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Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
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Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
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Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
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Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
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Professor A: Focou em competições e comparações entre alunos, destacando os melhores desempenhos.
Professor B: Enfatizou o desenvolvimento individual e a melhoria pessoal, independentemente do nível de habilidade.
Professor C: Adotou uma abordagem mista, alternando entre atividades competitivas e cooperativas.
Os resultados do LAPOPECQ mostraram variações significativas nas cinco dimensões do questionário ao longo do tempo. Considerando esses dados e o conhecimento aprofundado sobre o LAPOPECQ e teorias de motivação em Educação Física, analise as afirmativas a seguir:
I. A abordagem do Professor A provavelmente resultou em escores mais altos nas dimensões “orientação do ego dos alunos” e “preocupação dos alunos com erros”, refletindo um clima motivacional orientado ao desempenho.
II. O método do Professor B deve ter levado a pontuações elevadas na dimensão “orientação para a aprendizagem induzida pelos alunos”, mas pode ter diminuído os escores em “orientação competitiva induzida pelo professor”.
III. A estratégia mista do Professor C possivelmente produziu resultados equilibrados em todas as dimensões do LAPOPECQ, indicando um clima motivacional otimizado que atende a diferentes perfis de alunos.
IV. Flutuações na dimensão “orientação para a aprendizagem induzida pelo professor” ao longo do estudo sugerem que essa é a dimensão mais sensível às mudanças na abordagem pedagógica, independentemente do estilo do professor.
V. A validade preditiva do LAPOPECQ pode ser questionada se não houver correlação significativa entre as mudanças nas pontuações das dimensões e indicadores objetivos de engajamento e desempenho dos alunos nas aulas de Educação Física.
É correto o que se afirma em:
I. A realização da bateria KTK permite ao professor identificar os pontos fortes e fracos da coordenação motora de cada aluno, possibilitando a elaboração de intervenções pedagógicas direcionadas e individualizadas, que visem ao desenvolvimento de habilidades motoras específicas e a superação de dificuldades.
II. A utilização dos resultados da bateria KTK como único critério de avaliação do desempenho motor dos alunos pode ser limitante, pois negligencia outros aspectos importantes, como a motivação, o engajamento nas atividades e o desenvolvimento de competências socioemocionais.
III. A aplicação da bateria KTK em diferentes momentos do ano letivo possibilita ao professor acompanhar o progresso dos alunos, identificar possíveis dificuldades e avaliar a efetividade das intervenções pedagógicas implementadas, ajustando-as quando necessário.
IV. A interpretação dos resultados da bateria KTK deve considerar as características individuais dos alunos, como idade, sexo, nível de maturação biológica e histórico de experiências motoras, evitando comparações simplistas e generalizações que possam levar a rotulações e estigmas.
É correto o que se afirma em:
I. A lógica interna das práticas motrizes é um conceito central que se refere às características essenciais que definem a ação motora em uma determinada atividade.
II. As práticas psicomotrizes, sociomotrizes de cooperação, sociomotrizes de oposição e sociomotrizes de cooperação-oposição são mutuamente exclusivas e não podem ser integradas em uma mesma unidade didática.
III. A compreensão da lógica interna das práticas corporais permite ao professor selecionar e adaptar atividades de acordo com os objetivos educacionais e as características dos alunos.
IV. A análise praxiológica das atividades físicas favorece uma abordagem tecnicista da Educação Física, priorizando o desempenho motor em detrimento dos aspectos socioculturais.
É correto o que se afirma em:
Grupo A: Engajado em atividades de lazer criativo estruturadas (ex: oficinas de arte, música e teatro).
Grupo B: Envolvido em atividades de lazer criativo não-estruturadas (ex: projetos maker e jardinagem criativa).
Grupo C: Grupo controle, sem intervenção específica de lazer criativo.
Os pesquisadores coletaram dados sobre habilidades motoras, criatividade, resolução de problemas, autoestima e interações sociais. Além disso, foram realizadas entrevistas qualitativas e observações etnográficas.
Os resultados revelaram:
1. O Grupo A apresentou melhoras significativas em habilidades motoras finas e expressão corporal.
2. O Grupo B demonstrou maior capacidade de pensamento divergente e resolução criativa de problemas.
3. Ambos os grupos A e B mostraram aumento na autoestima e melhoria nas interações sociais em comparação ao Grupo C.
4. Adolescentes de áreas rurais no Grupo B apresentaram um aumento mais acentuado em criatividade do que seus pares urbanos.
5. No Grupo A, observou-se uma correlação positiva entre o tempo dedicado às atividades de lazer criativo e o desempenho acadêmico em disciplinas artísticas e científicas.
