Questões de Concurso
Para professor - artes
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I – No primeiro parágrafo, segundo período, foram usadas adequadamente as vírgulas para separar o adjunto adverbial de tempo em dezembro.
II – No terceiro parágrafo, o uso da vírgula antes da expressão por exemplo é facultativo.
III – No quarto parágrafo, o uso da vírgula após o adjetivo pública é facultativo.
IV – No sétimo parágrafo, no primeiro período, em lugar dos dois parênteses empregados, também seria adequado à norma-padrão substituí-los por um único travessão, usado após a palavra privilegiadas.
V – No nono parágrafo, no segundo período, o emprego das vírgulas no trecho: “[...] pessoal militar, civil, [...]” é facultativo.
Está correto apenas o que se afirma em
( ) No primeiro parágrafo, o vocábulo público foi acentuado corretamente porque se trata de uma proparoxítona.
( ) No segundo parágrafo, no trecho “[...] destinada a construir navios [...]”, faltou o acento indicativo da crase antes do verbo construir: destinada à construir, pois há a contração da preposição “a” com o artigo feminino “a”: destinada à construção.
( ) No terceiro parágrafo, os vocábulos ministérios e Saúde foram corretamente grafados, pois o primeiro é uma paroxítona terminada em ditongo; o segundo porque se acentua a vogal -u- quando for tônica e em hiato.
( ) No sétimo parágrafo, no primeiro período, grafou-se incorretamente a locução a fim de, a qual deveria ser escrita: afim de.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
I – O tipo predominante no texto é argumentativo; o gênero dele é editorial.
II – O tipo predominante no texto é narrativo; o gênero dele é artigo de opinião.
III – Os tipos textuais são categorias reduzidas; os gêneros, extensos e variáveis.
IV – O tipo injuntivo encontra-se presente em várias partes do texto.
V – O tipo predominante no texto é descritivo; o gênero dele é crônica jornalística.
Está correto apenas o que se afirma em
Milhares de pessoas em todo o mundo, fugindo das guerras, das perseguições políticas ou vítimas de cataclismos naturais, buscam recomeçar a sua vida em um novo país.
Assinale a alternativa que indica países de onde vieram os maiores grupos de refugiados para o Brasil, nos últimos 10 anos.
Leia o texto de Luís Fernando Veríssimo.
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia de toda a família reunida, talvez pela última vez.
A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia? – Tira você mesmo, ué. – Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia. – Tiro eu - disse o marido da Bitinha. – Você fica aqui - comandou a Bitinha. Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher.
A própria Bitinha fez a sugestão maldosa: – Acho que quem deve tirar é o Dudu… O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente anunciada, de que não fosse filho do Luiz Olavo. O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas a Andradina segurou o filho. – Só faltava essa, o Dudu não sai.
E agora? – Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento - sugeriu alguém. – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e… A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão. – Dá aqui. – Mas seu Domício… – Vai pra lá e fica quieto. – Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido! – Eu fico implícito - disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a foto e foi dormir
A história da Arte contém manifestos que representam as ideologias dos diferentes movimentos artísticos.
A respeito do tema, leia o texto abaixo.
No início do século XX, o cinema era considerado pela elite cultural, como arte das feiras, espetáculo para as massas. Na intenção de valorizar esta linguagem artística, o italiano Ricciotto Canudo publicou em 1923, em Paris, um Manifesto, no qual defendia que essa linguagem iria transformar a produção artística do futuro por combinar várias linguagens artísticas em sua produção.
O texto lido é coerente com a descrição de:
O ensino da Arte abrange quatro linguagens: a Dança, o Teatro, a Música e as Artes Visuais. Cada linguagem artística possui seus objetos de estudo e seus elementos caracterizadores.
Dentre os objetos de estudo relacionados abaixo, qual é considerado essencial no ensino de Dança?
Em Artes, seja qual for a linguagem, haverá sempre elementos a serem combinados e compostos visando à criação artística segundo o senso estético.
Nesse sentido, o arranjo de elementos de linguagem e dos assuntos principais que constituem uma obra artística é reconhecido como:
Analise as afirmativas abaixo sobre o movimento artístico conhecido como Cubismo.
1. Surgiu a partir dos estudos e das produções de Georges Braque (1881-1963) e Pablo Picasso (1881-1973).
2. A geometrização e a abstração são características marcantes das produções cubistas.
3. Este movimento artístico pode ser dividido em duas fases: analítica e sintética.
4. Reforçou a ideia de Arte como imitação da natureza.
5. Ênfase nas cores fortes e linhas sinuosas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.