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Q3213910 Pedagogia

O uso de música é importante por situar os jovens diante de um meio de comunicação próximo de sua vivência, mediante o qual o professor pode identificar o gosto, a estética da nova geração. Apesar de todas essas vantagens, o uso da música gera algumas questões.


Se existe certa facilidade em usar a música para despertar interesse, um problema se apresenta.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt.

Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)


Bittencourt, no artigo em análise, refere-se ao problema de 

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Q3213909 História

O sentimento antilusitano já era expresso mais livremente pelas camadas populares e vai, aos poucos, tornando- -se mais explícito entre a elite imperial brasileira. Alguns grupos associavam claramente o que consideravam “atraso” material e cultural do Brasil à administração portuguesa colonial e à permanência de vários traços dela no Império.


A República proclamada em 1889, sedenta de construir- -se sobre a incompetência monárquica, intensificou o antilusitanismo ao acrescentar aos antigos dominadores um outro epíteto medonho: assassinos do grande herói nacional, Tiradentes.


O primeiro a levantar-se contra toda essa construção mais imaginária que histórica foi Gilberto Freyre.


(Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História. Adaptado)



Considerando a discussão do excerto, Freyre 

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Q3213908 Pedagogia

Com raras exceções, mapas, cartas, plantas e atlas geográficos tiveram, ao longo dos séculos XIX e XX, um papel secundário dentre os campos de reflexão do historiador, principalmente do professor de história dos ensinos fundamental e médio.


(Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras além-mar. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)



No artigo citado, Borges aponta que, em geral, no tratamento dado à cartografia histórica, 

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Q3213907 História

Na primeira metade do século XX, Pedro Bruno (1888- 1949) pintou O Precursor, interessante quadro que apresenta Tiradentes sendo preparado para a execução. O personagem aparece de pé e enquanto o carrasco, de cabeça baixa, sem olhá-lo, veste-lhe a alva, ele mantém a cabeça erguida, olhos no céu, braços estendidos como em súplica, entregando sua vida à justiça dos homens e de Deus. Um frade, de joelhos diante do herói, apresenta- -lhe o crucifixo que o acompanhará até o cadafalso. Essa cena é uma entre muitas leituras sacralizadas do drama vivido pelo alferes inconfidente e que tem seus correspondentes em textos historiográficos sobre a Inconfidência Mineira, nos quais poderia ter se baseado o artista.


(Thais Nívia de Lima e Fonseca. Ver para compreender: arte,

livro didático e a história da nação. Em: Lana Mara de Castro Siman e

Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e

construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)



O excerto, assim o como o artigo citado, analisam 

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Q3213906 Pedagogia

Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt.

Ensino de História: fundamentos e métodos)


O método dialético

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Q3213905 Pedagogia

É comum encontrarmos nos livros das séries iniciais do ensino fundamental capítulos introdutórios sobre as medidas usadas para a localização do tempo, e estas, ao que tudo indica, são ensinadas no início do ano letivo por intermédio de alguns exercícios sobre a contagem dos séculos, com destaque à aprendizagem de algarismos romanos.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt.

Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)


Segundo Bittencourt, a periodização mencionada pelo excerto

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Q3213904 História

A Inconfidência Mineira, abortada entre os anos de 1788 e 1789, era um movimento, ao contrário do que comumente se afirma na historiografia e nos textos didáticos, bastante heterogêneo.


(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)


O excerto alude à heterogeneidade do movimento, que pode ser verificada pela

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Q3213903 Pedagogia

A História cronológica, criada no fim do século XIX, tem sido objeto de críticas pela forma linear com que organiza o tempo, de acordo com a ideologia do progresso.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt,

Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)


Bittencourt destaca que a citada História cronológica, entre outras críticas,

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Q3213902 Pedagogia

Um dos elementos considerados hoje imprescindíveis ao procedimento histórico em sala de aula é, sem dúvida, o trabalho com as fontes ou documentos. A ampliação da noção de documento e as transformações na sua própria concepção atingiram diretamente o trabalho pedagógico.


A partir das renovações teóricos-metodológicas da História, como das novas concepções pedagógicas, o uso escolar do documento foi ressignificado.


(Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de

História e o cotidiano da sala de aula. Em: Circe Maria Fernandes

Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula. Adaptado)



Segundo Schmidt, o uso escolar do documento

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Q3213901 Pedagogia

Mesmo defendendo a liberdade de escolha no processo didático e nele reconhecendo uma área importante de embates políticos, devemos admitir que um sentido maior deve orientar nossa prática no rumo da sociedade democrática [...]


(Maria de Lourdes Monaco Janotti. História, política e ensino. Em: Circe

Maria Fernandes Bittencourt (org.). 6O saber histórico na sala de aula)



Para Janotti, a escola pode contribuir com a construção de uma sociedade democrática ao 

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Q3213900 História

Das figuras políticas é interessante destacar como têm sido representados [nos livros didáticos] os dois imperadores do Brasil: D. Pedro I, sempre jovem, porque afinal morreu com 34 anos; seu filho D. Pedro II, sempre velho, apesar dos textos escolares darem destaque ao episódio da “Maioridade” [...]. A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado uma certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo.



(Circe M.F. Bittencourt. Livros didáticos entre textos e imagens.

Em: Circe M.F. Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)



De acordo com a historiadora, o “aparente paradoxo” 

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Q3213899 Pedagogia

O processo de ensino e aprendizagem da História no Ensino Fundamental – Anos Finais está pautado por três procedimentos básicos:



I. Pela identificação dos eventos considerados importantes na história do Ocidente [...], ordenando-os de forma cronológica e localizando-os no espaço geográfico.


II. Pelo desenvolvimento das condições necessárias para que os alunos selecionem, compreendam e reflitam sobre os significados da produção, circulação e utilização de documentos [...].


(BRASIL/Ministério da Educação.

BNCC – Base Nacional Comum Curricular:

Ensino Fundamental – História)



O terceiro procedimento básico está relacionado

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Q3210687 Pedagogia
De acordo com o artigo 32 da Resolução CNE/CEB no 07/2010 (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos), a avaliação dos alunos deverá
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Q3210686 Pedagogia
O artigo 26 da Lei no 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional) trata da elaboração dos currículos na Educação Básica. Sobre a educação digital, conforme previsto no § 11, é correto afirmar que
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Q3210685 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei no 13.146/2015, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, trata, em seu capítulo IV, do Direito à Educação. A partir de seu artigo 28, entende-se que o atendimento educacional especializado deve ser 
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Q3210684 Pedagogia
Sobre os princípios do ensino, explicitados na Constituição Federal, consta corretamente em sua formulação nos incisos do artigo 206:
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Q3210683 Pedagogia

Weisz (2000) destaca a tematização da prática como um trabalho cada vez mais valorizado no contexto da formação continuada do professor.


Assinale a alternativa que corresponde a princípios da tematização da prática.

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Q3210682 Pedagogia
Na perspectiva de Dowbor (2007), uma escola emancipadora é aquela em que
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Q3210681 Pedagogia
Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) destacam o projeto pedagógico-curricular como documento central de gestão da escola. Para um professor que integra o corpo docente de uma escola pública, é fundamental a compreensão de que esse projeto
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Q3210680 Pedagogia
Zabala (1998) propõe uma tipologia para discutir os conteúdos trabalhados em um ensino de base construtivista. Entre os tipos de conteúdos, há aquele que inclui “as regras, as técnicas, os métodos, as destrezas ou habilidades, as estratégias […]” e se concebe como “um conjunto de ações ordenadas e com um fim, quer dizer, dirigidas para a realização de um objetivo”. Trata-se dos conteúdos que o autor denomina de
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Respostas
5821: D
5822: E
5823: A
5824: B
5825: D
5826: A
5827: E
5828: B
5829: A
5830: D
5831: C
5832: C
5833: E
5834: A
5835: D
5836: E
5837: D
5838: C
5839: D
5840: B