Considerando esses resultados e o conhecimento aprofundado sobre lazer criativo e suas implicações na Educação Física, analise as afirmativas a seguir:
I. A melhoria nas habilidades motoras finas e expressão corporal do Grupo A sugere que o lazer criativo estruturado pode ser uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento psicomotor, podendo ser integrado aos currículos de Educação Física para complementar as atividades físicas tradicionais.
II. O aumento da capacidade de pensamento divergente no Grupo B indica que o lazer criativo não estruturado pode promover a plasticidade cognitiva, sugerindo que a Educação Física deve incorporar mais atividades de resolução de problemas abertos e criação livre. III. A melhoria na autoestima e nas interações sociais em ambos os grupos de intervenção corrobora a teoria do lazer sério de Stebbins, indicando que o engajamento em atividades de lazer criativo pode promover o desenvolvimento pessoal e social de forma mais eficaz que o lazer casual.
IV. A diferença nos resultados de criatividade entre adolescentes rurais e urbanos no Grupo B sugere que o contexto sociocultural influencia o impacto do lazer criativo, implicando que os programas de Educação Física devem ser adaptados às especificidades culturais e ambientais dos alunos.
V. A correlação entre o tempo dedicado ao lazer criativo e o desempenho acadêmico no Grupo A indica uma possível transferência de habilidades, sugerindo que a Educação Física, ao incorporar elementos de lazer criativo, pode contribuir para o desenvolvimento cognitivo global dos alunos.
Dado esse contexto, é correto o que se afirma em:
I. O TGfU propõe que o ensino dos jogos esportivos deve começar pela aprendizagem das habilidades técnicas isoladas, antes de introduzir situações de jogo.
II. A abordagem enfatiza a importância de jogos modificados e adaptados para desenvolver a compreensão tática dos alunos.
III. No TGfU, o questionamento e a reflexão são estratégias importantes para promover o desenvolvimento do pensamento tático dos alunos.
IV. A avaliação no TGfU deve focar exclusivamente no desempenho técnico dos alunos em situações isoladas de jogo.
É correto o que se afirma em:
I. O desenvolvimento diferenciado dos gêmeos corrobora o conceito de “canalização” proposto por Waddington, que sugere que as trajetórias de desenvolvimento são influenciadas, mas não determinadas, por fatores genéticos e ambientais.
II. A eventual superioridade do gêmeo A em esportes específicos e do gêmeo B em habilidades motoras adaptativas reflete o princípio da “especificidade da prática” e a importância da “affordance” ambiental no desenvolvimento de competências motoras.
III. As possíveis semelhanças no desempenho de habilidades motoras fundamentais entre os gêmeos sugerem a existência de “períodos sensíveis” no desenvolvimento motor, durante os quais certas habilidades são mais facilmente adquiridas, independentemente do ambiente.
IV. O conceito de “pico de adaptabilidade” do Modelo da Montanha pode explicar por que ambos os gêmeos, apesar de suas experiências divergentes, poderiam demonstrar capacidades similares de aprendizagem de novas habilidades motoras na idade adulta.
V. As diferenças observadas nas estratégias de resolução de problemas motores entre os gêmeos ilustram o princípio da “auto-organização” dos sistemas dinâmicos, onde padrões de movimento emergem da interação entre restrições individuais, ambientais e da tarefa.
É correto o que se afirma em:
I. A Educação Física pode trazer contribuições positivas ao desenvolvimento das habilidades socioemocionais de crianças e jovens, tendo em vista que muitas de suas atividades são coletivas e lidam, por exemplo, com a capacidade de sentir empatia e lidar com frustrações.
NESSE SENTIDO
II. Esses benefícios tornam-se maiores quando as atividades, promovidas a partir da mediação do professor ou da professora, dão-se em condições de equidade e em contextos pedagógicos positivos.
SENDO ASSIM
III. Participar das aulas de Educação Física significa, automaticamente, obter resultados positivos em relação à aquisição de habilidades socioemocionais.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Gráfico 01. Classificação TGMD-2 Geral Pré.
Fonte: dados da pesquisa.
Gráfico 02. Classificação TGMD-2 Geral Pós.
Fonte: dados da pesquisa.
Portanto, os resultados mostraram que no pré-teste, 100% das crianças estavam com escores “muito pobre”, enquanto que, no pós-teste, 41,2% classificou-se como “pobre”, 5,9% como “abaixo da média” e 52,9% permaneceu “muito pobre”, ao que compete ao desenvolvimento motor. Sob essa perspectiva, analise as afirmações a seguir:
I. É possível afirmar que um programa motor contínuo e bem estruturado pode contribuir positivamente para o desenvolvimento motor de crianças.
