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Q3486175 Pedagogia
A educação geográfica envolve o ensino de conceitos e habilidades geográficas, sendo o currículo de geografia uma parte essencial desse processo educacional. Qual das afirmações abaixo melhor reflete a concepção sobre o currículo escolar em geografia?
Alternativas
Q3486171 Pedagogia

Analise os itens a seguir de acordo com a Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Brasília: CNE, 2010.


I - O Ensino Fundamental, com duração de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etária dos 7 (sete) aos 15 (quinze) anos de idade e se estende, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.


II - A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800 (oitocentas) horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.

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Q3486169 História e Geografia de Estados e Municípios

De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015.

Quem foi o responsável pela edificação da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, em 1688, tendo sido construída para atender as atividades religiosas dos administradores e escravos das fazendas da família, local hoje conhecido com Sítio dos Barbosa?

Alternativas
Q3486166 Pedagogia
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. Todas as escolas que tenham crianças de 0 a 5 anos necessitam ser equipadas com ____________________. 
Alternativas
Q3486157 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


 Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

O verbo “juntara”, no excerto “Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender.”, está conjugado no: 
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Q3486155 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


 Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No texto, o efeito de sentido de movimento e de passagem do tempo, que corrobora a construção imagética do cenário de carnaval de rua, é provocado pela:
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Q3483813 Geografia

Os dados do Censo de 2022 apontam que o Brasil também teve o maior salto de envelhecimento entre censos desde 1940. Em 2010, a cada 30,7 idosos, o país tinha 100 jovens de até 14 anos. Agora, são 55 idosos para cada 100 jovens. Na prática, isso quer dizer que a tendência do país é ter cada vez menos jovens e cada vez mais idosos.



Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/ noticia/2023/10/27/razao-de-sexo-idade-mediana-taxa-defecundidade-entenda-os-termos-do-censo.ghtml. Acesso em: 14 fev. 2024.



Essa mudança gradativa, que vem ocorrendo ao longo do tempo, aponta para a necessidade de tomada de medidas por parte do poder público no sentido de

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Q3483812 Geografia

La Niña: fenômeno deve ocorrer no 2º semestre de 2024



Depois de 2023 apresentar efeitos meteorológicos extremos, o inverno deste ano será afetado por mais um fenômeno: o La Niña. A previsão foi realizada pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e diz que os primeiros sinais da niña devem começar a ser sentidos já no segundo semestre de 2024.



Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ brasil/2024/01/6789655-la-nina-fenonemo-deve-ocorre-no-2- semestre-de-2024-entenda-efeitos.html. Acesso em: 19 mar. 2024.




Caso a ocorrência do fenômeno se confirme no segundo semestre de 2024, como mencionado no título da reportagem, será constatado no Brasil o seguinte efeito:

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Q3483811 Geografia

Ensinar sobre os problemas urbanos dá aos professores a oportunidade de levar o assunto para o cotidiano que os alunos vivenciam. Isso permite ao professor tornar a aula mais prática e o assunto mais interessante, uma vez que o aluno pode ser conduzido de modo a relacionar diversos conteúdos presentes nos livros com as vivências do dia a dia.


Pensando nisso, um professor levou a seguinte reportagem para a sala de aula:



Temporal alaga ruas, arrasta carros, deixa pessoas ilhadas e derruba árvores em BH



A chuva forte que caiu nesta terça-feira (23/01/2024) provocou alagamentos em Belo Horizonte e Grande BH. Durante o temporal, pessoas ficaram ilhadas, carros foram arrastados e árvores caíram. A Defesa Civil de Belo Horizonte fez algumas interdições por segurança. Na Região da Pampulha, o Córrego Ressaca ameaçou transbordar, e a avenida Heráclito Mourão de Miranda foi interditada. A Avenida Vilarinho também foi bloqueada, em razão do risco de transbordamento do Córrego Vilarinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/ noticia/2024/01/23/temporal-provoca-alagamentos-em-belohorizonte-e-regiao-metropolitana.ghtml. Acesso em: 16 jan. 2024.



