Questões de Concurso Para professor - geografia

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Q3676778 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “[...] Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. [...]” (3º parágrafo), respeitando-se a lógica textual e as normas gramaticais, é:
Alternativas
Q3676777 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Pela estruturação do texto, observa-se que ele foi organizado em quatro parágrafos. Tendo em vista a leitura dos segmentos textuais, com relação à informação apresentada, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3676776 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Sobre os aspectos gerais do texto lido, analisar os itens:
I. Até cerca de 8000 a.C., o trabalho tinha como propósito a alimentação.
II. O nomadismo dos caçadores e coletores é associado, hoje, às atividades de pesca e de fazer trilha.
III. A desigualdade entre os sexos existente há milhares de anos era decorrente da acumulação de excedentes entre grupos.
Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3673091 Geografia
Assinale a assertiva que apresenta o PIB per capta do município de São José dos Basílios – MA, conforme dados do IBGE. 
Alternativas
Q3673089 Geografia
Assinale a assertiva que apresenta de forma correta o tamanho do território do município de São José dos Basílios – MA. 
Alternativas
Q3673078 Geografia
Assinale a assertiva que apresenta o conceito correto de êxodo rural: 
Alternativas
Q3673077 Geografia
Assinale a assertiva que apresenta o nome da teoria populacional que chegou a seguinte conclusão: “a população cresce em PG (progressão geométrica), dobrando a cada 25 anos”.  
Alternativas
Q3673076 Geografia
Assinale a assertiva que representa uma das características da 4º fase: Pós-Industrial. 
Alternativas
Q3673075 Geografia
Assinale a assertiva que NÃO representa uma das características da 1º fase: Pré Industrial. 
Alternativas
Q3673074 Geografia
Observando o aumento demográfico durante os séculos XIX e XX, pode-se concluir que, EXCETO: 
Alternativas
Q3673073 História
Observando as principais ações dos governadores gerais entre 1548 e 1572, assinale a assertiva que está em desacordo com esse tema: 
Alternativas
Q3673072 Geografia
De acordo com os aspectos importantes a serem levados em conta sobre a questão das metrópoles no Brasil, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3673071 Geografia
Em 1940, o Brasil fez saltar a sua população urbana para mais de 30% frente aos parcos 10% de 20 anos antes. Assim, segue sua toada de crescimento e seus contingentes urbanos e de forte metropolização. Em 1950; 37% de população urbana. A partir de qual década o brasil passou a predominância de população urbana sobre a rural? 
Alternativas
Q3673070 Geografia
Com cerca de 20 mil pivôs centrais irrigando uma área de 1,275 milhão de hectares, o Brasil está entre os dez países com maior área irrigada no planeta. De acordo com o que mostrou o estudo feito pela Embrapa e pela Agência Nacional de Águas (ANA), qual é o potencial de aumento da lavoura com essa tecnologia de irrigação? 
Alternativas
Q3673069 Geografia
Os dados resumidos sobre a produção agrícola de grãos no Brasil do biênio (2015-2016), retirados da publicação base para o gênero do Ministério da Agricultura – Projeções do Agronegócio 2017- 2027, apresenta os números de cada produto agrícola em grãos plantados em território brasileiro. Com base nessas informações assinale a assertiva que se encontra de acordo com esses dados. 
Alternativas
Q3673068 Geografia
No Brasil existe uma grande fronteira agrícola nacional da atualidade, que possui área de expansão do agronegócio mecanizado em solos de cerrado nos interiores dos estados da, Bahia, Piauí, Tocantins e Maranhão. Assinale a assertiva que indica de forma correta o nome dado a essa fronteira agrícola.  
Alternativas
Q3673067 Geografia
Sobre as etapas de exploração do petróleo no Brasil, assinale a assertiva que representa de forma correta pelo menos uma dessas etapas. 
Alternativas
Q3673066 Meio Ambiente
Assinale a assertiva que NÃO apresenta uma das vantagens da energia nuclear.  
Alternativas
Q3673065 Geografia
A energia nuclear ou atômica é produzida em termonucleares a partir da fissão de minerais radioativos, A energia nuclear suscita principalmente do urânio, contudo também pode ter origem a partir do tório e do plutônio. Entre os principais produtores de energia nuclear podem se destacar alguns países, assinale a assertiva que apresenta o percentual correto de participação de algum desses países, na produção de energia nuclear ou atômica.
Alternativas
Q3673064 Geologia
O processo de formação dos combustíveis fósseis aconteceu por volta de 250 milhões de anos, devido a galhos, troncos, folhas e raízes de grandes árvores que depois de mortas foram soterrados por sedimentos associados a elevadas temperaturas e pressão. Esse processo deu origem a quatro tipos de carvão mineral. Assinale a assertiva que representa corretamente um desses tipos de carvão mineral.  
Alternativas
Respostas
11261: A
11262: B
11263: A
11264: A
11265: A
11266: D
11267: A
11268: A
11269: E
11270: C
11271: D
11272: B
11273: B
11274: A
11275: D
11276: A
11277: B
11278: E
11279: A
11280: B