Questões de Concurso
Para professor - história
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I.Os vice-reis, governantes do Vice-reinados, representavam na Espanha os interesses coloniais.
II.Os Cabildos, implantados para cuidar das necessidades cotidianas dos municípios, eram compostos por criollos , - americanos filhos de espanhóis que formavam a elite colonial.
III.Alguns cargos da administração eram exclusivos dos chapetones , e este privilégio foi um dos motivos para a liderança criolla nas lutas pela independência no início do século XIX.
Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
Sobre esse tipo de trabalho, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
I.(__)A remuneração que o adolescente recebe pelo trabalho efetuado ou a participação na venda dos produtos de seu trabalho desfigura o caráter educativo.
II.(__)O trabalho educativo é a atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo.
III.(__)O estudante pode optar pela atividade regular ser remunerada ou trocada por bolsa de estudos em idiomas.
Assinale a alternativa CORRETA.

Na frase em questão, é correto afirmar que há:
O professor de História pode ensinar ao aluno a adquirir as ferramentas de trabalho possíveis; o saber fazer, o saber fazer bem, lançar os germes do histórico. Ele é responsável por ensinar o aluno a captar e a valorizar a diversidade dos pontos de vista. Ao professor cabe ensinar ao aluno a levantar problemas e a reintegrá-los num conjunto mais vasto de outros problemas, procurando transformar, em cada aula de História, temas em problemas.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. p. 57.
Com uma prática pedagógica racionalmente orientada, conforme retratado, o ensino de História deve ser baseado na seguinte concepção:
O conceito mais abrangente de patrimônio cultural abre perspectivas de adoção de políticas de preservação patrimonial. O compromisso do setor educacional articula-se a uma educação patrimonial para as gerações atuais e futuras, centrada no pluralismo cultural [...]. O compromisso educacional orienta-se por objetivos associados à pluralidade de nossas raízes e matrizes étnicas e deve ser inserido no currículo real em todos os níveis de ensino. Várias atividades de campo apresentam essa preocupação e são constituídas em práticas iniciadas a partir do processo de alfabetização.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005. p. 278.
Essa abordagem sobre patrimônio histórico, apresentada na obra de Bittencourt, dialoga com as propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Nesse sentido, ao planejar uma atividade de campo sobre tal tema, o professor de História deve articular uma prática pedagógica que tenha como princípio
Deve-se buscar uma transformação pedagógica onde o papel do professor supere a compreensão e prática sobre sua disciplina, abrangendo uma reflexão sobre os conteúdos e valores a ele associados, ampliando a responsabilidade do educador com a formação dos alunos. Ou seja, com base nos temas transversais propostos e na necessidade de cada realidade escolar, o professor deve aproximar seus conteúdos e sua prática escolar para o desenvolvimento da capacidade do aluno ler e interpretar a realidade, contextualizando-a, aprendendo a aprender.
NETO, José Alves de Freitas; KARNAL, Leandro (organizador). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 62.
O texto apresentado oferece reflexões e orientações sobre o ensino de História. A partir dessa linha pedagógica, em um planejamento de aula deve ser considerado(a)
Nessa época não era incomum assistir a procissões, participar de rituais, cerimônias emocionais em teatros de corte ou de manifestações pelo fim da escravidão, que perdiam em eficácia e facilidades. Por mais que o governo tentasse recorrer a uma estratégia “reformista” — como a promulgação da Lei dos Sexagenários —, o resultado começou a ser o oposto. E os ataques vieram de todo lado, isso sem falar das rebeliões escravas que estouravam nos quatro cantos do país. “Medo” era uma palavra e um sentimento que se socializava [...]. Os senhores, impedindo o fim do regime, e tendo boa parte de seu capital imobilizado em escravos, passando-lhes a exigência de uma jornada ainda mais carregada de trabalho. As consequências foram fugas constantes, ataques e assassinatos de fazendeiros e feitores, protestos de forros e populares; movimento paralelo, diga-se de passagem, ao aumento do recurso aos castigos e sevícias [...]. Para conter o pânico, uma política atuosa ao lado dos senhores, prendendo escravos considerados indisciplinados, descaracterizando denúncias de maus-tratos e reprimindo atos de abolicionistas. Mas a indisciplina tornava-se coletiva, e os crimes cada vez mais violentos, rompendo-se assim um dos tabus de uma escravista: o monopólio do castigo corporal e da violência por parte dos brancos.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 420-421.
No contexto apresentado no texto, diversas lutas e eventos moldaram a transição para um regime de trabalho livre no Brasil. Ao trabalhar com esses dados em sala de aula, e considerar os estudos mais atualizados sobre essa transição, o professor de História pode
Há mais de uma década no ramo da moda, a estilista Dayana Molina almeja um maior protagonismo para os criativos indígenas. Criada em Niterói (RJ), tem família originária da aldeia indígena Fulni-ó, em Pernambuco. Day é dona da marca NALIMO, que, comprometida com a responsabilidade ambiental, conta com peças próximas ao estilo minimalista e com códigos ancestrais. A estilista foi uma das convidadas do Baile da Vogue de 2022, “uma mulher indígena descolonizando esse espaço embranquecido e tradicionalmente elitista, é ato político”, disse em seu Instagram.
Disponível em: https://portalbrasilcriativo.com.br/4586/. Acesso em: 11 jan. 2024.
O trabalho em sala de aula sobre a temática apresentada no texto é um dos meios de atender à proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino e a aprendizagem da História e da cultura indígena, uma vez que a