais.


A interculturalidade no ensino de inglês é fundamental para ............................... os alunos para um mundo globalizado e para ........................... a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q3689714 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo sobre o tema Avaliação em Língua Inglesa: proficiência e desenvolvimento linguístico.



1. A avaliação da proficiência em Inglês e o desenvolvimento linguístico são aspectos importantes para o aprimoramento das habilidades no idioma.


2. Testes padronizados ainda não são reconhecidos para medir a proficiência em inglês.


3. O desenvolvimento linguístico abrange o progresso contínuo apenas nas habilidades de leitura, escrita, fala e compreensão auditiva.


4. Entre os tipos de Avaliação podem estar inclusos testes de múltipla escolha, redações, entrevistas e atividades de interação oral, avaliando diferentes habilidades linguísticas.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3689713 Inglês

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o tema Abordagens comunicativas e interdisciplinares.



( ) A abordagem Comunicativa foca a interação disciplinar para a construção de significado linguístico.


( ) Abordagens comunicativas e interdisciplinares são metodologias que dão ênfase à comunicação autêntica.


( ) A conexão do aprendizado da língua inglesa com outras disciplinas é característica da abordagem Interdisciplinar.


( ) O uso da língua em situações reais, onde o foco principal é a interação e a construção de significado, são aspectos da abordagem Comunicativa.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3689712 Inglês

The communicative approach is based on the idea that learning language successfully comes through having to communicate real meaning.



According to this sentence, mark the alternative that contains correct examples of this Approach.

Alternativas
Q3689711 Inglês

Communicative competence is made up of four competence areas. Match column 2 with the correct definitions of the competence areas in column 1.



Column 1 Competence



1. Sociolinguistic


2. Discourse


3. Linguistic


4. Strategic



Column 2 Definitions



( ) It’s knowing how to recognize and repair communication breakdowns.


( ) It’s knowing how to use and respond to language appropriately.


( ) It’s knowing how to interpret the larger context.


( ) It’ knowing how to use the grammar, syntax, and vocabulary of a language.



Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom. 

Alternativas
Q3689710 Inglês

According to contemporary approaches to language teaching, the idea that the goal of language learning is communicative competence.



Based on this concept choose the correct alternative about Communicative Competence.

Alternativas
Q3688474 Pedagogia

Analise o texto abaixo:



A Base Nacional Comum Curricular organiza os conteúdos escolares em torno de ......................... , com o objetivo de promover a aprendizagem significativa e o desenvolvimento integral do estudante.



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q3688473 Pedagogia

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), qual é a finalidade da Educação Básica?

Alternativas
Q3688472 Pedagogia

No que tange ao tema “Interdisciplinaridade e Contextualização do Ensino” e considerando a bibliografia disponível no campo educacional, a Interdisciplinaridade, no processo educativo, pode ser compreendida como:

Alternativas
Q3688471 Pedagogia

Analise o texto abaixo:



A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 1996), em seu artigo 24, apregoa que a avaliação, para verificar o rendimento escolar, seja ......................................... ............do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q3688470 Pedagogia
A respeito do Projeto Político-Pedagógico (PPP) presente nas instituições educacionais, é correto afirmar que o mesmo é um:
Alternativas
Q3688455 Português

Observe as tirinhas de Hagar com atenção.



Captura_de tela 2025-10-30 145110.png (387×282)



Disponível em: https://blogdoxandro.blogspot.com/2023/ Acesso: 18 Ago 2025



Considerando os pronomes em destaque abaixo, usados nas tirinhas:


Tirinha 1


“Gostaria de convidá-lo…”


“Eu devo conhecê-lo….”



Tirinha 2


“… começar a fazer tudo de bom…”


“Eu serei o juiz do que é bom…”



Assinale a alternativa que indica correta e sequencialmente a classificação dos pronomes.

Alternativas
Respostas
5061: E
5062: B
5063: D
5064: B
5065: B
5066: E
5067: C
5068: A
5069: E
5070: D
5071: B
5072: A
5073: D
5074: C
5075: A
5076: E
5077: B
5078: C
5079: D
5080: A