A partir do conteúdo apresentado na reportagem, o professor solicitou aos alunos que indicassem uma medida que contribua para amenizar o problema apresentado no texto.



Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma medida correta.

Alternativas
Q3483810 Geografia

Essa corrente do pensamento geográfico foi formulada no século XIX pelo geógrafo alemão Friedrich Ratzel. Ela fala das influências que as condições naturais exerceriam sobre o ser humano, sustentando a tese de que o meio natural tem influência direta sobre o homem. Nesse sentido, os homens procurariam organizar o espaço para garantir a manutenção da vida. O maior sinal de perda de uma sociedade seria a perda do território.


Essa corrente do pensamento geográfico tem o nome de:

Alternativas
Q3483809 Geografia
No construtivismo, o professor não é apenas um transmissor unilateral de conhecimento. Ele tem o papel de ser um facilitador, um mediador e um orientador durante a aprendizagem, que é construída pelo aluno, ou seja, esse profissional precisa, dentro da especificidade de cada aluno, estimular para que ele seja o protagonista do seu conhecimento, aprendendo a aprender. O professor tem a função de contextualizar o aluno em diferentes circunstâncias que promovem o conhecimento, que podem ser teóricas ou práticas. Quando está diante dessas situações, o estudante precisa encontrar soluções e, assim, ele constrói o conhecimento.


Disponível em: https://escoladainteligencia.com.br/blog/construtivismo-na-educacao/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20o%20 construtivismo,m%C3%A9todos%20que%20estimulem%20essa%20constru%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 15 fev. 2024.


Dentro desse contexto, o professor apresentou aos alunos, durante uma aula sobre solos, a seguinte imagem: Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://acesse.dev/iEyIV/f. Acesso em: 15 fev. 2024.

A partir da análise da imagem apresentada, o professor pediu a quatro alunos que apontassem causas naturais relacionadas ao desastre ocorrido na região.

Qual aluno fez o apontamento correto? 
Alternativas
Q3481700 Geografia
O processo de urbanização pode ser caracterizado como a aglomeração das atividades comerciais e industriais no espaço das cidades − por isso mesmo que as primeiras cidades conhecidas sejam datadas de milhares de anos antes da Era Comum, o marco do início da urbanização aparece com o capitalismo comercial. No Brasil, o processo de urbanização se intensificou a partir da década de 1930, com a presença mais acentuada de indústrias nos centros urbanos. Já na década de 1960, o país passou a ter, pela primeira vez, uma população predominante urbana. No contexto de urbanização e desenvolvimento das cidades, estes espaços foram categorizados em hierarquias de cidades globais, metrópoles, cidades médias entre outras. Sobre as características da hierarquização das cidades, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3481699 Geografia
O processo de desenvolvimento de indústrias em determinado espaço geográfico é denominado de industrialização. Este processo teve início, pela primeira vez, na Inglaterra do século XVIII, através da substituição da manufatura pela maquinofatura − no território inglês a indústria têxtil, especialmente, teve um crescimento exponencial a partir da inserção das máquinas de fiar, do tear mecânico e da máquina a vapor. A industrialização na primeira fase da Revolução Industrial, na Inglaterra, teve como principal característica esta mudança no processo produtivo. O Brasil passou por um processo de industrialização tardio, segundo pesquisadores da área, tendo desenvolvido esse aspecto a partir do final do século XIX e início do século XX − e este processo foi alimentado pelo capital que advinha do setor primário da economia, especialmente da produção cafeicultora. A industrialização brasileira pode ser dividida em quatro fases principais, cada uma com características particulares. Sobre as fases do processo de industrialização do Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3481698 Geografia
Cartografia é, basicamente, a área da Geografia que se dedica a representar a superfície terrestre por meio de mapas. A cartografia pode ser dividida em dois grandes grupos de tipos de representação: a cartografia sistemática e a cartografia temática. A cartografia sistemática informa dados de locais que servirão de base para construção de mapas temáticos posteriores. Já a cartografia temática representa, nos mapas e cartas, temas específicos − que podem ser categorizados em quatro grupos principais. Sobre os mapas temáticos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3481697 Geografia
Diagnóstico ambiental pode ser definido como o conhecimento de todos os componentes e/ou aspectos ambientais de uma área (ou empresa), onde se possa avaliar seus pontos positivos, negativos e onde seria possível a implementação de melhorias. A boa qualidade ambiental depende do equilíbrio de associação entre os aspectos físicos, químicos, biológicos, políticos, culturais, econômicos etc. e, assim, o diagnóstico ambiental permite uma visão melhor acerca do ambiente. Nesse sentido, qual o objetivo do diagnóstico ambiental? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3481696 Geografia
A partir da Revolução Industrial, a energia passou a ser um dos fatores determinantes, ou limitantes, para o desenvolvimento de uma sociedade. Sem energia, o mundo não seria como o conhecemos hoje. Para obtenção dessa energia, diversas fontes podem ser utilizadas, e estas são classificadas entre fontes de energia renováveis e não-renováveis. As fontes de energia não-renováveis são aquelas que, como o nome define, não são renovadas pelo meio ambiente − dentre elas podemos citar o petróleo, o carvão mineral e o gás natural. Por sua vez, as fontes de energia renováveis são aquelas produzidas pelo próprio planeta Terra e que se renovam naturalmente, sendo possível utilizá-las novamente. Sobre as fontes de energia renováveis, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3481695 Geografia
Região é o termo dado a uma área com uma ou um conjunto de características comuns. O processo de regionalização é um conceito amplo e participante de diversos debates na área da Geografia. O ato de regionalizar é a ação de dividir o espaço geográfico, a fim de uma melhor possibilidade de entendimento e compreensão das particularidades de determinado espaço e/ou aspectos de espaços diferentes. Este processo pode diferenciar áreas devido a suas características distintas, mas pode também relacionar outras áreas. As regionalizações suportam os mais diversos agrupamentos de características, mas existem alguns critérios que se destacam. Sobre os critérios de regionalização do mundo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3481694 Geografia
Transporte, segundo o Dicionário Oxford, é o ato ou efeito de transportar; veículo que serve para transportar. Os transportes são parte intrínseca da infraestrutura de um espaço geográfico, e os meios pelos quais são realizados os deslocamentos de pessoas e mercadorias marcam a paisagem do local, seja ele rural ou urbano. Esses fluxos de deslocamento acontecem por meio das redes de transporte que podem ser de modais distintos. Sobre os modais de transporte no Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3481693 Geografia
Um dos pilares da economia no Brasil é, até hoje, a produção agrícola − responsável pelo abastecimento do mercado interno e externo não só com alimentos, mas também com matérias-primas para a indústria. Entretanto, as formas de produção agrícola possuem particularidades e diferenças entre si, que podem ser de ordem do tamanho da propriedade, do mercado consumidor que atendem ou do nível tecnológico que empregam na produção. Sobre os principais tipos de produção agrícola, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3481692 Geografia
Rocha é um agregado natural formado a partir de um ou mais sais minerais. Logo após o resfriamento do planeta Terra as rochas iniciaram sua formação e a mesma se mantém em processo contínuo de formação e transformação, através do "ciclo das rochas". As rochas podem ser classificadas dentro de três categorias principais: ígneas, metamórficas e sedimentares.

(__)As rochas sedimentares também são chamadas de rochas magmáticas, formadas a partir do resfriamento e solidificação do magma pastoso.
(__)As rochas metamórficas são formadas por efeito da transformação de outras rochas (ígneas e sedimentares), a partir de certas condições de umidade, calor e pressão no interior da Terra.
(__)As rochas ígneas também podem ser chamadas de rochas cristalinas, e têm como exemplo o basalto, o granito e a turmalina.

Analise as afirmações acima como VERDADEIRO (V) ou FALSO (F), e assinale a alternativa na ordem correta de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
7021: C
7022: A
7023: B
7024: D
7025: C
7026: B
7027: C
7028: C
7029: D
7030: A
7031: A
7032: C
7033: D
7034: A
7035: A
7036: B
7037: A
7038: C
7039: B
7040: D