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(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914–1991, p. 19-20)
O autor se refere ao colapso
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914–1991, p. 484)
O historiador Eric Hobsbawm utiliza a situação descrita no fragmento para analisar formas pelas quais
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, p. 339-340)
Segundo Marc Ferro, em Angola, delineou-se o seguinte panorama:
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula, p. 322. Adaptado)
Segundo Leila Hernandez, uma das medidas adotadas para a questão exposta no excerto foi
Essa afirmação tem como fundamento
(J. Huizinga. O declínio da Idade Média [...]. Apud: Paulo Miceli. História Moderna, p. 9)
O historiador Paulo Miceli utiliza a citação para ilustrar entendimento de que
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, p. 168. Adaptado)
No fragmento, o autor observa
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, p. 127. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, um dos desdobramentos do contexto abordado pelo fragmento foi
(Maria Ligia Prado e Gabriela Pellegrino. História da América Latina, p. 168. Adaptado)
O fenômeno abordado pelo excerto pode ser exemplificado pelo caso
(Maria Lígia C. Prado. América Latina no século XIX: tramas, telas e textos, p. 94. Adaptado)
O contexto histórico abordado refere-se
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 480. Adaptado)
O AI-5, de dezembro de 1968, tinha como parte de suas medidas:
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
A referida tese parte da constatação de que
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
Observe a pintura de Victor Meirelles e leia o texto que segue.

Meirelles atingiu a convergência rara de formas, intenções e significados que fazem com que um quadro entre poderosamente dentro de uma cultura. Esta imagem do descobrimento dificilmente poderá vir a ser apagada, ou substituída. Ela é a primeira missa do Brasil. São os poderes da arte fabricando a História.
(Jorge Coli. A pintura e o olhar sobre si [...]. Em: Marcos C. Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, p. 384. Grifo do autor)
Na análise do historiador Jorge Coli, a pintura em referência
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve
(Pedro Paulo Funari e Glaudson J. Silva. Teoria da História, p. 73. Adaptado)
O excerto exemplifica o risco de