II. O TGMD-2 busca avaliar as habilidades motoras fundamentais, sendo constituído por subtestes: o locomotor e o manipulativo. O primeiro mensura as habilidades grossas que requerem movimentos coordenados conforme a criança se movimenta em direção a algo. O segundo mensura as habilidades motoras grossas relacionadas a movimentos coordenados de controle de objetos.
III. Crianças que têm acesso a aulas estruturadas e ministradas por um profissional da área apresentam um desenvolvimento motor superior àquelas que não têm a mesma oportunidade.
É correto o que se afirma em:
I. A implementação da Educação Física Plural em contextos educacionais diversos, como escolas urbanas e indígenas, pode paradoxalmente perpetuar desigualdades socioculturais ao essencializar certas práticas corporais como “autênticas” ou “tradicionais” de determinados grupos, caso não seja acompanhada de uma análise crítica das relações de poder que permeiam a construção e valorização das identidades corporais.
PORQUE
II. O conceito de “técnica corporal” de Mauss, embora fundamental para a compreensão do corpo como construção cultural na teoria de Daolio, não contempla explicitamente os processos de hibridização cultural e as dinâmicas de poder que influenciam a legitimação ou a marginalização de certas práticas corporais no currículo escolar, limitando, assim, a capacidade da Educação Física Plural de promover uma verdadeira democratização das práticas corporais.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. Em uma primeira fase, a Educação Física visava à literacia física, isto é, o desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais, com foco na saúde dos estudantes.
II. Em uma segunda fase, a Educação Física se justificava pela sua contribuição no combate a doenças, a partir de uma perspectiva higienista e preventivista, e na propagação de valores morais e nacionalistas.
III. Em uma terceira fase, a Educação Física se legitimou pela importância à promoção da saúde, por meio da prática de atividade física e do contributo para a redução do comportamento sedentário.
É correto o que se afirma em:
I. Task (Tarefa): As atividades propostas devem ser variadas e desafiadoras, permitindo que os alunos escolham tarefas que correspondam ao seu nível de habilidade, promovendo o aprendizado individualizado e o desenvolvimento de autoconfiança.
II. Authority (Autoridade): A distribuição de responsabilidades e o incentivo à autonomia dos alunos são fundamentais. No entanto, em um ambiente escolar, o professor deve manter controle rígido sobre todas as decisões para garantir a disciplina e a uniformidade no aprendizado.
III. Recognition (Reconhecimento): O reconhecimento deve ser focado no desempenho relativo entre os alunos, premiando aqueles que alcançam os melhores resultados, para promover a competição saudável e o desejo de superação entre os alunos.
IV. Grouping (Agrupamento): A formação de grupos heterogêneos é recomendada para maximizar as oportunidades de interação social e aprendizado colaborativo, respeitando as diversidades culturais e os diferentes níveis de habilidade dos alunos.
V. Evaluation (Avaliação): A avaliação deve ser contínua e formativa, centrada no progresso individual dos alunos, considerando tanto o esforço quanto as melhorias ao longo do tempo e não apenas os resultados finais.
VI. Time (Tempo): A gestão do tempo na aula de Educação Física deve ser flexível, permitindo que os alunos avancem em seu próprio ritmo, respeitando suas necessidades e capacidades individuais, sem a pressão de cumprir prazos rígidos.
É correto o que se afirma em:
I. A Educação Física Progressista, ao adotar a perspectiva crítico-social dos conteúdos, propõe uma ressignificação dialética das práticas corporais tradicionais, entendendo-as como manifestações culturais que, embora possam refletir e reproduzir estruturas de poder vigentes, também carregam potenciais contradições e possibilidades de contestação. Esta abordagem visa desenvolver nos educandos uma consciência crítica que lhes permita não apenas analisar o papel dessas práticas na manutenção ou transformação das relações sociais, mas também intervir ativamente nesse processo, recriando e reinterpretando essas manifestações corporais em seus próprios contextos socioculturais.
PORQUE
II. A fundamentação teórica da Educação Física Progressista assenta-se na premissa de que o movimento humano constitui uma forma de linguagem socialmente construída e, como tal, as práticas corporais devem ser compreendidas como produtos histórico-culturais dinâmicos. Esta concepção implica que tais práticas, longe de serem meros reflexos passivos das estruturas sociais, são passíveis de reinterpretação e recriação pelos sujeitos em diferentes contextos, podendo servir tanto como instrumentos de reprodução quanto de transformação social, dependendo da abordagem crítica e do engajamento ativo dos educandos no processo educativo.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: