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Analise os itens a seguir de acordo com a Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Brasília: CNE, 2010.
I - O Ensino Fundamental, com duração de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etária dos 7 (sete) aos 15 (quinze) anos de idade e se estende, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.
II - A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800 (oitocentas) horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015.
Quem foi o responsável pela edificação da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, em 1688, tendo sido construída para atender as atividades religiosas dos administradores e escravos das fazendas da família, local hoje conhecido com Sítio dos Barbosa?
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Os dados do Censo de 2022 apontam que o Brasil também teve o maior salto de envelhecimento entre censos desde 1940. Em 2010, a cada 30,7 idosos, o país tinha 100 jovens de até 14 anos. Agora, são 55 idosos para cada 100 jovens. Na prática, isso quer dizer que a tendência do país é ter cada vez menos jovens e cada vez mais idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/ noticia/2023/10/27/razao-de-sexo-idade-mediana-taxa-defecundidade-entenda-os-termos-do-censo.ghtml. Acesso em: 14 fev. 2024.
Essa mudança gradativa, que vem ocorrendo ao longo do tempo, aponta para a necessidade de tomada de medidas por parte do poder público no sentido de
La Niña: fenômeno deve ocorrer no 2º semestre de 2024
Depois de 2023 apresentar efeitos meteorológicos extremos, o inverno deste ano será afetado por mais um fenômeno: o La Niña. A previsão foi realizada pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e diz que os primeiros sinais da niña devem começar a ser sentidos já no segundo semestre de 2024.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ brasil/2024/01/6789655-la-nina-fenonemo-deve-ocorre-no-2- semestre-de-2024-entenda-efeitos.html. Acesso em: 19 mar. 2024.
Caso a ocorrência do fenômeno se confirme no segundo semestre de 2024, como mencionado no título da reportagem, será constatado no Brasil o seguinte efeito:
Ensinar sobre os problemas urbanos dá aos professores a oportunidade de levar o assunto para o cotidiano que os alunos vivenciam. Isso permite ao professor tornar a aula mais prática e o assunto mais interessante, uma vez que o aluno pode ser conduzido de modo a relacionar diversos conteúdos presentes nos livros com as vivências do dia a dia.
Pensando nisso, um professor levou a seguinte reportagem para a sala de aula:
Temporal alaga ruas, arrasta carros, deixa pessoas ilhadas e derruba árvores em BH
A chuva forte que caiu nesta terça-feira (23/01/2024) provocou alagamentos em Belo Horizonte e Grande BH. Durante o temporal, pessoas ficaram ilhadas, carros foram arrastados e árvores caíram. A Defesa Civil de Belo Horizonte fez algumas interdições por segurança. Na Região da Pampulha, o Córrego Ressaca ameaçou transbordar, e a avenida Heráclito Mourão de Miranda foi interditada. A Avenida Vilarinho também foi bloqueada, em razão do risco de transbordamento do Córrego Vilarinho.
Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/ noticia/2024/01/23/temporal-provoca-alagamentos-em-belohorizonte-e-regiao-metropolitana.ghtml. Acesso em: 16 jan. 2024.
A partir do conteúdo apresentado na reportagem, o professor solicitou aos alunos que indicassem uma medida que contribua para amenizar o problema apresentado no texto.
Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma medida correta.
Essa corrente do pensamento geográfico foi formulada no século XIX pelo geógrafo alemão Friedrich Ratzel. Ela fala das influências que as condições naturais exerceriam sobre o ser humano, sustentando a tese de que o meio natural tem influência direta sobre o homem. Nesse sentido, os homens procurariam organizar o espaço para garantir a manutenção da vida. O maior sinal de perda de uma sociedade seria a perda do território.
Essa corrente do pensamento geográfico tem o nome de:
Disponível em: https://escoladainteligencia.com.br/blog/construtivismo-na-educacao/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20 construtivismo,m%C3%A9todos%20que%20estimulem%20essa%20constru%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 15 fev. 2024.
Dentro desse contexto, o professor apresentou aos alunos, durante uma aula sobre solos, a seguinte imagem:
Disponível em: https://acesse.dev/iEyIV/f. Acesso em: 15 fev. 2024.
A partir da análise da imagem apresentada, o professor pediu a quatro alunos que apontassem causas naturais relacionadas ao desastre ocorrido na região.
Qual aluno fez o apontamento correto?
(__)As rochas sedimentares também são chamadas de rochas magmáticas, formadas a partir do resfriamento e solidificação do magma pastoso.
(__)As rochas metamórficas são formadas por efeito da transformação de outras rochas (ígneas e sedimentares), a partir de certas condições de umidade, calor e pressão no interior da Terra.
(__)As rochas ígneas também podem ser chamadas de rochas cristalinas, e têm como exemplo o basalto, o granito e a turmalina.
Analise as afirmações acima como VERDADEIRO (V) ou FALSO (F), e assinale a alternativa na ordem correta de cima para baixo: