Questões de Concurso
Para professor - educação física
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Apetitosos
À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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Apetitosos
À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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Apetitosos
À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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Apetitosos
À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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Apetitosos
À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.
Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.
Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
I- Viabilizar a possibilidade de exploração das diversas formas do “saltar” pelos alunos, valorizando sua experiência sinestésica.
II- Oferecer formas predeterminadas do “saltar” para a execução dos alunos, dentro da visão técnica do atletismo.
III- Promover a reflexão científica do “saltar”, privilegiando no ensino da teoria do movimento suas formas legitimadas biomecanicamente.
É CORRETO o que se afirma em:
I- As tecnologias vestíveis favorecem o envolvimento dos alunos com as aulas de Educação Física, através da motivação que geram ao fornecer dados em tempo real e feedback imediato sobre sua condição física, podendo ser utilizadas pelos professores da área enquanto uma ferramenta pedagógica em diversos conteúdos de sua prática, especialmente aqueles relativos ao corpo e à saúde.
II- As tecnologias vestíveis seguem a tendência de apropriação dos dispositivos digitais pela Educação Física escolar, sendo bastante indicadas para suas aulas, especialmente em escolas públicas, em virtude dos baixos custos para sua aquisição e a resistência de seus componentes para a realização de atividades práticas que exigem mobilidade.
III- As tecnologias vestíveis disponíveis aos alunos substituem os dispositivos profissionais utilizados na prescrição de exercícios físicos, realizando leituras fiéis do seu corpo, de modo a favorecer uma cultura de automonitoramento que resulta no aumento dos níveis de atividade física dos estudantes, ao permitir a sua prática e interpretação sem um acompanhamento profissional especializado.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O professor de Educação Física deve conhecer os riscos inerentes a sua atuação profissional no âmbito escolar e adotar medidas de prevenção em sua prática pedagógica, recebendo capacitações anuais de primeiros socorros previstas em lei.
II- O professor de Educação Física deve saber diferenciar um acidente de um incidente, não acionando o serviço especializado em atendimento de primeiros socorros neste último caso, tendo em vista que é um tipo de ocorrência em que não há danos à integridade física do indivíduo.
III- O professor de Educação Física deve acionar o serviço especializado em atendimento de primeiros socorros apenas quando houver situações de urgência, tendo em vista que, ao contrário das situações de emergência, o que está em risco nestas ocorrências é a vida do indivíduo.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A ação de rebater é uma habilidade motora básica, de manipulação, fundamental à prática dos esportes de raquete, já que nessas modalidades esportivas não é permitido conduzir ou driblar o objeto do jogo, seja ele uma bola ou uma peteca.
II- Tendo em vista o modelo de classificação baseado na lógica interna das modalidades esportivas, utilizado na Base Nacional Comum Curricular da Educação Física para a etapa do Ensino Fundamental, a maioria dos esportes de raquete pode ser classificada como modalidade de rede ou parede.
III- Apesar de os esportes de raquete possuírem elementos estruturais e funcionais comuns, a aplicação de um processo pedagógico único para o seu ensino é contraindicada, por não aprofundar os aspectos técnicos e táticos individualizados de suas modalidades.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Atividades tradicionais da cultura escolar, as competições esportivas devem ser realizadas em uma perspectiva disciplinar, apenas enquanto objeto de estudo do componente curricular Educação Física, com vistas à compreensão crítica do fenômeno esportivo pelo alunado.
II- As competições esportivas escolares devem ser realizadas a partir dos padrões estruturais e organizativos dos grandes eventos esportivos, tendo em vista a necessidade de reprodução dos códigos do esporte institucionalizado, visando à replicabilidade da lógica esportiva junto ao alunado.
III- As competições esportivas devem ser realizadas a partir do seu alinhamento ao projeto pedagógico da escola, valorizando princípios educativos que minimizem a vitória enquanto mecanismo avaliativo, de modo a potencializar a participação da comunidade escolar em sua organização e fruição.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A Educação Física inclusiva é um campo teórico novo na área, cujos princípios, finalidades e diretrizes de atuação profissional não diferem dos pressupostos da Educação Física adaptada.
II- A Educação Física inclusiva utiliza estratégias pedagógicas que visam a garantir o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de todos os alunos com deficiência.
III- A Educação Física inclusiva visa à integração de pessoas com deficiência na Educação Física escolar, não abrangendo processos de exclusão de gênero, desempenho ou étnico-raciais na área.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A participação dos professores de Educação Física no planejamento da escola não é obrigatória, tendo em vista a função recreativa deste componente curricular e a falta de uma teoria pedagógica que dê suporte à sistematização e à organização dos elementos didáticos de sua área, no projeto pedagógico do estabelecimento de ensino em que atuam.
II- Considerando a natureza prática de sua ação docente, os professores de Educação Física devem elaborar e cumprir um plano de trabalho diferenciado da proposta pedagógica da escola em que atuam, indicando em seu planejamento de ensino as abordagens pedagógicas mais condizentes com as suas preferências individuais e as características motoras do alunado.
III- O planejamento de aula dos professores de Educação Física deve estar incorporado à sua ação pedagógica e correlacionado aos outros níveis de planejamento da educação escolar, indicando as etapas necessárias ao processo de ensino-aprendizagem do seu componente curricular, de modo integrado com o trabalho desenvolvido na escola.
É CORRETO o que se afirma em: