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Ano: 2025 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC Provas: Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor de Educação Física 40H - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor de Inglês - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor I - Contação de História - 40H - Superior Incompleto - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor I - Educação Infantil - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor II - Anos Iniciais 40H - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III - Arte 40H - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III Ciências - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III - História - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III - Língua Portuguesa - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III - Matemática - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor IV Informática 20H - Superior Incompleto - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor IV - Música 20H - Superior Incompleto - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor para Atuar com Alunos PCD - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Psicopedagogo - Edital nº 1 PSS | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Bom Jardim da Serra - SC - Professor III Geografia - Edital nº 1 PSS |
Q3913991 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Happy-condria



    Recentemente, um amigo me apresentou a um “especialista em felicidade”. Jesus, pensei, será uma nova profissão que desconheço? Pois é, dizia-se expert em fazer diagnóstico de pessoas das mais variadas classes sociais, para detectar os empecilhos em encontrar instantes plenos e de realização profissional. Desconfiei das intenções do rapaz, mas o ouvi por uns bons trinta minutos. Conclui que a teoria se mostra eficaz, porém dificilmente terá respaldo na prática. E digo isso ancorado em inúmeras leituras e observações que tenho feito ao longo dos anos sobre o tema.

    Não dá para usar meras estatísticas para identificar a motivação ou o desânimo frente a uma realidade tão subjetiva como a da mente humana. Tudo bem, podemos estabelecer parâmetros, comparar, concluir. Contudo, é o olhar sobre cada indivíduo que irá determinar as suas prioridades e carências em um mundo em constante mutação.

    Devemos ter um cuidado especial: esse desejo de viver sempre imersos na plenitude pode nos conduzir a um projeto irrealizável, querendo editar a existência, salvando só os melhores momentos. Resultado: muitos estão sofrendo da chamada “happy-condria”, uma espécie de obsessão (ou dependência) por estados de euforia, de gozo e prazer. Seria maravilhoso, mas, convenhamos, impossível de acontecer.

    Analisei à certa distância o expert que tinha acabado de conhecer. Estava isolado do grupo festivo, bastante silencioso, com uma expressão de tédio. Bem, talvez com ele não esteja funcionando tão bem a sua pregação. Na verdade, nada mais natural: essas oscilações emocionais fazem parte do pacote em que está embrulhada a nossa subjetividade. Ao expor minhas ideias em palestras, enfatizo a importância de cada um desenvolver um roteiro particular e só depois ir agregando proposições alheias. Fórmulas? Jamais! No máximo um convite para refletir sobre os conceitos legados ao longo dos séculos pelos grandes mestres. Evitemos escrever meia dúzia de mandamentos definitivos. Esqueça todo processo mágico que porventura te apresentarem. Será necessário um duro e longo trabalho até aprender a separar o essencial do supérfluo. Aqui começa a descoberta dos reais propósitos a nos servir de guia para a busca desse sentimento que perpassa a história da nossa espécie.

    Aprecio o fato de alguém destinar preciosas horas para entender o que nos leva a desejar tão intensamente o bem-estar interior. Somos fruto do tempo que habitamos. Reféns do valor da individualidade, mal conseguimos aprender essa máxima do filósofo Marco Aurélio: “O que não é bom para a colmeia, tampouco o será para a abelha.” Seguimos, no entanto, tentando nos aparelhar mesmo frente à volatilidade do mundo. As coisas importantes são miúdas, estão ausentes das estatísticas. Passam discretamente diante de nós, desejando ser capturadas quando estamos vigilantes.

    Na regra de ouro da vida, a atenção é o ingrediente principal.



Autor: Gilmar Marcílio - GZH (adaptado). 

No texto Happy-condria, o autor desenvolve uma reflexão crítica sobre discursos contemporâneos ligados à felicidade, articulando observação empírica, ironia e referências filosóficas. A partir da leitura global do texto, analise as assertivas a seguir.



I. A noção de “happy-condria” é construída como uma crítica à tentativa de medicalizar ou padronizar estados emocionais que, por natureza, são instáveis e subjetivos.


II. A figura do “especialista em felicidade” funciona como contraponto irônico ao argumento central do texto, revelando a distância entre discurso prescritivo e experiência humana concreta.


III. A citação de Marco Aurélio reforça a defesa de uma felicidade centrada exclusivamente na individualidade, desvinculada de qualquer dimensão coletiva.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
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Q3913990 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Happy-condria



    Recentemente, um amigo me apresentou a um “especialista em felicidade”. Jesus, pensei, será uma nova profissão que desconheço? Pois é, dizia-se expert em fazer diagnóstico de pessoas das mais variadas classes sociais, para detectar os empecilhos em encontrar instantes plenos e de realização profissional. Desconfiei das intenções do rapaz, mas o ouvi por uns bons trinta minutos. Conclui que a teoria se mostra eficaz, porém dificilmente terá respaldo na prática. E digo isso ancorado em inúmeras leituras e observações que tenho feito ao longo dos anos sobre o tema.

    Não dá para usar meras estatísticas para identificar a motivação ou o desânimo frente a uma realidade tão subjetiva como a da mente humana. Tudo bem, podemos estabelecer parâmetros, comparar, concluir. Contudo, é o olhar sobre cada indivíduo que irá determinar as suas prioridades e carências em um mundo em constante mutação.

    Devemos ter um cuidado especial: esse desejo de viver sempre imersos na plenitude pode nos conduzir a um projeto irrealizável, querendo editar a existência, salvando só os melhores momentos. Resultado: muitos estão sofrendo da chamada “happy-condria”, uma espécie de obsessão (ou dependência) por estados de euforia, de gozo e prazer. Seria maravilhoso, mas, convenhamos, impossível de acontecer.

    Analisei à certa distância o expert que tinha acabado de conhecer. Estava isolado do grupo festivo, bastante silencioso, com uma expressão de tédio. Bem, talvez com ele não esteja funcionando tão bem a sua pregação. Na verdade, nada mais natural: essas oscilações emocionais fazem parte do pacote em que está embrulhada a nossa subjetividade. Ao expor minhas ideias em palestras, enfatizo a importância de cada um desenvolver um roteiro particular e só depois ir agregando proposições alheias. Fórmulas? Jamais! No máximo um convite para refletir sobre os conceitos legados ao longo dos séculos pelos grandes mestres. Evitemos escrever meia dúzia de mandamentos definitivos. Esqueça todo processo mágico que porventura te apresentarem. Será necessário um duro e longo trabalho até aprender a separar o essencial do supérfluo. Aqui começa a descoberta dos reais propósitos a nos servir de guia para a busca desse sentimento que perpassa a história da nossa espécie.

    Aprecio o fato de alguém destinar preciosas horas para entender o que nos leva a desejar tão intensamente o bem-estar interior. Somos fruto do tempo que habitamos. Reféns do valor da individualidade, mal conseguimos aprender essa máxima do filósofo Marco Aurélio: “O que não é bom para a colmeia, tampouco o será para a abelha.” Seguimos, no entanto, tentando nos aparelhar mesmo frente à volatilidade do mundo. As coisas importantes são miúdas, estão ausentes das estatísticas. Passam discretamente diante de nós, desejando ser capturadas quando estamos vigilantes.

    Na regra de ouro da vida, a atenção é o ingrediente principal.



Autor: Gilmar Marcílio - GZH (adaptado). 

Das palavras do texto reproduzidas a seguir, qual é acentuada por ser proparoxítona? 
Alternativas
Q3896426 História
O Período Democrático no Brasil (1945−1964) foi marcado pelo fim do Estado Novo, redemocratização, surgimento de novos partidos políticos, liberdade de imprensa e realização de eleições diretas. No entanto, esse período também apresentou desafios estruturais, como crise econômica, concentração de renda, polarização ideológica entre conservadores e trabalhistas, conflitos federativos e a presença de movimentos sociais emergentes em meio à rápida urbanização e industrialização. Diversos governos adotaram estratégias diferenciadas para equilibrar modernização econômica, manutenção da ordem política e ampliação de direitos sociais. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3896425 História

A Idade Média (aproximadamente século V ao XV) foi marcada por profundas transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na Europa e em outras regiões do mundo. Caracterizou-se pelo feudalismo, organização em reinos e senhores feudais, forte influência da Igreja Católica, economia agrária e artesanato local, além de intercâmbios culturais limitados e movimentos populacionais ocasionais. O período também testemunhou crises, como as invasões bárbaras, a Peste Negra e tensões religiosas e políticas. Analise as afirmativas a seguir:



I.O feudalismo estruturava a sociedade medieval em classes rígidas, com senhores feudais controlando terras e servos, mas não existiam obrigações mútuas nem laços de dependência entre vassalos e senhores.


II.A Igreja Católica desempenhava papel central na Idade Média, influenciando política, cultura, educação e economia, sendo responsável por legitimar o poder monárquico e promover a unidade espiritual.


III.A economia medieval era predominantemente agrária e local, com escassa circulação monetária e comércio limitado, especialmente nas fases iniciais do período.


IV.A Idade Média foi um período estático e isolado, sem intercâmbios culturais, avanços tecnológicos ou influências externas significativas sobre a Europa.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3896424 Pedagogia
O ensino de História visa desenvolver nos alunos a capacidade de compreender processos sociais, políticos, econômicos e culturais ao longo do tempo, estimulando o pensamento crítico, a análise de fontes e a construção de narrativas fundamentadas em evidências. O planejamento pedagógico deve considerar abordagens metodológicas diversificadas, como análise de documentos históricos, produção de mapas e linhas do tempo, debates, estudos de caso e utilização de tecnologias digitais, de modo a tornar o conhecimento histórico significativo e aplicável à compreensão do mundo contemporâneo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896423 História
A República Contemporânea brasileira, iniciada a partir da Constituição de 1946, passou por momentos de democracia, autoritarismo e redemocratização, incluindo a Ditadura Militar (1964−1985) e a consolidação da Nova República (1985−atualidade). Esse período foi marcado por transformações políticas, econômicas e sociais, como industrialização, urbanização, expansão dos direitos civis e movimentos sociais. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896422 História

A conquista e colonização da América, iniciada no final do século XV, foi marcada por interações complexas entre europeus e povos indígenas, exploração econômica e imposição cultural. Os colonizadores europeus (portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses) organizaram sistemas de exploração territorial e produtiva, introduziram novas estruturas administrativas e sociais, e impactaram profundamente a demografia, cultura e organização das sociedades indígenas. O processo envolveu também tráfico de escravos africanos e a formação de economias coloniais voltadas para o mercado europeu. Analise as afirmativas a seguir:



I.A colonização portuguesa no Brasil estruturou-se inicialmente em torno do sistema de capitanias hereditárias, que descentralizou a administração e dependia da iniciativa privada, com resultados variados em termos de sucesso territorial e econômico.


II.A exploração colonial não provocou impactos significativos sobre as populações indígenas, que mantiveram suas formas de organização social e econômica intactas.


III.O tráfico de escravos africanos foi uma estratégia central para suprir a demanda por mão de obra nas plantações de açúcar e, posteriormente, em outras atividades econômicas, moldando a estrutura social das colônias.


IV.A colonização européia na América foi homogênea, sem diferenças nas políticas administrativas, econômicas e culturais entre os diversos impérios colonizadores.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896421 História
Durante a História Moderna, especialmente entre os séculos XV e XVIII, a Europa passou por transformações políticas, econômicas e sociais marcantes. O Antigo Regime caracterizou-se por sociedades estamentalmente hierarquizadas, economia predominantemente agrária e presença marcante da monarquia absoluta. O absolutismo consolidou-se como modelo de governo em vários países europeus, com o rei concentrando poderes legislativo, executivo e judiciário, apoiado por instituições centralizadoras e pelo controle da nobreza e da Igreja. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3896420 História

O ensino de História deve articular conteúdos historiográficos e metodologias didáticas que permitam ao aluno compreender o passado de forma crítica, reconhecendo múltiplas interpretações, fontes históricas diversificadas e a construção social do conhecimento histórico. A metodologia do ensino deve englobar estratégias de análise de documentos, debates, projetos de pesquisa e recursos digitais, promovendo habilidades de investigação e pensamento reflexivo. Analise as afirmativas a seguir:



I.A historiografia no ensino de História não exige reflexão crítica sobre fontes e interpretações; basta apresentar os fatos como verdades absolutas e lineares.


II.A metodologia do ensino de História deve incluir análise de fontes primárias e secundárias, permitindo aos alunos comparar diferentes versões de eventos e desenvolver capacidade de argumentação.


III.O conhecimento historiográfico é dinâmico e pode apresentar múltiplas interpretações, sendo fundamental estimular a análise crítica e o debate em sala de aula.


IV.O uso de projetos de pesquisa, debates e recursos digitais não contribui para o desenvolvimento da compreensão historiográfica, sendo métodos secundários à memorização de conteúdos.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896419 História

O mundo contemporâneo se consolidou a partir do final do século XVIII e ao longo do século XIX, marcado por profundas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais. A Revolução Industrial, o Iluminismo, as Revoluções Francesa e Americana, o desenvolvimento do capitalismo industrial e os movimentos de independência nas Américas moldaram novas estruturas de poder, economia e sociedade. Esse período também promoveu mudanças nas relações internacionais, acelerou processos de urbanização e estabeleceu bases para o mundo globalizado atual. Analise as afirmativas a seguir:



I.A Revolução Industrial foi um processo exclusivamente europeu, sem impactos sociais ou econômicos significativos em outras regiões do mundo.


II.Os ideais iluministas influenciaram revoluções políticas, promovendo conceitos de cidadania, direitos individuais e mudanças na organização do Estado.


III.O capitalismo industrial reorganizou a economia global, estimulando urbanização, migrações e transformações sociais, como o surgimento da classe operária.


IV.Os movimentos de independência nas Américas foram totalmente isolados e não tiveram relação com ideias políticas, econômicas ou culturais provenientes da Europa.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896418 História
A Era Vargas, marcada por dois períodos no Brasil (1930−1945 e 1951−1954), foi um momento de profunda transformação política, econômica e social. O governo de Getúlio Vargas buscou centralizar o poder, industrializar o país, modernizar a administração pública e criar mecanismos de controle sobre movimentos sindicais e partidos políticos. As políticas trabalhistas, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e a promoção de indústrias estratégicas refletiram o projeto de nacional-desenvolvimentismo, enquanto medidas autoritárias e censura marcaram aspectos do Estado Novo (1937−1945). Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896417 História

As civilizações da Antiguidade Oriental e Ocidental desenvolveram-se de maneira distinta, refletindo formas de organização política, econômica, social e cultural próprias de seus contextos geográficos, climáticos e históricos. Enquanto as civilizações orientais frequentemente se estruturavam em Estados centralizados e sociedades agrícolas, as ocidentais desenvolveram cidades-estado e experiências democráticas ou republicanas, com diferentes contribuições para a cultura, ciência e direito. Relacione as civilizações da Coluna A com suas características correspondentes na Coluna B:



Coluna A − Civilizações

1.Mesopotâmia

2.Egito

3.Grécia Antiga

4.Roma Antiga


Coluna B − Características

(__)Civilização marcada por cidades-estado, filosofia, teatro e experiências democráticas em Atenas.

(__)Estrutura política centralizada no faraó, agricultura dependente do rio Nilo e construção de monumentos como pirâmides.

(__)Primeiro grande Estado centralizado da Mesopotâmia, com códigos legais, escrita cuneiforme e economia agrícola irrigada.

(__)República e Império com forte sistema jurídico, engenharia avançada e expansão territorial através da guerra e conquista.



Assinale a sequência correta de cima para baixo:

Alternativas
Q3896403 Noções de Informática
Ferramenta de formatação que permite aplicar estilos de texto para dar ênfase a partes do documento. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao recurso no Word para destacar uma palavra ou frase com uma aparência de texto mais espessa.
Alternativas
Q3893466 História
A expansão islâmica, iniciada no século VII na Península Arábica, resultou na formação de uma vasta civilização que se estendeu da Península Ibérica ao norte da Índia. O mundo islâmico medieval não foi apenas um centro de poder político e militar, mas também um vibrante núcleo de produção cultural e científica. As cidades muçulmanas, como Bagdá, Cairo e Córdoba, tornaram-se centros de erudição que preservaram, traduziram e avançaram o conhecimento filosófico e científico da Antiguidade Clássica (grego), muitas vezes servindo como ponte para o Renascimento europeu. Considerando a dimensão cultural e científica da Civilização Islâmica medieval, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3893465 História
A Antiguidade Clássica, especificamente a Grécia e Roma, legou ao Ocidente conceitos e modelos políticos que ainda hoje estruturam nosso pensamento, como 'democracia', 'república' e 'cidadania'. Contudo, é fundamental que o ensino de História aborde essas 'invenções' de forma crítica e contextualizada, compreendendo seus significados originais − muitas vezes distintos dos atuais − e suas profundas limitações, especialmente no que tange à exclusão de mulheres, estrangeiros e escravizados.

Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.A democracia ateniense, no período clássico (século V a.C.), era uma democracia direta na qual todos os habitantes de Atenas participavam das decisões na Eclésia (assembleia), incluindo mulheres, metecos (estrangeiros) e escravos.
II.A República Romana (509 a.C. - 27 a.C.) caracterizou-se por um complexo sistema de magistraturas (como cônsules e pretores) e assembleias, sendo marcada por intensas lutas sociais entre patrícios (aristocracia) e plebeus (povo), que gradualmente conquistaram direitos políticos.
III.O conceito de 'cidadania' no mundo clássico era universalista, baseado nos direitos humanos e na igualdade de todos perante a lei, similar ao conceito contemporâneo adotado pelas democracias liberais.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893464 História
O período entreguerras (1919-1939) foi marcado por uma profunda crise das democracias liberais e pela ascensão de regimes autoritários e totalitários na Europa. O Fascismo na Itália e o Nazismo na Alemanha redefiniram a relação entre Estado, indivíduo e sociedade, utilizando propaganda, terror e uma ideologia expansionista que culminou na Segunda Guerra Mundial. A compreensão desses fenômenos exige a análise de suas especificidades ideológicas e métodos de controle social.

Assim, analise as afirmativas a seguir: 

I.O conceito de totalitarismo, conforme desenvolvido por Hannah Arendt, aplica-se perfeitamente ao Fascismo italiano de Mussolini, pois ambos os regimes (Nazismo e Fascismo) compartilhavam o mesmo nível de controle ideológico absoluto e a mesma intensidade no uso dos campos de concentração como laboratório social.
II.O Nazismo alemão diferenciava-se do Fascismo italiano por seu antissemitismo racial radical, que era o núcleo central da sua ideologia (o 'judeu' como inimigo absoluto), e pela busca do 'espaço vital' (Lebensraum) no Leste Europeu.
III.Uma característica comum aos regimes totalitários (Nazismo e Stalinismo) e autoritários (Fascismo) do período foi a supressão da oposição política, o unipartidarismo, o culto ao líder e o uso intenso da propaganda para mobilizar as massas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893463 História
A consolidação do Estado Monárquico brasileiro após 1822 foi um processo complexo, marcado por intensas disputas políticas (liberais vs. conservadores), revoltas regionais (como a Cabanagem e a Farroupilha) e a centralização do poder nas mãos do Imperador, especialmente durante o Segundo Reinado com o Poder Moderador. Contudo, a aparente estabilidade do regime de D. Pedro II começou a ruir nas últimas décadas do século XIX, quando pilares fundamentais de sustentação do Império entraram em crise, levando à Proclamação da República em 1889. Sobre os fatores que contribuíram para a crise do Estado Monárquico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3893462 Pedagogia
As teorias curriculares oferecem diferentes lentes para analisar o 'o quê' e o 'porquê' do ensino, influenciando diretamente a prática didática. O campo do currículo deixou de ser visto apenas como uma lista de conteúdos (teorias tradicionais) para ser compreendido como um território de disputas políticas, sociais e culturais (teorias críticas e pós-críticas). No ensino de História, essa discussão é vital, pois define quais narrativas, memórias e sujeitos históricos são valorizados ou silenciados.

Assim, analise as afirmativas a seguir: 

I.As teorias críticas do currículo, influenciadas pelo marxismo e pela Escola de Frankfurt, analisam como o currículo reproduz as desigualdades sociais e o poder da classe dominante, propondo um currículo que promova a conscientização e a emancipação.
II.As teorias pós-críticas do currículo, englobando o pós-estruturalismo e o multiculturalismo, focam exclusivamente nas questões de identidade de gênero e raça, rejeitando completamente a análise das relações de classe e poder econômico propostas pelas teorias críticas.
III.A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino de História pode ser lida como um documento curricular que reflete tensões entre diferentes teorias, buscando estabelecer competências e habilidades, mas sendo também um campo de disputa sobre quais conhecimentos são legítimos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893461 Pedagogia
A organização curricular contemporânea enfatiza a superação da fragmentação do conhecimento, propondo abordagens que integrem diferentes áreas. A interdisciplinaridade e a transversalidade são conceitos-chave nesse processo, embora possuam significados distintos. A interdisciplinaridade promove o diálogo e a cooperação entre disciplinas distintas em torno de um objetivo comum, enquanto a transversalidade aborda temas (como ética, meio ambiente, saúde) que atravessam todas as áreas do conhecimento, conectando-as à realidade social. No ensino de História, essas abordagens são fundamentais para contextualizar os processos históricos e sua relação com o presente. Diante disso, assinale a alternativa que descreve corretamente a aplicação desses conceitos.
Alternativas
Q3893460 História
Antes da chegada dos europeus em 1492, o continente americano era habitado por uma vasta diversidade de povos, com organizações sociais que iam de grupos nômades de caçadores-coletores a complexos impérios estatais. O ensino de História busca superar a visão eurocêntrica que retratava esses povos como 'primitivos' ou 'sem história', valorizando suas complexas estruturas políticas, econômicas e culturais, como as desenvolvidas pelos Maias, Astecas e Incas.

Acerca das formações sociais americanas pré-colombianas, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O Império Inca (Tahuantinsuyu) caracterizava-se por um complexo sistema de estradas, um eficiente método de contabilidade (os 'quipus') e uma forma de trabalho compulsório chamada 'mita', utilizada pelo Estado para obras públicas e agricultura.
(__)A sociedade Asteca (Mexica) era rigidamente estratificada, governada por um imperador (Tlatoani), e sua economia baseava-se na agricultura intensiva em 'chinampas' (ilhas artificiais) e na cobrança de tributos de povos subjugados.
(__)Os Maias organizavam-se politicamente como um império centralizado e unificado, com capital em Tenochtitlán, cuja estabilidade política impediu conflitos internos até a chegada dos espanhóis.
(__)Todos os povos indígenas das Américas, incluindo os que habitavam o território brasileiro, possuíam formas de organização estatal, com escrita, moeda e exércitos permanentes, sendo o nomadismo uma exceção.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
2961: A
2962: D
2963: C
2964: D
2965: B
2966: C
2967: A
2968: B
2969: D
2970: B
2971: C
2972: D
2973: D
2974: D
2975: D
2976: A
2977: D
2978: B
2979: B
2980: B