Questões de Concurso
Para professor - história
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O burburinho e o ruído do mercado... podia ser ouvido até quase uma légua de distância... uma multidão de pessoas e a ordem que prevalecia, assim como uma imensa quantidade de mercadorias... Cada espécie tinha seu lugar particular, que era distinguido por um sinal. Os artigos consistiam em ouro, prata, joias, plumas, mantas, chocolate, peles curtidas ou não, sandálias e outras manufaturas de raízes e fibras de juta, grande número de escravos homens e mulheres, muitos dos quais estavam atados pelo pescoço, com gargalheiras, a longos paus.
(PINSKY, 2007.)
No contexto da apropriação da América pelos europeus, pode-se perceber diferenças, bem como semelhanças circunstanciais, no que diz respeito aos processos nas diversas regiões do continente. Sobre esse assunto, é correto afirmar que:
(CHAVES, 2015.)
Essa então chamada “Operação Condor” estabeleceu-se a partir dos anos 1960, para combater os movimentos que lutavam contra os regimes militares, sendo uma aliança político-militar entre vários governos conservadores da América e esteve relacionada, dentre outros fatores:
(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/ 2021/12/17/cupula-do-mercosul-termina-sem-declaracao-presidencial-pordivergencias-com-uruguai. 17/12/2021 18h23. Por Lisandra Paraguassu.)
O Mercosul (Mercado Comum do Sul), que completou trinta anos da sua criação em 2021, preconiza, além da ideia explícita no trecho:
I – O feudalismo na Europa Ocidental surgiu no século X.
II – No século XIII, o feudalismo europeu já havia produzido uma civilização unificada e desenvolvida, que registrava um enorme avanço em relação às comunidades rudimentares e fragmentadas da Idade Média.
III – O rei Benoslau I da Polônia foi o grande responsável pelo fim da Idade Média.
I – O modo de produção feudal que surgiu na Europa Ocidental foi caracterizado por uma unidade complexa.
II – Os camponeses que ocupavam e cultivavam a terra costumavam ser proprietários dela.
III – A propriedade agrícola era controlada privadamente pelo clero, exclusivamente.
I – A população indígena brasileira sempre foi homogênea.
II – A presença dos índios no território brasileiro data do século XV.
III – Nenhuma das populações indígenas que viviam no Brasil praticava atos religiosos.
I – A comparação em história faz ver melhor o outro.
II – A contextualização é prescindível para o conhecimento histórico.
III – O exercício da interpretação de um texto, por exemplo, é fundamental na formação do pensamento crítico.
I – As lembranças de muitos alunos da História escolar e os livros escolares produzidos no século XIX indicam o predomínio de um método de ensino voltado para a memorização.
II – Aprender História antigamente significava saber de cor nomes e fatos.
III – Os livros de História antigamente não seguiam os mesmos moldes dos livros de catecismo.
I – busca de informações em diferentes tipos de fontes.
II – conhecimento e uso de diferentes medidas de tempo.
III – troca de informações sobre os objetos de estudo.
I – No processo de democratização dos anos 80, os conhecimentos escolares passaram a ser questionados e redefinidos por reformas curriculares.
II – No período da democratização, as transformações da clientela escolar, muito diferente em termos sociais e econômicos, forçavam mudanças no espaço escolar.
III – O currículo formal forçava mudanças no currículo real na época da democratização.
I – A constituição da História como disciplina escolar autônoma ocorreu nas primeiras décadas do século XIX.
II – A autonomia da História está relacionada ao Colégio Pedro II.
III – A História do Brasil foi introduzida no ensino secundário depois de 1855.
I – A textualidade eletrônica de fato transforma a maneira de organizar as argumentações, históricas ou não.
II – Na textualização eletrônica, ao historiador é permitido desenvolver demonstrações segundo uma lógica obrigatoriamente linear.
III – Quanto ao leitor, a textualização eletrônica permite que se valide ou rejeite um argumento apoiando-se na consulta de textos.
I – O perigo social representado pelos pobres aparecia no imaginário político brasileiro.
II – As classes pobres passaram a ser vistas como classes perigosas apenas porque poderiam oferecer problemas para a organização do trabalho.
III – A questão estudada pelo autor em nada se refere à ideologia da higiene.
I – Na época de 1893, o cortiço mais célebre do Rio de Janeiro se chamava “Cabeça de Bode”.
II – Os cortiços naquela época eram considerados “valhacouto de desordeiros”.
III – O cortiço mais célebre do Rio de Janeiro se situava na Rua São Bernardo.
I – O ensino de História sempre esteve presente nas escolas, variando de importância no período que vai do século XIX ao atual.
II – A História, enquanto disciplina escolar, possui uma longa história, permeada de conflitos e controvérsias na elaboração de seus conteúdos e métodos.
III – A história do ensino de História tem sido objeto de estudo de vários pesquisadores brasileiros, notadamente a partir da década de 80 do século passado.
I – O Mediterrâneo não proporcionou o adequado cenário geográfico para a civilização antiga.
II – O modo de produção escravo foi uma invenção decisiva do mundo greco-romanao, que constituiu a base definitiva tanto para suas realizações quanto para seu eclipse.
III – O Mediterrâneo é o único grande mar interior em toda a superfície da Terra.
I – Entre os saberes produzidos, destaca-se a capacidade de comunicação e diálogo.
II – A lógica da palavra, da argumentação, é aquela que permite ao sujeito visualizar os problemas e aguardar soluções.
III – Para se pensar o ensino de História, não é imprescindível considerar a utilização de diferentes fontes e tipos de documentos.